Bilderberg 2011: Também tu Clarinha?

Hotel Suvretta-Bilderberg2011

Ando há dias para escrever esta entrada breve e só ainda não o havia feito porque estava a aguardar pela lista de vendidos que estão presentes este ano no encontro da corja internacional, perdão, do Bilderberg 2011 na Suíça.

O local escolhido, ou locais como algumas notícias indicam, são o belo Hotel Suvretta em St. Moritz bem como algures em Geneva.

Hoje reparei que o Alex Jones já a havia obtido, mas infelizmente ainda não aparece no site oficial, estão muito caladinhos este ano.

Pelo que vejo e como é habitual os nossos media também estão relativamente caladinhos, quando não o estão optam por lavar mais branco, obviamente que tudo o que diga respeito à Impresa do bilderberger mor cá do sitio, o senhor Balsemão nada diz, ainda que para surpresa minha, sim sou muito inocente, Clara Ferreira Alves da SIC notícias e do Expresso é uma das convidadas…


Por indicação de Pinto Balsemão, a jornalista do Expresso e o economista António Nogueira Leite foram os dois portugueses convidados este ano a conviver de perto com o exclusivo grupo que muitos classificam de secreto e a quem atribuem um forte poder. Como uma espécie de “mão invisível” que controla e orienta decisões-chave em momentos chave, pelo mundo fora.

via DN

Despois de ler esta frase proferida pela dita senhora, segundo o DN, espero nunca mais a ouvir dizer que é jornalista.


“Faz parte do protocolo, não faço qualquer comentário.” Esta foi a única frase que Clara Ferreira Alves aceitou dizer ao DN

 

Este ano a troika, triunvirato, trio ;) português, quer dizer, chamar-lhes portugueses é um abuso, são:

Portugal
Balsemão, Francisco Pinto, Chairman and CEO, IMPRESA, S.G.P.S.; Former Prime Minister
Ferreira Alves, Clara, CEO, Claref LDA; writer
Nogueira Leite, António, Member of the Board, José de Mello Investimentos, SGPS, SA

Escusado será referir a importância que este senhor tem e por certo irá ter quer no PSD de Pedro Passos Coelho quer no seu governo.
Será que vamos ver Nogueira Leite num Ministério de destaque, depois deste convite não me admiraria nada que fosse o Ministro das Finanças ou irá ficar na sombra?

Termino com três questões e com mais alguns nomes presentes no encontro da MAFIA internacional.

Porque razão os cidadãos suíços, tal como nós há anos em Sintra, têm de pagar a segurança de um encontro privado?
Porque razão é que as forças policiais dos países onde se realizam estes encontros privados dão suporte aos mesmos, afinal de contas não se trata de encontros oficiais dos Estados por certo que tudo isto é inconstitucional.?!

Que tem a senhora Clara Ferreira Alves a dizer sobre tudo isto?

Spain
Cebrián, Juan Luis, CEO, PRISA
Cospedal, María Dolores de, Secretary General, Partido Popular
León Gross, Bernardino, Secretary General of the Spanish Presidency
Nin Génova, Juan María, President and CEO, La Caixa
H.M. Queen Sofia of Spain

USA
Mundie, Craig J., Chief Research and Strategy Officer, Microsoft Corporation
Schmidt, Eric, Executive Chairman, Google Inc.
Bezos, Jeff, Founder and CEO, Amazon.com
Hoffman, Reid, Co-founder and Executive Chairman, LinkedIn
Hughes, Chris R., Co-founder, Facebook
Kissinger, Henry A., Chairman, Kissinger Associates, Inc.
Kleinfeld, Klaus, Chairman and CEO, Alcoa
Perle, Richard N., Resident Fellow, American Enterprise Institute for Public Policy Research
Rockefeller, David, Former Chairman, Chase Manhattan Bank

Manifestações Caviar…

“I don’t want a nation of thinkers, I want a nation of workers. “
–John D. Rockefeller

[update no fim]


Hoje decorreu a manifestação de protesto Geração à Rasca, prefiro chamar-lhe Manifestação Caviar.

No fundo esta entrada resume-se ao seguinte, quando quiserem realmente correr a pontapé a CORJA que há dezenas de anos vem roubando descaradamente este país e os portugueses, digam qualquer coisa, até lá não é com passeatas na Avenida que por certo se conseguirá fazer o que quer que seja.

Este tipo de democracia foi a melhor invenção que as elites do topo da pirâmide (as famílias que há muito controlam a Banca internacional e grupinhos como CFR, Trilateral, Bilderberg etc, as Black Nobility) algum dia poderiam ter criado por forma a controlar o povão, é que cria a completa ilusão de que os povos têm algum poder, que decidem alguma coisa, quando na realidade as decisões são tomadas pela elite da Nova (Des)ordem Mundial, o conhecido Problema…Reacção…Solução… a deles é claro, mas que o zé povinho acha que é a sua.

“Uma organização em mãos privadas, a Reserva Federal (banco central norte-americano) não tem nada a ver com os Estados Unidos. A maior parte dos americanos não compreende de todo a actividade dos agiotas internacionais. Os banqueiros preferem assim. Nós reconhecemos de uma forma bastante vaga que os Rothschilds e os Warburgs da Europa e as casas de J. P. Morgan, Kuhn, Loeb & Co., Schiff, Lehman e Rockefeller possuem e controlam uma imensa riqueza. A forma como adquiriram este enorme poder financeiro e o empregam é um mistério para a maior parte de nós. Os banqueiros internacionais ganham dinheiro concedendo crédito aos governos. Quanto maior a dívida do Estado político, maiores são os juros recebidos pelos credores. Os bancos nacionais da Europa são na realidade possuídos e controlados por interesses privados.” — Barry Morris Goldwater (1909 – 1998), escreveu no seu livro – “With No Apologies” (página 231) /via Diogo

Enquanto o Zé e a Maria não perceberem isso e especialmente não perceberem como funciona o mundo do dinheiro, mais concretamente como este é criado a partir do nada, podem fazer as manifestações que quiserem que nada mudarão, continuarão sempre a ser controlados, a estarem sempre na mão desta corja que sempre nos viu como meros escravos e nunca como pessoas.

Manifestações como a que hoje assistimos nada mudarão, aliás para se perceber tal coisa nem é preciso ir muito longe na explicação, basta olhar para a importância que a Europa do sr Barroso e o desgoverno do putativo engenheiro lhe atribuíram ainda antes desta ter ocorrido.

O caminho tem de ser outro, mais radical, por mais que afirmações como esta sejam mal vistas, politicamente incorrectas, segundo os mesmos de sempre que defendem o status quo nos mais diversos meios de comunicação e se não for outro, as consequências poderão ser bem piores.

Há que acabar com as divisões artificiais de esquerda e direita que apenas servem os interesses dos mesmos de sempre, das elites que controlam do alto da pirâmide e dos seus bajuladores que nestas alturas aparecem sempre ao lado destes movimentos tentando tirar partido deles para no momento oportuno e mais uma vez enganar o zé povinho com a mesma cantiga de sempre.

Obama aplica doutrina Quigley, mudar para nada mudar! « O Vigia


…the two parties should be almost identical, so that the American
people can throw the rascals out at any election without leading to any
profound or extensive shifts in policy.


“Os dois partidos deverão ser quase iguais, para que os cidadãos norte-americanos possam tirar de
lá os malandros a cada eleição sem que na realidade se altere profunda ou extensivamente a política”
Quigley teorizou que:

…it should be possible to replace it, every four years if necessary, by
the other party, which…will still pursue, with new vigor, approximately
the same basic policies.


