OGM/GMO: Destruição da Biodiversidade, contaminação de culturas naturais por GMOs

Uma pequena mas creio que relevante entrada sobre o tema dos Organismos Genéticamente Modificados que grandes multinacionais, fundações ligadas à oligarquia da Nova Ordem Mundial e defensoras desde sempre da Eugenia, como as Ford, Rockeffeler, Bill e Melinda Gates, bem como Bancos como a nossa CGD, vêm promovendo a cada dia que passa colocando quer a nossa saúde, quer a ‘saúde’ da natureza, a sua Biodiversidade em causa, bem como a liberdade dos agricultores em produzirem alimentos naturais, como se pode constatar por diversos exemplos um pouco por esse mundo fora, de África, à América do Norte e do Sul, até à Ásia.

Sem nos esquecer-mos do projecto de Svalbard que pretende retirar dos Agricultores e consequentemente de todos nós a liberdade de plantar-mos e comer-mos alimentos naturais.

Inserindo-se assim, mais uma vez, nos projectos de despopulação do planeta, que a elite da Nova Ordem Mundial tão intensamente persegue, não olhando a meios para atingir os seus fins, como se percebe fácilemente acompanhado por exemplo a mentira do chamado ‘Aquecimento Global Antropogénico’.

Mas indo aos artigos, o GMO Contamination Around the World descreve como um estudo (2001) levado a cabo pela Universidade de Berkeley na Califórnia, EUA, e publicado pela Nature, demonstra que algumas das variedades nativas de milho no México, nomeadamente a ‘Criollo’ comparando-as com amostras de controlo da mesma região mas de 1971 (antes da introdução de sementes genéticamente modificadas) bem como amostras de milho azul do Peru, mostram que das seis amostras de milho criollo que actualmente se plantam, quatro estão contaminadas com material genético de milho transgénico e num caso ainda vai mais longe a contaminação, uma vez que a amostra possui o gene da bactéria insecticida, o CryIA da Bacillus thurigiensis (Bt).

O Governo Mexicano vai ainda mais longe e indica que entre 3% a 10% das culturas naturias de milho da Sierra Norte contém DNA transgénico, apesar das culturas naturais estarem afastadas das transgénicas mais de 100km.

Tudo isto apesar da moratória do Governo Mexicano desde 1998 à plantação e cultivo de sementes transgénicas.

O que levanta algumas questões, que são colocadas também no excelente documentário, “The World According to Monsanto”, que pode ser visto aqui (podem puxá-lo usando o cclive), entre as quais, será que a moratória tem sido ineficaz? Será que se continua a plantar milho transgénico apesar da sua proibição? Será que a contaminação se iniciou antes de 1998? Ou como é referido no documentário, será que as mega multinacionais de transgénicos têm andado a fazer batota, espalhando sementes transgénicas através de aviões que por vezes são vistos na região?

Uma das explicações para a intodução de sementes genéticamente modificadas, é através das ajudas alimentares a diversos países, segundo a Friends of the Earth, a rejeição de transgénicos, particularmente na UE, leva a um aumento dos stocks destes em países como os EUA que os enviam depois para países em desenvolvimento.

Tudo isto deveria estar a ser protegido pelo Cartegena Protocol on Biosafety (CPB), que deveria proteger a enorme e rica biodiversidade do Sul das semneteiras de transgénicos do Norte, infelizmente devido a diversos factores como por exemplo a falta de fundos leva a que diversos países do Sul não o implementem.

Mas não são apenas os países mais pobres do Sul que têm problemas em controlar efectivamente a contaminação e o uso de transgénicos, nos EUA passa-se o mesmo, como é exemplo o escândalo Starlink, quando as entidades que o deveriam fazer não foram capazes, ou não o quiseram, prevenir e impedir que uma nova variedade de transgénico entrasse na cadeia alimentar.

Ainda sobre este tema, convém ler o artigo, GMO Contamination in Mexico’s Cradle of Corn, que desta vez nos informa sobre um estudo sobre o mesmo tema mas levado a cabo por uma equipa de investigadores do México, EUA e Alemanha.

Their work could relaunch the controversy that was unleashed in 2001 by a highly controversial article in the magazine, “Nature,” the authors of which, biologists David Quist and Ignacio Chapela from the University of California at Berkeley, revealed that criollos (traditional) corn from the Oaxaca region – one of the cradles of that cereal – were contaminated by Roundup Ready (RR) and Bt genes, property of the American company Monsanto.

In her book, “The World According to Monsanto,” (due for release in March 2009 and already available for pre-order at Amazon.com), Marie-Monique Robin related how Mr. Chapela became a victim of “media lynching” at that time at the instigation of the dominant company in the GMO market. “Nature” ended up publishing a disclaimer, deeming that the two biologists’ article was insufficiently backed up.

[via http://www.indigenousportal.com/Biological-Diversity/GMO-Contamination-in-Mexico-s-Cradle-of-Corn.html]

The deeper problem with the single focus on ex situ seed storage, that the Svalbard Vault reinforces, is that it is fundamentally unjust. It takes seeds of unique plant varieties away from the farmers and communities who originally created, selected, protected and shared those seeds and makes them inaccessible to them. The logic is that as people’s traditional varieties get replaced by newer ones from research labs – seeds that are supposed to provide higher yields to feed a growing population – the old ones have to be put away as “raw material” for future plant breeding. This system forgets that farmers are the world’s original, and ongoing, plant breeders. To access the seeds, you have to be integrated into a whole institutional framework that most farmers on the planet simply don’t even know about. Put simply, the whole ex situ strategy caters to the needs of scientists, not farmers.

In addition, the system operates under the assumption that once the farmers’ seeds enter a storage facility, they belong to someone else and negotiating intellectual property and other rights over them is the business of governments and the seed industry itself. In the case of most so-called public genebanks, the seeds are said to become part of “the public domain” if not “national sovereignty” (which increasingly translates to state ownership). The Consultative Group on International Agricultural Research (CGIAR), which runs about 15 global genebanks for the world’s most widely used staple food crops, has even set up a legal arrangement of “trusteeship” that it exercises over the treasure chest of farmers’ seeds that it holds “on behalf of” the international community, under the auspices of the FAO. Yet they never asked the farmers whom they took the seeds from in the first place if this was okay and they left farmers totally out of the trusteeship equation.[via Globalresearch]

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4 Respostas

  1. Vivemos acorrentados em todos os aspectos da vida: comida, clima, informação, dinheiro…

  2. […] matança de biliões de seres humanos, onde também se inclui o Codex Alimentarius e os OGM/GMO, hoje o site NaturalNews tem um artigo onde a Environmental Protection Agency (EPA), agora sob […]

  3. […] a destruição da biodiversidade, a extinsão de espécies e a poluição que deveria estar na mente desta gente […]

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