A grande farsa do ‘Aquecimento Global’ «AGW» O que as PROSTITUTAS dos media portugueses não nos dizem!

Eis alguns artigos sob a farsa do ‘Aquecimento Global’ que seria bom que as pessoas lessem, se informassem, aquelas que gostam de pensar pela sua própria cabeça, uma vez que os nossos media são um conjunto de prostitutas que para além de nos desinformarem ainda nos escondem as opiniões contrárias à ‘religião dominante’ em que este tema se tornou.

Por incrivel que pareça o único que eu li e que tem dado a palavra aos verdadeiros cientistas, denominados de cépticos, o que é um elogio para eles, é o Expresso do mister Bilderberg português.

O blog Citadino, chama a atenção para o artigo do professor Delgado Domingos, exatcamente sobre toda esta fantochada.

Parece que no DN existe um artigo de opinião que critica e bem os pseudo-jornalistas deste país.

Al Gore sued by over 30.000 Scientists for Global Warming fraud / John Coleman

Como afirma Michael Parenti no seu artigo Monopoly Media Manipulation, para além da manipulação, os media prostituídos dominados pela corja da Nova (Des)Ordem Mundia, para além de nos desinformarem através da manipulação que produzem, desinformam-nos, ou melhor, suprimem a informação, através da OMISSÃO.

In a capitalist “democracy” like the United States, the corporate news media faithfully reflect the dominant class ideology both in their reportage and commentary. At the same time, these media leave the impression that they are free and independent, capable of balanced coverage and objective commentary. How they achieve these seemingly contradictory but legitimating goals is a matter worthy of study.

(…)

Some critics complain that the press is sensationalistic and invasive. In fact, it is more often muted and evasive. More insidious than the sensationalistic hype is the artful avoidance. Truly sensational stories (as opposed to sensationalistic) are downplayed or avoided outright. Sometimes the suppression includes not just vital details but the entire story itself, even ones of major import.

[via Michael Parenti site]

É vergonhoso especialmente no caso dos meios de comunicação detidos pelo Estado português e que todos nós PAGAMOS, assistir a tanta propaganda mentirosa junta, a propósito da fantochada, da farsa que se vive em Copenhaga!

Como alguém num blog já frisou, estes media são as prostitutas do regime.

O mais interessante é que o ex-Presidente dos EUA, Dwight D. Eisenhower, no seu famoso discurso de despedida em 1961 para além de ter avisado os seus concidadãos para os perigos do Complexo Militar Industrial, também chamou à atenção para o perigo da união entre pseudo-cientistas e pseudo-ciência controlada e patrocinada pelo Estado.

President Dwight D. Eisenhower’s famous 1960 farewell address contained more than an admonition about the danger of an expanding “military-industrial complex.” That speech was also an early warning of the current unholy alliance between the government and a scientific community dependent on the government for its funding.

“The prospect of domination of the nation’s scholars by Federal employment, project allocations, and the power of money is ever present and is gravely to be regarded. … we must … be alert to the … danger that public policy could itself become the captive of a scientific technological elite”

Dwight D. Eisenhower

[via AmericanThinker]

Aqui fica o seu discurso no youtube, pena que só diga respeito à parte do Complexo Militar Industrial.

Indo agora aos artigos, três estão em português no site resistir.info.

Começo pela petição de Estocolmo, dirigida ao Presidente da UE.

Alguns leitores têm indagado porque resistir.info tem dado tanta ênfase à denúncia desse mítico aquecimento global, o qual seria um problema aparentemente esotérico e afastado dos objectivos deste sítio web. Alguns deles chegaram mesmo a dizer que tal denúncia afastar-se-ia da posição “de esquerda”, pois publicações e personalidades progressistas (como a Monthly Review e Fidel Castro) têm endossado as preocupações aquecimentistas. Por essa razão, convém dar alguns esclarecimentos, estabelecer alguns factos e fazer algumas precisões.

(…)

Em terceiro lugar verifica-se a deformação das políticas energéticas, pois foram postas a reboque do mito climático. Basta ver, por exemplo, o facto de a UE impor limitações de emissões de CO2 nos automóveis hoje fabricados na Europa. Ou seja, ao invés de estabelecer níveis mínimos de rendimento para os motores ou de impor restrições quanto às emissões que são realmente poluentes (como o SO2, os óxidos de azoto, as partículas sólidas, etc) a limitação é imposta a um gás não poluente. Isto é, mais uma vez, um exemplo de confusão sistemática entre ambiente e clima, em que o primeiro é prejudicado sem qualquer benefício para o segundo.