“deverá ser possível a cada quatro anos uma substituição se necessário pelo outro partido, o qual continuará a perseguir e ainda com mais vigor as mesmas políticas do anterior”

Recomendo pois que dêem olhada aos seguintes vídeos, incluindo o mais recente documentário Inside Job para ficarem com uma ideia de quem realmente controla o mundo e de como o faz:

O Dinheiro Como Dívida – parte 1 de 5
Money As Debt-Full Length Documentary
 


Money Masters

[update: Recomendo a leitura destas duas entradas no Que Treta e no Blasfémias]

[update 2: interessante citação do ex-senador e candidato à Presidência dos EUA, Barry Goldwater]

[update 3: Reserva Federal Americana e Banco Central Europeu – duas entidades gémeas, privadas e criminosas]

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Wikileaks Cablegate: Sexo, muitas MENTIRAS, but no videotapes…. [p#1]

“How is it that a team of five people has managed to release to the public more suppressed information, at that level, than the rest of the world press combined?” –Julian Assange

Update: Julian Assange foi detido sem direito a fiança.
Update II: A juntar a tudo isto a revista Times remove Julian Assange da sua votação 2010 quando ia à frente da corrida para Personalidade do ano. (ainda existem algumas dúvidas mas pelo menos a lista está mudada)

Update III: A Fox news está longe, anos luz, de ser uma fonte de notícias mas desta vez Glen Beck por incrível que possa parecer explica literalmente com desenhos a marosca das duas ‘senhoras’. Recomendo ainda os artigos de Craig Murray e do site Rixstep que complementam o vídeo da Fox. A Suécia continua sem fazer qualquer acusação a Julian Assange, querendo apenas interrogá-lo. Entrevista de Julian Assange à Time.

Tenho andado a ler imenso sobre esta mais recente incursão do site Wikileaks pelos segredos dos Estados mas a vontade de escrever sobre o tema tem faltado, estou a dar início a esta entrada num domingo de temporal, pelo menos onde vivo, não creio que fique pronta a entrada ainda neste dia, mas há que começar ;)

Preparem-se que vai ser uma entrada longa ;) e cheia de info.

Depois de começar a escrever verifico que é info a mais para apenas uma entrada como tal irei dividir a entrada em três; esta é a primeira parte.

“The very word “secrecy” is repugnant in a free and open society; and we are as a people inherently and historically opposed to secret societies, to secret oaths and to secret proceedings. We decided long ago that the dangers of excessive and unwarranted concealment of pertinent facts far outweighed the dangers which are
cited to justify it. Even today, there is little value in opposing the threat of a closed society by imitating its arbitrary restrictions. Even today, there is little value in insuring the survival of our nation if our traditions do not survive with it. And there is very grave danger
that an announced need for increased security will be seized upon by those anxious to expand its meaning to the very limits of official censorship and concealment. That I do not intend to permit to the extent that it is in my control. And no official of my Administration,  whether his rank is high or low, civilian or military, should interpret my words here tonight as an excuse to censor the news, to stifle dissent, to cover up our  mistakes or to withhold from the press and the public the facts they deserve to know.”

JFK

Começo por estabelecer os pontos sobre os quais irei escrever.

  1. Desmistificar os ataques ad hominem de que Julian Assange tem sido vitima, nomeadamente a acusação de violação de duas mulheres.
  2. Como neste blog não existe censura e todas as hipóteses podem ser alvo de pelo menos uma tentativa de investigação, deixo também no ar a possibilidade levantada mais uma vez por algumas pessoas, entre elas Webster Griffin Tarpley, de que Julian Assange possa estar ao serviço da CIA e dos amigos de George Soros. Como já escrevi mantenho tudo em aberto, no meu caso a minha dúvida acentua-se devido às declarações de Assange relativamente ao 11Set2001.
  3. O pensamento de Assange e um pouco da sua história
  4. Documentos ‘cor de rosa’
  5. Portugal e os voos da CIA, tortura e questões ao putativo engº Sócrates e seu Ministro dos Negócios Estrangeiros
  6. Documentos realmente interessantes, como a ACTA, copyright em Espanha, Coreias e China e os famosos mísseis supostamente adquiridos pelo Irão à Coreia do Norte
  7. Desmistificação dos tais mísseis por parte da Rússia e de como os media mainstream têm feito o jogo de propaganda dos EUA, não trazendo à discussão informações extremamente importantes e que negam a importância atribuida por esses mesmos media aos tais cables onde são mencionados.
  8. As ameaças de morte e a mentira da tão famosa Land of the free; Amazon Web Services, Paypal, Tableau Public e o Twitter, bem como a Visa, Mastercard e a Banca Suíça. [um excelente resumo da fuga das empresas aqui] [é interessante assinalar que a Mastercard e a Paypal continuam alegremente a fazer negócios com o KKK]
  9. Sites interessantes para seguir toda esta informação
  10. O wikileaks apesar de todos os ataques de que tem sido alvo NÃO MORRE! A ‘Insurance file‘ e próximas revelações, a Banca dos EUA.

I. Open covenants of peace, openly arrived at, after which there shall be no private international understanding of any kind but diplomacy shall proceed always frankly and in the public view.”President Woodrow WiIson put forth his Fourteen Points proposal for ending the war in a speech on January 8, 1918. In it he established the basis of a peace treaty and the foundation of a League of Nations.

1. Julian Assange e as acusações de violação

“The great enemy of the truth is very often not the lie — deliberate, contrived and dishonest — but the myth — persistent, persuasive, and unrealistic.
JFK

Assim que começaram estes ataques ad hominem a Assange, um amigo meu que gosta muito de chatear nos mails que me envia sobre o tema Wikileaks começou logo a apelidar Julian Assange (JA) de violador, por forma a rebater essa acusação completamente ridicula e desprovida de qualquer fundamento pelo que já hoje se conhece sobre ela, resolvi em 10 pontos ‘fazer um desenho’ a esse meu amigo ( que também já escrevi num comentário do TEK) sobre essas mesmas acusações baseando-me em tudo o que havia lido sobre o tema.

Ei-los.

(Desculpem a linguagem, mas às vezes não há pachorra para carneirinhos; tudo o que aqui digo se encontra em diversos artigos dos media por essa web fora)

  • ele foi para a cama com duas tipas separadamente (Anna Ardin e Sofia Wilen)
  • as tipas eram amigas (em alguns artigos, noutros conheceram-se depois)
  • não sabiam que tinham ido com o mesmo gajo para a cama
  • qdo uma contou à outra, ambas ficaram muito lixadas com ele
  • apresentam-se feitas virgens à policia e fazem queixas
  • o juiz que primeiro as ouve manda-as bugiar
  • uma desiste da queixa (não sei se já voltou novamente a trás com a sua decisão…)
  • a outra armada em estúpida ou quem sabe muito bem paga pela CIA, resolve agora continuar o processo com o argumento fantástico que se soubesse que ele tinha ido para a cama com a amiga que não teria ido para a cama com ele e que por estar arrependida acha que isso foi uma violação
  • esta mesma vaquinha afirma ainda que ficou traumatizada porque ele não terá usado preservativo, mas não estava traumatizada qd depois da noite de sexo o deixou na cama e foi ao supermercado para a seguir lhe fazer um belo pequeno-almoço.
  • Apesar de Julian Assange sempre ter acedido prestar declarações o Tribunal/Investigação sueca nunca lhe enviou/efectuou qq pedido nesse sentido.

Nestes artigos encontra-se um resumo bastante interessante de toda a tramóia destas duas senhoras e hoje sabe-se que Anna Ardin pertence a uma organização com ligações aos terroristas da CIA, Luis Posada Carriles e Carlos Alberto Montaner, através dos seus grupos anti-Cuba e anti-Castro.

Ou seja, no fundo a acusação supostamente tão grave, sobre a qual os media mainstream tanta tinta gostam de gastar, resume-se ao seguinte, ambas as mulheres aceitaram de livre vontade terem sexo com Julian Assange a grande questão é o uso ou não de preservativo!!!

Recomenda-se a leitura do guia Essential reading for any men planning to have sex in Sweden aos homens que pretendam passar umas temporadas nesse país nórdico.

