Microsoft Windows Refund: A minha saga para tentar obter a devolução do valor da licença que não irei usar (II)

Neste segundo episódio da saga, posso dizer que as coisas estão a correr bem.

A Asus foi extremamente rápida a responder, menos de 24H

Indicam-me que terei de enviar a factura do equipamento por forma a devolverem-me o valor da licença OEM….embora eu já o tivesse feito ontem quando abri o ‘ticket’ via o site da Asus.

Reenviei a factura há cerca de 3 horas e já voltaram a responder, indicando que a haviam recebido e que em breve enviariam o “procedimento para pedir a devoluçao da sua licença OEM.”

Está a parecer-me tudo muito simples, rápido e eficaz….até demais, quando a esmola é muita o Santo desconfia…..mas como hoje é dia de Santo António pode ser que a Asus se torne na minha marca de equipamento informático favorita….a todos os níveis!

Seguem-se o Copy/paste da troca de mails com a Asus… (retirei os dados privados)

from XXXX@asus.com.tw
to XXXX@gmail.com
date 13 June 2011 12:55
subject Re: Notebook A52F [ID=XXXX20110613XXXX-XXX]
mailed-by asus.com.tw

Estimado cliente,

Muito obrigado por contatar a ASUS.

Para realizar a devoluçao da sua licença de Windows deverá enviar-nos a factura do seu equipamento.

Responda, por favor, a este correio eletrónico, anexando a fatura de compra do seu computador.

from XXXX@asus.com.tw
to XXXX@gmail.com
date 13 June 2011 15:05
subject Re: Notebook A52F [ID=XXXX20110613XXXX-XXX]
mailed-by asus.com.tw

Estimado cliente

Confirmo a receção da factura enviada.

Brevemente iremos enviar-lhe o procedimento para pedir a devoluçao da sua licença OEM.

Obrigado pelo seu contacto

Asus Ibérica

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Microsoft Windows Refund: A minha saga para tentar obter a devolução do valor da licença que não irei usar (I)

Adquiri neste fim-de-semana um portátil Asus modelo A52F, uma excelente máquina para correr os meus sistemas operativos livres (GNU/Linux e BSDs) com uma óptima relação preço/qualidade.

Infelizmente a marcas continuam a tentar enfiar-nos pela goela abaixo o infame IMPOSTO MICROSOFT, que o site Não quero imposto m$ tão bem explica o que é….

Ora seguindo o exemplo de uns quantos antes de mim, resolvi tentar a minha sorte para fazer valer os meus direitos, ainda que a estrada seja longa e cheia de buracos….até porque em países civilizados os direitos dos cidadãos são respeitados, até porque os tribunais os fazem cumprir.

Mais info sobre o tema na minha feed do FFeed.

Para tal comecei por enviar um pedido de informação de como proceder à Deco-Proteste e não querendo perder tempo enviei logo um pedido de reembolso à Asus Portugal.

Eis os meus pedidos de esclarecimento:

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DECO-PROTESTE
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Boa tarde,

Gostaria de vos colocar uma questão relativa à Legislação europeia no que respeita ao Bundling, agregação de produtos, nomeadamente na que se refere à aquisição de um portátil da marca Asus que obriga o cliente a adquirir uma licença do Microsoft windows 7 home premium, ainda que o consumidor, eu, não a pretenda usar.

A situação é a seguinte, tendo adquirido neste passado sábado 11Junho2011 um portátil da marca Asus e não fazendo qualquer intenção de usar o software que vem instalado de fábrica, nomeadamente o sistema operativo microsoft windows 7 home premium uma vez que apenas uso Software Livre, GNU/Linux e BSDs, tendo em conta que a EULA do software indica o seguinte:

“Ao utilizar o software, o Adquirente aceita estes termos. Caso o Adquirente não aceite os termos, não deverá utilizar o software. Em vez disso, contacte o fabricante ou instalador para determinar a respectiva política de devoluções. _Terá de respeitar_ essa política, que poderá limitar os seus direitos ou _requerer que devolva todo_ o sistema onde se encontra o software instalado. ” https://www.microsoft.com/About/Legal/EN/US/IntellectualProperty/UseTerms/Default.aspx

como não aceitei os termos que considero lesivos do interesse do consumidor uma vez que fazem a agregação de dois produtos, hardware e software, ainda por cima de duas entidades diferentes, Asus e Microsoft, sem que haja qualquer motivo razoável para tal uma vez que o dito hardware funciona com outros sistemas operativos, venho por este meio questionar a Deco relativamente aos Direitos que me assistem como consumidor na UE.

