Viciado em Fringe

https://i2.wp.com/www.fringetvseries.com/wp-content/gallery/anna-norv-picture-gallery/anna-torv-fringe7.jpg

Acabo de ver o 4º episódio da série Fringe, altamente viciante, creio mesmo que até mais viciante que os X-Files.

O mais interessante é que algumas das experiências e ideias da série são quase de certeza baseadas em muitas das experiências loucas da CIA, como os projectos MKULTRA, Bluebird mais tarde renomeado para Artichoke e quem sabe se não se pode comparar a Massive Dynamics da série à real RAND Corporation entre outras.

Já escrevi sobre o tema e sobre um documentário da National Geographic acerca desta temática que está online no Google Video.

Outro documentário interessante a ver e que de alguma forma deve também ter servido de inspiração para a série, são a série de documentários do inglês Adam Curtis, nomeadamente o The Trap.

A Anna Torv tal como a Gillian Anderson dá uma tonalidade, uma maior luminosidade à série. 😉

https://i1.wp.com/gravyandbiscuits.com/wp-content/uploads/2008/04/gillian-anderson-maxim-04.jpg

Powered by ScribeFire.

Excelente entrevista na Globo sobre a empresa de mercenários Blackwater

escrevi sobre esta empresa de mercenários, Blackwater, a Guarda Pretoriana da Administração Bush e seus correligionários.

Acabo de ver agora uma ótpima entrevista da Globo a Jeremy Scahill, o jornalista norte-americano que escreveu o livro Blackwater: The Rise of the World’s Most Powerful Mercenary Army.

É um dos livros que já tenho mas que ainda está em fila de espera para ler, agora estou a ler o último do Professor David Ray Griffin, The New Pearl Harbor Revisited: 9/11, the Cover-Up, and the Exposé

Dêem olhada que vale a pena.

Este (Des)Governo não tem emenda – contractos de milhões sempre sem concursos públicos, desta vez é a SAP

Acabo de ler na Exame Informática que esta coisa a que chamamos governo, assinou mais um contracto de milhões sem que tivesse realizado qualquer Concurso Público, e claro mais uma vez com um dos parceiros preferenciais da microsoft, a SAP alemã.
Lembro ainda que segundo o New York Times, a microsoft poderá adquirir a SAP, segundo este jornal seria um negócio melhor que o fracassado yahoo.

Já só falta mesmo a cereja no cimo do bolo, a Novell e o seu microsoft linux, aí sim estaria completa a tomada de Portugal pela microsoft e seus apaniguados, os seus cavalos de Tróia e proxys de ataque.
Este é o triângulo infernal que existe actualmente no mundo da informática e que tem Portugal completamente no bolso

Tenho trabalhado com software SAP e sinceramente é das coisinhas mais mal feitas e irritantes que um utilizador pode usar, por incrível que pareça é bem pior que o próprio software da microsoft.
Digamos que estão bem uma para a outra e que se sentirão em casa.

Segundo o Diário Económico o governo, ou  melhor,(Des)Governo, assinou um contracto no valor de 3,8 milhões de euros com a empresa SAP alemã, passando assim a ser um dos três maiores clientes da empresa, tudo isto sem qualquer concurso público e mesmo assim com a aprovação do Tribunal de Contas.

Eu questiono-me, num mundo com tantas empresas gigantescas, com tantos países maiores que o nosso, como é que podemos nos tornar no terceiro maior cliente da multinacional SAP?

Das duas uma, ou fizemos um negócio extraordinário, o que dúvido, uma vez que não houve qualquer concurso público, logo não foram estudadas alternativas que para além de poderem ser melhores poderiam ainda ser mais baratas bem como ficámos dependentes de uma única empresa que assim pode fazer muito bem o que quiser e certamente o fará para manter a mama durantes muitos anos.

https://i1.wp.com/boycottnovell.com/wp-content/uploads/2007/10/ballmer-license.png
Mas o que me deixa completamente perplexo é esta afirmação do Instituto de
Informática do Ministério das Finanças, “A SAP foi a única empresa
consultada, já que é a detentora exclusiva dos direitos de propriedade
destas lic
enças”, afirma fonte oficial do Ministério das Finanças.”.

