O livro que Sócrates deveria ler «Opening Up Education»

Existem diversos acordos entre universidades dos EUA e nossas, assinados pelo ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, um dos quais foi celebrado com a prestigiado MIT «Massachusetts Institute of Technology».

Entre a muita informação disponível de forma aberta e gratuita, nomeadamente os seus cursos abertos e online, encontra-se um livro que os diversos intervenientes no Ensino e nos meios de decisão governamentais e políticos deveriam ler antes de tomarem decisões como as de ontem que colocam em causa o desenvolvimento do nosso País, trata-se de “Opening Up Education The Collective Advancement of Education through Open Technology, Open Content, and Open Knowledge. Edited by Toru Iiyoshi and M. S. Vijay Kumar Foreword by John Seely Brown

O site português de promoção de um Ensino Livre, Software livre no ensino, descreve-o do seguinte modo:

Software livre no ensino

Pelas mãos de Toru Liyoshi, director do “Knowledge Media Lab” da Fundação Carnegie e M. S. Vijay Kumar, director do Gabinete para a Inovação e Tecnologia na Educação do MIT, chega-nos um livro com uma compilação de estudos sobre tecnologia aberta, conteúdos abertos, e conhecimento aberto. O livro é entitulado: “Opening Up Education: The Collective Advancemente of Education through Open Technology, Open Content, and Open Knowledge”


Para dar uma melhor ideia do que poderá encontrar neste livro deixamos aqui os títulos de cada capítulo:

Section I: Open Educational Technology

Section II: Open Educational Content

Section III: Open Educational Knowledge

{Via Ensino Livre}

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Porque desconfio sempre dos protocolos, memorandos e quejandos assinados pelos governos e politicos portugueses

Acabo de receber um mail que a ser verdade o que afirma, e não tenho motivos para duvidar uma vez que alguns dos pontos sei que são verdade, mostra bem a quem estamos entregues, uma cambada de lambe botas que o compadrio nas mais diversas esferas especialmente as políticas e governamentais levam a carreiras milionárias e a tomadas de decisões que apenas os beneficiam e às empresas que depois dos favores os contratam.

Assim se compreendem melhor os protocolos e memorandos de entendimento e cooperações que este e outros governos assinam com microsoft’s e outras empresas, sem qualquer escrutínio, sem qualquer real avaliação, sem qualquer concurso público.


É a isto que chamam “lobby”?
Eu chamaria de CORRUPÇÃO!.

PARA QUE A
PLEBE SAIBA:

Fernando
Nogueira:
Antes -Ministro da
Presidência, Justiça e Defesa
Agora – Presidente do BCP Angola


José de
Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos
Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de
Negócios (BPN)

Rui Machete:
Antes –
Ministro dos Assuntos Sociais
Agora – Presidente do Conselho Superior do
BPN; Presidente do Conselho Executivo da
FLAD

Armando
Vara:
Antes – Ministro adjunto do Primeiro Ministro

Agora –
Vice-Presidente do BCP

Paulo Teixeira Pinto:
Antes
– Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros

Agora –
Presidente do BCP (Ex. – Depois de 3 anos de ‘trabalho’,

Saiu com
10 milhões de indemnização!!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até
morrer…)

António Vitorino:
Antes
-Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional;
Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta – (e ainda umas
‘patacas’ como comentador RTP)

Celeste Cardona:
Antes –
Ministra da Justiça
Agora – Vogal do CA da CGD


José
Silveira Godinho:
Antes – Secretário de Estado das
Finanças
Agora
– Administrador do BES

João de Deus Pinheiro:

Antes – Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora – Vogal do CA do
Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes –
Secretário de Estado da Construção e
Habitação
Agora –
Vogal do CA do BES

Ferreira do Amaral:
Antes –
Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a
jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)

Agora –
Presidente da Lusoponte, com quem se tem de
renegociar o contrato.

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Formato aberto ODF cada vez mais usado por governos de todo o mundo

O ODF, o formato aberto de ficheiros usado no Openoffice.org e em diverso software, como o Koffice, google docs entre outros, vai de vento em popa, cada vez mais governos por esse mundo fora o usam e recomendam como padrão.

Uma lista mais completa aqui.

E Portugal, que faz este país, ou melhor quem nos desgoverna?
Assinam protocolos e acordos com os mesmos que tudo têm feito para destruir o ODF bem como as entidades de certificações internacionais.

Mas não é só no ODF que este governo de Sócrates deixa muito a desejar, tudo o que tenha em vista a Interoperabilidade entre arquitecturas e sistemas é colocado de lado, veja-se o exemplo quer do site de Portugal na Expo2008 que usa toda a tecnologia da microsoft, incluindo o m$-silverlight quer o do Plano Tecnológico (que a Paula Simões chama à atenção), onde também é necessário este plugin (silverlight) da microsoft que ninguém usa e que está cheio de problemas relacionados com patentes e outros.

Tectonic » Momentum behind ODF in government grows

To date at least 15 national governments, including countries such as South Africa, Brazil, and Italy, have adopted ODF as a government standard according to the ODF Alliance. And earlier this week Sweden national standards body approved ODF as a national standard in that country.

