É o sol estúpido!

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The Great Global Warming Swindle, part 4 of 9

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NWO_News: Tamiflu é uma farsa; OMS faz o que a Big Pharma quer; A seguir são os mares

Hoje deixo aqui alguns links com artigos interessantes para mais uma vez reflectir-mos sobre o que se vai passando nas nossas costas e a que os pseudo-jornalistas deste país não dão qualquer importância, preferindo a propaganda enganosa e os mesmos temas de sempre; não é que a imprensa estrangeira seja muito melhor, mas aqui e além sempre se vão encontrando algumas pérolas, especialmente online, e muito concretamente dos media não tradicionais.

Começando pelos temas que mais me chamaram à atenção, segundo um artigo do site Bloomberg (media mainstream), o tão acarinhado pela nossa Ministra da Saúde e seus acólitos, Tamiflu/Oseltamivir da Roche (a empresa das mega FRAUDES), que tantos biliões, mais própriamente US$2.6B só este ano, tem dado ao falcão Donald Rumsfeld e seus compinchas, pelos vistos e como já há algum tempo se pensava, pouco ou nada faz relativamente às complicações pelo virús influenza em adultos saudáveis.

Segundo uma análise de cerca de 20 estudos levada a cabo pela Cochrane Collaboration e publicada no British Medical Journal*, não foi encontrada qualquer evidência que o Tamiflu prevenisse as infecções ou complicações respiratórias devido ao virús influenza.

Deste relatório foram excluídos oito estudos patrocinados pela Roche uma vez que não tinham sido publicados e cujo dados não tinham sido na sua totalidade divulgados aos investigadores.

O mais interessante de tudo isto foram as conclusões a que chegou Fiona Godlee a editora chefe do BMJ*, a qual afirmou que este relatório levanta sérias questões de como os diversos medicamentos são revistos/inspeccionados, uma vez que os estudos orignalmente usados para estabelecer os benefícios desta droga foram escritos pelos empregados da Roche e pagos por consultoras, tendo escondido efeitos secundários sérios, sendo que em alguns nem se conhecem os seus autores.

E foi neles que os diversos Governos acreditaram, incluindo o NOSSO!

The report raises questions about how drugs are reviewed, approved and distributed, Fiona Godlee, the British journal’s editor in chief, wrote in an editorial. The studies originally used to establish the benefits of Tamiflu were written by Roche employees and paid consultants, under-reported serious side effects and failed to clearly identify all the authors, she wrote. In at least one case, a study was attributed to a researcher who disavowed any involvement to the journal, Godlee wrote.

‘Taken on Trust’

Governments relied on the studies to justify the widespread use of Tamiflu, known chemically as oseltamivir, she said. The reviewers were unable to find any independent studies of the drug in healthy adults, she said. [via Bloomberg]

Ainda dentro deste tema dos medicamentos e da saúde, acaba de ser divugado no site de whisleblowers, wikileaks um relatório que indica que a Organização Mundial de Saúde é um pau mandado da Big Pharma.

The compilation of documents shows the influence of “Big Pharma” on the policy making decisions of the WHO, the UN body safeguarding public health. These confidential documents were obtained by the drug industry before their public release to WHO member states (scheduled to be released May 2010). The document also illustrates that the WHO expert group was highly responsive to industry lobbying — a result that public health groups had feared since early 2009, when the expert group met with the industry, but refused to meet with public health groups known to be industry critics. [via wikileaks]

Relativamente à toma das vacinas contra a influenza sazonal nos EUA, parece que os cidadãos daquele país têm sido relativamente inteligentes uma vez que apenas 1/3 deles as têm tomado.

Mudando agora de tema, parece que nada escapa ao CONTROLO dos senhores do Governo Sombra da Nova (Des)Ordem Mundial, para além da farsa relativa ao pseudo ‘Aquecimento Global Antropogénico’, agora lembraram-se de controlar os MARES.

Segundo um artigo do Times online, o novo Governo Mundial, que como já por aqui afirmei, são as Nações Unidas, ou algo que de lá sairá, prepraram-se para fazer letra morta dos mais de 400 anos de ‘liberdade dos mares’ [1], uma vez que se preparam para limitar essa liberdade de circulação, para além das zonas exlusivas dos países, mais uma vez com a desculpa do ambiente.

E não o fazem por menos, segundo o mesmo artigo, estas medidas já estão em discussão por parte das forças militares de diversos países e claro pelos senhores dos grupos ambientalistas/conservacionistas.

The 400-year-old freedom of the high seas would be lost under United Nations plans to limit environmental damage.

Military forces of several nations are in discussions with conservationists over pooling surveillance resources to enforce the changes.

The “freedom of the seas” has given mariners legal rights to roam the high seas — a boundary that usually occurs 200 nautical miles from shore — at will. Specialists gathered at a London conference are saying that fishermen have been pushing the concept too far.

The United Nations Convention on the Law of the Sea came into force in 1983 and enshrined the 17th-century concept of the freedom of the seas.

(…)National defence agencies are being brought to the table to help to enforce the rules and discussions have taken place between conservationists and the Pentagon over possible synergies in preventing overfishing, piracy and terrorism. A European Green Paper is under consideration that aims to link the maritime surveillance capabilities of member nations, including both military and fishing interests. [via Times online]

Ainda sobre a farsa do AGA, um artigo sobre a mentira do desaparecimento dos ursos polares.

