ISP Telenor diz não à censura

“Solicitar a um fornecedor de acesso à Internet que controle e monitorize o que os internautas podem ou não descarregar é tão incorrecto como pedir aos correios que abram e leiam as cartas e decidam o que deve ou não deve ser entregue.”

Mais no excelente Remixtures

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Mozilla Firefox que eu desejo

Esta entrada é muito simples, desejava que o Mozilla Firefox e seus descendentes como o Iceweasel, Icecat e Swiftweasel que uso, começassem a trazer e a desenvolver duas ou três inovações.

Claro que quem as desenvolveria sera a fundação Mozilla.

  • O Mozilla Firefox deveria ser pensado como se de um pequeno sistema operativo se tratasse, especialmente no que à segurança e gestão de recursos e memória concerne.
  • Deveria estar protegido dentro de uma sandbox.
  • Deveria ter processos independentes para cada aba/tab e para cada plugin, de maneira a matar abas e plugins se afectar cada uma delas ou cada um dos plugins, sinceramente não sei se isso implicaria também actualizações por parte dos plugins, como por exemplo o flash.
  • As extensões deveriam poder ser carregadas apenas quando fossem necessárias, tal como os módulos no Kernel Linux, ou seja, quando precisavamos de uma ela era automáticamente carregada e após alguns minutos caso não voltasse a ser usada era retirada do sistema.

Para já é apenas isto!!! Já agora alguém sabe onde se pode sugerir isto aos developers do Mozilla?

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Contractos Públicos…só para a microsoft e sus muchachos

[update: relembro que já havia escrito sobre este tipo de negociatas e as suas ilegalidades através desta entrada, Concursos públicos para aquisição de software podem ser ilegais segundo UE]

[update 2: o site BoycottNovell também segue mais este triste caso, mas o excelente nele é enumerar diversas irregularidades muito graves ocorridas no nosso país e que mais uma vez têm como protagonistas, microsoft, desgoverno e entidades públicas e privadas]

Apesar de já muito discutida e mencionada por essa web fora, quer por cá quer internacionalmente, infelizmente e como estive uma semana sem tocar num computador só agora me vou colocando a par de mais umas coisas estranhas que este país é tão pródigo.

São mais uns casos onde como não poderia deixar de ser andam de mãos dadas o desgoverno, entidades públicas e privadas e claro a empresa condenada, mas que por cá pode fazer tudo, a microsoft e os seus lambe botas habituais, conhecidos como partners/parceiros…de aldrabices, presumo.

Em poucas palavras o caso é o seguinte, qualquer empresa que não use software microsoft não pode através do portal Vortal aceder a concursos de contratação pública, ou seja, só os clientes da dita empresa o podem fazer.

Mas melhor que eu explicar do que se trata deixo aqui alguns links com toda a informação, desde logo o da ESOP e do seu comunicado, o do blog Software Livre, do blog slashdotptbr, do que aparece numa busca do google sobre o tema, da tag do identi.ca sobre o caso vortalgate, internacionalmente através do The Register e do Slashdot, no jornal Público, onde o responsável da Vortal tem o descaramento de afirmar esta barabaridade “a plataforma de Contratação Pública da Vortal está preparada para ser utilizada em qualquer browser ou sistema operativo”, mas que “existem alguns constrangimentos de usabilidade quando não é utilizado o browser Internet Explorer da Microsoft”.

Por fim através do Transparência na AP, eis quanto a Vortal já recebeu dos bolsos de todos nós.

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