A juventude Hitleriana está de volta e em força, mas nos EUA, através dos escuteiros

Graças ao projecto livre de microblogging identi.ca vou seguindo algumas pessoas que encontram informação muito importante há qual não temos acesso nos media mainstream, que a filtram para que as pessoas não se questionem sobre o que lhes está a acontecer, a sua perda de Direitos, Liberdade e Privacidade.

Uma das pessoas que mais info reune sobre estes temas e o tema do Software Livre é um dos autores do site Boycottnovell, Roy Schestowitz schestowitz   e também o criador do movimento de Software Livre GNU, Richard Stallman rms .

Graças ao Schestowitz tive conhecimento de mais uma prova para algo que já aqui havia afirmado, o regresso dos camisas castanhas e negras, a juventude Hitleriana ou como por cá era conhecida de Mocidade Portuguesa.

http://www.geocities.com/h_marroquin/sturmabteilung.jpg

Segundo noticia o site boing boing, um novo programa dos escuteiros dos EUA ensina crianças a combaterem, ou melhor, ensina-os a serem delatores, a supostamente lutarem contra imigrantes e arábes, os quais são chamados de terroristas.

Pelos vistos segue e em força a politica de Obama e do seu braço direito, Rahm Emanuel, com vista à criação de uma ditadura nos EUA, tudo preparado ao longo dos anos e agora facilitado pela mentira do fantoche Obama.

“iremos ter um treino universal civil de defesa, entre os 18 e os 25 anos, durante 3 meses estes jovens serão treinados”

Scouts training to fight immigrants and terrorists – Boing Boing

In a competition in Arizona that he did not oversee, Deputy Lowenthal said, one role-player wore traditional Arab dress. “If we’re looking at
9/11 and what a Middle Eastern terrorist would be like,” he said, “then maybe your role-player would look like that. I don’t know, would you call that politically incorrect?”

Mais info no NYTimes

http://maggiesfarm.anotherdotcom.com/uploads/hitlerjugend.jpg

A propósito de terrorismo, aconselho a leitura de Terrorism: Theirs and ours
Terrorism: Theirs and Ours

Did you notice, does it tell you anything other than arouse your emotions?
This is typical. They don’t define terrorism because definitions involve a commitment to analysis, comprehension and adherence to some norms of consistency. That’s the second characteristic of the official literature on terrorism.

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Maçonaria, GOL pretende criar serviços secretos

Já nem sei que diga sobre este triste país!
Segundo noticia o DD, Maçonaria: GOL quer criar estrutura de serviços secretos

Mas tal como questiona o blog Blasfémias, que raio quer isto dizer?
Que pretendem estes senhores e senhoras?
Já não têm controlo que lhes chegue sobre o que se passa neste país?
Já não são suficientemente secretas as suas acções?
Já não colocam o Estado de Direito em causa o suficiente e ainda querem mais poder, ainda por cima querem legitimar essa ilegalidade?

Mas não é o homem forte do SIS também ele um elemento da maçonaria?
Esta corja não domina já o suficiente a vida politica e económica deste país?

Diário Digital

A obediência maçónica Grande Oriente Lusitano (GOL) pretende criar uma estrutura própria de serviços secretos, que designa por núcleo interno de intelligence, indicam documentos.

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Web_News: Bios da Phoenix usa GNU/Linux; m$ demora 7 anos a corrigir falha; Como os trolls da m$ trabalham

[update: encontrei um video interessante sobre o BIOS livre, Coreboot]

  • Bios da Phoenix usa GNU/Linux;
  • Coreboot e flashrom o bios e as ferramentas livres
  • micro$oft demora 7 anos a corrigir falhas
  • Como os trolls da m$ trabalham
Bios da Phoenix usa GNU/Linux

Já havia mencionado noutra entrada o bios GNU/Linux da Phoenix, o HyperSpace, mas hoje voltei a ler sobre ele e há discussão sobre o tema no slashdot.

O seu bios está cada vez mais completo é mesmo um sistema operativo dentro do bios, com mail e IMessaging, que usa para além do GNU/Linux ainda virtualização permitindo ao utilizador saltar dele para um sistema que esteja instalado na máquina on fly.

Slashdot | Phoenix BIOSOS? umeboshi (196301)

The Paranoid Conspiracist in me says: “This is an essential step for the trusted computing platform, where a government or corporate owned rootkit could exist on your computer, with little to no ability to be replaced or removed by the owner of the machine.”

Coreboot e flashrom o bios e as ferramentas livres

Mas também no Software Livre existem notícias boas, o antigo linuxbios agora renomeado para Coreboot vai evoluindo e cada vez suportando mais hardware, até a minha board agora é suportada, mas ainda não me aventurei a instalá-lo, mas testei pelo menos a sua ferramenta de instalação e backup, a Flashrom, deixando assim os utilizadores de fazerem boot em FreeDOS para actualizarem o BIOS, aliás esta ferramenta caso o hardware o permita, consegue efectuar actualizações sem reboot ao PC.

