Pacheco Pereira sobre o implante de chips em humanos

Logo para acordar, resolvi dar uma olhada ao que havia de novo na blogosfera, usando para tal o big brother da web, o suposto “do no evil”, Google Reader, acabei por encontrar um post no Abrupto, o blog de J.Pacheco Pereira, que me deixou algo admirado.

O dr. Pacheco Pereira de uma maneira calma mas incisiva manifesta-se contra os implantes de chips em humanos, tal como eu e muitos por esse mundo fora temos vindo a chamar à atenção para o que o futuro nos reserva, um estado securitário, onde seremos totalmente vigiados e controlados através desses mesmos chips.

Tal como o dr. Pacheco Pereira afirma tudo “Começará como é costume, por um princípio de necessidade, depois de facilidade.”, para por fim acabar-mos “No século XX muitos humanos estiveram já marcados, como o gado, nos campos de concentração.”

Não sei é se o dr. Pacheco Pereira se apercebeu que ele contribui para que tal venha a acontecer quando passa a vida a dizer que vem lá o lobo, no que ao terrorismo concerne, quando na realidade grande parte do terrorismo, talvez mesmo a grande maioria, é terrorismo de estado, através de grupos criados artificialmente com vista a isso mesmo, criar um estado securitário usando para tal o medo e os media, através da Operação Mockingbird.

Um exemplo já clássico são as operações “False Flag” da CIA e NATO, Operação Gladio, Operação Northwoods, Operação Ajax, Gulf of Tonkin etc etc.

“We now turn to a structural analysis of modern false-flag terrorism of the type that is commonly sponsored by factions or networks embedded in the secret intelligence agencies of modern states. This discussion draws on the work of Andreas von Bülow, Gerard Wisnewski, Gianfranco Sanguinetti, and on my own research on the Moro assassination, the Red Brigades, and Italian terrorism in general.

“I’m just a patsy.”
Lee Harvey Oswald,
November 1963

The real authorship of state sponsored terrorism is to be successfully concealed, then a collection of scapegoats is the first ingredient required. These may be defined as the patsies, or alternatively as fall-guys, scapegoats, useful idiots, or dupes. It is necessary that they be of low mental ability and great gullibility, since their mission is to be part of false-flag groups which pretend to be working for a cause, such as the restoration of the caliphate, while in reality they are under the control of a private network inside the US government. It is vital for the terrorist controllers that the patsies not realize that this or that comrade in arms is actually a double agent, a provocateur working for the parallel CIA or some other complicit agency, or which more will be said later.
The best candidates for the patsy role are psychotics, psychopaths, or sociopaths. They may be fanatics bursting with criminal energy and criminal intent, or they may be pathetic ideologues and naifs. Frequently they are also misfits, bunglers, and generally maladroit in what they undertake.
According to research sponsored in 1999 by the Library of Congress, in a 1972 study “psychologist B.J. Berkowitz described six psychological types who would be most likely to threaten or try to use WMD: paranoids, paranoid schizophrenics, borderline
mental defectives, schizophrenic types, passive-aggressive personality types, and sociopath personalities. He considered sociopaths the most likely actually to use WMD.
Nuclear terrorism expert Jessica Stern disagreed. She believed that “Schizophrenics and sociopaths, for example, may want to commit acts of mass destruction, but they are less likely than others to succeed.” She pointed out that large-scale dissemination of chemical, biological, or radiological agents requires a group effort, but that “Schizophrenics, in particular, often have difficulty functioning in groups….” (Hudson)”

in 9/11 SYNTHETIC TERRORISM MADE IN USA
By Webster Griffin Tarpley

Como treinar esquadrões da morte e esmagar revoluções empregando terroristas e ainda fazendo com que a polulação aprecie

Foi colocado no site Wikileaks, dia 15 de Junho 2008, o manual “Foreign Internal Defense Tactics Techniques and Procedures for Special Forces (1994, 2004)”, que é o manual oficial da doctrina das forças especiais dos EUA, para a “Foreign Internal Defense”.

