A caminho da Lei Marcial – Notícias de um mundo cada vez mais securitário após atentados mal explicados

Já vem sendo hábito a passagem de legislação cada vez mais restritiva dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos em diversas zonas do mundo, especialmente onde ocorrem atentados terroristas.

Dos EUA à UE e aos países do tratado UKUSA, Canadá, Nova Zelândia e Austrália, principais bases do dicionário de vigilânica, Echelon, e agora também na Índia.

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Convém antes de mais afirmar sem qualquer dúvida, que todos os atentados que tiveram grandes coberturas mediáticas, do 11Set2001, passando pelo ataque a Londres/Reino Unido, Espanha, até ao de Mumbai, em todos eles as histórias oficiais não batem certo, e não batem certo porque em todos eles estão implicados agentes dos serviços secretos dos diversos países bem como ligações muito pouco recomendáveis dos mesmos a movimentos considerados terroristas, que são apoiados pelos seus países.

Além do mais tal como já referi, quer os atentados de Londres, quer os de 11Set2001, ocorreram enquanto decorriam simulações de atentados iguais aos que ocorreram na realidade.

O site History Commons em que toda a informação que contém é baseada apenas e só, em informação veiculada pelos media mainstream indica que o Paquistão, a Arábia Saudita e os Emiratos Árabes Unidos é que estão por detrás de todo o terrorismo fundamentalista com a ajuda do seu precioso amigo, EUA através da CIA.

Tudo isto explica muita coisa, como se poderá compreender.

Poderão ouvir isto mesmo da boca do fundador do History Commons, Paul Thompson.

Indo agora às notícias, na Índia e após os atentados, o Parlamento tal como fizeram os EUA, começou numa correria legislativa que ultrapassa quaisquer limites do razoável e da defesa primeira que deve ser os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.

Para tal aquelas alminhas lembraram-se de criar uma nova polícia, através da NIA «National Investigation Agency», não contentes aprovaram legislação, a UAPA «Unlawful Activities (Prevention) Amendment» que entre outras coisas e parecendo decalcada da legislação dos EUA e Reino Unido, muda os procedimentos de julgamento relativos aos supostamente acusados de terrorismo, extende o período de custódia e de detenção sem acusação, nega aos cidadãos estrangeiros o direito à fiança e o pior de tudo, autêntico crime do direito, INVERTE o ónus da prova, ou seja, não são as autoridades a terem de provar que determinada pessoa cometeu um crime ou que é terrorista, mas terá de ser a pessoa a provar que não cometeu um crime ou que não é terrorista.

“The UAPA Act is particularly vile, and will have the effect of turning India into a virtual police state,”says Colin Gonsalves, executive director  of the Delhi-based Human Rights Law Network. “It basically brings back a discredited law, the Prevention of Terrorism Act of 2002 (POTA), except for  admitting confessions made to a police officer as legal evidence.”

Na frente Obama e sua corja, o senhor da pseudo-esperança e do sonho dos media papagaios e da esquerda, resolveu manter a mentira do Aquecimento Global e como tal nomeou a senhora Carol Browner um dos 14 líderes de um grupo socialista com o pomposo nome de Comissão para uma sociedade mundial sustentável, o que já não é sustentável é a contínua mentira sobre o suposto Aquecimento Global, quando cada vez mais vozes de cientistas se revoltam contra tamanha mentira que suga biliões para nada.

Esta senhora afirma na linha da Nova DesOrdem Mundial de crescimento zero e fim da revolução industrial, que os países ricos deverão diminuir as suas economias por forma a combater as alterações climáticas.
A escumalha do Bilderberg, CFR, Trilateral Comission, Clube of Rome não diria melhor.

No precioso site GlobalResearch do Professor Michael Chossudovsky, dois artigos chamam-me à atenção, ainda para mais tendo eu já escrito que o ataque a Gaza se enquadra na estratégia de hegemonia de Zbigniew Brzezinski e do seu ataque à Russia e domínio da Euroasia, necessitando para tal de atacar o Irão.

O primeiro artigo Unusually Large U.S. Weapons Shipment to Israel: Are the US and Israel Planning a Broader Middle East War?, indica que os EUA estão em vias de enviar para Israel uma enorme quantidade de munições, cerca de 3000 toneladas, o que é considerado por diversos especialistas algo pouco comum, segundo informações essas armas serão levadas por um navio Grego.

Em principio tal quantidade de munições nada terá a ver com o ataque a Gaza, uma vez que não faz sentido fazer um pedido de mais armamento quando já decorre uma operação, esse pedido e entrega teria ocorrido antes do ataque a Gaza.
O que se especula é que tamanha quantidade de armamneto tenha a ver com um novo teatro de guerra, nomeadamente um ataque ao Irão e Síria.

Since the launching of the Theater Iran Near Term Operation Operation (TIRANNT) in May 2003, an escalation scenario involving military action directed against Iran and Syria has been envisaged. TIRANNT was followed by a series of military plans pertaining to Iran. Numerous official statements and US military documents have pointed to an expanded Middle East war.