Já experimentei o Flashrom no meu Ubuntu 8.04, já sabem que para instalar é a trabalheira do costume, $sudo aptitude update&&aptitude install flashrom

Flashrom – coreboot
Usage

Detect whether flashrom knows about your chipset/mainboard/BIOS chip:

$ flashrom

Read the current BIOS image into a file:

$ flashrom -r backup.bin

Depening on the chip driver, you may have to erase the chip before writing:

$ flashrom -E

Write a BIOS image (proprietary or coreboot) on the ROM chip:

$ flashrom -wv newbios.bin

$ sudo flashrom
Calibrating delay loop… OK.
No coreboot table found.
Found chipset “ICH7/ICH7R”, enabling flash write… OK.
SST49LF004A/B found at physical address 0xfff80000.
Flash part is SST49LF004A/B (512 KB).
No operations were specified.

Outro meio de obter info sobre todo o hardware que o vosso PC tem é usando o poderosissimo dmidecode.

$ sudo dmidecode |grep -i bios
SMBIOS 2.3 present.
BIOS Information
                BIOS is upgradeable
                BIOS shadowing is allowed
                BIOS ROM is socketed
                BIOS boot specification is supported
BIOS Language Information

micro$oft demora 7 anos a corrigir falha

Em Novembro de 2008 a microsoft lançou um patch para corrigir uma vulnerabilidade de segurança relativa ao SMB «Server Message Block», a qual tinha sido descoberta e a microsoft estava a par dela desde 2001, no entanto e colocando em risco a segurança dos seus clientes e utilizadores a microsoft não a corrigiu durante sete anos, uma vez que a sua correcção iria provocar problemas em outro software da empresa, ms-outlook e ms-exchange.
Para não ter trabalho a microsoft limitou-se a não corrigir a falha.

Microsoft Security Bulletin MS08-068 – Important: Vulnerability in SMB Could Allow Remote Code Execution (957097)

This security update resolves a publicly disclosed vulnerability in Microsoft Server Message Block (SMB) Protocol. The vulnerability could allow remote code execution on affected systems. An attacker who successfully exploited this vulnerability could install programs; view, change, or delete data; or create new accounts with full user rights. Users whose accounts are configured to have fewer user rights on the system could be less impacted than users who operate with administrative user rights.

This security update is rated Important for all supported editions of Microsoft Windows 2000, Windows XP, and Windows Server 2003, and Moderate for all supported editions of Windows Vista and Windows Server 2008. For more information, see the subsection, Affected and Non-Affected Software, in this section.

Este é pois o tipo de segurança que a microsoft oferece aos seus clientes e utilizadores.
E estas sãos as vulnerabilidades de que se tem conhecimento, quantas mais estarão espalhadas pelo seu diverso software que só eles e os crackers têm acesso sem que os utilizadores delas tenham conhecimento e se possam de alguma forma proteger.
Depender de uma empresa que para além de faltar à verdade amiude, também usa o secretismo como defesa é a pior decisão que se pode tomar.

No Software Livre não há bugs escondidos, quando existe bronca toda a gente tem logo conhecimento, podendo desde logo quer utilizadores quer programadores começarem a tratar da questão com vista à sua resolução bem como tomar medidas para sua protecção.
Por isso mesmo é tão elevada a rapidez de resposta a problemas de segurança nos Softwares Livres.

Como os trolls da m$ trabalham

Graças ao amigo HTeles, fiquei a saber que um ex-funcionário da microsoft da área do Trollismo, sorry, ‘evangelismo’, James Plamondon, farto da microsoft acabou por sair da empresa e veio a público explicar como funciona a propaganda da dita empresa, it’s not a pretty picture, como seria de supor.

Ou seja, a principal arma da microsoft é usar testas de ferro, trabalhar nos bastidores com analistas e consultores supostamente independentes para o público em geral, por forma a passar uma mensagem que de independente nada tem.

E a microsoft usa a técnica em toda a linha, desde sites de informação, blogs, twitter, forum, grupos de discussão e claro até nos supostamente testes e análises que apresentam, não nos esquecendo da compra de professores.

Groklaw – How to Get Your Platform Accepted as a Standard – Microsoft Style

Our mission is to establish Microsoft’s platforms as the de facto standards throughout the computer industry…. Working behind the scenes to orchestrate “independent” praise of our technology, and damnation of the enemy’s, is a key evangelism function during the Slog.
“Independent” analyst’s report should be issued, praising your technology and damning the competitors (or ignoring them).
“Independent” consultants should write columns and articles, give conference presentations and moderate stacked panels
, all on our behalf (and setting them up as experts in the new technology, available for just $200/hour). “Independent” academic sources should be cultivated and quoted (and research money granted). “Independent” courseware providers should start profiting from their early involvement in our technology. Every possible source of leverage should be sought and turned to our advantage.

