Acabar com a guerra à PARTILHA!

[update: o Miguel Caetano do excelente blog Remixtures resolveu traduzir este artigo de RMS, para quem tem dificuldades com o inglês tem agora disponível uma versão em Português]

Eis um artigo do criador da licença GNU e do movimento do Software Livre, Richard Stallman, que deve ser lido e relido,especialmente pelos senhores da MAFiAA, que todos os dias nos chamam a todos de criminosos.


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Ending the War on Sharing

When record companies make a fuss about the danger of “piracy”, they’re not talking about violent attacks on shipping. What they complain about is the sharing of copies of music, an activity in which millions of people participate in a spirit of cooperation. The term “piracy” is used by record companies to demonize sharing and cooperation by equating them to kidnaping, murder and theft.

Ending the War on Sharing

To stop people from sharing goes against human nature, and the Orwellian propaganda that “sharing is theft” usually falls on deaf ears. It appears the only way to stop people from sharing is with a harsh War on Sharing. Thus the record companies, through their legal arms such as the RIAA, sue teenagers for hundreds of thousands of dollars for sharing. Meanwhile, corporate conspiracies to restrict public access to technology have developed systems of Digital Restrictions Management, designed to handcuff users and make copying impossible. Examples include iTunes as well as DVDs and Blueray disks. (See DefectiveByDesign.org for more information.) Although these conspiracies operate in restraint of trade, governments systematically fail to prosecute them.

Ending the War on Sharing

At a recent film conference I heard a proposal to require people to prove their identity to gain access to the Internet; such monitoring would also help crush dissent and democracy. China has announced such a policy for Internet cafes; will the EU be next? An MP in the UK proposed to imprison people for ten years for sharing. This has not been adopted — yet. Meanwhile, in Mexico, children are being invited to report their own parents, Soviet style, for unauthorized copying. It seems there is no limit to the cruelty that the copyright industry will propose for its War on Sharing.

Ending the War on Sharing

The record companies’ main argument for forbidding sharing is that it causes the “loss” of jobs. This claim turns out to be pure guesswork (1). But even if they were true, they would not justify the War on Sharing. Should we forbid people to clean their own homes to avoid “loss” of janitorial jobs? Forbid people to cook for themselves, or forbid sharing of recipes, to avoid the “loss” of restaurant jobs? Such arguments are absurd because the “cure” is more profoundly harmful than the “disease”.

Ending the War on Sharing

Besides, even if the record companies never succeed in crushing human cooperation, they cause much misery just by trying, and intend to cause more. Rather than allow them to pursue the War on Sharing until they admit it is futile, we must stop them as soon as possible. We must legalize sharing.

Some say the networked society has no more use for record companies. I do not support that position. I will never pay for a music download until the day I can do that anonymously, so I want to be able to buy CDs anonymously in a record store. I do not wish for the elimination of record companies in general, but I will not give up my freedom to keep them going.

Vasculharem os nossos acessos à Internet é o mesmo que os CTT nos abrirem as cartas

A propósito do que já escrevi por aqui em relação à Emenda 138, deixo aqui o link para mais um interessante artigo do Marcos Marado no Programas Livres sobre toda esta questão.

“Resposta Gradual” torna-se tema quente

Relembro ainda que o blog Remixtures, um dos melhores da nossa praça, vai seguindo o tema.

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O Poder do codec Vorbis auTuV – NightWish ‘Over The Hills’

Sou geralmente muito ecléctico no que à música concerne, oiço um pouco de tudo, há cerca de dois anos comecei a ouvir Metal Sinfónico e claro os Nightwish não podiam ficar de fora :)

Fica aqui um exemplo da poderosa ex-vocalista dos NightWish, Tarja Turunen na versão Over the Hills and Far Away do album the Best of… Highest Hopes

http://therockblog.files.wordpress.com/2007/09/tarja-hair-low-res-500.jpg?w=436&h=580

A nova vocalista Anette Olzon é muito querida :) mas não tem voz para Metal Sinfónico :(

http://rockblogazzurro.files.wordpress.com/2007/11/annette_olson.jpg?w=468

Eis o Poder do codec Vorbis no invólucro Ogg….Play Ogg

Para verem como se pode usar o Ogg Vorbis têm aqui como fazê-lo

Discover Simple, Private Sharing at Drop.io

Save File: 10_-_nightwish_-_over_the_hills_and_far_away.ogg

P.S- tenho o albúm

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Dicas/Tips: Backup de CD usando FLAC, Ogg Vorbis e mp3

[update: descobri que fazer o upgrade da libvorbis para a optimização aoTuV em ubuntu é tão simples como colocar a seguinte info na sources.list - deb http://ppa.launchpad.net/pjssilva/ubuntu 'a vossa versão' main]

[update 2: link do ficheiro teste aqui usado]

Nas últimas duas entradas neste blog sobre o tema Ogg Vorbis e codecs livres produzidos pela Fundação Xiph.org, descrevi o que eram e quais as suas virtudes, bem como o diverso software que se pode usar para efectuar-mos os backups dos nossos CD’s preferidos.

