GNU/Linux usa menos energia do que o m$-window$ 2008 no mesmo hardware

Segundo um estudo divulgado no site NetworkWorld, testes independentes revelam que a distro Red Hat, gasta menos 12% de recursos energéticos que o m$-window$ 2008, em hardware idêntico.

O GNU/Linux, na sua variante Red Hat é o mais “verde”, ou seja o mais amigo do ambiente, dos Sistemas Operativos em causa.

Linux captures the ‘green’ flag, beats Windows 2008 power-saving measures – Network World

For this test, we examined power consumption as a way to judge whether Windows Server 2008 or Linux is, in fact, the ‘greener’ operating system. As the price of power hits record heights, power reduction mechanisms shipping within an operating system should play a key role in you energy conservation plan.

Our tests point to Linux as the winner of the green flag by margins that topped out at 12%. But we must note that our results are full of stipulations imposed by our test bed, and as the more truthful car advertisements might warn — your wattage may vary.

Ainda existem Republicanos no Congresso dos EUA que pensam pela própria cabeça

A senadora Karen S. Johnson, do congresso dos EUA, neste dia 10 de Junho de 2008, Dia de Portugal e das Comunidades, prepara-se para fazer um discurso que será de alguma forma histórico, uma vez que irá fazer afirmações que muito poucos ousam sequer pensar, especialmente os políticos e agentes dos media.

A Senadora Johnson, irá discursar sobre o falhanço da administração norte-americana, na averiguação dos atentados do 11 de Setembro de 2001 e sobre o total falhanço da defesa naquele dia.

Segundo ela, já passaram mais de 7 anos sem que uma investigação digna desse nome tivesse sido levada a cabo, num momento que cada vez mais FACTOS contradizem a “verdade oficial”, destruindo por completo o estudo da Comissão criada para o efeito, Johnson acha que chegou o momento de se exigir da administração uma investigação credível dos factos ocorridos naquele fatídico dia.

Mais de $340M são gastos por dia a alimentar guerras, como as do Afeganistão e Iraque, tendo por base uma história que de verdade apenas tem a demolição das torres, de uma fachada do Pentágono e da queda de 4 aviões, bem como milhares de vítimas inocentes.

Ambas as guerras têm a sua génese nos atentados, ou melhor, na versão dos acontecimentos que nos foram inculcados pelos media, fantoches da administração norte-americana e não só.

Ambas as guerras são ilegais, na do Afeganistão começaram os seus preparativos meses antes dos ataques, o que nos leva a supôr duas coisas, ou a administração sabia que iam ocorrer (o que lhes daria a desculpa mais credível), ou de qualquer forma iriam invadir o Afeganistão, sendo que a razão seria a defesa do famoso pipeline da UNOCAL.

A invasão do Afeganistão foi levada a cabo pela NATO, e aí se levanta mais uma dúvida, que provas foram apresentadas aos diversos países que compôem a NATO?
Esta questão é extremamente pertinente, uma vez que a NATO só pode intervir se um estado tiver sido atacado do exterior, cada vez mais se vai concluindo com base nas diversas investigações que o 11Set2001 teve a sua génese no interior dos EUA, ou pelo menos com a cumplicidade de altos cargos das Forças Armadas, Indústria do Armamento e de responsáveis da Administração.

“The European NATO partners were confronted with the need to evaluate the US version
of 9/11 in a very direct way: immediately after 9/11, the Bush regime demanded the
activation of Article Five of the North Atlantic Pact
, calling upon member states to assist
the United States in warding off an attack from abroad. The US, however, had never
offered any proof that the 9/11 attacks had indeed come from outside of its own borders.

Under the shock of the 9/11 events, and fearing the retribution of a crazed regime that
was announcing its determination to “end states,” the European allies approved the
resolution unanimously, even though no proof had been provided. One who objected to
this procedure was Helmut Schmidt, the former Chancellor and Defense Minister of
Germany for the Social Democratic Party, Several months after the vote, Schmidt
reiterated that the European acquiescence had been a mistake. “For that article to be put
into action, proof had to be delivered that the Sept. 11 terror attacks came from abroad.
That proof has still not been provided,”
Schmidt. (N-TV, December 10, 2001; EIR,
December 13, 2001)”

FONTE: 9/11 SYNTHETIC TERRORISM MADE IN USA, By Webster Griffin Tarpley

No caso da invasão do Iraque, mais uma vez a mentira foi rainha, a desculpa desta vez para além da mentira de que o ditador do Iraque teria ligações com a Al-Qaeda, foi também a da existência de WMD -armas de detruição massiva-, que mais uma vez se veio a provar totalmente falsa, o General Collin Powell mentiu descaradamente e sem qualquer pudor perante as Nações Unidas.
Mais uma vez não ouve uma única prova concreta que justificasse a invasão de um país soberano, aliás como um dos senhores da Cimeira das Lajes afirma.

Iraque/5 anos depois: Durão Barroso, o anfitrião da Cimeira das Lajes – RTP Notícias

Três anos depois, Durão Barroso declarou ter agido com base em informações que “não foram confirmadas: que havia armas de destruição maciça” no Iraque.

Iraque/5 anos depois: Durão Barroso, o anfitrião da Cimeira das Lajes – RTP Notícias

De acordo com o New York Times, Bush informou Blair em Janeiro de 2003 que estava decidido a invadir o Iraque mesmo sem uma resolução da ONU e sem que alguma arma de destruição maciça tivesse sido encontrada.

O jornal cita um memorando secreto britânico sobre um encontro dos dois políticos a 31 de Janeiro na Casa Branca, revelando que Bush e Blair constataram que nenhuma arma de destruição maciça tinha sido encontrada no Iraque pelos inspectores da ONU e que o presidente norte-americano referiu a possibilidade de provocar um confronto sacrificando, por exemplo, um avião de vigilância norte-americano pintado com as cores da ONU.

Como se tanta destruição não bastasse, e continuando a fantasia da “guerra contra o terror”, que não passa de mais uma mentira, o mundo dos media começa a lavar a cabeça ao povinho para a próxima guerra, a destruição de mais um estado soberano, desta vez possívelmente com o recurso a armas nucleares tácticas.

Planned US Israeli Attack on Iran: Will there be a War against Iran?

The media has failed to cover the history of US war preparations directed against Iran. News coverage of US sponsored war preparations in relation to Iran started to surface in early 2007 in scanty press reports.

Although confirmed by official military documents and reports, public opinion has largely been kept in the dark and misinformed on these war preparations.

A war on Iran has been envisaged since the mid-1990s as part of a strategic “sequencing” of theater operations. During the Clinton administration, US Central Command (USCENTCOM) had formulated “in war theater plans” to invade first Iraq and then Iran:

“The broad national security interests and objectives expressed in the President’s National Security Strategy (NSS) and the Chairman’s National Military Strategy (NMS) form the foundation of the United States Central Command’s theater strategy. The NSS directs implementation of a strategy of dual containment of the rogue states of Iraq and Iran as long as those states pose a threat to U.S. interests, to other states in the region, and to their own citizens. Dual containment is designed to maintain the balance of power in the region without depending on either Iraq or Iran. USCENTCOM’s theater strategy is interest-based and threat-focused. The purpose of U.S. engagement, as espoused in the NSS, is to protect the United States’ vital interest in the region – uninterrupted, secure U.S./Allied access to Gulf oil.”

(USCENTCOM, http://www.milnet.com/milnet/pentagon/centcom/chap1/stratgic.htm#USPolicy , emphasis added)

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