Tendo lido no site http://nao.quero.imposto.ms/ a seguinte informação:

“O Regime Jurídico da Concorrência proíbe, na alínea (g) do Artigo 4º, «subordinar a celebração de contratos (da compra de um bem) à aceitação de obrigações suplementares (as licenças dos programas que vêm com o bem) que, pela sua natureza ou segundo os usos comerciais, não tenham ligação com o objecto desses contratos». Neste caso, a compra de um equipamento informático está a ser indevidamente subordinada à obrigação do pagamento das licenças de software que acompanham o equipamento, bem como à aceitação, na prática, dos seus termos.” http://nao.quero.imposto.ms/?page_id=12 ; http://www.iapmei.pt/iapmei-leg-03.php?lei=1856

Podem por favor informarem-me sobre que procedimentos deverei tomar para ser ressarcido do valor do software que vem instalado no portátil acima referido tendo em conta as diversas informações que acima cito?

Obrigado,

Cumprimentos,

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ASUS PORTUGAL
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Dados de acordo com esta carta exemplo

Domingo, 12 de Junho de 2011

Factura: (a minha)
Número de identificação do produto (Serial number): (o do meu Asus A52F)

Assunto: Devolução do custo do licenciamento do Microsoft Windows Seven(7) Home Premium, bem como dos restantes programas instalados.

Exmo(a) Senhor(a),

Adquiri na Worten de Loures no passado Sábado, 11 de Junho de 2011, o portátil modelo Asus A52F-EX1113V.

O equipamento adquirido inclui licenças para programas de computador, nomeadamente o Microsoft Windows Seven(7) Home Premium.

Tendo tido o cuidado de antes de ligar o portátil me informar sobre os termos desta licença do Windows, em particular a end-user license agreement (EULA) que declarava o seguinte (destaque meu):

“Ao utilizar o software, o Adquirente aceita estes termos. Caso o Adquirente não aceite os termos, não deverá utilizar o software. Em vez disso, _contacte_ o fabricante ou instalador para determinar a respectiva _política de devoluções_.” (via https://www.microsoft.com/About/Legal/EN/US/IntellectualProperty/UseTerms/Default.aspx)

Bem como lido o artigo “How To Return Windows 7 And Keep Your New PC” do site Business Insider, o qual indica o seguinte:

“Don’t boot up the computer!
To qualify for a refund you need to reject Microsoft’s End User License Agreement for Windows. New copies of Windows pre-installed on new PCs and laptops no longer have a Reject button, just an Agree button. Since you can’t reject it outright, just don’t boot up.”

Com o conhecimento da informação acima citada, iniciei o portátil usando uma pen com uma distribuição live do sistema operativo livre GNU/Linux tendo subsequentemente, apagado o Microsoft Windows do disco rígido do portátil bem como a partição que permitia a configuração e reposição do mesmo, instalando de seguida a distribuição
#!CrunchBang GNU/Linux (Debian based).

De acordo com os termos supra-citados, contacto-o no sentido de obter instruções sobre como devolver estas licenças para obter a devolução do seu custo.

Para que fique claro, não desejo devolver o portátil, apenas as licenças do Microsoft Windows e todo o restante software incluído. Li os seus termos cuidadosamente e não vejo nada neles que restrinja o meu direito de devolver apenas este componente da compra.

No site da Worten, no dia 12 de Junho de 2011, constato que o Microsoft Windows Seven(7) Home Premium é anunciado com o preço de 225.99€, IVA incluído.
Considero que este valor é um primeiro esforço razoável para determinar o valor de retorno, embora esteja evidentemente aberto à sua revisão, baseada em provas que comprovem valores diferentes entre o que a Microsoft lhe cobra como OEM ou embalado individualmente pelo Windows Seven(7) Home Premium.

Se entender que a minha análise da sua obrigação de me devolver o custo dos programas é incorrecta, por favor justifique detalhadamente o seu entendimento quando me responder.

Aguardo uma resposta sua em 14 dias úteis.

Respeitosamente,

(o meu nome)

P.S. segue em anexo a factura digitalizada.

