A máquina que deixa cair votos…made in USA, a ter em atenção nas próximas eleições

Segundo o Linuxinsider, as máquinas de voto electrónicas da Diebold, têm um bug que as leva a perder votos.

Estas máquinas estão presentes em 34 estados e todas sofrem do mesmo sintoma.
Ao que parece o problema tem estado lá desde há cerca de 10 anos.

Lá está o erro de se usar software proprietário e fechado neste ou noutro tipo de equipamentos, embora neste caso it’s a feature, e o sr Bush que o diga.

Existem cada vez mais provas credíveis que as últimas eleições nos EUA tiveram fraudes que mudaram o vencedor, especialmente na Florida.

As máquinas Diebold desde sempre que estão envoltas em situações menos claras e de muita polémica.

Ainda bem que existem países onde a inteligência e o respeito pelos cidadãos parece ainda contar para alguma coisa, o Brasil, onde as máquinas que estão a ser testadas e preparadas usam Software Livre.

Os Norte-Americanos terão mesmo ido ao Brasil informarem-se sobre o sistema usado pelos brasileiros.

Mas mesmo nos EUA existe defensores da opção Software Livre, Open Voting Consortium.

21 Respostas

  1. Acho que é mais importante o programa ser público, isto é, que o código fonte seja público para total transparência. Se ele é proprietario ou não honestamente pouco interessa neste caso.

  2. Lá está a tendência em acreditar no que o linuxinsider (tenho a certeza que são isentos) diz. Se as máquinas Diebold usassem linux acabava-se a polémica toda… Lol.
    O Brasil a respeitar os cidadãos é uma piada de mau gosto. Num país onde a polícia é tão perigosa como os criminosos, os crimes violentos são banais, falar-se de liberdade dos cidadãos é mesmo de alguém pertubado.
    A liberdade dos cidadãos não tem nada a ver com o software que utilizam.
    Só quem pretende desinformar é que pode comparar a utilização do windows a um determinado tipo de privação de liberdade.

  3. se é público não pode ser proprietário, aliás em algo como a democracia tudo deve de estar em dominio público, exceptuando-se algumas coisas como é óbvio, mas em ter-mos de software e neste caso máquinas de voto, deverá sem público e como é óbvio livre.

  4. ó mario esperto és um troll do caraças.

    e que tal leres os links que deixie na noticia.

    existem idiotas em todos os paises e corrupção em todos, o brasil não fugirá à regra no entanto tem estado a fazer excelentes escolhas no que a software diz respeito, e mais uma vez no caso das maquinas de voto fizeram o mais acertado, só não percebe quem é um lambe botas obtuso de multinacionais que se queerem susbtituir aos cidadaos e governos.

    a liberdade e privacidade das pessoas tb tem a ver com software como é obvio, num mundo cada vez mais informatizado, tens de mudar de noome para mario obtuso.

  5. Qualquer dispositivo intermédio num processo tão simples como votar, está a mais! Sejam electro/opto/mecânicos ou puramente digitais, fechado ou abertos. Obviamente que os sistemas fechados são 1000 vezes piores (hardware ou software)

    Reparem que por mais que os sistemas possam ser abertos, ainda há que os compilar, introduzir, etc… simplesmente, o processo é demasiado fácil de ser corrompido pelos _técnicos_ que o instalarem. Sublinho técnicos, pois o processo tradicional não envolve técnicos.

    O processo tradicional tem uma óptima performance: no próprio dia já se conhecem os resultados, para quê mudar? A minha única reserva é para votações à distância, mas aí é tudo muito mais complexo. Nos EUA, o voto não é à distância, unicamente o input é distinto (e como sabido, o output também).

    Outro argumento utilizado é o do preço de umas eleições. Pois nos EUA gastam milhões com upgrades às máquinas, pelo que esse argumento vai esgoto abaixo.

    Votar simples e seguro* é no papel!
    (com comissários de todos os partidos na contagem manual)

    *eu sei que o processo não é 100% seguro, mas tenho mais garantias que no tecnocrata digital.