[via resistir.info – Acerca da impostura global]

Por todo o mundo o escândalo do Climategate repercute de modo cada vez mais intenso — excepto em Portugal. Aqui é como se nada houvesse acontecido pois está a ser encoberto e silenciado. Jornais que se fartaram de promover a falcatrua do aquecimento global – como o Público – fingem agora nada ter a ver com o assunto. Pior, desonestamente continuam a desinformar e a promover o terrorismo climático. Eles que se auto-apregoam como jornais “de referência” (do que?) nem sequer se atêm ao princípio jornalístico básico de apresentar as várias versões de um acontecimento.

(…)

Mas a questão que inevitavelmente se levanta desta recusa sistemática a divulgar os seus dados é: o que é que estes cientistas parecem tão ansiosos por esconder? A segunda e mais chocante revelação dos documentos escapados é como eles mostram cientistas a tentarem manipular dados através dos seus tortuosos programas de computador, sempre a apontar apenas para a direcção desejada – reduzir temperaturas passadas e “ajustar” em alta temperaturas recentes, a fim de transmitir a impressão de um aquecimento acelerado. Isto verificou-se tão frequentemente (nos documentos relativos a dados de computador no ficheiro Harry Read Me) que se tornou o elemento único mais perturbador de toda a história. Foi isto que o sr. McIntyre apanhou o dr. Hansen a fazer com o seu registo de temperatura do GISS do ano passado (após o que Hansen foi forçado a rever o seu registo), e dois novos exemplos chocantes agora vieram à luz na Austrália e na Nova Zelândia.

[via resistir.info – Climagate: O pior escândalo científico da nossa era]

E o extenso mas informativo artigo de um dos pais do moderno estudo da climatologia, o falecido, Marcel Leroux, que num dos seus livros escreveu, “Conclusion: The greenhouse effect is not the cause of climate change”: “The possible causes, then, of climate change are: well-established orbital parameters on the palaeoclimatic scale, with climatic consequences slowed by the inertial effect of glacial accumulations; solar activity, thought by some to be responsible for half of the 0.6°C rise in temperature, and by others to be responsible for all of it, which situation certainly calls for further analysis; volcanism and its associated aerosols (and especially sulphates), whose (short-term) effects are indubitable; and far at the rear, the greenhouse effect, and in particular that caused by water vapor, the extent of its influence being unknown. These factors are working together all the time, and it seems difficult to unravel the relative importance of their respective influences upon climatic evolution. Equally, it is tendentious to highlight the anthropic factor, which is, clearly, the least credible among all those previously mentioned.” «via wikipedia»

O aquecimento global é uma hipótese fornecida por modelos teóricos. Baseia-se em relações simplistas que anunciam um aumento da temperatura, proclamado mas não demonstrado.
São numerosas as contradições entre as previsões e os factos climáticos observados directamente. A ignorância destas distorções flagrantes constitui uma impostura científica.
Nos anos 70 (do séc. XX) verificou-se um desvio climático (que os modelos não “previram”). Traduziu-se num aumento progressivo da violência e da irregularidade do tempo e foi provocado pela modificação do modo de circulação geral da atmosfera.
O problema fundamental não é prever o clima em 2100. Deve-se, antes, determinar as causas daquele desvio climático recente. Isso permitiria prever a evolução do tempo no futuro próximo.

(…)

O que predomina no debate e o falseia é que as alterações climáticas são um tema da climatologia tratado como se fosse do ambiente. Em anexo ao da poluição. Esta constitui um álibi moral. Invocado predominantemente por não-climatologistas. Ainda há pouco tempo, um “climatólogo” tinha pouco prestígio. Era um geógrafo considerado “literato”, isto é, “não físico”. Ou era um funcionário dos serviços de meteorologia. Encarregava-se dos arquivos (situação pouco considerada). “Acabar em climatologia” era visto como a pior das condenações! Hoje, os climatologistas na sua maioria desinteressam-se estranhamente do debate. Ou adoptam o dogma oficial sem espírito crítico. Mas também existe a pretensão de se ser “climatólogo”. Saber repetir servilmente (à maneira dos psitacídios) os comunicados do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Changes) tornou-se uma qualificação. O discurso estereotipado e recitado de modo dogmático é sempre o mesmo.