Infelizmente parece que algumas pessoas com poder na Suécia resolveram fazer um serviço aos EUA e com a cumplicidade da INTERPOL (a polícia internacional com fortes e contínuas ligações a NAZIs), emite um mandato internacional contra Julian Assange, mandato esse nada credível até porque nunca havia sido emitido algo deste género contra ninguém, especialmente porque o acusado sempre pediu para ser ouvido.

Mais info sobre este tópico:

”I have much respect for my father and his cause, and these ridiculously ill-handled allegations of sexual abuse serve only to distract from the audacious awesomeness that he has actually done.”Daniel Assange

2010-12-05: Sweden case updates [Update 1] | WL Central

“In Sweden it’s quite bizarre though, because the chief prosecutor, the director of public prosecution in Sweden dropped the entire case against him, saying there was absolutely nothing for him to face, back in
September.
And then, a few weeks ago, after the intervention of a Swedish politician, a new prosecutor, not in Stockholm, where Julian and these women had been, but in Gothenburg, began a new case, which of
course has resulted in these warrants and of course the Interpol red notice being put out across this week.


It does seem to be a political stunt, I mean, I have, and his Swedish lawyer, have been trying to get in touch with the prosecutors since August. Now, usually, it’s the prosecutor who does the pursuing, not the pursued. And in this particular case, Julian Assange has tried to vindicate himself, has tried to meet with the prosecutors, to have his
good name restored.”

2. Será o Wikileaks uma super manobra de bastidores por parte da Intelligence do Governo Sombra dos EUA com os habituais cúmplices como George Soros?

Continuo sem ter dados para responder a esta questão, embora hajam alguns que me mantém alerta.

  • O que JA afirmou ao jornal Belfast Telegraph sobre os atentados do 11Set2001 e as pessoas que continuam a pedir uma investigação verdadeiramente INDEPENDENTE e RIGOROSA, quer do ponto de vista científico quer judicial. “What about 9/11? “I’m constantly annoyed that people are distracted by false conspiracies such as 9/11, when all around we provide evidence of real conspiracies, for war or mass financial fraud.” What about the Bilderberg conference? “That is vaguely conspiratorial, in a networking sense. We have published their meeting notes.”
    — Julian Assange
  • Julian Assange pelo que escreveu no seu antigo blog, IQ.org, que neste momento só se pode aceder via a Wayback Machine, também parece concordar com as Ecotretas (AGW e Alterações Climáticas), ainda que o Wikileaks tenha divulgado os mails relativos ao escândalo Climategate e agora também haja info nos Cables.
  • Algumas das histórias que Webster Tarpley menciona nesta entrevista a Alex Jones.
  • O facto dos jornais que JA escolheu para divulgar estes dados do cablegate e os anteriores do Iraque e do Afeganistão serem usados pela Intelligence para todo o tipo de propaganda, basta dar o exemplo do NYTimes que foi um dos principais jornais dos EUA a vender a mentira das WMD (armas de destruição massiva e a pseudo-ligação de Bin Laden a Sadam Hussein) que levou à invasão do Iraque e de toda a carnificina que se tem seguido.
  • Custa-me a crer que alguém como JA que na realidade tem colocado cá fora com a ajuda como é óbvio dos diversos whisleblowers, dados realmente muito incómodos para os EUA e não só, continue ainda a respirar e não tenha sido liquidado logo que o site Wikileaks começou a ganhar visibilidade. Custa-me a crer que a Intelligence dos EUA, Israel, Paquistão, Rússia ou outros, tenha permitido que JA se passeasse e desse entrevistas e palestras um pouco por todo o mundo.
  • Apesar das contribuições de cidadãos anónimos, onde até eu me incluo, e que pelo que se sabe têm gerado algum dinheiro, ainda assim será que é suficiente para tudo isto? Ou será que há algo mais que não sabemos, até porque até hoje as contas do Wikileaks não são totalmente transparentes ainda que JA agora tenha afirmado que dentro de muito pouco tempo estarão à vista de todos.
  • As criticas de John Young do site Cryptome.

3. O pensamento de Julian Assange e um pouco da sua história

Já aqui no blog escrevi sobre JA, como tal vou apenas limitar-me nesta entrada a deixar alguns links relativos a entradas que JA escreveu no seu antigo blog bem como diversas intervenções suas numa mailing list relativa a criptografia e underground.

Da mailing list Cypherpunks ficamos a conhecer algum do pensamento de JA bem como alguns pormenores geek interessantes como usar GNU/Linux e FreeBSD bem como a opção pelo editor Emacs, criar software de cifra etc.

“To radically shift regime behavior we must think clearly and boldly for if we have learned anything, it is that regimes do not want to be changed. We must think beyond those who have gone before us, and discover technological changes that embolden us with ways to act in which our forebears could not. Firstly we must understand what aspect of government or neocorporatist behavior we wish to change or remove. Secondly we must develop a way of thinking about this behavior that is strong enough carry us through the mire of politically distorted language, and into a position of clarity. Finally must use these insights to inspire within us and others a course of ennobling, and effective action.”
Julian Assange, “State and Terrorist Conspiracies”

Folha.com – Mundo – Inimigo nº 2 dos EUA, criador do WikiLeaks, mantém a vida a sete chaves – 05/12/2010

Assange não frequentou escolas regulares, por causa das mudanças, mas também porque a mãe achava que o ensino formal acabaria com o espírito livre do filho.

Christine o educava em casa, e ele virou uma espécie de rato de biblioteca, lendo tudo o que caia em suas mãos.

Seu conhecimento diverso fica claro em algumas entrevistas, quando consegue discorrer sobre história americana, leis britânicas, literatura, matemática ou física.

Ainda adolescente, Assange se interessou por computadores e por maneiras de invadir sistemas e mostrar suas vulnerabilidades. Chegou a ser detido em 1991, na Austrália, por agir como hacker.

Julian Assange Writes on Cypherpunks 1995-2002

Julian Assange along with John Young and some 1400 others were on the Cypherpunks mail list (crypto, politics) from late in 1995 to 2002 (and beyond, Young is among few still on the now very quiet list). Below are Julian’s messages from 1995-98 to 2001-02. Taking them out of the raucous and disputatious context omits a lot about the Cypherpunks vitality and range of interests, but they indicate Julian’s capabilities, wit, eloquence and disdain for authority — the last foretelling Wikileaks. Among the messages is his description of a program he co-invented, ”Rubberhose deniable encryption” (a/k/a Marutukku), mentioned in an interview today:

http://www.theage.com.au/national/keeper-of-secrets-20100521-w230.html

Keeper of secrets

Of no fixed address, or time zone, Assange has never publicly admitted he is the brains behind the website that has so radically rewritten the rules in the information era. (He acknowledges registering a website, Leaks.org, in 1999, but denies ever having done anything with it.) He has never even admitted his age – although this is not so hard to work out from the parts of his life that journalists have so far been able to piece together.

”Are you 38?” I ask. He gives an unintelligible response. So that’s a yes? ”Something like that.”

Julian Assange answers your questions | World news | guardian.co.uk

The founder of WikiLeaks, Julian Assange, answers readers’ questions about the release of more than 250,000 US diplomatic cables

Media Diary Blog | The Australian

These things have stayed with me. WikiLeaks was created around these core values. The idea, conceived in Australia , was to use internet technologies in new ways to report the truth.

WikiLeaks coined a new type of journalism: scientific journalism. We work with other media outlets to bring people the news, but also to prove it is true. Scientific journalism allows you to read a news story, then to click online to see the original document it is based on. That way you can judge for yourself: Is the story true? Did the journalist report it accurately?

Democratic societies need a strong media and WikiLeaks is part of that media. The media helps keep government honest. WikiLeaks has revealed some hard truths about the Iraq and Afghan wars, and broken stories about corporate corruption.

