Concurso para o Classmate Magalhães II, a pouca vergonha continua

O site de notícias de Informática entre outras, do Sapo, o TEK, tem uma notícia que é de bradar aos céus e que mais uma vez demonstra bem como se fazem as coisas neste país, como se coloca em causa a livre concorrência e se protegem monopólios usando o erário público.

Trata-se do artigo Fabricantes levantam caderno de encargos para o e-escolinha, a partir do qual tomamos conhecimento que Na componente de software volta a ser exigido o dual boot, com a possibilidade do portátil ser utilizado com os dois sistemas
operativos, a pré-instalação do pacote de aplicações Microsoft Office
(…)”.

Isto é simplesmente impressionante, ou melhor, é COMPLETAMENTE ILEGAL.

Como raio faz parte do concurso a obrigatoriedade da pré-instalação do ms-office?

Não existe a mínima razão para tal facto, isto é um completo abuso.

1º Com esta obrigatoriedade coloca-se em causa a livre concorrência

2º ao colocar-se em causa a livre concorrência, coloca-se em causa o racional uso dos dinheiros públicos

3º esta situação como descrevi noutra entrada indica que “Segundo esta interessante notícia no site do Observatório e Repositório de Software de fonte aberta, OSOR, muitos dos concursos que as Administrações Públicas (AP) fazem para a aquisição de software, podem ser ilegais uma vez que ILEGALMENTE beneficiam, favorecem, as aplicações proprietárias.
Mas o mais interessante é que parece que neste caso apenas se trata de um concurso tendo em vista hardware.

deve-se ensinar às crianças CONCEITOS E NÃO PRODUTOS.
como tal seria lógico que se ensinasse a usar processadores de texto, folhas de cálculo e software de apresentações e não marcas, logo o mais lógico seria a utilização de software deste tipo que fosse multi-plataforma, casos do OpenOffice, Koffice, Abiword, Gnumeric,  etc.

5º como indico no ponto anterior existem alternativas que fazem exactamente a mesma função e que são gratuitas ou mais baratas casos de outros exemplos deste tipo de software mas comercial, como o Staroffice, Lotus Symphony ou do Corel entre outras.

as vantagens do uso de software livre são óbvias, para além de ser gratuito a sua licença permite o seu uso livre quer por empresas quer por particulares, sendo o seu código aberto mais tarde os petizes d’agora poderão tornar-se amanhã nos programadores dessas mesmas aplicações.
Essas aplicações de Software Livre respeitam a utilização do formato ODF, padrão aprovado internacionalmente e que inclusive é obrigatório o seu uso pelos países da NATO, Portugal presumo que esteja incluído.
Não param de crescer os países que têm tornado este formato aberto e livre, que por todos pode ser implementado, quer por software comercial quer por software livre, no seu formato padrão de ficheiros de escritório.

7º diversos países ricos Europeus têm vindo a adoptá-lo nos seus Ministérios, casos da França, Alemanha entre outros, tendo agora mesmo sido adoptado como padrão pela empresa pública de tv da Noruega a par dos formatos livres de vídeo e audio ogg (vorbis e theora).
Por cá também é usado por exemplo pela Radio Popular que apenas usa nos seus sistemas Software Livre como se pode verificar nos seus POS quando efectuamos compras nestas lojas.

8º é usado pelo Banco do Brasil e claro faz parte do projecto de Munique bem como é padrão na Gendarmerie francesa.

9º a Assembleia da Republica já votou o seu uso

10º a suite de escritório da microsoft, não respeita a norma ODF, isto apesar de supostamente permitir gravar e abrir documentos neste formato padrão internacional, mas o que é facto é que diversos testes demonstraram que a implementação da microsoft não respeita o formato e causa mais uma vez problemas de INTEROPERABILIDADE.
Aliás, há sérias preocupações de que o desrespeito pelo formato ODF por parte da microsoft se insiram na sua habitual estratégia de descredibilizar o formato, tentando assim manter o lock in/dependência dos utilizadores através dos seus formatos proprietários.