Contudo, as especializações e as competências não faltam. Mas dizem respeito à informática, à estatística, à agronomia, à química, à oceanografia, à glaciologia, à história, mesmo à geologia…Não ao clima e à sua dinâmica. Com uma “convicção” geralmente proporcional à ignorância dos rudimentos da disciplina, os “climatólogos autoproclamados” propagam hipóteses procedentes dos modelos. Hipóteses infundadas ou mal estabelecidas e não corroboradas pelas observações. Devemos assim colocar fortes reticências segundo o qual os relatórios do IPCC são preparados por “centenas de cientistas”. O número anunciado pode iludir e esconder o monolitismo da mensagem. Na realidade, uma pequena equipa dominante impõe os seus pontos de vista a uma maioria sem competências climatológicas. O “I” de IPCC significa, com efeito, “intergovernamental”. Significa que os pretensos cientistas são antes do mais representantes governamentais. O IPCC, em absoluto, não é um organismo de investigação. Na redacção definitiva do relatório de 1966 a afirmação da “influência perceptível do homem sobre o clima global” (GIEC, 1966, p.22) foi acrescentada depois da hora. Para “impressionar” os decisores como disse Emmanuel Granier (Industrie et Environnment, n.º 208, 1998). Não correspondia ao entendimento do conjunto do IPCC. Mas tem sido constantemente repetida apesar de não ter havido acordo!

Os conhecimentos de climatologia são em geral limitados. O IPCC reconhece-o quando afirma: “A aptidão dos cientistas para fazer verificações das projecções provenientes dos modelos é bastante limitada pelos conhecimentos incompletos sobre as verdades climáticas” (UNEP-WMO, 2002, p.7). As “explicações” são sobretudo simples, muito simplificadas, mesmo simplistas, para serem facilmente apreendidas. Todavia, elas não reflectem, ou reflectem apenas muito parcialmente, a verdade científica que é extremamente complexa. Este conhecimento superficial e esquemático é primeiramente imposto pelas “simplificações inevitáveis transpostas para os modelos” (Le Treut, 1997). Os modelos não podem integrar todas as componentes dos fenómenos. É necessário “parametrizá-los”, sem se saber descrevê-los explicitamente. Quanto mais simples é a mensagem, mesmo simplista (próxima do slogan, fácil de reter sem esforço), maiores são as hipóteses de ela ser adoptada pelos políticos e pelos media. O método de “consumo imediato” das notícias afasta-se desde logo da reflexão séria e de longas e complexas explicações.

[via resistir.info – Aquecimento global: uma impostura científica]

E comprovando o que venho dizendo sobre esta farsa do ‘Aquecimento Global’ se inserir no plano mais vasto da despopulação, matança de biliões de seres humanos, onde também se inclui o Codex Alimentarius e os OGM/GMO, hoje o site NaturalNews tem um artigo onde a Environmental Protection Agency (EPA), agora sob tutela da Administração de Obama, vem afirmar que o CO2 ameaça a saúde pública e como tal terá de ser regulado, abrindo assim caminho para mais impostos.

Inserindo-se ainda neste tema a H.R.875 a lei que criminaliza a agricultura biológica nos EUA

Carbon dioxide is a threat to human life, says the EPA under the direction of the Obama Administration. With this declaration, the agency has bypassed Congress and can now begin to regulate CO2 as a toxic substance.

(…)

If CO2 is regulated, for example, it means the very gas you exhale will be considered a hazard to life on Earth. Thus, regulating CO2 could be a sneaky way to start our nation down the road of population control or even population reduction. When a person reaches the age of 65, for example, and they’re about to retire and collect social security, they might then be seen as a carbon-producing financial burden, and mass euthanasia programs could begin to be seriously considered. (This isn’t science fiction. Nursing home patients are already being routinely euthanized with psychiatric drugs and painkillers right now…)

Na verdade o CO2 é uma infíma parte dos gases que compôem a atmosfera, não é tóxico nas concentrações que a compõem, aliás durante o Jurássico, altura onde a biodiversidade era bem maior que a actual, especialmente a nível da flora, as suas concentrações eram 4 a 5 vezes superiores às actuais.

A maior parte do CO2 nem sequer é de origem humana, antropogénica e ainda por cima tem um efeito muito positivo na agricultura, aumentado a qualidade e a produção de alimentos.

Qualquer pessoa sabe que é o CO2 que as plantas usam para poder através da fotossíntese produzir o oxigénio que todos nós necessitamos, aliás nós somos feitos de carbono, se como eu gostam de ficção cientifica, e caso tenham visto o 1º filme da série de tv, Star Trek, nesse mesmo filme a inteligência alienígena V’GER, tratava a todos os ocupantes da USS Enterprise por ‘Unidades de Carbono’.

Já para não mencionar que o berço da Humanidade, a Suméria, região que é actualmente a do Iraque, bem como as grandes civilizações do Egipto e os Maias da América do Sul, todos cresceram em zonas quentes, aliás para o ser humano é sempre muito mais positivo um aumento da temperatura do que a entrada numa idade do gelo.

