O novo Saddam de Baghdad – A política Imperialista dos EUA

https://i0.wp.com/media.mcclatchydc.com/smedia/2007/10/18/19/886-20071018-USIRAQ-EMBASSY.small.prod_affiliate.91.jpgOs EUA no seguimento da sua política de expansão imperialista, que só não vê quem não quer, uma vez que ela está largamente explicada em documentos como o Rebuilding America’s Defenses do grupo NeoCon PNAC, bem como na estratégia de Zibgniew Brzezinski para a Euroásia, explicada no seu tratado imperialista, The Grand Chessboard, o qual pode ser consultado nas suas linhas gerais aqui, tem seguido a passos largos no Iraque.

Os militares dos EUA, jovens na sua grande maioria das zonas pobres, deram o seu corpo e vida ao manifesto, a uma guerra que não era a sua, a uma guerra ilegal e sem reais motivos, baseada em mentiras e propaganda, uma guerra cuidadosamente planeada ainda antes da Administração Republicana ter chegado ao poder, uma guerra baseada numa Operação False Flag, o 11Set2001 e tudo para fazer cumprir as estratégias imperialistas que acima menciono, afinal de contas “The cabal of war fanatics advising the White House secretly planned a ‘transformation’ of defense policy years ago, calling for war against Iraq and huge increases in military spending. A ‘catalyzing event — like a new Pearl Harbor’—was seen as necessary to bring this about.”

Após a entrada a matar por parte dos militares foi chegada a hora das corporações tomarem conta do erário público dos EUA e das riquezas do Iraque, empresas como a Halliburton, a sua participada KBR, a Titan, CACI, Blackwater, sendo que a Halliburton teve como CEO o assassino Dick Cheney antes deste chegar à vice-presidência, não será pois estranho que a Halliburton tenha recebido a maior fatia de contratos no Iraque.

Estas e outras empresas são as grandes responsáveis pela criação da chamada zona verde, que não mais é que um complexo militar de dominio de um país invadido criado nas antigas zonas dos palácios de Saddam e onde nasce agora o simbolo do invasor imperialista, a nova embaixada, ou melhor, a fortaleza à muito prevista nos documentos que acima refiro.

Um mostro de 592M de dólares, que será paga claro está, pelo contribuinte dos EUA e pelos Iraquianos, e até por todos nós, se pensar-mos bem, nos objectivos e no alcance de semelhante fortificação.

Qualquer semelhança entre esta fortaleza e os palácios de Saddam não é pura coincidência, no entanto os palácios sempre tinham mais bom gosto, mas o objectivo de mostrar quem manda mantém-se.

Por isto tudo e para perceberem melhor o que o estado corporativista norte-americano leva a cabo, aconselho verem o documentário “Iraq for Sale: The War Profiteers“, têm uma versão delel online no googlevideo.

{via xatoo e 5dias}

Jonathan Glancey on the new US embassy in Iraq | Art and design | guardian.co.uk

What embassy architecture really shouldn’t be, is like the new US embassy in Baghdad. Opened this week, this monster of a modern fortress designed by Berger Devine Yaeger , has been described by at least one US commentator as the “imperial mother ship dropping into Baghdad.” It could, I suppose, be seen as a latter-day, Wild East-version of a 7th Cavalry fort, with the Iraqis playing the role of Native Americans.

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4 Respostas

  1. “MS EXPLORER

    É sério mesmo! Eu juro que esse é o nome dele. Pra não dizerem que eu tô mentindo pode olhar aqui no site da bbc, na Wikipédia ou no Yahoo(Reuters). Os caras colocaram o nome de MS Explorer! Caralho, eu que não embarcava num troço desses. Quando você estiver num aeroporto cuidado pra não ir nm avião chamado Vista!”

    -> http://eupodiatamatando.com/2007/11/24/adivinhem-so-qual-o-nome-do-navio/#comments

    LOL😀

  2. […] tudo num documentário online, mas infelizmente os senhores jornalistas são alérgicos à investigação […]

  3. […] Não faz qualquer sentido Portugal continuar na NATO quando esta se limita a ser uma organização que apenas e só defende os interesses dos EUA e Reino Unido, mas muito especialmente os dos primeiros, nomeadamente a guerra que o mentor de Obama desde há mais de 40 anos trava com a Russia, e que o senhor Zbgniew Brzezinski explica e bem no seu The Grand Chessboard. […]

  4. […] se pensar-mos nos objectivos traçados pelo seu mentor, Bzrezinski, o domínio da EuroAsia, até porque não se constroiem bases e uma embaixada que é uma mega fortaleza, para depois se […]

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