FMI: Preparando o zé povinho para engolir mais uma aldrabice

Confesso que temas económicos não são o meu forte, muito longe disso, até porque detesto o tópico, mas este artigo hoje no DN, chamou-me à atenção devido a ser descarada a tentativa de branqueamento das políticas criminosas do FMI e da tentativa de uma verdadeira lavagem ao cérebro do povinho português para aceitar a entrada em Portugal do FMI.

O mais grave é que até pessoas que têm criticado e bem todo este circo que vivemos, como o professor Medina Carreia, também embarca na mesma desinformação.

Tenho em grande consideração o professor, mas há temas em que sinceramente não concordo minimamente com ele, como este caso do FMI bem como quando fala da eminência parda do avental, Mário Soares.

É verdade que caminhamos a passos largos para o fundo do abismo, mas por isso mesmo é melhor que nos recusemos e acima de tudo, que façamos os possíveis e os impossíveis para não cair nas mãos dos criminosos do FMI.

O exemplo espanhol: corte de 1/3 nas empresas públicas – Economia – DN

Dos quatro países em graves dificuldades – Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha – só Lisboa não cortou na despesa pública.

FMI: o estigma de uma instituição que ajuda os Estados – Economia – DN

A vinda do FMI foi pedida durante a semana que passou por vários ex-ministros e economistas, que apresentaram a instituição como a única capaz de obrigar o Governo português a encetar um plano de austeridade das contas públicas sério e credível. A estes pedidos, o Governo nada contrapôs.

O Fundo Monetário Internacional tem por missão financiar os Estados que se encontram em dificuldades para cumprir o pagamento da sua dívida externa. Como contrapartida deste acesso facilitado ao crédito, o FMI exige aos Estados que cumpram as regras do livre funcionamento dos mercados, da não intervenção dos governos na fixação dos preços dos bens, de austeridade nas despesas públicas, etc. Estas exigências traduzem-se na estigmatização do FMI, cuja entrada em cena num qualquer país já é, aliás, encarada como um sinal de pré-bancarrota desse Estado.

Melhor que eu explicar o que é na realidade o FMI e o que esses criminosos levam a cabo, será verem este vídeo e lerem este artigo.


The Meaning of “Austerity”

IMF: Trapping Countries into Debt

For decades, left critics of the International Monetary Fund (IMF) have maintained that the IMF is merely a tool for enforcing the interests of financial elites, especially those in the US. Predictably, this view has been scornfully dismissed by those in power and their media lackeys who posture the institution as the benefactor of needy countries. The persistent history of the IMF’s extortionate funding, linked to austere cuts in social spending, is simply dismissed as pressing fiscal responsibility on countries lacking the spine to address their profligacy. Such are the myths that sustain faith in global capitalism.

VIDEO: What is the Meaning of IMF “Economic Austerity Measures”?

It’s an old trick to couch a painful reality inside of a flowery platitude. We hear it all the time in our daily lives, and for the most part we know how to read between the lines when someone tries to do it to us.

When your doctor tells you that “This will only hurt a bit,” you know enough to brace yourself for a painful procedure. When your boss tells you he has an exciting new project for you to work on, you know you’re about to get saddled with the job that no one else wants to do. When a salesman tells you a used car is a fixer-upper, you know you’re looking at a lemon.

Similarly, when the IMF tells a nation that they need to implement “austerity” in order toget themselves out of a financial crisis, here, too, lies a gaping chasm between the language and the reality.

“Austerity” is one of those Orwellian terms that has been injected into our political discourse precisely because it is a nice-sounding word for a very painful reality. “Austerity” implies discipline, self-restraint, even nobility. “Austerity” is prudent. “Austerity” is modest. “Austerity” is a virtue. It is an end in itself.

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O Estado Policial Português do sr. Ministro da Administração Interna

Ontem li no Tek Sapo o artigo “Videovigilância avança em novos locais”, mais um artigo a somar a uns quantos que já por aqui mencionei e que demonstram o caminho que vamos trilhando!

TeK > Notícias > Telecomunicações > Videovigilância avança em novos locais

Satisfeito com os resultados obtidos no Porto, em Fátima e em Coimbra, o Governo anunciou que o sistema de videovigilância público vai estender-se a novos locais. Portimão e Óbidos, além da Amadora, de Setúbal e do Bairro Alto, em Lisboa, que já haviam sido divulgados, estão entre o conjunto de localidades visadas.

“O sistema tem dado bons resultados e por isso o Ministério da Administração Interna vai continuar a apostar nele”, garantiu Rui Pereira, ministro da Administração Interna, citado pela Lusa.

Continuamos pois a caminho de um verdadeiro Estado Policial.

Um Estado policial com Newspeak Orwelliano e tudo, segundo o ministro da Administração Interna, Rui Pereira,  controlar, vigiar, espiar os cidadãos trata-se de “um instrumento de liberdade”.

Ou nós os portugueses somos muito sui generis e o que lá fora não funciona aqui funciona, ou o caro nunca terá ouvido falar quer dos números ridiculos de combate ao crime usando cctvs no Reino Unido (a sociedade mais vigiada por este tipo de sistemas) , ou melhor a ausência destes, nem dos potencias erros a que estes sistemas estão sujeitos, ainda que na realidade não previnem e muito menos impeçam os crimes.

Então e que tal verificar porque razão estão de baixa quase 1500 polícias, que tal lhes dar condições para estarem nas ruas fazendo o que lhes compete?!

Quanto custa toda esta vigilância?

Tal como na vigarice do Classmate Magalhães e da empresa JPSáCouto acusada de fraude fiscal e fuga ao fisco mas protegida pelo regime do sr. Sócrates e amigos também aqui serão as empresas dos amigos a instalarem e gerirem todo o equipamento de vigilância?

Não seria melhor investir esses valores em policia de proximidade?

Há 1482 polícias de baixa – Exclusivo CM – Correio da Manhã

Há 1482 elementos da PSP de baixa de norte a sul do País. O número é avançado ao CM pelo Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP) e representa uma considerável diminuição do número de efectivos na actividade operacional da PSP – um universo de 22 mil polícias. “Isto faz com que haja menos polícias na rua e que as esquadras fiquem cada vez mais desfalcadas, com consequências negativas no combate ao crime”, alerta António Ramos, presidente do sindicato, salientando ainda que “mais de metade” das baixas são de natureza psiquiátrica .

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Como controlar por completo a Rede Internet: DRM, DMCA/EUCD, TPM e ACTA

O título desta entrada pode parecer exagerado, mas se lerem o que a seguir irei expor perceberão e provavelmente até concordarão com ele.

Infelizmente até provavelmente pecará por defeito, uma vez que não será apenas a Rede a estar sob vigilância e controlo mas todos os dispositivos electrónicos que dispomos.

Escusado será dizer que o total controlo, a censura e até a possibilidade de não permitir que indesejáveis e críticos dos diversos governos espalhados por esse planeta acedam às Interwebs e até façam uso de sistemas operativos Livres (GNU/Linux, BSDs, OpenSolaris, Haiku entre outros), são sem dúvida objectivos há muito perseguidos pela escumalha da Nova (Des)Ordem Mundial que como num jogo de xadrez vêm mexendo as suas peças, preparando pacientemente o ataque final às nossas Liberdades, Privacidade, bem como ao direito de expressão e partilha.

Como em muitos outros projectos da NOM/NWO, as peças são movidas em diversos palcos, por vezes sem sequer parecer que tenham algo a ver umas com as outras.

Tem sido assim com a destruição da Constituição dos EUA, pequenos passos, como a criação da FEMA (que apesar de parecer o contrário é na realidade esta que controla o DHS) (criada por Jimmy Carter a 30 Março de 1979), após esta a criação do COG, após os atentados False Flag do 11set2001 e com a criação do Patriot Act, assistimos ao fim do Habeas Corpus, com a negligência criminosa do Katrina [en] vimos o Posse Comitatus não ser respeitado, mais recentemente temos assistido à tentativa de criminalizar a posse e uso de armas (até simples canivetes) bem como muitos outros projectos da NWO.