I have mentioned before the “stacked panel”. Panel discussions naturally favor alliances of relatively weak partners – our usual opposition. For example, an “unbiased” panel on OLE vs. OpenDoc would contain representatives of the backers of OLE (Microsoft) and the backers of OpenDoc (Apple, IBM, Novell, WordPerfect, OMG, etc.). Thus we find ourselves outnumbered in almost every “naturally occurring” panel debate.

Mais no fabuloso site GroklawEOOXML objections e ainda Dirty Tricks history

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Web_News: Lei do Cibercrime em PT; P2P artistas e direitos dos cibernautas

  • Lei do Cibercrime em PT
  • P2P artistas e direitos dos cibernautas
P2P artistas e direitos dos cibernautas

No jornal Público uma entrevista ao Ministro da Cultura sobre o que disse e que tanto melindrou a chulice do costume, os grupos de interesses instalados, como a SPA, MAPiNET entre outros.
Infelizmente o caro José António Pinto Ribeiro, fez marcha atrás relativamente a algumas das suas posições mais fortes, ainda assim continua e bem a defender os principais interesses dos cibernautas.

Por exemplo o sr Ministro vem mais uma vez com a parvoíce de se prorrogar para 70 anos os direitos conexos, uma autêntica aldrabice e completa inversão do espírito da lei do direito de autor, que nasceu para defender os artistas mas principalmente para os motivar a criar e não para os sustentar o resto da vida a eles e aos seus familiares, porque não são muitos os artistas que chegam aos 90 anos por exemplo, mas especialmente para alimentar a corja das multinacionais.

Vão mas é trabalhar e criar, divulguem os vossos trabalhos em P2P e depois paguem-se bem em concertos e toda a espécie de markting.

Leiam o que o Remixtures tem sobre o assunto que é bem claro.

Lei do Cibercrime em PT

Ainda no Público um artigo sobre a entrada ou melhor, a transposição para a lei portuguesa de leis idiotas criadas na UEuropeia.

PUBLICO.PT – Proposta de Lei do Cibercrime pune produção e difusão de vírus informáticos

A “produção e difusão de vírus e outros programas maliciosos”, que antes “não tinham consagração legal”, passam a ser contempladas no novo diploma, que actualiza e clarifica o “elenco de crimes”, revogando a lei da criminalidade informática, refere o comunicado da reunião de hoje do Conselho de Ministros.

O que são programas maliciosos?
Programas de networking, forensics, programas que permitem verificar a segurança de redes etc?

E porque razão a criação de um virus é crime?
Um virus é apenas código, algoritmos que até podem ser usados para demonstrar a insegurança de determinado software, como proof of concept (PoC).
Usá-los para atacar, a sua difusão para fins criminosos sim será crime, o resto não faz qualquer sentido.

E não é só o Reino Unido que está a investir nesse tipo de malware e software de espionagem sem qualquer controlo judicial, a Alemanha faz o mesmo, o FBI/EUA faz o mesmo.
Até a Suécia tem um programa de espionagem de todo o tráfego que passa pelo país, seja ele de cidadãos suecos ou não.
Na Alemanha foram mesmo ao ponto de proibir ferramentas de networking como o nmap entre outras, mas não se ficaram por aí estão a criar spyware para introduzir nos pc’s dos seus cidadãos por forma a monitorizá-los.

Esta gente legisla sem o mínimo de conhecimento, esquecendo-se que os criminosos continuam com as ferramentas todas bem como a desenvolver software que lhes permita cometer crimes, quem se quer defender deles é que fica sem as armas necessárias devido a politicas idiotas e elas mesmas criminosas.

Mas não é só o desconhecimento que leva a esta tomada de posições e à criação de semelhantes leis, estamos infelizmente a caminhar a passos largos para um mundo securitário, onde as principais economias têm uma palavra a dizer, são elas que comandam que impôem aos cidadãos todo o tipo de proibições.
Infelizmente as pessoas cada vez mais desiludidas mas apáticas nada fazem contra essa corja.

Como escrevi ontem a propósito de mais uma reunião conspirativa do grupo mafioso Bilderberg, devemos esperar por mais medidas deste tipo nos próximos tempos.
Só existe uma forma de resolver-mos estas situações, rebelando-nos contra estas elites criminosas.

TeK> Notícias> Telecomunicações> Lei do Cibercrime a caminho da AR

Por exemplo, passa a figurar como crime a produção e difusão de vírus e outros programas maliciosos, actividades que até agora não estavam legalmente consagradas.


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