What these shipments suggest is that the “escalation scenario” not only prevails, but has reached a more active stage in the process of US-Israeli military planning.

Ainda grave é o facto de todo este arsenal bélico estar a ser transferido para Israel sem aprovação do Congresso dos EUA, ainda por cima quando grande parte do armamento que vai ser enviado é desconhecido.

Unusually Large U.S. Weapons Shipment to Israel: Are the US and Israel Planning a Broader Middle East War?

Preparing for a Confrontation with Iran: Beefing Up Israel’s Missile Defense System

In early January, the Pentagon dispatched some 100 military personnel to Israel from US European Command (EUCOM) to assist Israel in setting up a new sophisticated X-band early warning radar system. This project is part of the military aid package to Israel approved by the Pentagon in September 2008:

“The Israeli government requested the system to help defend against a potential missile attack from Iran. Defense Secretary Robert M. Gates signed off on the deployment order in mid-September. ….

O segundo artigo da autoria do Prof. Peter Dale Scott, Martial Law, the Financial Bailout, and War, afirma que desde o colpaso financeiro que se tem assistido a um movimento sustentado em direcção à preparação da Lei Marcial nos EUA, tal como tenho vindo a documentar aqui no blo OVigia.

O Professor afirma mesmo que as ajudas às instituições financeiras estão a ter sérias consequências para as liberdades dos cidadãos nos EUA, pelo menos tão graves quanto as medidas tomadas após os atentados de 11Set2001.
Grande parte dos membros do Congresso sentiram-se pressionados a aprovar legislação com a qual não concordavam e os procedimentos normais para aprovação destas medidas não foram tidos em conta.

Martial Law, the Financial Bailout, and War

Rep. Brad Sherman (D-CA 27th District) reported the same threat on the Congressional floor (Rep. Sherman later downplayed his remarks slightly on the Alex Jones show):

“The only way they can pass this bill is by creating a panic atmosphere…. Many of us were told that the sky would fall…. A few of us were even told that there would be martial law in America if we voted no. That’s what I call fear-mongering, unjustified, proven wrong.”6

Mas não só estas más notícias que despertam o temor dos diversos analistas e pessoas ligadas à defesa das Liberdades e Privacidade, neste artigo Peter Dale Scott, mostra como a destruição do Posse Comitatus, está a permitir ao exército intervir directamente nos EUA, ao não proteger a sociedade americana mas controlando-a.

Toda a legislação que permitirá decretar a Lei Marcial já está em vigor, tem vindo a ser implementada desde à anos, durante os anos 80 e 90 pelos NEocons do costume, Rumsfeld, Cheney, entre outros, tudo com o beneplácito de anteriores Administrações, incluindo a de Bill Clinton.

This document embodied the secret Continuity of Operations (COG) planning conducted secretly by Rumsfeld, Cheney, and others through the 1980s and 1990s.8 This planning was initially for continuity measures in the event of a nuclear attack, but soon called for suspension of the Constitution, not just “after a nuclear war” but for any “national security emergency.” This was defined in Reagan’s Executive Order 12656 of November 18, 1988 as “any occurrence, including natural disaster, military attack, technological emergency, or other emergency, that seriously degrades or seriously threatens the national security of the United States.” The effect was to impose on domestic civil society the extreme measures once planned for a response to a nuclear attack from abroad.9

O COG após o 11Set2001 está em vigor e tem vindo a ser continuamente autorizado pelo Presidente Bush.

Martial Law, the Financial Bailout, and War

The Intensive Quiet Preparations for Martial Law

Let us deal first with the preparations for martial law. On September 30, 2008, the Army Times announced the redeployment of an active Brigade Army Team from Iraq to America, in a new mission that “may become a permanent part of the active Army”:

The 3rd Infantry Division’s 1st Brigade Combat Team has spent 35 of the last 60 months in Iraq patrolling in full battle rattle, helping restore essential services and escorting supply convoys. Now they’re training for the same mission — with a twist — at home.

Beginning Oct. 1 for 12 months, the 1st BCT will be under the day-to-day control of U.S. Army North, the Army service component of Northern Command, as
an on-call federal response force for natural or manmade emergencies and disasters, including terrorist attacks. . . . After 1st BCT finishes its dwell-time mission, expectations are that another, as yet unnamed, active-duty brigade will take over and that the mission will be a permanent one. . . .They may be called upon to help with civil unrest and crowd control.17

Com tudo isto a acontecer no mundo haveria muita informação para ser transmitida pelos chamados media mainstream, no entanto nada vemos, nada lemos, nada ouvimos, a não ser a propaganda habitual, o engano doloso como o caso do Aquecimento Global, ou as notícias fúteis de jogos de futebol, mundiais de 2018 e entregas de prémios a Ronaldos e outros que tais.

Os media continuam a fazer o papel que lhes foi atribuído pelos senhores da globalização, do governo mundial, serem os pastores da carneirada e levarem-na ao seu lugar de meros espectadores e escravos sem direitos, sem privacidade.

Mais info aqui.

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3 Respostas

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