Hoje vou deixar aqui algumas dicas como proceder para se efectuar esses backups com a melhor qualidade possível de forma a poderem ser ouvidos através do computador e dos diversos dispositivos usualmente chamados de MP3/MP4, mas que sabendo nós procurar com alguma atenção também podem tocar os formatos Livres e abertos, FLAC e Ogg Vorbis.

Como só uso sistemas operativos e Software Livre em casa, todas estas dicas serão apresentadas usando a versão Kubuntu 8.04 LTS  (KDE 3.5.10) baseada em Debian GNU/Linux e todo o software disponível para ela à distância de um simples $sudo aptitude update&&aptitude install ‘package’

1º Efectuamos o ripping ou seja depois de colocar-mos o CD na drive e tendo escolhido para tal o programa SoundKonverter, este vai buscar a informação do CD à base de dados CDDB e preenche os campos com os nomes das músicas, artistas etc

Como afirmei ontem, os meus backups começam sempre por ripar as músicas do CD para o formato livre, sem perdas (lossless) FLAC, só depois as converto para Ogg Vorbis ou mp3 (geralmente mp3 é só para quando não existe outro remédio :( )

Neste exemplo usarei o CD The Haunting Sound of Pan  Pipes, com a música Orinoco Flow de uma das minhas cantoras favoritas, Enya.
Escolhi esta música porque é uma melodia que tem piano, é suave e dá para perceber bem a qualidade do FLAC e do Ogg Vorbis.

ogg-vorbis

2º Após passar-mos digitalmente as músicas do CD para uma directoria/pasta do nosso computador, podemos ouvi-las no formato FLAC para verificar-mos se tudo ficou porreiro.
Após estar no disco rígido ficaremos como algo como o que demonstra a seguinte imagem…

ogg-vorbis1

Como os sistemas livres nos dão tanta liberdade e como gosto de usar o Terminal, um F12 e a minha consola Yakuake baixa e podemos fazer o seguinte comando para ouvirmos em formato FLAC.

$ ogg123 11\ -\ Orinoco\ Flow.flac

Audio Device:   Advanced Linux Sound Architecture (ALSA) output

Playing: 11 – Orinoco Flow.flac
FLAC stream: 16 bits, 2 channel, 44100 Hz
Album: The Haunting Sound of Pan Pipes
Artist: Pan Pipes
Composer:
Date: 1997
Description:
Discnumber: 1
Genre: Misc
ReplayGain (Album): +2.12 dB
ReplayGain Peak (Album): 0.77737427
Replaygain_reference_loudness: 89.0 dB
ReplayGain (Track): +2.12 dB
ReplayGain Peak (Track): 0.77737427
Title: Orinoco Flow
Tracknum: 11
Track number: 11

O que na consola fica algo como a imagem abaixo…
Como é óbvio podemos usar qualquer programa livre, um player, para escutar-mos no computador as nossas músicas, eu em ambiente gráfico e apenas para verificar costumo usar o Audacious.

ogg-vorbis2

3º depois de verificar que tudo ficou bem, que o ficheiro FLAC está porreiro, partimos para a conversão.
Existem n ferramentas como já o escrevi, eu prefiro-as usar no Terminal.

Para converter FLAC em Ogg Vorbis, é tão simples como efectuar o seguinte comando.

$oggenc -q 5 *

este comando converterá todas as músicas/ficheiros que estão nessa directoria, sejam eles WAV ou FLAC para o formato Ogg Vorbis com a Qualidade 5, algo como um bitrate de 160Kbs VBR

$ ogginfo 11\ -\ Orinoco\ Flow.ogg
Processing file “11 – Orinoco Flow.ogg”…

New logical stream (#1, serial: 1b75d505): type vorbis
Vorbis headers parsed for stream 1, information follows…
Version: 0
Vendor: Xiph.Org libVorbis I 20070622
Channels: 2
Rate: 44100

Nominal bitrate: 160.000000 kb/s
Upper bitrate not set
Lower bitrate not set
User comments section follows…
ALBUM=The Haunting Sound of Pan Pipes
ARTIST=Pan Pipes
COMPOSER=
DATE=1997
DESCRIPTION=
DISCNUMBER=1
GENRE=Misc
REPLAYGAIN_ALBUM_GAIN=+2.12 dB
REPLAYGAIN_ALBUM_PEAK=0.77737427
REPLAYGAIN_REFERENCE_LOUDNESS=89.0 dB
REPLAYGAIN_TRACK_GAIN=+2.12 dB
REPLAYGAIN_TRACK_PEAK=0.77737427
TITLE=Orinoco Flow
TRACKNUM=11
TRACKNUMBER=11
Vorbis stream 1:
Total data length: 3989049 bytes
Playback length: 3m:44.706s
Average bitrate: 142.018003 kb/s
Logical stream 1 ended

Se pretender-mos algo mais complicado e mais complexo podemos usar a opção –advanced-encode-option, embora para o normal uso chega e sobra o que efectuei acima.