No que à tecnologia concerne existem cinco grandes projectos para nos retirarem os nossos Direitos e usando-os, controlarem-nos.

Tratam-se da DMCA que na Europa se designa de EUCD, da DRM, do TPM e mais recentemente do ACTA.

É claro que para além dos acima referidos, existem muitos outros projectos de vigilância que atacam a nossa Privacidade como escrevi na entrada anterior.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0b/TPM_english.svg/580px-TPM_english.svg.png
Trusted Platform Module (TPM)

Antes de mais, convém afirmar que Nunca nenhum malfeitor se preocupou muito com as Leis, nem mesmo com a Pena de Morte, como tal nada do que a seguir irei descrever serve para impedir estas pessoas de cometerem os crimes que quiserem, para além disso não precisamos de mais leis uma vez que os crimes mesmo os cometidos online já estão consagrados no direito.

Não sei se leram mas no início deste ano, num encontro do Forum Económico Mundial em Davos na Suíça, Craig Mundie, um dos manda chuva da microsoft (chief research and strategy officer) desde o primeiro minuto um grande defensor da implementação do DRM e do TPM, resolveu dar a dica que se deveria implementar uma Carta de ‘Condução’ da Internet, ou seja uma permissão outorgada pelo poder instituído, que foi logo apoiada pelas Nações Unidas (o Governo Mundial já em actividade ainda que na sombra), nomeadamente por Hamadoun Toure, Secretário Geral da International Telcommunications Union num discurso no World Economic Forum e teve ainda o total apoio dos papagaios da Time magazine e NYTimes.

Creio que já esta semana, Obama deu mais um passo, EUA propõem novo sistema de identificação para transacções na Net

Há que relembrar que nunca ninguém se lembrou de pensar neste tipo de invasão da privacidade para as linhas de telefone normais, apesar destas serem usadas por aldrabões, ladrões, marketing não desejado, criminosos etc….. e até pedófilos [Think of the Childrem!!!]

Reparem nos nomes que foram escolhidos para apresentarem tais medidas, Carta de Condução da Internet, National Strategy for Trusted Identities in Cyberspace

No primeiro caso foi escolhido algo que as pessoas conhecem, já estão familiarizadas e como tal aceitam mais facilmente sem se questionarem muito sobre as reais consequências e objectivos.
No segundo, a palavra chave é Trusted, confiável. O problema é que este confiável/confiança está subvertido como abaixo será explicado.

Quando estes senhores estão todos de acordo é porque as coisas para o lado dos cidadãos vão ficar negras, como se costuma dizer.

Vou agora tentar explicar ainda que brevemente o que são estas cinco peças no jogo da implementação de censura por esta ditadura a nível mundial.
É óbvio que elas nunca serão apresentadas como censura, mas SEMPRE como algo de positivo para os cidadãos, como uma medida de protecção, como se os cidadãos estivessem a ganhar algo em vez de na realidade estarem a perder e muito, os seus mais básicos direitos como seres humanos que somos.

É o NEWSPEAK, a linguagem de ‘1984’ de Orwell, que há muito deixou de ser ficção para passar a ser realidade nos dias que vivemos, onde Guerra é Paz, Segurança é Opressão, invasão da nossa Privacidade etc.

E neste quadro de mentira e inversão de termos não faltará o já famoso apelo que tudo justifica, Think of the Children…. Pensem nas crianças, tão inocentes e desprotegidas, para combater o papão da pedofilia que diversas notícias e livros nos levam a crer que é controlada por altas esferas do poder em diversos países incluindo o nosso, da política ao Vaticano.

DMCA e EUCD
(via wikipedia)

A 12 de Outubro de 1988 foi votada por unanimidade no Senado dos EUA e a 28 do mesmo mês tornou-se lei pela mão do fantoche Bill Clinton, implementando assim dois tratados de 1996 da World Intellectual Property Organization (WIPO).

Surgia para alargar o alcance do direito de autor, embora limitando a responsabilidade dos prestadores de serviços on-line para a violação de direitos de autor pelos seus utilizadores.

Permite assim criminalizar a produção e disseminação de tecnologias, dispositivos e serviços que permitam contornar a DRM por forma a dar acesso a conteúdos sob copyright.

Além disso, criminaliza o acto de contornar um controlo de acesso, quer exista ou não violação dos direitos de autor.

A directiva InfoSoc da EUCD proíbe também a evasão de medidas de protecção contra cópias, tornando-a ainda mais restritiva que a DMCA.

A EUCD implementa também ela o Tratado de Copyright do WIPO e foi decretada ao abrigo das disposições do mercado interno do Tratado de Roma.
Dois exemplo de como isto nos afecta mesmo que não estejamos a quebrar qualquer lei ou a infringir qualquer copyright, aliás um dos exemplos estamos mesmo a actuar de acordo com o que a lei nos permite.

  • A DMCA/EUCD apesar da legislação portuguesa permitir a cópia para fins de backup ou uso em outros dispositivos (ex: leitores de ogg vobis e mp3), proíbe-nos de efectuar-mos uma cópia de um DVD ou CD originais que tenhamos adquirido legitimamente caso estes tenham DRM, isto porque estas pseudo-leis não permitem contornar essa medida de protecção (dos interesses alheios, não do consumidor).
  • Imaginemos que temos uma garagem com uma porta automática e que por alguma razão perdemos ou danificámos o controlo remoto, segundo a DMCA podemos ficar proibidos de usar a garagem caso pretendamos adquirir um controlo remoto que não seja da marca que fabricou o dispositivo que a porta tem, uma vez que a empresa que os fabrica, uma espécie de controlos universais poderá não poder fazê-lo porque estaria a contornar tecnologia de outra empresa. (em Tribunal este caso foi perdido pelos defensores da DMCA/DRM, mas é uma maneira de combater potenciais concorrentes, usando pseudo-leis em vez de produtos inovadores e de qualidade)

O DRM é uma tecnologia, Digital Rights Managment, ou como a FSF lhe chama, Digital Restriction Managment, cujo objectivo é o de proteger não o consumidor, mas sim todos os produtores de hardware, editores e detentores de direitos de autor, impondo limitações no uso de dispositivos e conteudos digitais.

Como afirma a Free Software Foundation na sua página contra o DRM, Defective By Design, o DRM serve apenas para nos retirar, restringir os nossos Direitos e por isso mesmo deve ser designada de Gestão Digital de Restrições.

  • O uso de DRM em CDs e DVDs do primeiro exemplo acima, o da cópia, restringe assim o NOSSO Direito a efectuar-mos uma simples cópia de segurança de uma obra que tenhamos legalmente adquirido.

O Tratado ACTA que tem vindo a ser criado à porta fechada, nas costas dos cidadãos e que o Presidente fantoche Obama bem como a UE têm escondido (só recentemente divulgaram o rascunho do mesmo) dos seus cidadãos com a desculpa de se tratar de algo perigoso para a ‘Segurança Nacional’, o que até é simpático da parte deles, uma vez que demonstra aquilo que venho repetindo aqui amiúde, que quem eles temem são os cidadãos (os nossos direitos é que são um perigo, não para a Segurança Nacional mas para a Oligarquia Cleptocrática que nos domina), trata-se de um acordo internacional que visa forçar o cumprimento dos direitos da Propriedade Intelectual dos grandes interesses (o termo Propriedade Intelectual é em si uma aldrabice).

Pretende-se ainda com o ACTA criar um novo quadro legal internacional fora do ambito do WIPO, do WTO e UN, com o seu próprio corpo governativo e ao qual os diversos países se poderão juntar, ou melhor, serão forçados a isso.