Para alguns que argumentam que os cientistas cépticos de toda esta fantochada são pagos pelas grandes poluidoras, pelos grandes interesses do petróleo, dêem olhada a esta lista que defende que a Administração implemente forte legislação relativa a este tema;

United States Climate Action Partnership (USCAP) is a group of businesses and leading environmental organizations that have come together to call on the federal government to quickly enact strong national legislation to require significant reductions of greenhouse gas emissions. USCAP has issued a landmark set of principles and recommendations to underscore the urgent need for a policy framework on climate change.

[via USCAP]

Mais alguns artigos bem como a série que o blog ‘Só me apetece cobrir’ tem vindo a divulgar e claro os sempre imprescindíveis Mitos Climáticos e Ecotretas.

Although I risk immediately being branded mentally defective for saying so, I am not convinced by the notion of man-made global warming. My lack of conviction, I would be the first to admit, is based on nothing resembling great scientific understanding: I have not so much as an O-level in physics or chemistry. All I do know is this: that the planet has heated up and cooled down at various points in its history without any help from factories, lorries or a beef-farming industry. Other planets have done, and continue to do, the same: I am still waiting for an answer to John Redwood’s excellent point that the surface temperature of Mars has risen over the past few decades “and they are still looking for the 4x4s that did it”. I therefore remain, in the phrase of Sir Antony Jay, the creator of Yes Minister, a firm thermosceptic.

[via Telegraph]

What happened to global warming?

Average temperatures have not increased for over a decade

This headline may come as a bit of a surprise, so too might that fact that the warmest year recorded globally was not in 2008 or 2007, but in 1998.

But it is true. For the last 11 years we have not observed any increase in global temperatures.

According to research conducted by Professor Don Easterbrook from Western Washington University last November, the oceans and global temperatures are correlated.

The oceans, he says, have a cycle in which they warm and cool cyclically. The most important one is the Pacific decadal oscillation (PDO).

For much of the 1980s and 1990s, it was in a positive cycle, that means warmer than average. And observations have revealed that global temperatures were warm too.

But in the last few years it has been losing its warmth and has recently started to cool down.

(…)

To confuse the issue even further, last month Mojib Latif, a member of the IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) says that we may indeed be in a period of cooling worldwide temperatures that could last another 10-20 years.

[via BBC]

=-=-=-=-=
Powered by Bilbo Blogger

9 Respostas

  1. Eu enviei um mail prai há 5 dias há rtp, já que é o canal público e deveria ser isento, a perguntar porque é que não cobriram o facto dos mails “hackeados” ou “esquecidos” que destroem a ideia do aquecimento global por causa dos humanos…

    Ainda estou à espera de resposta… lol

    Na sic falaram aqui há uns dois dias durante cerca prai de 15 segundos sobre os “cépticos que não acreditam no aquecimento global e na mudança do clima”… mais uma distorção conveniente, pois ninguém está a dizer que o clima não está a mudar, mas sim que não é devido à intervenção humana…

    e gostei da gaja norte americana a dizer que o CO2 é mau para a saúde pública… duh?! a partir de hoje vou deixar de expirar o ar que inspiro, não vá poluir a minha casa… lol

    O problema é que, assim que daqui a umas décadas a temperatura continuar a descer naturalmente, eles vão dizer “lá está o al gore tinha razão, e ainda bem que ele nos avisou, pois foi devido a esse santo que conseguimos baixar o efeito de estufa e reduzir a temperatura”…

    se não fosse tão sério era cómico…

    • boas,

      sinceramente já nem me preocupo em dizer a essa gentinha o que quer que seja, eles têm os cérebros há muito formatados e ainda por cima estão a defender os seus interesses mesquinhos e têm de lamber as botas ao chefinho fantoche da NWO, por isso nem vale a pena perder tempo.

      já escrevi para muito papagaios, especialmente a TVI e a cambada do 24h, neste último caso sobre as barbaridades que por diversas vezes escreveram sobre a história oficial mirabolante dos atentados do 11set2001.
      Não há nada a fazer, esta gentinha, na sua maioria, esconde-se por detrás de pesudo-notícias e não aceitam resposta, nem criticas, são os maiores!

      ab

  2. “Ministério quer registo de doentes que recusam vacina”

    -> http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1399420

  3. […] O título diz bem da Hipocrisia reinante, que as senhoras e senhores, os acólitos do Papa Al Gore, ou será Al Gone? vivem e tentam passar às massas através de propaganda massiva dos meios de comunicação que dominam. […]

    • é parece que a mansão do gajo necessita de uma central eléctrica só para ele, é muito provável que se aviste do espaço🙂

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: