A microsoft podia fazer boa figura, mas o altruismo nunca lhe correu nas veias.

A enciclopédia da microsoft acabou uma vez que a dita empresa anunciou que esta a partir de Outubro deixaria de existir.

Deve ter sido dificil de engolir mais uma derrota para o software livre e a difusão livre do conhecimento.

“O conceito tradicional das enciclopédias e dos materiais de referência foi alterado”, diz a Microsoft na página oficial da Encarta. “

É com medidas destas que se percebe que a microsoft não tem visão e muito menos se preocupa quer com os seus utilizadores quer com o conhecimento e a difusão dele.

Se a microsoft realmente estivesse a apostar a sério num melhor entendimento entre todos os players do mercado, se estivesse realmente a falar a sério quando diz que se está a abrir a novas filosofias como a do software livre, tinha aqui uma excelente oportunidade para o demonstrar.

Tinha duas formas:

1ª Pegava nos conteúdos da Encarta e doava-os à wikipedia sob a licença que a wikipedia usa.

2ª Criava uma encarta online sob uma licença aberta e livre como a BSD uma vez que são alérgicos à GPL e afins ou mesmo sob domínio público e até podia ir buscar dinheiro para a manter e fazer evoluir através de publicidade.

Infelizmente lá para os lados de Redmond, só se pensa em destruir e nunca em construir.

In the last several days
Microsoft has shown that despite claims of acquiring a newly found
respect for open principles and technology, developers should be
cautious in believing promises made by this “new” Microsoft.

When it counts, it appears that Microsoft still actively seeks to
undermine those technologies or standards that are truly open, especially when those technologies pose a significant threat to their business.

Jim Zemlin

There’s no “new face of Microsoft.” It’s the same old company.

Bruce Perens

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2 Respostas

  1. Será possível contabilizar o atraso no software a todos os níveis provocado deliberadamente pela Microsoft?

    • não creio que seja possível, nem sequer seria possível contabilizar os custos devidos a se programar para o m-iexplorer em vez de seguir os padrões definidos pela w3c,os quais devem ser astronómicos e mais ainda agora que outros browsers existem e que seguem os padrões.

      mas creio que o maior crime da microsoft no que à informática concerne para além do monopólio que detém e que a todos afecta, quer empresas do ramo quer utilizadores em mais do que uma forma, desde os preços à falta de crítica, é sem dúvida a microsoft ter criado a ideia que qualquer pessoa pode usar um computador sem saber o que está a fazer, que a segurança não é necessária e especialmente que padrões/standards são para destruir e não para levar a sério.

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