Reparem bem no esquema, com o “seu próprio corpo governativo”, ou seja não estando dependentes de ninguém, na realidade serão mesmo os países que se terão de vergar perante essa nova entidade e seguir os ditames de quem a criou e gere, no fundo a Banca através dos seus multiplos interesses e conglomerados.


TRUSTED COMPUTING “computação (des)confiável”

Trusted Platform Module (TPM) / Trusted Computing Group (TCG)

A quem o seu computador deve obedecer? A maioria das pessoas pensa que seus computadores devem obedecer-lhes, e não a outras pessoas. Com um plano chamado “computação confiável (trusted computing)”, grandes empresas de media (incluindo as empresas de cinema e gravadoras), associadas a empresas de computação, tais como Microsoft e Intel, estão planejando fazer o seu computador obedecer a elas e não a você. (A
versão da Microsoft para este esquema chama-se “Palladium”.). Programas proprietários já fizeram a inclusão de características maliciosas antes,mas este plano irá torná-las universais.

by Richard Stallman

Esta introdução de Richard Stallman explica bem o grave problema que é o TPM e tecnologias associadas.

O problema com o TPM/’trusted’ computing (mais uma vez a palavra ‘confiável’) é que nós, os detentores, donos do equipamento Não somos confiáveis para os fabricantes do hardware, software e detentores de media.

O TPM é um processador criptográfico, um chip de cifra, que em muitos casos já vem hoje embutido nas motherboards especialmente nas de portáteis (uma lista das empresas que o estão a patrocinar e implementar), mas cujo objectivo será introduzi-lo em tudo quanto é dispositivo electrónico, discos rígidos, leitores de audio e vídeo, telemóveis etc

Este chip contém uma chave criptográfica privada, Endorsement key, que nunca é controlada por nós, quem a lá coloca e quem a controla são apenas os produtores do hardware em conjunto com os seus associados, empresas de media, de software (a microsoft já hoje faz uso dele em conjunto com o bitlocker) etc.

Tal como nós podemos criar uma hash de todo os ficheiros que dispomos no disco rigido por forma a saber-mos se eles foram alterados sem o saber-mos (usando por exemplo o AIDE), também o chip TPM dispõe dessa possibilidade, chama-se remote attestation[1], que para além do software cria também uma hash do hardware.

Só que ao contrário do Software Livre AIDE que somos nós que instalamos e corremos e apenas depende da nossa vontade, como o nome indica, na comprovação remota[1], essa verificação é feita por quem controla a chave privada do chip, ou seja, eles sabem que software estamos a usar mas mais importante, podem impedir-nos de instalar software que desejemos ou ainda proibir-nos de contornar esse software. O mesmo se passa com o hardware, é criada uma hash que informará os detentores da chave de todo o hardware que possuímos e de como este deve de interagir com o software.
Hardware que não respeite as obrigações impostas através do chip TPM pelos reais donos dos dispositivos, as empresas que os produzem, ou não funcionam ou caso sejam tão ‘perigosos’ para os detentores da chave privada (ou outros interesses, leia-se o Big Brother da NOM), o computador por e simplesmente se recusará a funcionar.

O que nos espera

Não sei se repararam mas a cada medida tecnológica corresponde uma medida legislativa e criminalizadora por forma a implementar à força essas medidaas tecnológicas que nos restrigem os mais básicos Direitos, o que para o realizador e escritor Gonzalo Lira é a definição de uma Ditadura, um Estado Policial. [ele chama-lhe fascista, mas eu prefiro não usar essa palavra, prefiro chamar-lhe de Socialismo Corporativista à la Duce (de Corporação empresarial)]

Gonzalo Lira: Is the U.S. a Fascist Police-State?

First of all, what is a “fascist police-state”?

A police-state uses the law as a mechanism to control any challenges to  its power by the citizenry, rather than as a mechanism to insure a civil society among the individuals. The state decides the laws, is the sole arbiter of the law, and can selectively (and capriciously) decide to  enforce the law to the benefit or detriment of one individual or group or another.

In a police-state, the citizens are “free” only so long as their actions remain within the confines of the law as dictated by the state. If the individual’s claims of rights or freedoms conflict with the state, or if the individual acts in ways deemed detrimental to the state, then the state will repress the citizenry, by force if necessary. (And in the end, it’s always necessary.)


A DRM tinha e tem o suporte da DMCA/EUCD, o passo seguinte para uma DRM global e eficaz é o TPM proposto pelos mesmos de sempre, as empresas que fazem parte da TPA e que por sua vez estão nas mãos da Oligarquia, o suporte para a sua aplicação chega-nos através do Tratado ACTA.

Algumas consequências de todas estas peças de xadrez meticulosamente planeadas e implementadas nas costas dos cidadãos distraídos com futilidades, programas de entretenimento estupidificantes, pseudo-notícias, novelas, futebol e propaganda:

  • Ao contrário do que se passa hoje em dia em que apesar de já ser-mos controlados, uma vez que para aceder-mos à rede em nossas casas precisamos de um contracto com um ISP que guarda todas as nossas ligações devido à transposição da directiva europeia de retenção de dados, ainda assim podemos fugir a essa vigilância recorrendo à alteração/spoof do MAC address e usando uma ligação wireless longe de nossa casa e o TOR, poderemos estar relativamente anónimos; No entanto com o acima exposto, num futuro próximo estaremos completamente na mão das mutinacionais elas as donas dos Estados e Governos fantoches e corruptos que os (des)governam uma vez que elas detém as chaves privadas e secretas do TPM que todos os dispositivos irão ter.
  • Uma vez que não detemos as chaves privadas do TPM na realidade o equipamento tal como acontece hoje com as músicas, os CDs e DVDs, não nos pertence, nós apenas pagamos um aluguer para usufruirmos dele, ou melhor, para a Oligarquia nos espiar, vigiar, controlando cada passo que damos, cada forum que acedemos, cada opinião que lá deixamos, é que para além da chave criptográfica não estar na nossa posse ao contrário do que até hoje se passa, em que nos é atribuido um IP a cada autenticação no nosso ISP, no caso dos dispositivos, computadores, telemóveis etc com TPM, cada um destes equipamentos é único.
  • Como é único permite mais umas quantas invasões da nossa esfera privada, por certo chegará o dia onde deixará de existir dinheiro físico, tudo será movido a cartões, bits e bytes como tal certamente a Oligarquia obrigará ao registo de quem adquire o quê; ou seja, ao adquirir-mos um computador ficará registado na gigantesca base de dados da NOM que a pessoa X adquiriu o PC Y cujo TPM é Z.
  • Com essa pequena operação os senhores do mundo poderão saber tudo sobre si, quando liga o computador, que programas tem instalados, se tentou ou não instalar outros que o TPM, vulgo as grandes corporações, não permitem (Sistemas Operativos Livres e outras aplicações), se tentou ouvir, ver algo que a NOM considera ‘pirataria’, etc.
  • Mas ao utilizar um dispositivo com uma identificação única e cuja identidade do seu comprador está guardada na Base de Dados associada ao hash criptográfico do TPM, a Oligarquia poderá deter ainda um poder maior, poderá simplesmente recusar-lhe o acesso à rede. Você é vista(o) como alguém que tem opiniões criticas (liberdade de expressão e de oposição) contra os grandes timoneiros, sabem disso porque têm acesso a tudo quanto faz na Rede, logo estando em Rede o seu chip TPM, identificador único é colocado numa lista de indesejáveis e é-lhe barrado o acesso, terá sorte se não for considerado terrorista e feito desaparecer da face do planeta (tipo enemy combatant)
  • Outro direito que lhe é negado usando um conjunto de DRM+TPM é por exemplo manipular um ficheiro, seja para o ouvir, ver, modificar etc, isto é possível através da Sealed storage. Os ficheiros estão encriptados com a Endorsement key, só conseguirá aceder a eles desde que o software que os permita abrir esteja a respeitar a ligação que tem com a chave do TPM. Por aqui perceberão que enviar um ficheiro com determinada informação para o Wikileaks se torna impossível, é que eles não terão acesso à chave TPM que o encriptou logo não podem ver o conteúdo do ficheiro. Isto tanto é válido para um ficheiro ‘secreto’ enviado para o Wikileaks como para um simples ficheiro de música que gostaria de partilhar com alguém.
  • Ou ainda um exemplo de um disco que não aceite gravação de dados que não sejam assinados por uma chave validada pela Endorsement Key que está fora do controlo do dono do computador.

Com tudo isto resta-nos esperar pelos próximos ataques False Flag, até porque o iPatriot já está pronto para entrar em vigor.



FACEBOOK TRUSTED COMPUTING AND GOOGLE

Para saber mais:

Schneier on Security: Trusted Computing Best Practices

That sounds good, but what does “security” mean in that context? Security of the user against malicious code? Security of big media against people copying music and videos? Security of software vendors against competition? The big problem with TCG technology is that it can be used to further all three of these “security” goals, and this document is where “security” should be better defined.


Trusted Computing – Wikipedia, the free encyclopedia

TC is controversial because it is technically possible not just to secure the hardware for its owner, but also to secure against its owner as well. Such controversy has led opponents of trusted computing, such as Richard Stallman, to refer to it instead as treacherous computing, even to the point where some scholarly articles have begun to place scare quotes around “trusted computing”.

Trusted Platform Module – Wikipedia, the free encyclopedia

In computing, Trusted Platform Module (TPM) is both the name of a published specification detailing a secure cryptoprocessor that can store cryptographic keys that protect information, as well as the general name of implementations of that specification, often called the “TPM chip” or “TPM Security Device”

Você pode confiar em seu computador? – FÓRUM PCs

No passado, estes eram incidentes isolados. “Computação Confiável” irá torná-los amplamente disseminados. “Computação traiçoeira (Treacherous computing)” é um nome mais apropriado, porque o plano é feito de forma a garantir que o seu computador irá desobedecê-lo sistematicamente. De fato, foi projetado de modo a impedir o seu computador de funcionar como um computador de uso geral. Cada operação irá requerar permissão explícita.

A idéia técnica subjacente à computação traiçoeira é que o computador incluirá um dispositivo de criptografia e assinatura digital, e as chaves são mantidas em segredo. Programas proprietários irão usar este dispositivo para controlar quais outros programas você pode rodar, quais documentos ou dados você pode acessar, e para quais programas você pode passá-los. Estes programas irão baixar continuamente da internet novas regras de autorização, e impor estas regras automaticamente a você. Se você não permitir que seu computador obtenha estas novas regras periodicamente a partir da Internet, alguns recursos irão automaticamente deixar de funcionar.

Can You Trust Your Computer? – GNU Project – Free Software Foundation (FSF)

Making sharing impossible is bad enough, but it gets worse. There are plans to use the same facility for email and documents—resulting in email that disappears in two weeks, or documents that can only be read on the computers in one company.

Imagine if you get an email from your boss telling you to do something that you think is risky; a month later, when it backfires, you can’t use the email to show that the decision was not yours. “Getting it in writing” doesn’t protect you when the order is written in disappearing ink.

The Stealth Anti-Piracy Chip That Is Neither Stealth Nor Anti-Piracy | Techdirt

It’s not clear why this is getting much buzz, because as others have pointed out it’s not new or even noteworthy. It’s the same silly scheme that Microsoft, Intel and AMD have been working on for more than half a decade, though it’s gone through some name changes in an attempt to make it less controversial.

Confiança computadores – Trusted Computing – Seu computador confia em você?

O grupo de Trusted Computing (TCG) é uma aliança entre Microsoft, Intel, IBM, HP e AMD que tenta promover um padrão para um PC ‘mais seguro’. Mas a definição deles de ‘segurança’ é controversa, computadores construídos de acordo com sua especificação serão mais seguros do ponto de vista dos criadores de software e a indústria de conteúdo, mas serão menos seguros do ponto de vista dos donos. Na verdade, a especificação TCG irá transferir o controle total de seu PC para quem tenha escrito o software que ele estaria executando. (Sim, muito mais do que já acontece no presente).

Trusted Computing FAQ TC / TCG / LaGrande / NGSCB / Longhorn / Palladium

TC provides a computing platform on which you can’t tamper with the application software, and where these applications can communicate securely with their authors and with each other. The original motivation was digital rights management (DRM): Disney will be able to sell you DVDs that will decrypt and run on a TC platform, but which you won’t be able to copy. The music industry will be able to sell you music downloads that you won’t be able to swap. They will be able to sell you CDs that you’ll only be able to play three times, or only on your birthday. All sorts of new marketing possibilities will open up.

Software Livre no SAPO » Blog Archive » DRM: Confia no seu computador?

Aqueles que são contra o Software Livre chamam a esta tecnologia “Trusted” Computing, mas quem recebe confiança não é o dono do computador, a realidade é bem mais negra: quem recebe confiança é uma terceira parte que pode ter interesses diametralmente opostos ao do dono do computador.

Security Chip That Does Encryption in PCs Hacked – ABC News

The new attack discovered by Christopher Tarnovsky is difficult to pull off, partly because it requires physical access to a computer. But laptops and smart phones get lost and stolen all the time. And the data that the most dangerous computer criminals would seek likely would be worth the expense of an elaborate espionage operation.

DefectiveByDesign.org | The Campaign to Eliminate DRM

What is DRM? Digital Restrictions Management. DefectiveByDesign.org is a broad-based anti-DRM campaign that is targeting Big Media, unhelpful manufacturers and DRM distributors.

Onda crescente de censura na Internet

Os êxitos recentes nos combates contra o controle da Internet serão suficientes para impedir a tirania?

O foco das atenções voltou-se para a censura da Internet esta semana, quando artigos foram publicados simultaneamente no Time Magazine e no The New York Times, defendendo a obrigatoriedade de licença para operar sítios na Internet. Esses artigos foram devidamente criticados por Paul Joseph Watson como uma tentativa coxa de apoiar o monopólio da mídia hoje em desintegração em face de uma blogosfera que está rapidamente a substituí-lo.

OLS: Linux and trusted computing [LWN.net]

The term “trusted computing” tends to elicit a suspicious response in the free software community. It has come to be associated with digital restrictions management schemes, locked-down systems, and similar, untrustworthy mechanisms. At the 2005 Ottawa Linux Symposium, Emily Ratliff and Tom Lendacky discussed the state of trusted computing support for Linux and tried to show how this technology can be a good thing to have. Trusted computing does not have to be evil.

At the lowest level, trusted computing is implemented by a small chip called the “trusted platform module” or TPM. The Linux kernel has had driver support for TPM chips since 2.6.12; a couple of chips are supported now, with drivers for others in the works. Many systems – laptops in particular – are currently equipped with TPM chips, so this is a technology which Linux users can play with today.

Preliminary Analysis of the Officially Released ACTA Text | Electronic Frontier Foundation

As we have previously noted ACTA would make the US DMCA TPM legal framework the de facto global norm, effectively displacing the more open-ended language finally adopted in the 1996 WIPO Copyright Treaty and Performances and Phonograms Treaty. The US TPM regime contains at least three characteristics that are broader than what is required to implement the WIPO Treaty obligations. First, it creates an absolute ban on TPM circumvention, even where done for lawful non-copyright infringing purposes. Second, it requires legal protection for TPMs that control access (and not just use) of technologically protected copyrighted works. (To which Japan strenuously objected in the leaked 18 January 2010 text.) Third, it includes a broad prohibition on the manufacture and distribution of circumvention devices. Fourth, it requires criminal penalties for flouting the TPM circumvention bans,while the WIPO treaties are silent on this point.

D.R.M. – Informação e Sensibilização sobre os ditos Digital Rights Management

Para quem não sabe, DRM (acrónimo para “Digital Rights Management”, Gestor Digital de Direitos) é um conjunto de várias tecnologias que limitam o uso de certos produtos digitais.

Schneier on Security: Anonymity and the Internet

Implementing an Internet without anonymity is very difficult, and causes its own problems. In order to have perfect attribution, we’d need agencies — real-world organizations — to provide Internet identity credentials based on other identification systems: passports, national identity cards, driver’s licenses, whatever. Sloppier identification systems, based on things such as credit cards, are simply too easy to subvert. We have nothing that comes close to this global identification infrastructure. Moreover, centralizing information like this actually hurts security because it makes identity theft that much more profitable a crime.

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Bilderberg: poderão alguma vez estes senhores representar os interesses dos portugueses que os elegem?

[update no fim]

Para complementar as entradas sobre o Bilderberg que por aqui escrevi, convém deixar para memória futura algumas frases proferidas por alguns supostos ‘portugueses’ presentes nos encontros desse grupo no mínimo problemático.

Começo pelas palavras do actual número um pelo PSD no Parlamento Europeu, Paulo Rangel.

via wikipedia

Este senhor teve a distinta lata de afirmar o seguinte, segundo o Jornali i:

Bilderberg. Foi uma experiência muito interessante, diz Rangel

“Apesar da idade [Kissinger fez 87 anos a 27 de Maio], mantém uma capacidade de análise das evoluções internacionais e das mudanças da actualidade acima de toda e qualquer outra. Estamos perante um grande senhor da política internacional. E para uma pessoa como eu, que se interessa por esses assuntos, foi um privilégio privar com ele e verificar que é um homem de completa excepção”
(…)
“Além das conferências, almocei com ele [Kissinger] ao meu lado. É brilhante”, garante Rangel. “A reunião correu muito bem. Foi uma experiência muito interessante”

O senhor Paulo Rangel, que supostamente representa milhares de portugueses no Parlamento Europeu, ficou muito feliz de ter almoçado e privado com o ASSASSINO que deu o sim para a invasão de Timor Leste, que destruiu a democracia Chilena, Argentina e que até segundo declarações em Tribunal na Itália, a esposa de Aldo Moro afirmou sem qualquer problema que Kissinger havia ameaçado o seu marido ["You will pay dearly for it,"], entre muitas outras atrocidades.

http://www.noitikiantistasis.com/images/bilderberg2004-Henry_Kissinger.jpg

Segundo li creio que no livro do Daniel Estulin e até o Diogo do Citadino, me havia chamado a atenção, parece que Kissinger terá afirmado sobre Durão Barroso algo como “Em entrevista ao “SEMANÁRIO, Daniel Estulin, que investiga o clube de Bilderberg há treze anos, fala sobre os portugueses que têm participado nas suas reuniões, na crise política de 2004 em Portugal e da influência de Bilderberg na escolha de Durão Barroso para presidente da Comissão Europeia.
Estulin diz que as suas fontes lhe confirmaram que Henry Kissinger, um membro permanente de Bilderberg, terá dito o seguinte sobre Durão: é “indiscutivelmente o pior primeiro-ministro na recente história política. Mas será o nosso homem na Europa”.”

BBC – BBC Four Documentaries – The Trials of Henry Kissinger

“Henry Kissinger is a war criminal,” says firebrand journalist Christopher Hitchens. “He’s a liar. And he’s personally responsible for murder, for kidnapping, for torture.” What is Hitchens on about? He could be talking about the lawsuit currently under way in Washington DC, in which Kissinger is charged with having authorised the assassination of a Chilean general in 1970. Or he could be referring to the secret bombing of Cambodia which, arguably, Kissinger engineered without the knowledge of the US Congress in 1969. Or perhaps Kissinger’s involvement in the sale of U.S. weapons to Indonesian President Suharto for use in the massacre of 1/3 of the population of East Timor in 1975.

These and several other recent charges have cast a haunting shadow on the reputation of a man long seen as the most famous diplomat of his age, the Nobel Laureate who secured peace in Vietnam, who secretly opened relations between the US and China, and who now, more than a quarter-century out of office, remains a central player on the world stage, only recently voted the number one public intellectual of the 20th century.

http://www.whale.to/b/images/Committee300.gif

Quanto às restantes frases podem ler algumas aqui no Jornal i, é que tenho de terminar esta entrada, estou a ficar maldisposto, estas coisas dão-me vómitos, mas não termino sem antes deixar a cereja no cimo do bolo.

Henry Kissinger – war criminal on the run? – World’s alleged number one state terrorist at large – Responsible for the deaths of millions? How long until he is brought to trial?

VATICAN CITY – Over the course of his long and controversial career, former U.S. Secretary of State Henry Kissinger has had many titles. Now he reportedly has one more – adviser to the Pope.

According to the Italian newspaper La Stampa, Pope Benedict XVI has invited the 83-year-old former adviser to Richard Nixon to be a political consultant, and Kissinger has accepted.

Quoting an “authoritative” diplomatic source at the Holy See, the paper reported Nov. 4 that the Nobel laureate was asked at a recent private audience with the Holy Father to form part of a papal “advisory board” on foreign and political affairs.
(…)

Pope John Paul II was close friends with Zbigniew Brzezinski, the Polish-born national security adviser to President Jimmy Carter, partly because both had a common Polish heritage (though this caused the Soviets to suspect the Vatican of “fixing” the election of Karol Wojtyla, which occurred during the Carter presidency).

Similarly to John Paul and Brzezinski, Benedict and Kissinger are close in age and were both born in Bavaria (a Jew, Kissinger and his family fled Nazi Germany before World War II).

In recent years, other figures invited to share their expertise with the Holy See have included Paul Wolfowitz, a former President Bush adviser and now president of the World Bank; Michel Camdessus, the former director of the International Monetary Fund; American economist Jeffrey Sachs and Hans Tietmeyer, former governor of Germany’s central bank.

The pontifical academies also regularly call on academic luminaries as consultants, such as Nobel laureates Gary Becker, the successor to Milton Friedman at the Chicago School of Economics, and Italian medical researcher Rita Levi-Montalcini.

Mais palavras para quê?
Parece-me que este artigo é extremamente esclarecedor de muito do que temos vindo a assistir.
Vivemos realmente num mundo apodrecido e a cheirar muito mal.

[update]

[update: depois de ter escrito esta entrada lembrei-me de outra coisa; Poderá um ministro, um eurodeputado, eleitos democraticamente ou pertencente a um governo democraticamente eleito, fazerem parte de encontros secretos de um grupo como o Bilderberg, onde se discutem assuntos aos quais os cidadãos não têm acesso?

E porque razão os cidadãos pagam a segurança destes encontros particulares, quando ainda por cima são usados neles as forças policiais dos Estados?
A primeira questão é válida quer para o Bilderberg quer para grupos como a Opus Dei e a Maçonaria.John F Kennedy colocou algumas destas questões! “The very word “secrecy” is repugnant in a free and open society; and we are as a people inherently and historically opposed to secret societies, to secret oaths and to secret proceedings. We decided long ago that the dangers of excessive and unwarranted concealment of pertinent facts far outweighed the dangers which are cited to justify it. Even today, there is little value in opposing the threat of a closed society by imitating its arbitrary restrictions. Even today, there is little value in insuring the survival of our nation if our traditions do not survive with it. And there is very grave danger that an announced need for increased security will be seized upon by those anxious to expand its meaning to the very limits of official censorship and concealment. That I do not intend to permit to the extent that it is in my control. And no official of my Administration, whether his rank is high or low, civilian or military, should interpret my words here tonight as an excuse to censor the news, to stifle dissent, to cover up our mistakes or to withhold from the press and the public the facts they deserve to know.”]

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