FLOSS_News:KDE 4.3 em OpenSolaris;UCAV/Drone powered by GNU/Linux

Ora aqui fica uma mão cheia de boas notícias sobre Software Livre.

KDE 4.3 em OpenSolaris
UCAV/Drone powered by GNU/Linux
Dell afirma que devoluções de Netbooks com GNU/Linux são mito
Novidades da futura versão Fedora Constantine
Arch Linux 2009.08 Vs Ubuntu 9.04

Eu já tinha conhecimento da existência de algumas ‘distros’ baseadas no kernel OpenSolaris, mas hoje descobri mais uma, a Korona que usa o KDE4.3; Já agora o Marcos Marado também deu a dica que a StormOS baseada na Nexenta, que usa as ferramentas GNU do Debian/*buntu e o kernel opensolaris, também permite instalar o KDE4.3 com um simples #apt-get install 🙂

About StormOS | StormOS

StormOS is the first desktop distribution based on Nexenta Core Platform which combines the power of the Solaris kernel with the ease of use of Ubuntu. It aims to be a lightweight OS with everything the average user would want out-of-the-box.

No site relativo a dispositivos que usam GNU/Linux, leio que a empresa Parvus, apresentou o Aurora Excalibur, um UCAV que usa dois PC’s DuraCOR 820 a correrem GNU/Linux.
Infelizmente o poder e a qualidade do Software Livre está cada vez mais a ser usada na indústria da guerra! 😦

O aurora consegue atingir até cerca de740.29824 km/h e permite descolagem vertical, está equipado ou poderá usar, misseis hellfire.

A empresa afirma ainda que o UCAV consegue voar por ele próprio, permitindo aos operadores em terra se concentrarem nos objectivos principais das missões.

Drone takes wing with Linux PCs onboard – News – Linux for Devices

Parvus Corporation has announced a successful test flight for the Aurora Excalibur, an unmanned attack drone using two Linux-based DuraCOR 820 embedded PCs. Offering autonomous vehicle management and flight control, the Excalibur allows operators to focus on mission objectives, according to the company.

Drone takes wing with Linux PCs onboard – News – Linux for Devices

The following are the major specs for the DuraCOR 820:

* Processor — Intel Pentium M738 clocked at 1.4GHz, 2048k L2 cache
* Memory — 1024MB DDR-SODIMM; 2GB CompactFlash (upgradable)
* Video — VGA analog output
* Networking — 2 x 10/100Mbps Ethernet
* >Other I/O:
o 3 x USB 2.0
o 2 x RS-232 serial
o 4 x GP DIO digital inputs
o 4 x GP DIO digital outputs
* Expansion — 1 x CompactFlash (2GB card standard)
* Dimensions — 3.0 x 4.3 x 7.0 inches (75.95 x 109.22 x 177.8 mm)
* Weight — 3 lbs (1.36 kg)
* Chassis — corrosion-resistant aluminum alloy, anodized per MIL-A-8625, Type II, Class 2; flange mount baseplate
* Power — 9-32 VDC Input (28VDC Nominal); 22 Watts max dissipation; reverse, over voltage, surge protected; MIL-STD-704E compliant
* Temperature range — -40 to 158 degrees F (-40 to 70 degrees C); MIL-STD-810F compliant
* Humidity range — 5% to 95% (non-condensing); 100% (condensing); MIL-STD-810F compliant
* Operating shock — 15g, 15ms, 1/2 sine wave, 3 positive/negative per axis; MIL-STD-810F compliant
* Crash-safety shock — 40g, 12ms, 2 pluses per axis
* Random vibration — 0.22-G(squared)/10-Hz to 0.0026-G(squared)/2000-Hz
* EMI/EMC — MIL-STD-461E compliant
* Altitude — 60,000 feet (18,288 meters); MIL-STD-810F compliant
* Dust, water, and moisture resistance — IP65 and NEMA 4 compliant
* Operating system: Linux or Windows XP Embedded (120-day evaluation license)

Ainda no site linuxfordevices,a Dell afirma que devoluções de Netbooks com GNU/Linux são mito.
Bem que a microsoft e os seus fanboys bem tentam passar o medo, incerteza e dúvida em relação à utilização de GNU/Linux nos Netbooks,mas a verdade sempre vem ao cima.

Segundo a Dell a taxa de retorno de Netbooks com GNU/Linux é igual à de Netbooks que usam o sistema microsoft windows.

