Tim Osman, nome de código de Bin Laden na CIA – Fuga de Tora Bora com ajuda dos EUA

Cerca de seis meses antes da invasão da ex-URSS ao Afeganistão em 1979, durante a Administração Carter, esta através do seu Conselheiro de Segurança Nacional, Zbigniew Brzeziński, levou a cabo uma operação da CIA para desestabilizar esse país.

Segundo o mesmo Zbigniew Brzeziński numa entrevista ao jornal francês Le Nouvel Observateur, essa entrada da CIA seis meses antes no Afeganistão teve como principal objectivo forçar a invasão da ex-URSS no Afeganistão, levando assim o bloco de leste a ter o seu próprio Vietnam.

Na realidade e segundo palavras do agora conselheiro e ideólogo do actual Presidente Obama, Zbigniew Brzeziński, a criação do movimento terrorista muçulmano, os mujaheddin, que lutaram contra as forças invasoras da ex-URSS com total apoio, formação e equipamento da CIA foram criados com um objectivo bem mais amplo, serem uma arma geopolítica dos EUA.

A prova que são na realidade essa arma geopolítica, encontra-se quer no livro de Zbigniew Brzeziński, The Grand Chessboard, quer nos diversos cenários onde tem vindo a desempenhar essa tarefa, do médio oriente à Europa, como no caso dos conflitos dos Balcâs entre outros, tal como refere e bem o politólogo inglês Nafeez Ahmed Mosaddeq.

É em toda esta história que entra Ossama Bin Laden, que a partir de certa altura se torna o principal asset/bem/quadro da CIA e principal figura da guerrilha Afegã do actual conselheiro de Obama Zbigniew Brzeziński.

Na verdade Bin Laden é bem mais que um simples terrorista/guerrelheiro mujahedin, ele descende de uma riquissima família saudita, uma das mais poderosas desse país com fortes ligações e negócios com a familia Bush nos EUA, familia Bush desde há muito ligada à intelligence dos EUA, o pai Bush foi director da CIA antes de ser vice-Presidente na Administração Reagan.

Ossama Bin Laden, era e é Tim Osman, o seu nome de código na CIA.
Bin Laden nunca deixou de pertencer à CIA, só assim se explica que semanas antes dos atentados de 11Set2001 este tenha estado em tratamento no Hospital Americano no Dubai e que tenha recebido a visita de uma importante figura da CIA.

Também não deixa de ser interessante que a wikipedia faça o reencaminhamento da página de Tim Osman para o link de Bin Laden, as páginas são exactamente as mesmas, apenas os links diferem.

Na realidade a Al-Qaeda sempre foi apenas e só uma BASE DE DADOS dos guerrelheiros mujaheddin, é aliás o que quer dizer al-qaeda, tal como afirmou o antigo secretário dos Negócios Estrangeiros, Robin Cook.

A ficção que os media mainstream criaram à volta deste nome nunca correspondeu à realidade dos factos, os supostos terroristas, os guerrelheiros mujaheddin nunca se dominaram nem antes nem agora por terroristas da al-qaeda, este nome apareceu e foi a partir daí que quer a intelligence dos EUA quer os media o começaram a usar e a ligar a atentados terroristas e supostas células, apenas e só quando após os primeiros atentados ao WTC nos anos 90 e com o apoio do FBI, para levarem a cabo o julgamento de uma das figuras envolvidas, tiveram de criar um nome para essa entidade misteriosa que levaria a cabo atentados terroristas um pouco por todo o mundo.

Que melhor nome do que a Base de Dados – Al Qaeda – que haviam criado antes, com os nomes de todos os guerrelheiros Afegãos na luta contra a ex-URSS.
Ainda para mais e tendo em conta que os serviços secretos dos EUA e Reino Unido através da NATO haviam continuado a treinar, formar e abastecer, bem como a transportar para outros cenários, como os Balcâs, esses mesmos guerrelheiros, assim chamados quando dá jeito aos EUA/UK/NATO ou ainda chamados de Terroristas quando se pretende atingir outro tipo de objectivos.


Seymour Hersh about Osama & Al ‘Qaeda’s Afghanistan escapes


Tim Osman aka Bin Laden

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Mais uma obrigação do uso de software da microsoft por cá, na holanda ministro acusado do mesmo

O Conselho de Prevenção da Corrupção, que segundo o seu site “(…)é uma entidade administrativa independente que funciona junto do
Tribunal de Contas e tem como fim desenvolver, nos termos da lei, uma actividade de âmbito nacional no domínio da prevenção da corrupção e
infracções conexas (artigo 1º da Lei nº 54/2008).”
, resolveu criar um questionário dirigido a todos os “Dirigentes máximos dos Serviços e Organismos da Administração Pública Central e Regional, directa e indirecta, bem como a todos os Municípios”.

O problema é que OBRIGA a que o dito questionário seja preenchido num ficheiro em formato microsoft excel e ainda por cima que após o seu preenchimento este seja exportado para um novo ficheiro também ele proprietário e da mesma empresa, o ms-xml.

Não sei sinceramente quem toma semelhantes decisões ainda por cima quando a UEuropeia vem desde há muito recomendando a utilização de formatos abertos e livres nas diversas Administrações Públicas dos países que a constituem.
Até a própria NATO o obriga, infelizmente por cá e mais uma vez, os decisores ainda por cima uma entidade que deveria verificar certos e determinados procedimentos e negócios estranhos, obriga todos os organismos da APública a terem de usar software e formatos proprietários e fechados da dita empresa.

cpcorrupcao

Entre os diversos países que já usam e implementam a utilização de formatos abertos como o ODF, encontram-se a Bélgica, Brasil, Croácia, Dinamarca, França, Alemanha, Japão, Malásia, Holanda, Noruega, Polônia, Rússia, África do Sul, Suíça, Uruguai e Venezuela.
Além disso, aderiram ao ODF dois departamentos espanhóis, dois na Índia, um na Argentina, um na China e o Estado do Paraná.

Mais uma vez pergunto, será tão dificil assim perceber o que afirma a Comissária Neelie Kroes?


«Nenhum cidadão ou companhia deveria ser forçado ou encorajado a escolher uma tecnologia fechada contra uma aberta, graças a um governo ter feito essa escolha primeiro», diz Neelie Kroes, bem como «Escolher formatos tecnológicos que podem ser utilizados por fornecedores diferentes — frequentemente sem pagar taxas — é uma decisão de negócio muito esperta».”


Corrupt countries were more likely to support the OOXML document format

Ainda a propósito de destas estranhas ligações entre Administrações Públicas e a microsoft, deixo aqui também o link para uma notícia da OSOR sobre a Holanda, onde o ministro das Finanças é acusado de manipular concursos públicos relativos a software e hardware mais uma vez beneficiando descaradamente a microsoft.

Segundo a organização sem fins lucrativos NInet, que promove uma sociedade de informação livre, o dito ministro terá manipulado o concurso para 21000 desktops para sete ministérios, incluindo aplicações de escritório, servidores de mail e groupware.
Tudo isto irá custar aos cofres holandeses cerca de 140Milhoes de euros.

Se isto não é corrupção e negociatas a mais, sinceramente não sei o que seja!

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