Atalhos de teclas (shortcuts) para o Gmail

Esta coisa do point and click é um bocado perda de tempo, como tal aqui ficam uns atalhos para as diversas funções do Gmail, bem como do google reader.

Gmail

Entrevista do ditador benevolente sobre o seu blog

O Finlandês criador do Kernel Linux, Linus Torvalds, deu recentemente uma entrevista à linuxworld sobre o seu novo blog, Linus’ blog.

Se quiserem saber um pouco mais sobre este engenheiro que a brincar criou um kernel que hoje está presente em sistemas operativos que correm desde telemóveis até supercomputadores, passem por lá!

É interessante de notar as preocupações e o que levou Linus a experimentar blogar…

https://i0.wp.com/lwn.net/images/conf/ols+ks2005/linus-fun.jpgvia Lwn

LinuxWorld | Torvalds talks about his brand new blog

What prompted the decision to finally blog?

I set it up as a trial, and to perhaps eventually really turn it into a family thing, but I’m not sure we’ll actually ever post pictures of the kids (privacy etc), and I’ll have to see if there’s much point to it as an outlet for any “random crud” that I wouldn’t post to the kernel or git mailing lists because it’s just off topic.

Mais pérolas do agente micro$oft – Miguel Icaza

Esta criatura, que admito muito inteligente, e que já nos tinha trazido outras pérolas, continua a ser o melhor ativo da micro$oft no médio e longo prazo.

É uma espécie de vendedor de droga, um verdadeiro drug dealer, mas aqui a droga e o vício são o m$-mono, há que viciar o maior número de utilizadores, programadores e sistemas com ele, depois o resto já se conhece, é o habitual EEE (Embrace, Extend, Extinguish)

Nesta entrevista ao Desktoplinux mostra porque a novell e a micro$oft tanto gostam dele, afinal serve na perfeição as suas tácticas sujas.

Sublinho esta pérola sobre o m$-mono e linguagens, entre outras:

Basically, when we started Mono, we wanted to write software more effectively. We had some painful experiences with C and C++, and when Microsoft came out with .NET, we said, “Yes! That is what we want.”

Eh pá se era isso que ele queria deveria ter ido programar para outro lado, para lá teria sido boa ideia, aliás ele até tentou, mas segundo a história, devido a problemas de green card teve de abandonar esse sonho.
Mas terá mesmo abandonado, acho que afinal sempre foi contratado, mas como agente infiltrado.

deixa cá ver:

C – é a base de todos os sistemas operativos e especialmente do UNIX, BSD’s e unix-like como o Linux, foi para o fazer que foi criada nos laboratórios da Bell por Dennis Ritchie.

C++ – apesar do linus também não gostar dela, dá-nos algo muito superior ao gnome, o KDE especialmente o kde4

.net/not – já tinhamos o java

JVM não é só Java…ao contrário do que os defensores do .net afirmam

Mas há muito mais pérolas nessa entrevista, aconselho uma leitura atenta.

via KDE

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Wiki com substitutos open source do m$-exchange

Já me havia questionado no blog sobre a possibilidade de substituir o m$-exchange por Software Livre ou pelo menos Open Source.

Hoje deixo aqui um Wiki com diversas alternativas, entre as quais:



Fará algum sentido não ter o OpenOffice na versão ms-windows do classmate Magalhães?

Estive a ler a entrevista ao TEK do coordenador mundial do desenvolvimento do OpenOffice, Louis Suárez-Potts, e apercebi-me que o classmate magalhães só irá ter o OpenOffice na partição GNU/Linux.

Isto fará algum sentido, uma vez que ele corre nativamente nos dois sistemas operativos?

Creio que não faz qualquer sentido, para mais quando o OpenOffice usa um formato aberto e padronizado internacionalmente, cada vez mais adoptado por governos de todo o mundo e que permite a estes comunicar com os seus cidadãos sem os obrigar a adquirir o software da empresa A, B ou C e para mais a versão do ms-office que está instalada na partição ms-windows usa o formato não padronizado e antigo, o conhecido *.doc.

Na minha opinião esta situação é mais uma afirmação de que a microsoft Portugal faz o que quer neste país, e este governo como os outros que por lá têm passado está-se nas tintas para a INTEROPERABILIDADE e não cumpre minimamente com as recomendações da UE, a não utilização do OpenOffice na partição ms-windows serve apenas para continuar a alimentar a dependência microsoft dos utilizadores, empresas e serviços do estado.

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