Yitzhak Rabin assassinado pelos serviços secretos Israelitas, Shabak

https://i2.wp.com/upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1c/Yitzhak_Rabin_%281986%29_cropped.jpg A propósito de mais uma campanha de terror sionista contra os palestinianos, e digo sionista porque respeito os verdadeiros israelitas e não estes assassinos mentirosos, descobri um interessante livro sobre as mentiras e propaganda que os media/comunicação social nos vendem a cada minuto que passa, são histórias da carochinha, simples, para que todos os carneirinhos as aceitem sem pensarem muito no assunto, sem se questionarem se aquilo que políticos, media e fazedores de opinião afirmam faz algum sentido.

O livro chama-se You Are Being Lied To: The Disinformation Guide to Media Distortion, Historical Whitewashes and Cultural Myths by Russ Kick (Paperback – April 1, 2001), e nele encontramos algumas das mais recentes histórias da carochinha que os media nos impingiram como dogmas, verdades absolutas como a história dos dois estudantes de Columbine que conseguiram fazer frente durante horas a uma equipa SWAT, o atentado de OKC, o esquema dos votos electrónicos, e entre estes e muitos outros temas interessantes, o assassinato de Yitzhak Rabin não por um louco solitário radical de direita, Amir, mas sim pelos serviços mais secretos de Israel, o Shabak ou Shin Bet, conhecidos pela divisa, “Defensores que não são vistos”.

O interessante deste livro é que não foi escrito por um único autor, o Russ Kick apenas convidou diversos jornalistas e pessoas de opinião forte a refletirem sobre diversos temas, entre as quais, Noam Chomsky, Norman Solomon, Michael Parenti, Jim Marrs, Barry Chamish, o autor deste artigo sobre Rabin, entre outros.

A história oficial esqueceu-se de mencionar alguns pontos importantes, Amir o suposto assassino, era um radical de direita conhecido dos serviços secretos israelitas, semanas antes havia sido detido durante uma manifestação da direita radical anti-Rabin.
Amir era membro da Eyal, uma organização de extrema-direita israelita, criada e gerida por Avishai Raviv, mas o que mais uma vez os media não nos informaram é que Avishai Raviv era um agente do Shin Bet/Shabak, cujo nome de código era Champagne.

A missão de Avishai Raviv era a infiltração em grupos radicais de oposição ao processo de paz do governo e incriminá-los, Raviv era o agent provocateur.
Para facilitar a sua missão, criou o grupo radical Eyal, nada que os serviços secretos Israelitas não estivessem habituados, afinal foram eles que criaram o Hamas.

Estas informações foram obtidas a partir das acusações feitas por um membro do Knesset (Parlamento) Benny Elon e por um respeitado jornalista de esquerda, Amnon Abramovich.

Mas a história ainda fica mais complicada, segundo relatos de Moshe Pavlov, com grande probabilidade, agente do Shabak, tudo não passaria de um atentado ficcional, planeado com conhecimento de Rabin, no qual seriam usadas munições falsas, Rabin deveria ter sobrevivido e depois de todo o clima de pânico criado à volta da suposta tentativa de assassinato, deveria ter-se dirigido ao pódio condenar a violência dos seus opositores, tornando-se assim num herói e salvando os acordos de Oslo.

Pelos vistos os senhores da guerra que comandam nas sombras não estavam interessados na paz nem em ficção tão simples, preferindo logo ali acabar com tudo de uma vez.

Agora que já agucei o apetite, deixo que obtenham mais informação lendo o que se escreveu sobre o tema, quer através de livros da amazon e outras quer através do google e youtube.

Como sempre não acreditem no que digo e escrevo, não acreditem numa única fonte, partam em busca de mais informação, e depois decidam se os casos têm alguma legitimidade e interesse ou não.
Mas o principal é que percebam que das notícias que lêem, ouvem e vêem nos orgãos oficiais da Nova (Des)Ordem Mundial, nada ou quase nada se aproveita, é sempre tudo tão certinho que não faz sentido.


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4 Respostas

  1. […] Sionista é diferente de Israelita, povo que me merece o mesmo respeito que qualquer outro e que infelizmente são tão enganados quanto nós) já veio dizer que todos os cidadãos que constassem das listas de perigosos cidadãos que não […]

  2. […] climate here that existed in Israel on the eve of the Rabin assassination.”, quanto a esse clima, viu-se no que deu e ainda ao facto de em Outubro deste ano o jornalista Robert Dreyfuss na Rolling Stone ter escrito […]

  3. […] legitimidade, que moral têm estes senhores, a escumalha sionista, e não o povo de Israel, que é tão enganado quanto todos nós,  para exigir que outros Estados não tenham armas nucleares ou mais impressionante ainda, que […]

  4. […] legitimidade, que moral têm estes senhores, a escumalha sionista, e não o povo de Israel, que é tão enganado quanto todos nós,  para exigir que outros Estados não tenham armas nucleares ou mais impressionante ainda, que […]

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