Tectonic » Momentum behind ODF in government grows

Those national governments that have already adopted ODF formally as a government standard include:

– Belgium, in which government agencies are required to be able to access documents in ODF format;
– Brazil, where agencies are required to incorporate formats including ODF into new information systems;
– Croatia, in which agencies are required to provide documents on public websites in formats including ODF, PDF and HTML;
– Denmark, where it is required of agencies to be able to accept documents in ODF and OOXML formats;
– France, where agencies are required to be able to accept documents in ODF format and are encouraged to install OpenOffice.org;
– Malaysia, which already has a roadmap for implementing ODF in government;
– Russia, which has a government-wide plan for supporting ODF in its e-government framework;
– South Africa, which has adopted ODF as part of the minimum interoperability standards;
– Switzerland, where agencies are required to use one of ODF, PDF or OOXML for exchanging documents with citizens or other agencies; and
– Uruguay, which officially recommends ODF for government documents.

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Demissões no organismo de standards Norueguês

Segundo artigo da ars technica, das 23 pessoas que compôem o Organismo de Padrões Norueguês, 13 ter-se-ão demitido em virtude das trapalhadas, irregularidades e aldrabices corruptas levadas a cabo pela micro$oft na aprovação fraudolenta do seu m$-ooxml na ISO.

Uma carta de demissão tornada pública pelo The Inquirer acusa o Organismo de se submeter e aceitar as pressões da micro$oft, violando os sues próprios estatutos e ignorando as análises do comité técnico que tinha como missão avaliar o formato m$-ooxml.

Mais uma vez pergunto que futuro poderá ter Portugal nesta área quando estamos mais uma vez e desde ontem aprisionados a uma empresa que não respeita regras nenhumas, que não segue padrões e que os destrói e que tudo faz incluindo através de corrupção para aprovar tudo o que é seu e que não permite Interoperabilidade entre sistemas e entre concorrentes.

Norway ISO members walk out over OOXML – The INQUIRER

“By participating in a further work in Standard Norway will we lose our professional credibility,” said Arne S. Nielsen.

Therefore, we have chosen to leave the committee.

We end our work with Standard Norway because:

* The administration of Standard Norway trust 37 identical letters from Microsoft partners more than their own technical committee.

* The process within Standard Norway has been unpredictable and the administration has changed the rules along the way.

* Standard Norway and ISO have committed a series of violations of their own rules and other irregularities in the OOXML process.

“Standard Norway has overruled hundreds of thousands of users in the public and private sectors”, says Martin Bekkelund.

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Estará Portugal sujeito a processos da UE em virtude das negociatas com a micro$oft?

Aacabo de ler uma interessante entrada do blog do Paulo Vilela sobre Interoperabilidade e Padrões Abertos o que me levou à seguinte questão para a qual não tenho resposta:

Poderá Portugal em virtude da sua dependência da micro$oft e dos pseudo-acordos aprovados hoje, vir a ser processada pela UE por não cumprir os critérios que a comissária Neelie Kroes defende para a competição e Interoperabilidade?

Abre-te Software: Being open about standards

E é por isso que a Comissão se comprometeu a que:

* Para todos os futuros desenvolvimentos e processos de compra de Tecnologias de informação , a Comissão deve promover a utilização de produtossuportem normas abertas beo, bem documentadas. A interoperabilidade é uma questão crítica para a Comissão, e a utilização de normas abertas bem estabelecidas é um factor essencial para alcançar e apoiá-la.

E com todo este folclore e propaganda o primeiro-ministro Sócrates até se esquece dos compromissos que tomou como por exemplo os que estão escritos no site Software Livre na Administração Pública:

Software Livre Portugal – Software Livre na AP

Software Livre na AP

Este local é um repositório de conhecimento em software livre (Open Source Software – OSS) das entidades do Estado Português e destina-se a ser um ponto de encontro e troca de experiências entre todos aqueles que, ao serviço do Estado, o utilizam. Deste contributo resulta uma mais-valia incalculável para quem pretende vir a utilizá-lo.

Esta iniciativa surge no âmbito dos trabalhos de coordenação da utilização de tecnologias de informação na Administração Pública que são assegurados pela Comissão Intersectorial de Tecnologias de Informação para a Administração Pública (CITIAP) que reúne representantes das Entidades de Coordenação Sectorial (ECS) e é presidida pelo Instituto de Informática (II).

As entidades promotoras foram o Instituto Nacional de Estatística, o Centro de Informática do Exército, a Secretaria Geral do Ministério da Educação, a Secretaria Geral do Ministério da Cultura e o Instituto de Informática.

O Software Livre é, na verdade, o início de uma mudança fundamental na infra-estrutura de software:

* A iniciativa da Comissão Europeia eEurope 2005: An Information Society for all é suportada num Plano de Acção (de Junho de 2002). Uma dos seus tópicos é dedicado ao Software Livre, e nele é assumido que a Comissão Europeia e os Estados Membros promoverão uma maior utilização de software livre no sector público;
* Através da Resolução da Assembleia da República n.º 66/2004 é recomendado ao Governo a tomada de medidas com vista ao desenvolvimento do software livre em Portugal.

* Mais recentemente, o capítulo I do Programa do XVII Governo Constitucional, no seu ponto II – UM PLANO TECNOLÓGICO PARA UMA AGENDA DE CRESCIMENTO, enuncia como uma das medidas de Mobilização de Portugal para a Sociedade da Informação, a promoção de sistemas operativos não proprietários open source sempre que apropriado.