But global warming is not killing the polar bears of Canada‘s eastern Arctic, according to one ongoing study. Scheduled for release next year, it says the number of polar bears in the Davis Strait area of Canada‘s eastern Arctic – one of 19 polar bear populations worldwide – has grown to 2,100, up from 850 in the mid-1980s.

For those keeping score, that’s an almost 150 percent increase in two decades. [via newsbusters]

Para terminar deixo alguns artigos sobre as reuniões dos senhores do mundo.

A top-secret meeting of the world’s richest people to discuss the global financial crisis was held in New York on May 5, IrishCentral.com has learned exclusively.

The mysterious, media-blackout meeting was called by Warren Buffett, CEO of Berkshire-Hathaway; Bill Gates, co founder of Microsoft; and David Rockefeller Jr., chairman of Rockefeller Financial Services.

In addition to Gates, Buffett and Rockefeller, the attendees included Oprah Winfrey, George Soros, Ted Turner, and New York City Mayor Michael Bloomberg, among others. [via Irish central]

SOME of America’s leading billionaires have met secretly to consider how their wealth could be used to slow the growth of the world’s population and speed up improvements in health and education.

The philanthropists who attended a summit convened on the initiative of Bill Gates, the Microsoft co-founder (sobre este senhor ver esta entrada), discussed joining forces to overcome political and religious obstacles to change.

Described as the Good Club by one insider it included David Rockefeller Jr, the patriarch of America’s wealthiest dynasty, Warren Buffett and George Soros, the financiers, Michael Bloomberg, the mayor of New York, and the media moguls Ted Turner and Oprah Winfrey. [via Times Online]

Our speculation that the “secret billionaire club” meeting at the beginning of the month was primarily focused around population control. a cause célèbre embraced by David Rockefeller, Ted Turner and Bill Gates, has been confirmed by a London Times report.

Details of the secret confab were thin on the ground in the initial reports concerning the meeting of rich “philanthropists” like Rockefeller, Turner, Gates, Warren Buffet and George Soros, which took place in New York on May 5 at the home of Sir Paul Nurse, a British Nobel prize biochemist and president of the private Rockefeller University. [via PrisonPlanet]

E ainda mais um político do partido Labour do Reino Unido que vem agora a público, muito tarde meu caro, afirmar que ” I do wonder, looking back now, having the privilege of discussing with Tony about all this, how did I go along [with it]?”, “Bush is crap, you know it, I know it, the party knows it,”.

Agora é que é mesmo :), deixo aqui um link para a continuação de um interessante apanhado ao livro de Daniel Estulin, “The True Story of the Bilderberg Group”.

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A grande farsa do ‘Aquecimento Global’ «AGW» O que as PROSTITUTAS dos media portugueses não nos dizem!

Eis alguns artigos sob a farsa do ‘Aquecimento Global’ que seria bom que as pessoas lessem, se informassem, aquelas que gostam de pensar pela sua própria cabeça, uma vez que os nossos media são um conjunto de prostitutas que para além de nos desinformarem ainda nos escondem as opiniões contrárias à ‘religião dominante’ em que este tema se tornou.

Por incrivel que pareça o único que eu li e que tem dado a palavra aos verdadeiros cientistas, denominados de cépticos, o que é um elogio para eles, é o Expresso do mister Bilderberg português.

O blog Citadino, chama a atenção para o artigo do professor Delgado Domingos, exatcamente sobre toda esta fantochada.

Parece que no DN existe um artigo de opinião que critica e bem os pseudo-jornalistas deste país.

Al Gore sued by over 30.000 Scientists for Global Warming fraud / John Coleman

Como afirma Michael Parenti no seu artigo Monopoly Media Manipulation, para além da manipulação, os media prostituídos dominados pela corja da Nova (Des)Ordem Mundia, para além de nos desinformarem através da manipulação que produzem, desinformam-nos, ou melhor, suprimem a informação, através da OMISSÃO.

In a capitalist “democracy” like the United States, the corporate news media faithfully reflect the dominant class ideology both in their reportage and commentary. At the same time, these media leave the impression that they are free and independent, capable of balanced coverage and objective commentary. How they achieve these seemingly contradictory but legitimating goals is a matter worthy of study.

(…)

Some critics complain that the press is sensationalistic and invasive. In fact, it is more often muted and evasive. More insidious than the sensationalistic hype is the artful avoidance. Truly sensational stories (as opposed to sensationalistic) are downplayed or avoided outright. Sometimes the suppression includes not just vital details but the entire story itself, even ones of major import.

[via Michael Parenti site]

É vergonhoso especialmente no caso dos meios de comunicação detidos pelo Estado português e que todos nós PAGAMOS, assistir a tanta propaganda mentirosa junta, a propósito da fantochada, da farsa que se vive em Copenhaga!

Como alguém num blog já frisou, estes media são as prostitutas do regime.

O mais interessante é que o ex-Presidente dos EUA, Dwight D. Eisenhower, no seu famoso discurso de despedida em 1961 para além de ter avisado os seus concidadãos para os perigos do Complexo Militar Industrial, também chamou à atenção para o perigo da união entre pseudo-cientistas e pseudo-ciência controlada e patrocinada pelo Estado.

President Dwight D. Eisenhower’s famous 1960 farewell address contained more than an admonition about the danger of an expanding “military-industrial complex.” That speech was also an early warning of the current unholy alliance between the government and a scientific community dependent on the government for its funding.

