A grande farsa do ‘Aquecimento Global’ «AGW» O que as PROSTITUTAS dos media portugueses não nos dizem!

Eis alguns artigos sob a farsa do ‘Aquecimento Global’ que seria bom que as pessoas lessem, se informassem, aquelas que gostam de pensar pela sua própria cabeça, uma vez que os nossos media são um conjunto de prostitutas que para além de nos desinformarem ainda nos escondem as opiniões contrárias à ‘religião dominante’ em que este tema se tornou.

Por incrivel que pareça o único que eu li e que tem dado a palavra aos verdadeiros cientistas, denominados de cépticos, o que é um elogio para eles, é o Expresso do mister Bilderberg português.

O blog Citadino, chama a atenção para o artigo do professor Delgado Domingos, exatcamente sobre toda esta fantochada.

Parece que no DN existe um artigo de opinião que critica e bem os pseudo-jornalistas deste país.

Al Gore sued by over 30.000 Scientists for Global Warming fraud / John Coleman

Como afirma Michael Parenti no seu artigo Monopoly Media Manipulation, para além da manipulação, os media prostituídos dominados pela corja da Nova (Des)Ordem Mundia, para além de nos desinformarem através da manipulação que produzem, desinformam-nos, ou melhor, suprimem a informação, através da OMISSÃO.

In a capitalist “democracy” like the United States, the corporate news media faithfully reflect the dominant class ideology both in their reportage and commentary. At the same time, these media leave the impression that they are free and independent, capable of balanced coverage and objective commentary. How they achieve these seemingly contradictory but legitimating goals is a matter worthy of study.

(…)

Some critics complain that the press is sensationalistic and invasive. In fact, it is more often muted and evasive. More insidious than the sensationalistic hype is the artful avoidance. Truly sensational stories (as opposed to sensationalistic) are downplayed or avoided outright. Sometimes the suppression includes not just vital details but the entire story itself, even ones of major import.

[via Michael Parenti site]

É vergonhoso especialmente no caso dos meios de comunicação detidos pelo Estado português e que todos nós PAGAMOS, assistir a tanta propaganda mentirosa junta, a propósito da fantochada, da farsa que se vive em Copenhaga!

Como alguém num blog já frisou, estes media são as prostitutas do regime.

O mais interessante é que o ex-Presidente dos EUA, Dwight D. Eisenhower, no seu famoso discurso de despedida em 1961 para além de ter avisado os seus concidadãos para os perigos do Complexo Militar Industrial, também chamou à atenção para o perigo da união entre pseudo-cientistas e pseudo-ciência controlada e patrocinada pelo Estado.

President Dwight D. Eisenhower’s famous 1960 farewell address contained more than an admonition about the danger of an expanding “military-industrial complex.” That speech was also an early warning of the current unholy alliance between the government and a scientific community dependent on the government for its funding.

“The prospect of domination of the nation’s scholars by Federal employment, project allocations, and the power of money is ever present and is gravely to be regarded. … we must … be alert to the … danger that public policy could itself become the captive of a scientific technological elite”

Dwight D. Eisenhower

[via AmericanThinker]

Aqui fica o seu discurso no youtube, pena que só diga respeito à parte do Complexo Militar Industrial.

Indo agora aos artigos, três estão em português no site resistir.info.

Começo pela petição de Estocolmo, dirigida ao Presidente da UE.

Alguns leitores têm indagado porque resistir.info tem dado tanta ênfase à denúncia desse mítico aquecimento global, o qual seria um problema aparentemente esotérico e afastado dos objectivos deste sítio web. Alguns deles chegaram mesmo a dizer que tal denúncia afastar-se-ia da posição “de esquerda”, pois publicações e personalidades progressistas (como a Monthly Review e Fidel Castro) têm endossado as preocupações aquecimentistas. Por essa razão, convém dar alguns esclarecimentos, estabelecer alguns factos e fazer algumas precisões.

(…)

Em terceiro lugar verifica-se a deformação das políticas energéticas, pois foram postas a reboque do mito climático. Basta ver, por exemplo, o facto de a UE impor limitações de emissões de CO2 nos automóveis hoje fabricados na Europa. Ou seja, ao invés de estabelecer níveis mínimos de rendimento para os motores ou de impor restrições quanto às emissões que são realmente poluentes (como o SO2, os óxidos de azoto, as partículas sólidas, etc) a limitação é imposta a um gás não poluente. Isto é, mais uma vez, um exemplo de confusão sistemática entre ambiente e clima, em que o primeiro é prejudicado sem qualquer benefício para o segundo.

[via resistir.info - Acerca da impostura global]

Por todo o mundo o escândalo do Climategate repercute de modo cada vez mais intenso — excepto em Portugal. Aqui é como se nada houvesse acontecido pois está a ser encoberto e silenciado. Jornais que se fartaram de promover a falcatrua do aquecimento global – como o Público – fingem agora nada ter a ver com o assunto. Pior, desonestamente continuam a desinformar e a promover o terrorismo climático. Eles que se auto-apregoam como jornais “de referência” (do que?) nem sequer se atêm ao princípio jornalístico básico de apresentar as várias versões de um acontecimento.

(…)

Mas a questão que inevitavelmente se levanta desta recusa sistemática a divulgar os seus dados é: o que é que estes cientistas parecem tão ansiosos por esconder? A segunda e mais chocante revelação dos documentos escapados é como eles mostram cientistas a tentarem manipular dados através dos seus tortuosos programas de computador, sempre a apontar apenas para a direcção desejada – reduzir temperaturas passadas e “ajustar” em alta temperaturas recentes, a fim de transmitir a impressão de um aquecimento acelerado. Isto verificou-se tão frequentemente (nos documentos relativos a dados de computador no ficheiro Harry Read Me) que se tornou o elemento único mais perturbador de toda a história. Foi isto que o sr. McIntyre apanhou o dr. Hansen a fazer com o seu registo de temperatura do GISS do ano passado (após o que Hansen foi forçado a rever o seu registo), e dois novos exemplos chocantes agora vieram à luz na Austrália e na Nova Zelândia.

[via resistir.info - Climagate: O pior escândalo científico da nossa era]

E o extenso mas informativo artigo de um dos pais do moderno estudo da climatologia, o falecido, Marcel Leroux, que num dos seus livros escreveu, “Conclusion: The greenhouse effect is not the cause of climate change”: “The possible causes, then, of climate change are: well-established orbital parameters on the palaeoclimatic scale, with climatic consequences slowed by the inertial effect of glacial accumulations; solar activity, thought by some to be responsible for half of the 0.6°C rise in temperature, and by others to be responsible for all of it, which situation certainly calls for further analysis; volcanism and its associated aerosols (and especially sulphates), whose (short-term) effects are indubitable; and far at the rear, the greenhouse effect, and in particular that caused by water vapor, the extent of its influence being unknown. These factors are working together all the time, and it seems difficult to unravel the relative importance of their respective influences upon climatic evolution. Equally, it is tendentious to highlight the anthropic factor, which is, clearly, the least credible among all those previously mentioned.” «via wikipedia»

O aquecimento global é uma hipótese fornecida por modelos teóricos. Baseia-se em relações simplistas que anunciam um aumento da temperatura, proclamado mas não demonstrado.
São numerosas as contradições entre as previsões e os factos climáticos observados directamente. A ignorância destas distorções flagrantes constitui uma impostura científica.
Nos anos 70 (do séc. XX) verificou-se um desvio climático (que os modelos não “previram”). Traduziu-se num aumento progressivo da violência e da irregularidade do tempo e foi provocado pela modificação do modo de circulação geral da atmosfera.
O problema fundamental não é prever o clima em 2100. Deve-se, antes, determinar as causas daquele desvio climático recente. Isso permitiria prever a evolução do tempo no futuro próximo.

(…)

O que predomina no debate e o falseia é que as alterações climáticas são um tema da climatologia tratado como se fosse do ambiente. Em anexo ao da poluição. Esta constitui um álibi moral. Invocado predominantemente por não-climatologistas. Ainda há pouco tempo, um “climatólogo” tinha pouco prestígio. Era um geógrafo considerado “literato”, isto é, “não físico”. Ou era um funcionário dos serviços de meteorologia. Encarregava-se dos arquivos (situação pouco considerada). “Acabar em climatologia” era visto como a pior das condenações! Hoje, os climatologistas na sua maioria desinteressam-se estranhamente do debate. Ou adoptam o dogma oficial sem espírito crítico. Mas também existe a pretensão de se ser “climatólogo”. Saber repetir servilmente (à maneira dos psitacídios) os comunicados do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Changes) tornou-se uma qualificação. O discurso estereotipado e recitado de modo dogmático é sempre o mesmo.

Contudo, as especializações e as competências não faltam. Mas dizem respeito à informática, à estatística, à agronomia, à química, à oceanografia, à glaciologia, à história, mesmo à geologia…Não ao clima e à sua dinâmica. Com uma “convicção” geralmente proporcional à ignorância dos rudimentos da disciplina, os “climatólogos autoproclamados” propagam hipóteses procedentes dos modelos. Hipóteses infundadas ou mal estabelecidas e não corroboradas pelas observações. Devemos assim colocar fortes reticências segundo o qual os relatórios do IPCC são preparados por “centenas de cientistas”. O número anunciado pode iludir e esconder o monolitismo da mensagem. Na realidade, uma pequena equipa dominante impõe os seus pontos de vista a uma maioria sem competências climatológicas. O “I” de IPCC significa, com efeito, “intergovernamental”. Significa que os pretensos cientistas são antes do mais representantes governamentais. O IPCC, em absoluto, não é um organismo de investigação. Na redacção definitiva do relatório de 1966 a afirmação da “influência perceptível do homem sobre o clima global” (GIEC, 1966, p.22) foi acrescentada depois da hora. Para “impressionar” os decisores como disse Emmanuel Granier (Industrie et Environnment, n.º 208, 1998). Não correspondia ao entendimento do conjunto do IPCC. Mas tem sido constantemente repetida apesar de não ter havido acordo!

Os conhecimentos de climatologia são em geral limitados. O IPCC reconhece-o quando afirma: “A aptidão dos cientistas para fazer verificações das projecções provenientes dos modelos é bastante limitada pelos conhecimentos incompletos sobre as verdades climáticas” (UNEP-WMO, 2002, p.7). As “explicações” são sobretudo simples, muito simplificadas, mesmo simplistas, para serem facilmente apreendidas. Todavia, elas não reflectem, ou reflectem apenas muito parcialmente, a verdade científica que é extremamente complexa. Este conhecimento superficial e esquemático é primeiramente imposto pelas “simplificações inevitáveis transpostas para os modelos” (Le Treut, 1997). Os modelos não podem integrar todas as componentes dos fenómenos. É necessário “parametrizá-los”, sem se saber descrevê-los explicitamente. Quanto mais simples é a mensagem, mesmo simplista (próxima do slogan, fácil de reter sem esforço), maiores são as hipóteses de ela ser adoptada pelos políticos e pelos media. O método de “consumo imediato” das notícias afasta-se desde logo da reflexão séria e de longas e complexas explicações.

[via resistir.info - Aquecimento global: uma impostura científica]

E comprovando o que venho dizendo sobre esta farsa do ‘Aquecimento Global’ se inserir no plano mais vasto da despopulação, matança de biliões de seres humanos, onde também se inclui o Codex Alimentarius e os OGM/GMO, hoje o site NaturalNews tem um artigo onde a Environmental Protection Agency (EPA), agora sob tutela da Administração de Obama, vem afirmar que o CO2 ameaça a saúde pública e como tal terá de ser regulado, abrindo assim caminho para mais impostos.

Inserindo-se ainda neste tema a H.R.875 a lei que criminaliza a agricultura biológica nos EUA

Carbon dioxide is a threat to human life, says the EPA under the direction of the Obama Administration. With this declaration, the agency has bypassed Congress and can now begin to regulate CO2 as a toxic substance.

(…)

If CO2 is regulated, for example, it means the very gas you exhale will be considered a hazard to life on Earth. Thus, regulating CO2 could be a sneaky way to start our nation down the road of population control or even population reduction. When a person reaches the age of 65, for example, and they’re about to retire and collect social security, they might then be seen as a carbon-producing financial burden, and mass euthanasia programs could begin to be seriously considered. (This isn’t science fiction. Nursing home patients are already being routinely euthanized with psychiatric drugs and painkillers right now…)

Na verdade o CO2 é uma infíma parte dos gases que compôem a atmosfera, não é tóxico nas concentrações que a compõem, aliás durante o Jurássico, altura onde a biodiversidade era bem maior que a actual, especialmente a nível da flora, as suas concentrações eram 4 a 5 vezes superiores às actuais.

A maior parte do CO2 nem sequer é de origem humana, antropogénica e ainda por cima tem um efeito muito positivo na agricultura, aumentado a qualidade e a produção de alimentos.

Qualquer pessoa sabe que é o CO2 que as plantas usam para poder através da fotossíntese produzir o oxigénio que todos nós necessitamos, aliás nós somos feitos de carbono, se como eu gostam de ficção cientifica, e caso tenham visto o 1º filme da série de tv, Star Trek, nesse mesmo filme a inteligência alienígena V’GER, tratava a todos os ocupantes da USS Enterprise por ‘Unidades de Carbono’.

Já para não mencionar que o berço da Humanidade, a Suméria, região que é actualmente a do Iraque, bem como as grandes civilizações do Egipto e os Maias da América do Sul, todos cresceram em zonas quentes, aliás para o ser humano é sempre muito mais positivo um aumento da temperatura do que a entrada numa idade do gelo.

Para alguns que argumentam que os cientistas cépticos de toda esta fantochada são pagos pelas grandes poluidoras, pelos grandes interesses do petróleo, dêem olhada a esta lista que defende que a Administração implemente forte legislação relativa a este tema;

United States Climate Action Partnership (USCAP) is a group of businesses and leading environmental organizations that have come together to call on the federal government to quickly enact strong national legislation to require significant reductions of greenhouse gas emissions. USCAP has issued a landmark set of principles and recommendations to underscore the urgent need for a policy framework on climate change.

[via USCAP]

Mais alguns artigos bem como a série que o blog ‘Só me apetece cobrir’ tem vindo a divulgar e claro os sempre imprescindíveis Mitos Climáticos e Ecotretas.

Although I risk immediately being branded mentally defective for saying so, I am not convinced by the notion of man-made global warming. My lack of conviction, I would be the first to admit, is based on nothing resembling great scientific understanding: I have not so much as an O-level in physics or chemistry. All I do know is this: that the planet has heated up and cooled down at various points in its history without any help from factories, lorries or a beef-farming industry. Other planets have done, and continue to do, the same: I am still waiting for an answer to John Redwood’s excellent point that the surface temperature of Mars has risen over the past few decades “and they are still looking for the 4x4s that did it”. I therefore remain, in the phrase of Sir Antony Jay, the creator of Yes Minister, a firm thermosceptic.

[via Telegraph]

What happened to global warming?

Average temperatures have not increased for over a decade

This headline may come as a bit of a surprise, so too might that fact that the warmest year recorded globally was not in 2008 or 2007, but in 1998.

But it is true. For the last 11 years we have not observed any increase in global temperatures.

According to research conducted by Professor Don Easterbrook from Western Washington University last November, the oceans and global temperatures are correlated.

The oceans, he says, have a cycle in which they warm and cool cyclically. The most important one is the Pacific decadal oscillation (PDO).

For much of the 1980s and 1990s, it was in a positive cycle, that means warmer than average. And observations have revealed that global temperatures were warm too.

But in the last few years it has been losing its warmth and has recently started to cool down.

(…)

To confuse the issue even further, last month Mojib Latif, a member of the IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) says that we may indeed be in a period of cooling worldwide temperatures that could last another 10-20 years.

[via BBC]

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OGM/GMO: Destruição da Biodiversidade, contaminação de culturas naturais por GMOs

Uma pequena mas creio que relevante entrada sobre o tema dos Organismos Genéticamente Modificados que grandes multinacionais, fundações ligadas à oligarquia da Nova Ordem Mundial e defensoras desde sempre da Eugenia, como as Ford, Rockeffeler, Bill e Melinda Gates, bem como Bancos como a nossa CGD, vêm promovendo a cada dia que passa colocando quer a nossa saúde, quer a ‘saúde’ da natureza, a sua Biodiversidade em causa, bem como a liberdade dos agricultores em produzirem alimentos naturais, como se pode constatar por diversos exemplos um pouco por esse mundo fora, de África, à América do Norte e do Sul, até à Ásia.

Sem nos esquecer-mos do projecto de Svalbard que pretende retirar dos Agricultores e consequentemente de todos nós a liberdade de plantar-mos e comer-mos alimentos naturais.

Inserindo-se assim, mais uma vez, nos projectos de despopulação do planeta, que a elite da Nova Ordem Mundial tão intensamente persegue, não olhando a meios para atingir os seus fins, como se percebe fácilemente acompanhado por exemplo a mentira do chamado ‘Aquecimento Global Antropogénico’.

Mas indo aos artigos, o GMO Contamination Around the World descreve como um estudo (2001) levado a cabo pela Universidade de Berkeley na Califórnia, EUA, e publicado pela Nature, demonstra que algumas das variedades nativas de milho no México, nomeadamente a ‘Criollo’ comparando-as com amostras de controlo da mesma região mas de 1971 (antes da introdução de sementes genéticamente modificadas) bem como amostras de milho azul do Peru, mostram que das seis amostras de milho criollo que actualmente se plantam, quatro estão contaminadas com material genético de milho transgénico e num caso ainda vai mais longe a contaminação, uma vez que a amostra possui o gene da bactéria insecticida, o CryIA da Bacillus thurigiensis (Bt).

O Governo Mexicano vai ainda mais longe e indica que entre 3% a 10% das culturas naturias de milho da Sierra Norte contém DNA transgénico, apesar das culturas naturais estarem afastadas das transgénicas mais de 100km.

Tudo isto apesar da moratória do Governo Mexicano desde 1998 à plantação e cultivo de sementes transgénicas.

O que levanta algumas questões, que são colocadas também no excelente documentário, “The World According to Monsanto”, que pode ser visto aqui (podem puxá-lo usando o cclive), entre as quais, será que a moratória tem sido ineficaz? Será que se continua a plantar milho transgénico apesar da sua proibição? Será que a contaminação se iniciou antes de 1998? Ou como é referido no documentário, será que as mega multinacionais de transgénicos têm andado a fazer batota, espalhando sementes transgénicas através de aviões que por vezes são vistos na região?

Uma das explicações para a intodução de sementes genéticamente modificadas, é através das ajudas alimentares a diversos países, segundo a Friends of the Earth, a rejeição de transgénicos, particularmente na UE, leva a um aumento dos stocks destes em países como os EUA que os enviam depois para países em desenvolvimento.

Tudo isto deveria estar a ser protegido pelo Cartegena Protocol on Biosafety (CPB), que deveria proteger a enorme e rica biodiversidade do Sul das semneteiras de transgénicos do Norte, infelizmente devido a diversos factores como por exemplo a falta de fundos leva a que diversos países do Sul não o implementem.

Mas não são apenas os países mais pobres do Sul que têm problemas em controlar efectivamente a contaminação e o uso de transgénicos, nos EUA passa-se o mesmo, como é exemplo o escândalo Starlink, quando as entidades que o deveriam fazer não foram capazes, ou não o quiseram, prevenir e impedir que uma nova variedade de transgénico entrasse na cadeia alimentar.

Ainda sobre este tema, convém ler o artigo, GMO Contamination in Mexico’s Cradle of Corn, que desta vez nos informa sobre um estudo sobre o mesmo tema mas levado a cabo por uma equipa de investigadores do México, EUA e Alemanha.

Their work could relaunch the controversy that was unleashed in 2001 by a highly controversial article in the magazine, “Nature,” the authors of which, biologists David Quist and Ignacio Chapela from the University of California at Berkeley, revealed that criollos (traditional) corn from the Oaxaca region – one of the cradles of that cereal – were contaminated by Roundup Ready (RR) and Bt genes, property of the American company Monsanto.

In her book, “The World According to Monsanto,” (due for release in March 2009 and already available for pre-order at Amazon.com), Marie-Monique Robin related how Mr. Chapela became a victim of “media lynching” at that time at the instigation of the dominant company in the GMO market. “Nature” ended up publishing a disclaimer, deeming that the two biologists’ article was insufficiently backed up.

[via http://www.indigenousportal.com/Biological-Diversity/GMO-Contamination-in-Mexico-s-Cradle-of-Corn.html]

The deeper problem with the single focus on ex situ seed storage, that the Svalbard Vault reinforces, is that it is fundamentally unjust. It takes seeds of unique plant varieties away from the farmers and communities who originally created, selected, protected and shared those seeds and makes them inaccessible to them. The logic is that as people’s traditional varieties get replaced by newer ones from research labs – seeds that are supposed to provide higher yields to feed a growing population – the old ones have to be put away as “raw material” for future plant breeding. This system forgets that farmers are the world’s original, and ongoing, plant breeders. To access the seeds, you have to be integrated into a whole institutional framework that most farmers on the planet simply don’t even know about. Put simply, the whole ex situ strategy caters to the needs of scientists, not farmers.

In addition, the system operates under the assumption that once the farmers’ seeds enter a storage facility, they belong to someone else and negotiating intellectual property and other rights over them is the business of governments and the seed industry itself. In the case of most so-called public genebanks, the seeds are said to become part of “the public domain” if not “national sovereignty” (which increasingly translates to state ownership). The Consultative Group on International Agricultural Research (CGIAR), which runs about 15 global genebanks for the world’s most widely used staple food crops, has even set up a legal arrangement of “trusteeship” that it exercises over the treasure chest of farmers’ seeds that it holds “on behalf of” the international community, under the auspices of the FAO. Yet they never asked the farmers whom they took the seeds from in the first place if this was okay and they left farmers totally out of the trusteeship equation.[via Globalresearch]

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SIDA, mais uma mentira que nos tem sido vendida?

Na sequência da entrada anterior, Porque é tão importante o combate e a disseminação de medo relativo ao aumento de CO2?, deixo aqui mais food for thought, Alimento para o Pensamento.

É impressionante como este alimento para o pensamento se encaixa perfeitamente no puzzle do grande objectivo da oligarquia da Nova (Des)Ordem Mundial, a matança de biliões de seres humanos deste planeta.

Como escrevi na entrada anterior esta corja não dá ponto sem nó, os objectivos finais têm sempre objectivos intermédios, sendo o principal a obtenção de fortunas obscenas à custa do sofrimento de biliões de seres humanos.

Estamos a ver esses objectivos desenrolarem-se perante os nossos olhos com as diversas guerras que o império Anglo-Americano está a levar a  cabo, infelizmente com a ajuda do nosso país, estamos a vê-los desenrolar com a propaganda e histeria à volta da gripe AH1N1 e a consequente vacinação, com a vacina do colo do útero, com as mentiras propagadas sobre o suposto ‘Aquecimento Global’, sobre os GMO/OGM e a sua cada vez maior disseminação e contaminação de sementeiras naturais bem como da mentira de que aumentam a produção de alimentos bem como a aquisição de terras por parte dos países ricos ou de multinacionais de GMO/OGM e hoje leio, embora já por aqui tivesse aflorado o tema, que também no caso da SIDA, estamos eventualmente perante mais uma mentira, que mais uma vez se enquadra no grande objectivo da matança de seres humanos, planeada desde há muito e que terá tido o seu início com o plano da Revolução Verde mais uma vez da autoria da família Rockefeller e das suas fundações.

Até a igreja católica dá uma ajudinha à Nova (Des)Ordem Mundial, ao Governo Sombra que a todos nós manipula e claro como seria de esperar também em tudo isto existe a mão da Fundação Bill e Melinda Gates bem como a corja mais antiga.

Shocking truth about AIDS exposed on World AIDS Day with “House of Numbers” un-cut footage

Montagnier: (…) And
this is my, actually my worry about the many spectacular action for the
global funds to buy drugs and so on, and Bill Gates and so on, for the
vaccine.
But you know those kind of measures are not very well funded,
they’re not funded at all, or they are, you know, it really depends on
the local government to take choice of this, but local governments they
take advice of the scientific advisors from the intelligent
institutions, and they don’t get this kind of advice very often.

“Gates’ gimmick of becoming a philantropist repeats the Rockefeller scam almost one to one a century later.”

Dark cloud over good works of Gates Foundation

Indo agora ao principal assunto desta entrada, segundo um artigo do site NaturalNews a propósito de um novo documentário sobre o vírus HIV e a SIDA, tendo em conta as palavras de um dos cientistas envolvidos na descoberta do vírus HIV, o francês, Luc Montagnier, é muito provável que relativamente ao vírus da SIDA/HIV, estejamos mais uma vez, perante mais uma mentira, uma fabricação, da designada Big Pharma, da Oligarquia elitista do Governo Sombra.

Segundo este investigador que deixa bem clara a sua opinião sobre este tema ao contrário do que a entrada da wikipedia tenta fazer parecer, tentando ao máximo denegrir o documentário de Brent Leung, ‘House of Numbers’, bem como se pode constatar pelo vídeo não editado do Youtube, a verdade sobre esta terrível doença poderá ser bem diferente.

Segundo Luc Montagnier, nós podemos estar expostos diversas vezes ao virus HIV que o nosso sistema imunitário se encarrega de o destruir, desde que esse mesmo sistema imunitário esteja bem.

E para estar bem necessita que estejamos bem alimentados, como tal, ele indica ainda que o problema da SIDA em África se deve a um grave problema de alimentação/dieta deficiente, devido a isso o sistema imunitário das pessoas não está na sua melhor forma e como tal não se consegue livrar do virus e daí este se tornar crónico e poder conduzir à doença, SIDA.

Desde que uma pessoa tenha acesso a uma alimentação cuidada este vírus poder ser debelado pelo próprio organismo sem grandes problemas e sem recorrer a qualquer tipo de medicamento ou eventual vacina, que mais uma vez terá com quase toda a certeza preços avultados, será mais uma que teremos de tomar e que repetindo a história dos anteriores medicamentos de combate à SIDA e patentes destes bem como da actual aldrabice relativa à vacina do AH1N1 e ao Tamiflu, fará entrar biliões nos bolsos da corja dominante.

Ainda relativamente aos medicamentos anti-retrovirais, que são dados às pessoas que estão infectadas de forma crónica com o vírus HIV, convém mencionar que outro grande cientista que se levantou contra as prácticas da Big Pharma e segundo ele à grande mentira que é tudo o que envolve a SIDA, Peter Duesberg, poderão na realidade ser os anti-retrovirais que contribuem mais para a morte de quem os toma que propriamente o eventual virus da SIDA, uma vez que estes medicamentos são extremamente tóxicos e debilitantes, colocando em causa o Sistema Imunitário que deveria por si só combater o eventual virus.
Digo eventual uma vez que o professor Duesberg,

“Propõe como hipótese de trabalho que a AIDS é causada por abuso de drogas e comportamentos auto-degradativos, que leva o sistema imunológico ao colapso.

Em 1996 em seu livro Inventing the AIDS Virus (Inventando o vírus da AIDS) e em inúmeros artigos para jornais cartas para editores, Duesberg afirma o HIV é inofensivo e o uso de drogas ilícitas e farmacêuticas (especialmente de AZT, uma droga utilizada no tratamento da AIDS) são as causas da AIDS fora da África (a tão comentada hipótese de Duesberg).

Duesberg afirma que a AIDS na África é errôneamente diagnosticada e a epidemia é um mito, alegando que o critério de diagnóstico da AIDS na África é diferente de qualquer outro lugar e que a perda da imunidade nos pacientes africanos pode ser explicada por fatores como desnutrição, consumo de água poluída e várias outras infecções que têm os mesmos sintomas da AIDS. Duesberg também argumenta que os retrovírus como HIV sobrevivem de maneira inofensiva, e que a maneira comum de propagação é a transmissão de mãe para filho por infecção no útero.

A Hipótese de Duesberg é apoiada por vários cientistas, em sua maioria Phd’s e ganhadores de prêmios Nobel, embora seja atacada lascivamente por cientistas de grandes laboratórios, principalmente o GlaxoSmithKline, Burroughs Wellcome na época em que patenteou o AZT.”
Peter Duesberg – Wikipedia


AIDS truth exposed: Un-cut exclusive footage from House of Numbers

Resumindo:

Shocking truth about AIDS exposed on World AIDS Day with “House of Numbers” un-cut footage

For his part, Dr. Montagnier doesn’t mince words. He’s very clear on the points he’s making, saying them several times in different ways. His points are, essentially (paraphrased):

• You can be exposed to AIDS without getting infected.
• A strong immune system can protect you against AIDS.
• With the help of good nutrition, you can fight off AIDS.
• The importance of AIDS vaccines is exaggerated.
• AIDS can be approached with low-cost, highly-effective alternatives to vaccines.
• What the African people really need is better nutrition to protect themselves from AIDS.
• The facts about nutrition and AIDS are being neglected (by the medical establishment).