11º para crianças que estão a iniciar-se na utilização de computadores, sistemas operativos e aplicações, é-lhes indiferente usarem qualquer tipo de sistemas e aplicações, elas têm a capacidade de apreender todos eles e de não colocarem de lado algo novo ou que não estejam habituadas a usar

12º se pensam que a microsoft dá alguma coisa a alguém e nomeadamente ao Estado português, pensem duas vezes e já agora consultem a base de dados do Transparência-pt.org, onde podem verificar que dos nossos bolsos já saíram quase 25 milhões de euros para a microsoft.

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FLOSS_News: Magalhães com dias contados na América latina? Google arranja ms-IExplorer

Depois de ler esta entrada do site dicas-l, questiono-me sobre o futuro do classmate magalhães do putativo engº Sócas na Venezuela e restante América Latina.

É certo que este YeeLoong8089 Notebook poderá ainda não estar preparado para aguentar o uso dado por uma criança, mas se a América Latina pretender elevar a fasquia e começar a distribuir este tipo de máquinas a idades um pouco mais elevadas, como por exemplo preparatória e secundária, este tipo de equipamento está mais que conseguido, uma vez que o seu target é desde já estudantes, e até profissionais.

Este netbook da chinesa Lemote, tem características bem interessantes que o colocam com uma performance ao nível de um intel P4, CPU Loongson MIPS de 64bits, low power, 512/1024Mb de RAM, disco de 160Gb ou SSD de 8G, LCD de 8.9”, basicamente tudo o que um normal netbook tem, e ainda com a enorme vantagem de todos os seus componentes terem sido escolhidos para suportar Software Livre a sério, incluindo o BIOS que também é software livre, não é dito mas presumo que seja o BIOS do projecto OpenBIOS; descobri que afinal usa o PMON2000, com uma licença BSD.

Claro que o sistema operativo que lá corre também é livre, desde a distribuição completamente livre gNewSense sem os ‘blobs’ que tornam algumas das outras distros um pouco menos livres em virtude do kernel linux conter os tais ‘blobs’.
A gNewSense na sua mais recente versão a 2.3 deltah até foi ao pormenor de retirar tudo o que tivesse a ver com o cavalo de Tróia, ms-novell-mono.
gNewSense 2.3 Screenshots

A decisão do governo do Reino Unido de dar emprego a ex-hackers (esta coisa de ex no artigo do theregister, presumo que queira dizer que continuam a ser HACKERS e não crackers, mas que serão agora white hackers, pela parte que me toca agora é que são BLACK hackers) parece que não foi muito bem recebida por um HACKER muito conhecido (Mathew Bevan, aka Kuji) bem como por um especialista em segurança, relata o theregister.

Parece que os rapazes malandros, “naughty boys”, como lhes chama o czar da segurança lá do sitio, Lord West, deverão, ou deveriam ter um papel importante na cyberdefesa do Reino Unido, segundo o jornal sunday express, o MI5 já teria contratado cerca de 50 adolescentes todos asiáticos, para trabalharem num projecto super secreto de segurança, sendo que os contratos que assinaram não lhes permitem dizer nada do que fazem nem aos pais.

Mas algumas suspeitas foram levantadas pelo Kuji, pergunta ele porque raio é que são chamados de malandros se não têm qualquer registo criminal? Como é que chegaram aos ouvidos do GCHQ (a NSA do UK), se não foram apanhados? Se o tivessem sido deveriam ter registo criminal!

Kuji vai ainda mais longe e afirma que não tem conhecimento de Hackers que tenham sido convidados a participar de tal programa, a verdade é que para contratar este tipo de especialistas, 50, estes teriam de ter sido apanhados, se não o foram e se não se sabe de convites, então o UK teve de contratar outsourcing da Índia ou China, mas como é que esta gente passou o crivo da segurança necessária para trabalhar em projectos como este?

Já há tempos alguns especialistas em segurança informática do UK haviam questionado as decisões do governo em adquirir para a sua infraestrutura de redes do país tecnologia da chinesa Huawei em virtude desta poder ter trojans.