  6. boas gil,

    concordo consigo, o problema é que quer queiramos quer não, o caminho está traçado e não vejo os cidadãos a pedirem que se continue a usar os métodos mais antigos, se calhar porque estão a ser levados a nem sequer dizerem nada.

    de qq forma o nosso método é melhor que o antigo dos EUA, o nosso é em papel e somos nós que escrevemos bem visivel nele, sem margem para dúvidas, o dos EUA creio que é por furos no papel e pelo que se viu as coisas muitas vezes dão para o torto.

  7. Concordo com o Gil. Complica-se o que é simples, o acto de votar deve continuar a ser tão simples quanto assinalar com uma cruz o voto.
    No caso do Brasil, sendo um país tão corrupto, os sistemas quer sejam abertos ou propriatários já devem estar viciados à partida.

    Cumprimentos

  8. corrupção há em todo o lado, seja no brasil aqui ou até nos países nórdicos.

    concordo que já estejam viciados à partida, mas não por serem corruptos, mas sim pelos media que nada informa, nada criticam, nada fiscalizam, mas que aceitam tudo e têm eles próprios as suas agendas que não são de certeza as dos cidadãos.

    cumps

  9. Comparar o Brasil aos países Nórdicos é um insulto à inteligência das pessoas.
    Acho que os Nórdicos ainda não incuiram na sua lista de exportações marginais.
    Enfim demonstra o estado de fanatismo em que está o autor deste blog.

    Cumprimentos

  10. eu é que acho impressionante a mania de achar que existem países bons e países maus.

  11. Nada no mundo é igual, há bons carros e maus, boas escolas e más, hospitais a mesma coisa…… Porquê é que com os países seria diferente?
    O problema é o “ovigia” pensar que a corrupção e crime que existem nos países nórdicos são iguais aos do Brasil por exemplo.
    Banaliza-se a violência com este tipo de opiniões.

  12. é óbvio que os valores não são os mesmos, agora ser preconceituoso não crio que ajude à resolução de qq problema.

    não sou eu que banalizo, quem banaliza é quem acha tudo normal.

  13. Banalizar no sentido de justificar os problemas não resolve rigorosamente nada.
    Eu não sou preconceituoso, estou apenas a constatar uma realidade.
    Qualquer pessoa que consulte na internet algum jornal ou tenha acesso a algum canal de televisão Brasileiro ficará no mínimo admirado com o que lá se passa. São os próprios Brasileiros que o dizem.

  14. bla bla bla….

    pois eu acho que chamar a atenção dos problemas é o primeiro passoa para a sua resoluçao.

  15. Para além de chamarem a atenção pouco ou nada fazem e fica tudo na mesma, é o oposto da mentalidade Nórdica.

  16. Estás então a dizer que um jardim público, é de todos … porque é público? Tens um conceito de público interessante. Podes desenvolver mais?

    Eu não vejo porque motivo um software cujo o código está aberto a quem o queira ver, não possa ser proprietário.

  17. o meu entendimento de público neste contexto é de algo que é de algo relativo ao estado, é óbvio que um jardim pode ser público, ou seja, onde qq pessoa pode ir e ao mesmo tempo ser proprietário, relativo a uma entidade que não é pública, mas por isso mesmo a qq momento pode deixar de ser público.

    mas acho que nunca se deve comparar software a algo físico, isso leva a determinados erros como o caso das patentes e o caso de se achar que copiar uma música que pode ser feito infinitamente, seja o mesmo que roubar um dvd, carro ou outra coisa qq como os srs da RIAA e outros querem fazer crer.

    o código tem um copyright, um autor ou autores.

    quando falo em Software Livre falo em software que cumpre as regras definidas apenas e só pelas GPL.

    http://www.gnu.org/philosophy/categories.html

    rjnunes

  18. Mas o estado pode ser o proprietário de um software, e no entanto o seu código fonte pode ser público para que quem o queira inspeccionar possa verificar os pressupostos.

    Aceito também que o GPL seja software livre. O que contesto é a tua afirmação ao dizeres que “se é público não pode ser proprietário”. Algo público não é necessariamente livre.

  19. quando falo em público falo em domínio público, logo é totalmente livre..

    cumps

  20. [...] em Outubro 8, 2008 por ovigia As recentes eleições no Brasil recorreram tal como já havia escrito neste blog a urnas electrónicas que correm o sistema operativo [...]

  21. [...] várias razões para crer que as próximas eleições nos EUA poderão nem serem livres nem justas, tendo em conta o que se passou nas duas últimas [...]

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