Dell: High Linux netbook returns a myth – News – Linux for Devices

At OpenSource World (formerly LinuxWorld) in San Francisco this week, Todd Finch, Dell senior product marketing manager, decided to set the record straight on return rates for Dell’s Linux-based Inspiron Mini netbooks, writes Gavin Clarke in The Register. Saying Linux return rates were a “non-issue,” Finch is quoted as saying that Microsoft was “making something of nothing.”

Finch was further quoted as saying, “We don’t see a significant difference between the return rate for Windows versus the rate for Linux. We’ve been quite pleased with the stability and technical soundness of the Linux machines.”

A Dell irá assim continuar a sua aposta na utilização de GNU/Linux em diversos equipamentos que produz, para breve está a introdução da mais recente versão do Ubuntu, a 9.04 Jaunty.
Mas parece que a Dell para além de apostar em Software Livre, irá também colocar em causa a equipa maravilha wintel, microsoft e intel, uma vez que se prepara para lançar Netbooks e Smartbooks usando CPU’s ARM, que claro usarão GNU/Linux, provavelmente o Android e o ChromeOS bem como o Ubuntu.

Na sua caminhada para lançar mais uma versão da sua distro da comunidade, a Red Hat, apresenta na proxima semana a alfa1 da Fedora Constantine, que trará o KDE4.3 e o kernel linux 2.6.31, X.org 7.5.
O Empathy irá substituir o Pidgin, apesar de este ter acabado de lançar uma nova versão com suporte a video e som para o protocolo XMPP, usado por exemplo pelo Gtalk.

[Phoronix] Fedora 12 Alpha To Bring Many Linux Desktop Improvements

The other area making up a bulk of the new features in Fedora 12 relates to improving the virtualization support. Fedora 12 is poised to bring network interface hot-plugging to KVM, improved performance for virtual machines using the qcow2 disk image under KVM, a stable KVM guest ABI, a library for accessing/modifying VM disk images, virtual network interface management, improved virtualization security, and virtualization storage management.

Para finalizar as notícias de hoje, aqui fica uma análise às performances entre Arch Linux e Ubuntu, nas suas versões 2009.08 e 9.04.
Segundo a Phoronix,o grande vencedor é o Arch, mas temos que dar algum desconto a esta análise uma vez que este vem com kernel e até file system mas recente que o Ubuntu.
Enquanto que o Ubuntu usa o Ext3 e o kernel linux 2.6.28 e o Arch usa o Ext4 mais o kernel linux 2.6.30; que farão também parte do futuro *buntu, o 9.10.

[Phoronix] Arch Linux 2009.08 Benchmarks

For the most part, Arch Linux 2009.08 did much better than Ubuntu 9.04 when it came to the disk tests. This is because of the use of EXT4 over EXT3, while Ubuntu 9.10 is switching to EXT4 by default with the forthcoming 9.10 release. Arch Linux is also using the newer 2.6.30 kernel compared to Linux 2.6.28 in the current stable release of Ubuntu. However, when pushing aside the disk tests, there were still some wins for Arch Linux. Arch did better than Ubuntu with the graphics performance (World of Padman), Apache web serving, and dcraw. The only area outside of that where Ubuntu 9.04 pulled a win was with GraphicsMagick. Run your own tests comparing your favorite distributions and test scenarios using the Phoronix Test Suite.

HDD com 1Tb que software livre de backup usar?

Farto de DVD’s e mais DVD’s para guardar diversos dados resolvi investir em algo que me parece ser o meio mais rápido, seguro e fiável para efectuar backups, um disco rígido de 1Tb.

Andei a ver diversos preços e marcas e optei pelo que me oferecia melhor relação qualidade/preço, um WDigital de 1Tb por cerca de 83 euros na worten.

É bastante rápido, super silencioso com a caixa em metal e nas pontas tem uma espécie de borracha que o torna mais seguro de transportar ou o fixa ao local onde se coloca.

Após o ter ligado ao meu desktop Kubuntu este detectou-o e montou-o, verifico que tem uma única partição de 1Tb, que na realidade são 931Mb em microsoft Vfat.

É óbvio que não irei usar este filesystem, como tal vai de arrancar com o QTParted e apagar a partição.
Após isto, criei três partições, uma vez que não gosto de colocar os ovos todos no mesmo cesto, duas com cerca de 400Gb e uma com o restante os tais cerca de 130Gb.

Após isto formatei as três partições com o filesystem ext3, ainda pensei no XFS, mas descartei essa hipótese uma vez que não estou habituado com ele nem conheço as ferramentas dele.
Não cheguei nem a pensar no ext4 porque ainda está verde e afinal de contas o disco é para backups, logo o que interessa é a fiabilidade da coisa.

Já agora aqui fica uma pequena nota, o ext3 ao ser criado gera sempre uma espécie de ‘backup’ de espaço por forma a mount points criticos não ficarem sem espaço, por omissão guarda cerca de 5% do espaço criado, o que num Tera andava à volta dos 50Gb, ora é muito espaço para se desperdiçar, como tal usando as ferramentas do ext3 diminui essa percentagem para 1%.

$sudo tune2fs -m 1 /dev/sdb1

Após isto fiz um chown por forma que o meu utilizador normal possa efectuar o que quiser no HDD.

$sudo chown -R user:user /media/bck1 (para as três partições, todas primárias)

O passo seguinte foi encontrar o software mais simples e se possível com GUI por forma a poder efectuar os backups que podem ser ou automáticos usando o cron ou manuais, em principio serão manuais uma vez que não tenho o PC sempre ligado.

Logo o primeiro que veio à cabeça foi o venerável rsync, que é usado de uma forma ou de outra por quase todos os outros, sejam eles CLI ou GUI.

Um dos front-ends que encontrei directamente para o rsync e que me parece simples e fácil de usar é o grsync, outro é o simplebackup, ambos feitos em gtk, logo para GNOME, para KDE encontrei o Keep mas não tem sofrido alterações desde há bastante tempo como tal não fiquei satisfeito.

No fim e depois de experimentar quer o gui quer o rsync na cli, qualquer um funciona bem, incluindo uma versão de cli mais ‘avançada’ do rsync, o rsnapshot.

Assim as minhas escolhas para GUI recaíram no BackinTime em cli optei pelo rsnapshot.

Um dos meus testes com o rsync: $rsync -avz –progress –stats –recursive Desktop/VER/ TESTE/

Todo este software está nos servidores do *buntu e Debian como tal a uma curta distância de um apt-get install

Mais info aqui:

Existem muitas outras opções e bem mais complexas, incluindo outro tipo de backups como a criação de imagens, já aqui falei delas Ultimate Boot CD e outros – Software de Sobrevivência para desenrascar tudo.

Powered by ScribeFire.

Roubando informação através das tomadas electricas

Já não é recente a notícia, é do início do mês mas aqui fica.

Irá ser apresentada mo Black Hat 2009 uma técnica de eavesdrop, que permite roubar a informação que estamos a teclar usando laser ou uma tomada eléctrica, como se pode fazer isto será explicado por Andrea Barisani and Daniele Bianco.

Segundo eles, só necessitam da rede eléctrica e do acesso a uma tomada ou então para usarem o LASER, um bon ângulo de visão directa.
No ataque usando a rede eléctrica o atacante explora os sinais eléctricos que são gerados quando se tecla, uma vez que os cabos são desprotegidos.

Afirmam que o equipamento que permite este tipo de vigilância custa apenas cerca de US$500 para a rede eléctrica ou US$100 para o LASER.

Isto é o que se consegue efectuar apenas com estes gastos, imaginem o que a NSA e outras não conseguem com todo o equipamento e dinheiro que têm à disposição.

Discussão no /.

How to use electrical outlets and cheap lasers to steal data – Network World

If attackers intent on data theft can tap into an electrical socket near a computer or if they can draw a bead on the machine with a laser, they can steal whatever is being typed into it.

Powered by ScribeFire.

vPro e ECHELON – o bigbrother da Intel no seu computador e no seu telemóvel

[update: descobri que a AMD também tem uma tecnologia semelhante a esta da intel, trata-se da SIMFIRE/dash, mas tem uma enorme vantagem para ser bem usada, uma vez que é aberta e não proprietária, pode ser implementada por diversas empresas]

A intel anunciou na semana passada a terceira geração da sua tecnologia vPro, um conjunto de CPU+motherboard+componentes de rede que permitem a monitorização, gestão e recuperação remota dos sistemas, independentemente do estado do sistema e do estado do sistema operativo.