Sinceramente não sei se a frase está fora do contexto, mas o que o MF quer dizer é que como já existiam licenças SAP a ser usadas, tem de se continuar ad eternum a usar o software da SAP?
Mas que raio de contratos assina esta gente em nome do Estado Português?

Compreende-se pois a afirmação de José Duarte, o presidente da região EMEA da SAP, quando afirma que se trata de um acordo “histórico na SAP Portugal”, sem dúvida.

Ficará para a História também a incompetência deste governo no que às Tecnologias de Informação concerne, bem como todos estes contractos sem concursos públicos e com empresas condenadas ou com a possibilidade de o serem como a JP Sá Couto e que não se sabe nunca como, de onde e porquê, aparecem.

{foto via BoycottNovell}

Powered by ScribeFire.

Agentes da NSA admitem espiar chamadas telefónicas privadas de cidadãos dos EUA

À ABC, dois operadores militares que fazem intercepção de chamadas telefónicas para a Agência de Segurança Nacional, NSA, ou melhor, faziam, a esta altura já devem ter sido despedidos, vieram a público afirmar e confirmar o que já muitos afirmavam, que o governo dos EUA por intermédio das suas agências de informações e espionagem, conduzem uma política de espionagem doméstica e não só, aos seus cidadãos, usando para tal o pretexto da guerra ao terrorismo.

Segundo David Murfee Faulk um dos operadores, este teria ouvido conversas pessoais ao telefone, entre oficiais americanos na Green Zone no Iraque e as suas familias e amigos nos EUA e terão mesmo sido obrigados a transcrever essas conversas.

Também Adrienne Kinne, operadora, afirma que recebeu as mesmas ordens que o seu colega e terá ouvido e reportado centenas destas conversas.
Ela afirma ainda que nenhuma das pessoas que ouviu, estariam de alguma forma ligadas a terrorismo.

Quando questionada sobre as afirmações de Bush que as intercepções seriam apenas dirigidas a suspeitos da Al-Qaeda, era afirma que isso é MENTIRA e que as chamadas interceptadas têm como alvos a Cruz Vermelha, jornalistas e oficiais militares.

A mim já nada me espanta nem nesta Administração Norte-Americana, nem numa próxima, seja ela de Obama ou MCain, uma vez que é para um grande Big Brother que o mundo caminha, aliás, que o mundo já vive.
O mais extraordinário é que as pessoas entregam a sua privacidade, liberdade, no fundo os seus direitos mais intímos e alienáveis, sem estionarem, sem se revoltarem, tal como JPP afirma no blog Abrupto, ” “Começará como é costume, por um princípio de necessidade, depois de facilidade.”, para por fim acabar-mos “No século XX muitos humanos estiveram já marcados, como o gado, nos campos de concentração.”“.

A confirmação mais uma vez destas palavras encontra-se até aqui em Portugal, basta ler o que João Ribeiro, “director geral da ADT Fire & Security, uma das promotoras da análise, como encaram os portugueses o recurso à videovigilância.” afirmou ao TEK sapo, quando diz “Pelo que podemos concluir dos barómetros que desenvolvemos – o primeiro foi lançado em 2006, com dados de 2005 – é que a videovigilância é hoje em dia comummente aceite por populações e organizações. Verificou-se uma evolução e amadurecimento da nossa sociedade relativamente à videovigilância. Efectivamente existe alguma evolução na forma como este tipo de sistemas é hoje aceite na nossa sociedade (…)

Já para não falar nas bases de dados de ADN em Portugal, Inglaterra e Israel bem como da proposta da ONU para acabar com o anonimato na rede Internet.

https://i2.wp.com/z.about.com/d/civilliberty/1/0/v/3/-/-/echelon.jpg

Antena de intercepção do Echelon

{via TEk Sapo, ABC e Rawstory}

Powered by ScribeFire.