“The prospect of domination of the nation’s scholars by Federal employment, project allocations, and the power of money is ever present and is gravely to be regarded. … we must … be alert to the … danger that public policy could itself become the captive of a scientific technological elite”

Dwight D. Eisenhower

[via AmericanThinker]

Aqui fica o seu discurso no youtube, pena que só diga respeito à parte do Complexo Militar Industrial.

Indo agora aos artigos, três estão em português no site resistir.info.

Começo pela petição de Estocolmo, dirigida ao Presidente da UE.

Alguns leitores têm indagado porque resistir.info tem dado tanta ênfase à denúncia desse mítico aquecimento global, o qual seria um problema aparentemente esotérico e afastado dos objectivos deste sítio web. Alguns deles chegaram mesmo a dizer que tal denúncia afastar-se-ia da posição “de esquerda”, pois publicações e personalidades progressistas (como a Monthly Review e Fidel Castro) têm endossado as preocupações aquecimentistas. Por essa razão, convém dar alguns esclarecimentos, estabelecer alguns factos e fazer algumas precisões.

(…)

Em terceiro lugar verifica-se a deformação das políticas energéticas, pois foram postas a reboque do mito climático. Basta ver, por exemplo, o facto de a UE impor limitações de emissões de CO2 nos automóveis hoje fabricados na Europa. Ou seja, ao invés de estabelecer níveis mínimos de rendimento para os motores ou de impor restrições quanto às emissões que são realmente poluentes (como o SO2, os óxidos de azoto, as partículas sólidas, etc) a limitação é imposta a um gás não poluente. Isto é, mais uma vez, um exemplo de confusão sistemática entre ambiente e clima, em que o primeiro é prejudicado sem qualquer benefício para o segundo.

[via resistir.info – Acerca da impostura global]

Por todo o mundo o escândalo do Climategate repercute de modo cada vez mais intenso — excepto em Portugal. Aqui é como se nada houvesse acontecido pois está a ser encoberto e silenciado. Jornais que se fartaram de promover a falcatrua do aquecimento global – como o Público – fingem agora nada ter a ver com o assunto. Pior, desonestamente continuam a desinformar e a promover o terrorismo climático. Eles que se auto-apregoam como jornais “de referência” (do que?) nem sequer se atêm ao princípio jornalístico básico de apresentar as várias versões de um acontecimento.

(…)

Mas a questão que inevitavelmente se levanta desta recusa sistemática a divulgar os seus dados é: o que é que estes cientistas parecem tão ansiosos por esconder? A segunda e mais chocante revelação dos documentos escapados é como eles mostram cientistas a tentarem manipular dados através dos seus tortuosos programas de computador, sempre a apontar apenas para a direcção desejada – reduzir temperaturas passadas e “ajustar” em alta temperaturas recentes, a fim de transmitir a impressão de um aquecimento acelerado. Isto verificou-se tão frequentemente (nos documentos relativos a dados de computador no ficheiro Harry Read Me) que se tornou o elemento único mais perturbador de toda a história. Foi isto que o sr. McIntyre apanhou o dr. Hansen a fazer com o seu registo de temperatura do GISS do ano passado (após o que Hansen foi forçado a rever o seu registo), e dois novos exemplos chocantes agora vieram à luz na Austrália e na Nova Zelândia.

[via resistir.info – Climagate: O pior escândalo científico da nossa era]

E o extenso mas informativo artigo de um dos pais do moderno estudo da climatologia, o falecido, Marcel Leroux, que num dos seus livros escreveu, “Conclusion: The greenhouse effect is not the cause of climate change”: “The possible causes, then, of climate change are: well-established orbital parameters on the palaeoclimatic scale, with climatic consequences slowed by the inertial effect of glacial accumulations; solar activity, thought by some to be responsible for half of the 0.6°C rise in temperature, and by others to be responsible for all of it, which situation certainly calls for further analysis; volcanism and its associated aerosols (and especially sulphates), whose (short-term) effects are indubitable; and far at the rear, the greenhouse effect, and in particular that caused by water vapor, the extent of its influence being unknown. These factors are working together all the time, and it seems difficult to unravel the relative importance of their respective influences upon climatic evolution. Equally, it is tendentious to highlight the anthropic factor, which is, clearly, the least credible among all those previously mentioned.” «via wikipedia»

O aquecimento global é uma hipótese fornecida por modelos teóricos. Baseia-se em relações simplistas que anunciam um aumento da temperatura, proclamado mas não demonstrado.
São numerosas as contradições entre as previsões e os factos climáticos observados directamente. A ignorância destas distorções flagrantes constitui uma impostura científica.
Nos anos 70 (do séc. XX) verificou-se um desvio climático (que os modelos não “previram”). Traduziu-se num aumento progressivo da violência e da irregularidade do tempo e foi provocado pela modificação do modo de circulação geral da atmosfera.
O problema fundamental não é prever o clima em 2100. Deve-se, antes, determinar as causas daquele desvio climático recente. Isso permitiria prever a evolução do tempo no futuro próximo.