Para quem continua a achar que elementos da administração dos EUA seriam incapazes de levar a cabo ataques terroristas no seu próprio país, como a história mal contada dos atentados de 11 Setembro de 2001, tem pois aqui, mais um excelente motivo para começar a duvidar do que os media lhe impingem a toda a hora.

É só mais uma achega aos já conhecidos ataques e às operações “false flag” usadas ou planeadas por elementos de anteriores administrações, ou ainda pelos atentados terroristas que varreram a Europa, através da Operação Gladio da NATO.

Foreign internal defense – Wikipedia, the free encyclopedia

Foreign internal defense (FID) is used by a number of Western militaries, explicitly by the United States but sharing ideas with countries including France and the United Kingdom, to describe an approach to combating actual or threatened insurgency in a foreign state called the Host Nation (HN). The term counter-insurgency is more commonly used worldwide than FID. The United States, and even NATO, cannot control all insurgencies. Fortunately, regional powers such as Nigeria and Brazil, as well as organizations such as the African Union (AU) and the Association of Southeast Asian Nations (ASEAN), have shown an increased willingness to take some responsibility for containing turmoil in their regions. Consider, for example, the deployment of AU troops in the Darfur region of Sudan and ECOMOG in Sierra Leone. But as Darfur has also demonstrated, regional troops can mobilize only if they have adequate logistical and transport capabilities”, provided by US airlift to Darfur[1] and UK in Sierra Leone (i.e., Operation Barras).

How to train death squads and quash revolutions from San Salvador to Iraq – Wikileaks

The manual directly advocates training paramilitaries, pervasive surveillance, censorship, press control and restrictions on labor unions & political parties. It directly advocates warrantless searches, detainment without charge and (under varying circumstances) the suspension of habeas corpus. It directly advocates employing terrorists or prosecuting individuals for terrorism who are not terrorists, running false flag operations and concealing human rights abuses from journalists. And it repeatedly advocates the use of subterfuge and “psychological operations” (propaganda) to make these and other “population & resource control” measures more palatable.

The content has been particularly informed by the long United States involvement in El Salvador

Porque não atacam os supostos terroristas quem exerce as políticas que eles dizem abominar?

Depois de muito ler sobre os diversos atentados que ocorreram e ocorrem um pouco por todo o mundo, entre os quais os mais visíveis, 11 Setembro 2001 nos EUA, 11 Março 2004 em Espanha e ainda os de 7 Julho 2005 em Londres, nos quais as vítimas são inocentes e vítimas das mesmas políticas e acções que próprios terroristas se queixam, porque razão não atacam eles quem decide essas políticas e quem na realidade as implementa?

Por diversas vezes e com dias e horas marcadas, os poderosos de todo o mundo se juntam para decidir sobre as vidas de todo um planeta, como é o caso do encontro do grupo Bilderberg, que ocorre durante este fim de semana, porque razão nunca existem atentados ou tentativas nestes encontros?

De tudo o que li e o que a história nos ensina com o terrorismo de estado (Operação Gladio da Nato, Operação Northwoods, etc), existe uma única razão, os grupos de terrorismo como a Al-Qaeda, não passam de operacionais da Nova (Des)Ordem Mundial, criados e patrocinados para levarem a cabo campanhas de terror (“False Flag Operations”) contra inocentes.

Se assim não fosse porque razão não são efectuados atentados nesses encontros, onde se reúne a elite mundial?

Alex Jones’ Infowars: There’s a war on for your mind!

U.S. Corporate Media Blackout On Bilderberg Meeting

Paul Joseph Watson
Prison Planet
Saturday, June 7, 2008

Ben Bernanke, Condoleezza Rice, Barack Obama and Hillary Clinton amongst a host of other global power brokers have all convened in Chantilly Virginia to secretly discuss the future of the world – yet not one mainstream U.S. corporate media outlet has uttered a single word about the 2008 Bilderberg conference.

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