É verdade que é uma ferramenta interessante a nível profissional, mas será que não irá ser mal usada tanto profissionalmente quanto a nível ‘doméstico’, isto quando ela chegar aos sistemas deste tipo, por ora é só empresarial.

Mas o que permite esta tecnologia?

Pelo que leio no artigo do site tgdaily, esta tecnologia irá usar OOB, ou seja comunicações que se encontram fora das comunicações pré-estabelecidas e para além disso fará também uso de uma tecnologia que há muito é colocada em causa por quem como eu tem este defeito chato de gostar de privacidade e de sistemas abertos e livres, a TCPA-Palladium, que acabou por ser chamada de TPM, que quase toda a gente do hardware e até do software proprietário, usa, como a IBM, Intel, Microsoft.
Sendo que um dos seus objectivos é forçar e gerir o DRM num sistema, tudo via hardware em conjunto com o software.

No fundo através desta ferramenta que se encontra a nível de hardware, não sei se é possivel desligá-la uma vez que estas coisas são do segredo dos deuses da NWO, a intel ou quem tiver acesso a determinadas configurações e total conhecimento da tecnologia (algo que presumo só a intel e sus amigos sabem) podem ter completo e total acesso aos nossos sistemas, quer estes estejam desligados ou não.
Presumo que a única possibilidade de evitar um acesso não autorizado a um destes sistemas seja desligando-o da rede, perdendo-se assim grande parte das suas funcionalidades.

Pelo que li no artigo e do qual não tinha conhecimento, também os telemóveis desde 1990 têm uma tecnologia, a que chamaram e presumo que bem, possivelmente até porque deve de ser usada em conjunto com ele, a Echelon [1] a unica maneira de a desligar é removendo a bateria do telemóvel, tornando-o num tijolo sem qualquer uso.
Esta tecnologia permite o acesso ao microfone do telemovel bem como aos seus dados, e pode ser usada pela polícia ou por qualquer entidade seja ela legal ou ilegal, desde que tenha acesso previligiado à infra-estrutura de rede desse telemóvel.

Isto é um mundo cada vez mais controlado, cada vez mais, privacidade é apenas e só uma palavra sem qualquer significado, ou pelo menos é o que tentam com cada vez mais insistência leva-nos a crer.

Mais sobre o tema:

TG Daily – Big Brother potentially exists right now in our PCs, compliments of Intel’s vPro

In short, because of the type of components utilized to make vPro work (motherboard resources, processor resources and communications resources), a remote user could theoretically gain access to the entire system, covertly through vPro. And then it’s just a matter of snooping through memory and hard drive files until whatever they’re looking for is found.

FLOSS_News: Usar software proprietário por sua conta e risco; Policia holandesa estuda migração para linux

O Tribunal da Administração Federal da Suíça deliberou que o Department for Building and Logistics (BBL), poderá continuar a adquirir licenças de software proprietário da microsoft sem qualquer concurso, apenas por sua conta e risco, isto após dezoito empresas de software livre terem levado o caso a Tribunal, uma vez que não tinha existido qualquer concurso para a aquisição de novo software.

Uma das empresas que levou o caso a tribunal foi a Red Hat.

Ou seja, o BBL pode continuar a usar as licenças que havia adquirido antes do processo, mas não pode adquirir mais, enquanto o Tribunal não chegar a uma conclusão final.

Na Holanda o departamento de TI da policia está a analisar a migração para padrões abertos e software livre.

Segundo o Ministério do Interior, se possível a policia holandesa fará uso das experiências levadas a cabo por outras organizações.
Os concursos irão ter em conta esta análise.

Esta análise surgiu a quando de questões levantadas pelo Parlamento sobre um concurso para a policia, no qual eram pedidos 30000 desktops/thin clients com software da microsoft, um contracto no valor de 50Milhões de euros.
De acordo com o Ministério, o concurso nunca deveria ter sido colocado daquela maneira, uma vez que discriminava outras opções, nomeadamente as livres.

Não deixa de ser interessante que este valor que a policia holandesa iria pagar por software proprietário da microsoft, é equivalente à poupança que a gendarmerie/policia francesa obteve com a sua total mudança para Ubuntu e OpenOffice.

Por cá estamos bem habituados à falta de concursos públicos, onde apenas os ‘amigos’ do governo são beneficiados, casos como os do classmate magalhães e da fundação que levou à sua implementação, casos como o do portal vortal e ainda do base.gov.