(…)

O que predomina no debate e o falseia é que as alterações climáticas são um tema da climatologia tratado como se fosse do ambiente. Em anexo ao da poluição. Esta constitui um álibi moral. Invocado predominantemente por não-climatologistas. Ainda há pouco tempo, um “climatólogo” tinha pouco prestígio. Era um geógrafo considerado “literato”, isto é, “não físico”. Ou era um funcionário dos serviços de meteorologia. Encarregava-se dos arquivos (situação pouco considerada). “Acabar em climatologia” era visto como a pior das condenações! Hoje, os climatologistas na sua maioria desinteressam-se estranhamente do debate. Ou adoptam o dogma oficial sem espírito crítico. Mas também existe a pretensão de se ser “climatólogo”. Saber repetir servilmente (à maneira dos psitacídios) os comunicados do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Changes) tornou-se uma qualificação. O discurso estereotipado e recitado de modo dogmático é sempre o mesmo.

Contudo, as especializações e as competências não faltam. Mas dizem respeito à informática, à estatística, à agronomia, à química, à oceanografia, à glaciologia, à história, mesmo à geologia…Não ao clima e à sua dinâmica. Com uma “convicção” geralmente proporcional à ignorância dos rudimentos da disciplina, os “climatólogos autoproclamados” propagam hipóteses procedentes dos modelos. Hipóteses infundadas ou mal estabelecidas e não corroboradas pelas observações. Devemos assim colocar fortes reticências segundo o qual os relatórios do IPCC são preparados por “centenas de cientistas”. O número anunciado pode iludir e esconder o monolitismo da mensagem. Na realidade, uma pequena equipa dominante impõe os seus pontos de vista a uma maioria sem competências climatológicas. O “I” de IPCC significa, com efeito, “intergovernamental”. Significa que os pretensos cientistas são antes do mais representantes governamentais. O IPCC, em absoluto, não é um organismo de investigação. Na redacção definitiva do relatório de 1966 a afirmação da “influência perceptível do homem sobre o clima global” (GIEC, 1966, p.22) foi acrescentada depois da hora. Para “impressionar” os decisores como disse Emmanuel Granier (Industrie et Environnment, n.º 208, 1998). Não correspondia ao entendimento do conjunto do IPCC. Mas tem sido constantemente repetida apesar de não ter havido acordo!

Os conhecimentos de climatologia são em geral limitados. O IPCC reconhece-o quando afirma: “A aptidão dos cientistas para fazer verificações das projecções provenientes dos modelos é bastante limitada pelos conhecimentos incompletos sobre as verdades climáticas” (UNEP-WMO, 2002, p.7). As “explicações” são sobretudo simples, muito simplificadas, mesmo simplistas, para serem facilmente apreendidas. Todavia, elas não reflectem, ou reflectem apenas muito parcialmente, a verdade científica que é extremamente complexa. Este conhecimento superficial e esquemático é primeiramente imposto pelas “simplificações inevitáveis transpostas para os modelos” (Le Treut, 1997). Os modelos não podem integrar todas as componentes dos fenómenos. É necessário “parametrizá-los”, sem se saber descrevê-los explicitamente. Quanto mais simples é a mensagem, mesmo simplista (próxima do slogan, fácil de reter sem esforço), maiores são as hipóteses de ela ser adoptada pelos políticos e pelos media. O método de “consumo imediato” das notícias afasta-se desde logo da reflexão séria e de longas e complexas explicações.

[via resistir.info – Aquecimento global: uma impostura científica]

E comprovando o que venho dizendo sobre esta farsa do ‘Aquecimento Global’ se inserir no plano mais vasto da despopulação, matança de biliões de seres humanos, onde também se inclui o Codex Alimentarius e os OGM/GMO, hoje o site NaturalNews tem um artigo onde a Environmental Protection Agency (EPA), agora sob tutela da Administração de Obama, vem afirmar que o CO2 ameaça a saúde pública e como tal terá de ser regulado, abrindo assim caminho para mais impostos.

Inserindo-se ainda neste tema a H.R.875 a lei que criminaliza a agricultura biológica nos EUA

Carbon dioxide is a threat to human life, says the EPA under the direction of the Obama Administration. With this declaration, the agency has bypassed Congress and can now begin to regulate CO2 as a toxic substance.

(…)

If CO2 is regulated, for example, it means the very gas you exhale will be considered a hazard to life on Earth. Thus, regulating CO2 could be a sneaky way to start our nation down the road of population control or even population reduction. When a person reaches the age of 65, for example, and they’re about to retire and collect social security, they might then be seen as a carbon-producing financial burden, and mass euthanasia programs could begin to be seriously considered. (This isn’t science fiction. Nursing home patients are already being routinely euthanized with psychiatric drugs and painkillers right now…)

Na verdade o CO2 é uma infíma parte dos gases que compôem a atmosfera, não é tóxico nas concentrações que a compõem, aliás durante o Jurássico, altura onde a biodiversidade era bem maior que a actual, especialmente a nível da flora, as suas concentrações eram 4 a 5 vezes superiores às actuais.

A maior parte do CO2 nem sequer é de origem humana, antropogénica e ainda por cima tem um efeito muito positivo na agricultura, aumentado a qualidade e a produção de alimentos.

Qualquer pessoa sabe que é o CO2 que as plantas usam para poder através da fotossíntese produzir o oxigénio que todos nós necessitamos, aliás nós somos feitos de carbono, se como eu gostam de ficção cientifica, e caso tenham visto o 1º filme da série de tv, Star Trek, nesse mesmo filme a inteligência alienígena V’GER, tratava a todos os ocupantes da USS Enterprise por ‘Unidades de Carbono’.

Já para não mencionar que o berço da Humanidade, a Suméria, região que é actualmente a do Iraque, bem como as grandes civilizações do Egipto e os Maias da América do Sul, todos cresceram em zonas quentes, aliás para o ser humano é sempre muito mais positivo um aumento da temperatura do que a entrada numa idade do gelo.

Para alguns que argumentam que os cientistas cépticos de toda esta fantochada são pagos pelas grandes poluidoras, pelos grandes interesses do petróleo, dêem olhada a esta lista que defende que a Administração implemente forte legislação relativa a este tema;

United States Climate Action Partnership (USCAP) is a group of businesses and leading environmental organizations that have come together to call on the federal government to quickly enact strong national legislation to require significant reductions of greenhouse gas emissions. USCAP has issued a landmark set of principles and recommendations to underscore the urgent need for a policy framework on climate change.

[via USCAP]

Mais alguns artigos bem como a série que o blog ‘Só me apetece cobrir’ tem vindo a divulgar e claro os sempre imprescindíveis Mitos Climáticos e Ecotretas.

Although I risk immediately being branded mentally defective for saying so, I am not convinced by the notion of man-made global warming. My lack of conviction, I would be the first to admit, is based on nothing resembling great scientific understanding: I have not so much as an O-level in physics or chemistry. All I do know is this: that the planet has heated up and cooled down at various points in its history without any help from factories, lorries or a beef-farming industry. Other planets have done, and continue to do, the same: I am still waiting for an answer to John Redwood’s excellent point that the surface temperature of Mars has risen over the past few decades “and they are still looking for the 4x4s that did it”. I therefore remain, in the phrase of Sir Antony Jay, the creator of Yes Minister, a firm thermosceptic.

[via Telegraph]

What happened to global warming?

Average temperatures have not increased for over a decade

This headline may come as a bit of a surprise, so too might that fact that the warmest year recorded globally was not in 2008 or 2007, but in 1998.

But it is true. For the last 11 years we have not observed any increase in global temperatures.

According to research conducted by Professor Don Easterbrook from Western Washington University last November, the oceans and global temperatures are correlated.

The oceans, he says, have a cycle in which they warm and cool cyclically. The most important one is the Pacific decadal oscillation (PDO).

For much of the 1980s and 1990s, it was in a positive cycle, that means warmer than average. And observations have revealed that global temperatures were warm too.

But in the last few years it has been losing its warmth and has recently started to cool down.

(…)

To confuse the issue even further, last month Mojib Latif, a member of the IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) says that we may indeed be in a period of cooling worldwide temperatures that could last another 10-20 years.

[via BBC]

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OGM/GMO: Destruição da Biodiversidade, contaminação de culturas naturais por GMOs

Uma pequena mas creio que relevante entrada sobre o tema dos Organismos Genéticamente Modificados que grandes multinacionais, fundações ligadas à oligarquia da Nova Ordem Mundial e defensoras desde sempre da Eugenia, como as Ford, Rockeffeler, Bill e Melinda Gates, bem como Bancos como a nossa CGD, vêm promovendo a cada dia que passa colocando quer a nossa saúde, quer a ‘saúde’ da natureza, a sua Biodiversidade em causa, bem como a liberdade dos agricultores em produzirem alimentos naturais, como se pode constatar por diversos exemplos um pouco por esse mundo fora, de África, à América do Norte e do Sul, até à Ásia.

Sem nos esquecer-mos do projecto de Svalbard que pretende retirar dos Agricultores e consequentemente de todos nós a liberdade de plantar-mos e comer-mos alimentos naturais.

Inserindo-se assim, mais uma vez, nos projectos de despopulação do planeta, que a elite da Nova Ordem Mundial tão intensamente persegue, não olhando a meios para atingir os seus fins, como se percebe fácilemente acompanhado por exemplo a mentira do chamado ‘Aquecimento Global Antropogénico’.

Mas indo aos artigos, o GMO Contamination Around the World descreve como um estudo (2001) levado a cabo pela Universidade de Berkeley na Califórnia, EUA, e publicado pela Nature, demonstra que algumas das variedades nativas de milho no México, nomeadamente a ‘Criollo’ comparando-as com amostras de controlo da mesma região mas de 1971 (antes da introdução de sementes genéticamente modificadas) bem como amostras de milho azul do Peru, mostram que das seis amostras de milho criollo que actualmente se plantam, quatro estão contaminadas com material genético de milho transgénico e num caso ainda vai mais longe a contaminação, uma vez que a amostra possui o gene da bactéria insecticida, o CryIA da Bacillus thurigiensis (Bt).

O Governo Mexicano vai ainda mais longe e indica que entre 3% a 10% das culturas naturias de milho da Sierra Norte contém DNA transgénico, apesar das culturas naturais estarem afastadas das transgénicas mais de 100km.

Tudo isto apesar da moratória do Governo Mexicano desde 1998 à plantação e cultivo de sementes transgénicas.

O que levanta algumas questões, que são colocadas também no excelente documentário, “The World According to Monsanto”, que pode ser visto aqui (podem puxá-lo usando o cclive), entre as quais, será que a moratória tem sido ineficaz? Será que se continua a plantar milho transgénico apesar da sua proibição? Será que a contaminação se iniciou antes de 1998? Ou como é referido no documentário, será que as mega multinacionais de transgénicos têm andado a fazer batota, espalhando sementes transgénicas através de aviões que por vezes são vistos na região?

Uma das explicações para a intodução de sementes genéticamente modificadas, é através das ajudas alimentares a diversos países, segundo a Friends of the Earth, a rejeição de transgénicos, particularmente na UE, leva a um aumento dos stocks destes em países como os EUA que os enviam depois para países em desenvolvimento.

Tudo isto deveria estar a ser protegido pelo Cartegena Protocol on Biosafety (CPB), que deveria proteger a enorme e rica biodiversidade do Sul das semneteiras de transgénicos do Norte, infelizmente devido a diversos factores como por exemplo a falta de fundos leva a que diversos países do Sul não o implementem.

Mas não são apenas os países mais pobres do Sul que têm problemas em controlar efectivamente a contaminação e o uso de transgénicos, nos EUA passa-se o mesmo, como é exemplo o escândalo Starlink, quando as entidades que o deveriam fazer não foram capazes, ou não o quiseram, prevenir e impedir que uma nova variedade de transgénico entrasse na cadeia alimentar.

Ainda sobre este tema, convém ler o artigo, GMO Contamination in Mexico’s Cradle of Corn, que desta vez nos informa sobre um estudo sobre o mesmo tema mas levado a cabo por uma equipa de investigadores do México, EUA e Alemanha.

Their work could relaunch the controversy that was unleashed in 2001 by a highly controversial article in the magazine, “Nature,” the authors of which, biologists David Quist and Ignacio Chapela from the University of California at Berkeley, revealed that criollos (traditional) corn from the Oaxaca region – one of the cradles of that cereal – were contaminated by Roundup Ready (RR) and Bt genes, property of the American company Monsanto.

In her book, “The World According to Monsanto,” (due for release in March 2009 and already available for pre-order at Amazon.com), Marie-Monique Robin related how Mr. Chapela became a victim of “media lynching” at that time at the instigation of the dominant company in the GMO market. “Nature” ended up publishing a disclaimer, deeming that the two biologists’ article was insufficiently backed up.

[via http://www.indigenousportal.com/Biological-Diversity/GMO-Contamination-in-Mexico-s-Cradle-of-Corn.html]

The deeper problem with the single focus on ex situ seed storage, that the Svalbard Vault reinforces, is that it is fundamentally unjust. It takes seeds of unique plant varieties away from the farmers and communities who originally created, selected, protected and shared those seeds and makes them inaccessible to them. The logic is that as people’s traditional varieties get replaced by newer ones from research labs – seeds that are supposed to provide higher yields to feed a growing population – the old ones have to be put away as “raw material” for future plant breeding. This system forgets that farmers are the world’s original, and ongoing, plant breeders. To access the seeds, you have to be integrated into a whole institutional framework that most farmers on the planet simply don’t even know about. Put simply, the whole ex situ strategy caters to the needs of scientists, not farmers.

In addition, the system operates under the assumption that once the farmers’ seeds enter a storage facility, they belong to someone else and negotiating intellectual property and other rights over them is the business of governments and the seed industry itself. In the case of most so-called public genebanks, the seeds are said to become part of “the public domain” if not “national sovereignty” (which increasingly translates to state ownership). The Consultative Group on International Agricultural Research (CGIAR), which runs about 15 global genebanks for the world’s most widely used staple food crops, has even set up a legal arrangement of “trusteeship” that it exercises over the treasure chest of farmers’ seeds that it holds “on behalf of” the international community, under the auspices of the FAO. Yet they never asked the farmers whom they took the seeds from in the first place if this was okay and they left farmers totally out of the trusteeship equation.[via Globalresearch]

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Porque é tão importante o combate e a disseminação de medo relativo ao aumento de CO2?

[update: e como seria de esperar as tentativas de lavagem, branqueamento do que tem vindo a ser noticiado relativamente ao Climagate, não se fizeram esperar; “Breaking news from the splendid Bishop Hill. It seems the AGW establishment has launched an urgent damage limitation exercise in order to whitewash the Climategate scandal in time for Copenhagen.”]

Esta pequena entrada é só para dizer que toda esta imensa preocupação em fazer passar a mensagem que o aumento de CO2 é mau e negativo para a vida na terra (o que é FALSO), tem tudo a ver com dois simples pormenores que se encontram em todos os projectos da Nova (Des)Ordem Mundial.

“Control oil and you control nations; control food and you control people.”

Henry Kissinger

Controlo dos povos e controlo do número de seres humanos na terra, por isso o combate ao CO2 é tão importante para estes senhores, é que como se sabe o aumento de CO2 melhora e muito a produção de alimentos o que vai frontalmente contra o Controlo Populacional defendido há muito tempo e sobre o qual o assassino Kissinger escreveu no famoso memorando, NSSM 200.

The bogus arguments that Kissinger advanced were not original. One of his major sources was the Royal Commission on Population, which King George VI had created in 1944 “to consider what measures should be taken in the national interest to influence the future trend of population.” The commission found that Britain was gravely threatened by population growth in its colonies, since “a populous country has decided advantages over a sparsely-populated one for industrial production.” The combined effects of increasing population and industrialization in its colonies, it warned, “might be decisive in its effects on the prestige and influence of the West,” especially effecting “military strength and security.”

NSSM 200 similarly concluded that the United States was threatened by population growth in the former colonial sector. It paid special attention to 13 “key countries” in which the United States had a “special political and strategic interest”: India, Bangladesh, Pakistan, Indonesia, Thailand, the Philippines, Turkey, Nigeria, Egypt, Ethiopia, Mexico, Brazil, and Colombia. It claimed that population growth in those states was especially worrisome, since it would quickly increase their relative political, economic, and military strength.

(…)

There were several measures that Kissinger advocated to deal with this alleged threat, most prominently, birth control and related population-reduction programs. He also warned that “population growth rates are likely to increase appreciably before they begin to decline,” even if such measures were adopted.

A second measure was curtailing food supplies to targetted states, in part to force compliance with birth control policies: “There is also some established precedent for taking account of family planning performance in appraisal of assistance requirements by AID [U.S. Agency for International Development] and consultative groups. Since population growth is a major determinant of increases in food demand, allocation of scarce PL 480 resources should take account of what steps a country is taking in population control as well as food production. In these sensitive relations, however, it is important in style as well as substance to avoid the appearance of coercion.”

[via http://www.schillerinstitute.org/food_for_peace/kiss_nssm_jb_1995.html]

Mais uma vez se demonstra que o problema deste planeta, continua a ser o Império Britânico que na realidade nunca terminou, apenas se expandiu, tornando-se no Império Anglo-Americano, mas com sede em Londres, contráriamente ao que se poderia pensar.

Uma pequena dica sobre este último parágrafo, porque razão acham que em Londres existe um Obelisco, com duas Esfinges de cada lado?

Londres

Egipto

Em todos estes projectos da elite oligarca, do poder/Governo sombra, para além de de nos quererem destruir, matar e escravizar os restantes, existe algo que lhes é comum, os OBSCENOS LUCROS que esta corja realiza com eles.

Dois exemplos paradigmáticos são a actual histeria à volta da gripe AH1N1 e os LUCROS avultadissimos que a oligarquia tem realizado com todo este esquema de medo.

E claro o chamado ‘Aquecimento Global’ e o tal combate ao CO2, onde mais uma vez já começam a aparecer os milionários, como é o caso do mentiroso patológico Al Gore, bem como George Soros entre outros, inclusive o vencedor do Prémio Nobel da Paz deste ano, o fantoche mor Obama.

No artigo de hoje do Mitos Climáticos têm lá uma tabela dos patrocínios aos ‘cientistas’ que defendem estas teses do ‘Aquecimento Global’.

E claro por cá também temos os defensores, os esbirros, destes senhores e destas políticas.

Por último apenas uma indicação para um livro interessante, “A Century of War” de F. William Engdahl que habitualmente escreve para o site Global Research, aconselho sem dúvida a leitura deste artigo sobre o Cofre das Sementes de Svalbard.[em protuguês]

The Three Pillars of the British Empire

Geopolitical history for the last 100 years was shaped around the quest for what Big Oil acolyte Daniel Yergin called “The Prize: The Epic Quest for Oil, Money and Power” with two countries at its epicenter – first Britain and now America with its UK junior partner that built its rule on three essential pillars:

— controlling the seas and setting the terms of trade;

— dominating world banking and manipulating the world’s largest gold supply; and

— controlling world raw materials with oil the key one at the turn of the century; with these working, it devised an “informal empire” to loot world wealth and maintain a balance of power on the continent.

Britain’s “genius” was being able to shift alliances without letting sentiment interfere with its interests. Post-Waterloo, it operated “on an extremely sophisticated marriage between top (London) bankers and financiers, government cabinet ministers,” key industrialists and espionage chiefs. By keeping everything secret, it “wielded immense power over credulous and unsuspecting foreign economies.” By the late 19th century, however, things began to change, and a new strategy was needed. Key to it was oil geopolitics as a vital naval supremacy ingredient.

[via http://www.populistamerica.com/century_of_war]

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Mais falcatruas dos amigos do Al Gore, Nova Zelândia e a ‘nossa’ TVI

Após ter aqui deixado umas pistas para leitura sobre o já chamado Climagate, que envolve ‘cientistas’ do Reino Unido, coloco com aspas porque estes senhores não merecem ser chamados de cientistas, agora é a vez de ‘cientistas’ da Nova Zelândia do «National Institute of Water and Atmospheric Research (NiWA)», andarem a aldrabar dados para mais facilmente venderem a aldrabice do ‘Aquecimento Global’ ao qual agora designam por Alterações Climáticas, por forma a melhor enganarem o pessoal.

Relativamente à TVI, foi lamentável a todos os níveis o que se passou ontem na TVI24, segundo a qual iria haver um debate relativo a estas questões do bicho papão do ‘Aquecimento Global’ e do aumento do CO2.
Afinal de contas não passou de uma vergonhosa reunião de amigos do mentiroso Al Gore.

Compare and contrast these two graphs and you’ll see .

Kiwigraph1

This is the graph from NiWA’s website, showing mean annual
temperature over New Zealand from 1853. Note the dotted straight line
showing the upward trend. Worrying, isn’t it? Almost enough to make you
fall in love your flickery, yellowy new eco-light bulbs, recycle your
kids and commit yourself to a binding agreement at Copenhagen.

Now have a look at this analysis of the raw data taken from exactly the same temperature stations.

Kiwigraph2

Can you see the difference? I can – and I know as little about science as Al Gore.
[via http://blogs.telegraph.co.uk/]

Nem sequer mencionaram nos seus noticiários este escândalo dos mails que vieram a público.
Pura propaganda, pura desinformação.
Onde está o contraditório?
Desde quando a ciência é dogma?
Vergonhoso este pseudo-jornalismo que a todos desinforma, criando receios, medos onde eles não existem.
Aliás, basta olhar para o que se tem passado nos meios de des(informação) com mais uma aldrabice, a da AH1N1 e tudo o que à sua volta gira como é o caso das vacinas.

Climategate: the scandal spreads, the plot thickens, the shame deepens… – Telegraph Blogs

We have discovered that the warming in New Zealand over the past 156 years was indeed man-made, but it had nothing to do with emissions of CO2—it was created by man-made adjustments of the temperature. It’s a disgrace.

NIWA claim their official graph reveals a rising trend of 0.92ºC per century, which means (they claim) we warmed more than the rest of the globe, for according to the IPCC, global warming over the 20th century was only about 0.6°C.
(…)
Manipulation of raw data is at the heart of recent claims of corrupt
scientific practice in climate science, with CRU’s Phil Jones recently
claiming old temperature records collected by his organization were
“destroyed” or “lost”, meaning researchers can now only access manipulated data.

TBR.cc: The Day The Science Died…:

We now all know – the entire industrialized world – that while global warming scientists and their supporters were publicly ridiculing skeptic’s arguments as “not peer reviewed” because – by implication – the arguments were not good enough, that in fact some of the top scientific advisors to the UN IPCC were conspiring (and that is the right word) to sabotage any attempt by other scientists to publish peer reviewed papers challenging global warming.

We now know the UN IPPC/Global Governance lobby had sufficient political clout to intimidate scientific journals into submission and to run roughshod over the integrity of the peer review process.

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As Verdades Inconvenientes sobre o ‘Aquecimento Global’ que nos têm escondido! E-mail’s Hackados!

Centenas de mails privados que demonstram como diversos cientistas dos EUA e Reino Unido pró-aquecimento global têm conspirado quer para reter informação que contradiz os dados que apresentam bem como tentativas de relatarem com exagero eventuais alterações climáticas associadas à presença humana no planeta, foram hackados a partir de servidores de uma Universidade do Reino Unido, a University of East Anglia’s Hadley Climatic Research Centre, tendo sido colocados online.

Mais do que eu estar aqui a debitar informação, recomendo a leitura dos dois blogs nacionais de altissima qualidade sobre estas matérias, o Mitos Climáticos e o Ecotretas, bem como site do jornal NYTimes onde primeiro vi a notícia e ainda o local onde se encontram os ditos mails.

Será que iremos ver, ler, ouvir falar disto nos nossos media?

Confesso que hoje ainda não liguei nem rádio nem tv, não sei se terão mencionado algo.

Para quando um comunicado das nossas sempre tão lestas associações de conservação ambientais etc, como a Quercus?

Pelo que pude ver no site da Quercus ainda não se encontra lá nada sobre o tema.

Será que vão assobiar para o lado?

É certo que estas associações têm um papel importante, infelizmente no que toca ao dito ‘Aquecimento Global’, são tendenciosas, tratando o tema como uma religião em vez de o tratarem como deve ser tratado, usando o método cientifico.

Se exemplos faltassem para demonstrar o que vem sendo feito nas costas de todos nós, a manipulação, propaganda, as lavagens cerebrais que a elite da Nova Ordem Mundia tem levado a cabo por forma a condicionar o pensamento e a acção de todos nós, creio que este não deixa margem para dúvidas.

Rolo Compressor de Verdades Inconvenientes

O rolo compressor, formado por muitos internautas, e que iniciou ontem a sua viagem, na interpretação dos dados ontem revelados num site russo, tem debitado cá para fora Verdades de uma Inconveniência extrema. Há que recordar que está por provar a autenticidade dos dados, mas quem está por dentro dos temas, não tem grandes dúvidas de que é mesmo real… O próprio Phil Jones já reconheceu que foi um hacker. Deve-se todavia recordar que muitas questões persistem, sobre os reais motivos de quem lançou esta bomba atómica!

ClimateGate

Dentre os objectivos principais encontra-se a manipulação de dados de modo a manter acesa a chama do global warming. Eles acertaram agulhas para modificar resultados, apagar dados inconvenientes e esconder a realidade das temperaturas a decrescer desde 1998.

(…)

Conforme se pode ler, é curiosa a forma como reagiu Michael Mann, o mais conhecido responsável pela fraude do hockey stick, também ele apanhado neste escândalo : “I’m not going to comment on the content of illegally obtained e-mails.” Onde é que nós temos ouvido argumentos deste género…?

P.S. Acedam aos blogs portugueses que estão cheios de informação sobre este caso e passem a mensagem já que com quase toda a certeza a esta hora já começou a desinformação e intoxicação da opinião pública, com quase toda a certeza como aliás o demonstra o blog Mitos Climáticos, em vez de ir-mos assistir a um debate sobre as razões porque nos têm mentido, desinformado e manipulado, assistiremos sem dúvida a uma tentativa de esconder os factos e pedindo ainda mais leis contra a divulgação destes casos, a liberdade da rede e a aprovação de projectos como a ACTA e um recentemente conhecido caso do Reino Unido que mais uma vez coloca a nossa privacidade na rede em causa.

 

[update: num dos comentários à entrada anterior sobre a AH1N1 deixaram mais uns links interessantes; https://ovigia.wordpress.com/2009/11/20/as-tardes-tendenciosas-da-julia-ou-como-se-desinforma-e-condicionam-gravidas/#comment-4777]

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