Esqueçam as vacinas, as tretas que nos têm vendido sobre medicamentos e curas, a cura é só uma, alimentar as populações de África e não só, convenientemente, logo doenças como esta e outras, não se manifestariam ou seriam rapidamente debeladas.

Como sempre, vejam,informem-se e pensem pela vossa cabeça. só na posse de diversos dados e após estudar-mos o que ambos os lados têm a dizer sobre este ou outro tema qualquer, é que podemos formar
uma opinião.

“Nenhuma indústria que depende da continuação da doença irá alguma vez produzir uma cura para essa doença.”
Mike Adams, the Health Ranger
Editor of NaturalNews.com

Tudo se encaixa assim perfeitamente, as fundações Rockefeller lançam a Green Revolution que colocam em causa a alimentação de uma enorme parte da humanidade, especialmente porque colocam o controlo da sua produção nas mãos de multinacionais sem quaisquer escrúpulos, mais tarde dão ainda origem às grandes multinacionais de OGM’s que colocam em causa quer a biodiversidade quer a qualidade da comida a que temos acesso bem como o acesso às sementes naturais, especialmente através de patentes, depois lança-se o projecto do papão do CO2 que como se sabe tem um papel preponderante na agricultura que com o seu aumento permite o aumento da produção de alimentos, todos estes projectos controladas pelos mesmos de sempre, a elite mafiosa por detrás do Governo Mundial, controlam os media para as lavagens ao cérebro, bem como as multinacionais gigantescas da Big Pharma, controlam ainda o complexo industrial militar e com ele as guerras.

Ou seja, estamos a ser atacados em diversas frentes, se conseguimos fugir aos problemas da alimentação o Estado zela para que não possamos fugir à enorme quantidade de vacinas e todo o tipo de medicamentos e exames a que somos sujeitos bem como do famoso Codex Alimentarius.
Quando tudo isto falha há sempre uma guerra qualquer que acaba com mais uns milhões, infelizmente em África aqueles pobre coitados estão sujeitos a tudo isto ao mesmo tempo.

E assim tudo se conjuga para o extermínio em massa de biliões de seres humanos

Mais uma vez tudo se resume à célebre frase do assassino Kissinger e ao seu memorando dos anos 70, NSSM 200….

“Control oil and you control nations; control food and you control people.”

Henry Kissinger

t r u t h o u t | One Company’s Toxic Agenda or Our Poisonous Way of Life? Marie-Monique Robin’s “The World According to Monsanto”

Both text and film are extraordinary models of investigative reporting, each comprising chilling and compelling indictments of a company with a long history of producing varieties of poison. I have no doubt that had a human individual, rather than a multinational corporation, been responsible for the death, suffering and destruction Marie-Monique Robin documents, the International Criminal Court and other jurisdictions around the world would be clamoring for that person’s head. Yet, Monsanto continues to operate so much more freely than the disguised Radovan Karadzic. Only last week The Independent reported that Gordon Brown and other European leaders are secretly planning to promote GMO food – 90 percent of which is produced by Monsanto – over the objections of their own populations.

While “The World According to Monsanto” excoriates Monsanto executives and their enablers, what Marie-Monique Robin most effectively documents are the perverse effects – the moral, social, technological, economic and market failures – of Western society’s economic organization, most specifically with respect to science and the products of science, and, ultimately, with respect to the preservation of the public commons and human life on the planet.

The HIV/ AIDS Story is Being Rewritten

The HIV/ AIDS Story is Being Rewritten

In House of Numbers, an AIDS film like no other, the HIV/AIDS story is being rewritten. This is the first film to present the uncensored POVs of virtually all the major players; in their own settings, in their own words. It rocks the foundation upon which all conventional wisdom regarding HIV/AIDS is based. House of Numbers could well be the opening volley in a battle to bring sanity and clarity to an epidemic gone awry.

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