Aqui têm uma tabela do que os diversos números do parâmetro q querem dizer e o que produzem

Para q 5 obtemos algo como -q 5 VBR target (kbit/s) ~160 VBR range (kbit/s) ~160 – ~192 ChannelCoupling point/lossless

Podemos ainda usar a versão optimizada do codec Vorbis a aoTuV, embora eu nunca a use, aqui têm como usá-la em formato pdf e aqui

Agora em relação ao formato que não se deve de usar mas que muitas vezes somos obrigados a isso, o mp3, óbviamente usamos o LAME, que é um codec livre e o melhor que existe para mp3, batendo mesmo o dos criadores do mp3.

O LAME tem centenas de opções, mas geralmente opto pelos preset….

$lame –preset help

o que nos mostra entre outras coisas:

For example:

“–preset fast standard <input file> <output file>”
or “–preset cbr 192 <input file> <output file>”
or “–preset 172 <input file> <output file>”
or “–preset extreme <input file> <output file>”

A few aliases are available for ABR mode:
phone => 16kbps/mono        phon+/lw/mw-eu/sw => 24kbps/mono
mw-us => 40kbps/mono        voice => 56kbps/mono
fm/radio/tape => 112kbps    hifi => 160kbps
cd => 192kbps               studio => 256kbps

Para CBR «Constant Bitrate»

fixed bit rate jstereo 128 kbps encoding:
% lame sample.wav sample.mp3

fixed bit rate jstereo 128 kbps encoding, higher quality: (recommended)
% lame -h sample.wav sample.mp3

Fast encode, low quality (no noise shaping)
% lame -f sample.wav sample.mp3

Para VBR «Variable Bitrate»
Variable Bitrate (VBR): (use -V n to adjust quality/filesize)
% lame -V2 sample.wav sample.mp3

Para não complicar muito, geralmente uso algo como o seguinte se o ficheiro que ripamos estiver em wav, se estiver em FLAC
o mais fácil é mesmo usar o SoundKonverter

$lame –preset extreme imput.wav output.mp3

ogg-vorbis3

E pronto é só isto, pode ser que um dia destes me apeteça complicar um bocadito mais :)

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Música: Bach and Telemann – Sonatas, Preludes and Fantasias by Voices of Music

Bach and Telemann – Sonatas, Preludes and Fantasias by Voices of Music

Stream Ogg Vorbis

http://www.rastanley.com/img/freestuff/156-3.jpg

Sons, muitos sons e livres!

dsc02157_1

Como mencionei na entrada anterior, durante as recentes férias que tive, estive no Oceanário de Lisboa, uma das coisas que me agradaram lá para além do ambiente visual, foi também o ambiente sonoro.

Procurei na web para ver se havia algum projecto livre com sons da natureza e de outros tipos e encontrei o muito bom The Freesound Project, tem lá muitos sons e felizmente em formatos livres como o Ogg Vorbis e FLAC bem como outros, usando ainda licenças Creative Commons.

Procurava por sons do mar, e lá existem uma variedade deste tipo de sons…. que são LIVRES ;)

Eis um exemplo, BeachBehindChrysalis.wav

Description by George Macklin The recording was made during a vacation to Hopetown located on Elbow Key in the Bahamas. This audio clip is an exterior field recording of the ocean at roughly 26.517393, -76.969013 during the mid afternoon. The audio was captured using a Sony MZ-N707 mini disc recorder along with Sound Professionals SP-TFB-2 binaural microphones. From this point the audio was transferred using a Yamaha 01V96V2 Digital Mixer, Mbox 2 Pro, and Pro Tools. There is some slight distortion and clipping due to excess wind.

Creative Commons License This work is licensed under a Creative Commons Sampling Plus 1.0 License.

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Divas do Metal Sinfónico – Anette Olzon – Nightwish

http://media.hd.se/2007/09/16/253257/large/st_annette_olzon_7.jpg
Anette Olzon – Wikipedia, the free encyclopedia

Anette Olzon (born June 21, 1971) is a Swedish singer who is the frontwoman of
Finnish power metal band Nightwish since February 2007.[1] Olzon was
formerly the vocalist in the Swedish AOR band Alyson Avenue.

http://www.nightwish.com/images/news/promo-anette.jpg

http://rockblogazzurro.files.wordpress.com/2007/11/annette_olson.jpg?w=468

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