O Estado deste triste país! Nas mãos da cleptocracia e das multinacionais por ela alimentadas.

Hoje temos algumas notícias que demonstram bem o caos, a desorganização, a rede de clientelismo a que este triste país chegou.

Começo por duas notícias do jornal i que demonstram como este país é cada vez mais último e de lá dificilmente sairá.

“Média dos exames nacionais desce em metade das disciplinas”, ao contrário do que habitualmente os diversos Ministérios da Propaganda afirmam, o nosso ensino é do pior que existe, comparando-o com o dos países de leste que estão aí em força na UE, é mesmo desolador!
Por aqui se vê o triste futuro que teremos à nossa frente e o lugar que ocuparemos na UE dentro de muito pouco tempo.

Nas principais disciplinas que na minha opinião são a base de qualquer estudante como a sua língua (Português), Matemática e ciências (Física, Química, Biologia) houve quedas, se já eram negativas, agora são-no ainda mais.
Média dos exames nacionais desce em metade das disciplinas

Os números revelam ainda que os quatro exames do ensino secundário com mais alunos inscritos tiveram todos médias negativasMatemática A, Física e Química, Biologia e Geologia e Português. Na disciplina de Biologia e Geologia, a média caiu de 11,4 para 8,8 valores, enquanto a Português se registou uma média de 8,9 valores contra os 11,3 valores da segunda fase de 2008. Na prova de Física e Química A, a média desceu de 9,3 para 8 valores e a Matemática A registou uma quebra de 8,9 para 8,8 valores.

Que se faz para combater isto?
Nada!

Não interessa ao desgoverno de Sócrates e seus políticos de vão de escada, não interessa à oposição, não interessa aos professores e pelos vistos nem sequer aos paizinhos e muito menos aos alunos.

No triste Portugal de hoje recorre-se à propaganda mentirosa para esconder o que se passa, como ficou bem patente no caso do famoso pseudo-estudo da OCDE que afinal de OCDE nada tinha.

Lendo a seguinte notícia do Jornal i, ficamos a perceber um pouco melhor com é que funciona a propaganda de Sócrates, se já tivemos muita durante os últimos quatro anos, não esperem que ela diminua agora que estamos à beira de duas importantes eleições para a malta do clientelismo.

O Jornal i tem e bem como título o seguinte, “Choque social. Mas de onde vem o dinheiro para tudo?”.
É uma questão pertinente, que infelizmente ninguém sabe responder, nem sequer a corja que faz as promessas.

Segundo o jornal i o programa, ou melhor a nova Propaganda eleitoral do PS, aposta em tudo, promete tudo, mas explicar como se financia tudo isso, esqueçam porque nem sequer eles sabem como lá chegar.

O que lhes interessa é manter o seu Status Quo, a sua rede clientelar, afinal têm muita gente a mamar da teta de todos nós.

Choque social. Mas de onde vem o dinheiro para tudo?

Um documento de 120 páginas, em que a palavra “apoio” aparece 136 vezes, em contraste com a contraparte “despesa”, que surge apenas oito. O programa eleitoral do Partido Socialista, apresentado esta semana por José Sócrates, privilegia o alargamento das políticas sociais e de emprego, assim como o investimento público, mas persiste numa insuficiência comum na política portuguesa: não explica como vai financiar as medidas propostas.

E se querem exemplos sobre quem mama e quem paga são simples de arranjar.

Podemos desde logo começar pela promessa idiota da criação da conta poupança com 200 euros a quando do nascimento de uma criança, é apenas e só os portugueses a alimentarem a Banca nacional, trata-se apenas e só de mais umas ajudas encapotadas aos senhores da Banca, os quais acabam de ver os seus lucros crescerem e muito.

Depois temos as famosas negociatas entre empresas dos ‘amigos‘ e multinacionais.

Se ainda hoje é pouco claro o que se vem passando com o classmate magalhães, os memorandos de entendimento entre Ministérios deste desgoverno e multinacionais como a microsoft, é no entanto MUITO CLARO, quem com eles beneficia e não são os portugueses.

Ainda nem todos os alunos receberam o tão conhecido classmate magalhães e já surge mais uma notícia sobre a sua utilização, desta vez é no Ministério da Defesa.
JPSácouto é sempre a facturar, mesmo sem ter ido a qualquer concurso, tal como a microsoft em diversos casos.
Aliás, não creio que seja alheio a toda esta história os famosos memorandos bem como as ligações entre os diversos agentes destas negociatas.
 
Para se perceber um pouco como funcionam estas negociatas leiam o que o Rui Seabra no blog do Software Livre escreveu:

Será que Portugal foi escolhido pela Microsoft graças à forma como se fecham os olhos (1 ignora-se, 2 e apesar do valor ser verdadeiro, 3 fazem de conta que não é nada com eles) às ilegalidades que são cometidas por cá?


E assim vamos nós alegremente para o abismo!
Urge fazer algo a sério por este país!

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