Eleições no Brasil com recurso a GNU/Linux

As recentes eleições no Brasil recorreram tal como já havia escrito neste blog a urnas electrónicas que correm o sistema operativo GNU/Linux.

Segundo a BBC os 120 milhões de votantes usaram-nas, no Brasil o voto é obrigatório, e parece que tudo funcionou como seria de esperar, as 450000 urnas electrónicas portaram-se bem, tendo tudo ficado resolvido em 24horas.

Mais discussão sobre o tema no Slashdot.

Para quem queira ver como as máquinas funcionam podem votar num simulador online.

via wikipedia

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Acedendo ao servidor caseiro com IP Dinâmico – ddclient

A distribuição de GNU/Linux Debian possui um site sobre software e dicas, o Debian Package of the Day.

Hoje é o ddclient, ou como ter acesso a um servidor caseiro apesar de só ter-mos um IP dinâmico.

Debian Package of the Day » Blog Archive » ddclient: getting access to home servers despite having a dynamic IP

Most likely your ISP gives you a dynamic IP address. This problem can be solved by getting a static DNS name, so you can connect to your home even if your IP keeps changing. First of all you have to create an account with your favourite dyndns provider. I use dyndns.org but there are others, such as easydns.com, dslreports.com or zoneedit.com. You can use others if you know ddclient supports its protocol.

Dilbert no seu melhor :)

Para descontrair nada melhor que uma tira de dilbert….

via Dilbert

E são estes os pais do classmate Magalhães? Condenados e arguidos

Porque é que o Estado Português tem tanta tendência a fazer negócios com entidades e pessoas muito pouco credíveis?

Antitrust Case Filings

United States v. Microsoft Current Case

Links para outros processos nos EUA

“The European Union Microsoft competition case is a case brought by the European Commission of the European Union (EU) against Microsoft for abuse of its dominant position in the market (according to competition law).”



A Microsoft tem estado envolvida em diversos processos.

via wikipedia

E por fim a cereja em cima do bolo, JP Sá Couto e o seu administrador, João Paulo Sá Couto, “é indiciada de crimes de fraude e fuga ao IVA num processo que
lesou o Estado em mais de cinco milhões de euros. O caso remonta
a 2005, altura em que veio a público, e diz respeito a factos
ocorridos entre 1998 e 2001, avança hoje a
Rádio Renascença (…)”.

Porreiro PÁ!

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