Segundo o mesmo Hacker, isto não passa de uma psyops à primeira vista apenas com o objectivo de demonstrar que o UK também está a seguir a Administração de Obama que supostamente está a contratar hackers.

Até porque não faz qualquer sentido que se venha com notícias como esta que vem em sentido contrário do que o UK está a tentar por todos os meios extraditar para os EUA um Hacker, que seria engraçado que no fim viesse a trabalhar para a Admin Obama, embora UK e USA sejam no fundo a mesma coisa, ou melhor UK continua a ser o manda-chuva da elite da NWO!

Secret teen hacker army ridiculed • The Register

Ferguson’s critique of “schoolboy tales of hiring ‘naughty boys’ for hi-tech derring-do” can be found here.

Partido Pirata do Canada cria tracker de bittorrent

Segundo o torrentfreak, o PP do Canadá que está em vias de ser legalizado, enquanto não o é e para não perder tempo vai criando o seu próprio tracker de bittorrent.
O objectivo é demonstrar que a PARTILHA de ficheiro não é uma ameaça, mas uma grande oportunidade para os artistas promoveremo seu trabalho.

Pirate Party Canada Starts a BitTorrent Tracker | TorrentFreak

“We’re starting a BitTorrent tracker to show artists how to properly use P2P technology in order to gain access to a cheap and efficient marketing and distribution network,” Pirate Party spokesman Jake Daynes told TorrentFreak.

“In addition we hope to show the public that P2P is not only for ‘illegal’ activity, and that it can be used to allow aspiring artists access to the global stage. A tracker is the epitome of filesharing, and one of our platform ‘planks’ as it were, is about the promotion of filesharing,”
Jake added.

Apresentação de Florian Schiessl: LiMux & WollMux: Free Software in Munich

Conforme já por aqui escrevi, o projecto de migração para software livre levado a cabo pela cidade alemã de Munique prossegue estando quase a chegar ao fim, mais dois anos e a cidade e a Alemanha no seu conjunto terá ganho a batalha contra o desperdicio quer de recursos quer de dinheiro e impulsionado fortemente a sua economia de TI.

O director do projecto Florian Schiessl afirma mesmo que desde que o projecto LiMux teve inicio que dos cerca de 4 milhões de euros gastos, quase 90% foram para empresas de Munique, muito especificamente para as PME’s.

Parece que continua a controvérsia à volta das apresentações criadas pela microsoft que a best buy usou numa formação dos seus vendedores e que continham verdadeiros ataques ao software livre, incluindo verdadeiras MENTIRAS como se podem ler por aqui – Microsoft’s Latest Anti-GNU/Linux Moves Are Sign of Agony

Mas os senhores de Redmond que continuam a mentir com quantos dentes têm, como fica bem demonstrado pelas contradições entre o discurso e as acções, não se ficaram por aqui, segundo Jim Zemlin da Linux Foundation, a microsoft tem tentado dissiminar o seu discurso de FUD, usando proxys, ao largar 22 patentes relacionadas com o Linux por forma a que as chamadas empresas que apenas vivem de patentes, Patent Trolls, as adquiram por forma a fazerem o trabalho sujo que a microsoft não pode fazer directamente por forma a manter o seu discurso hipócrita que vem sendo desmentido inclusive pela DELL.
Microsoft attack Linux at the retail level

Microsoft Linux-bashing hits a nerve

Inaccurate statements include the assertion that Linux vendors offer no authorized support, and that iPod or video chat support is not available on Linux. One particularly laughable statement is that Linux is not as secure as Windows 7.

In fact, security continues to be a problem for Windows, as reported by our sister site, eWEEK, yesterday. Redmond is now trying to assure nervous customers that the serious bug that recently hit the Windows 7 Release Candidate will be fixed by the time of next month’s product release, says the story.

Microsoft Linux-bashing hits a nerve

Yesterday, Linux Foundation executive director Jim Zemlin was more forthright in making this allegation. In a blog entry, Zemlin writes, “Thus, by selling patents that target Linux, Microsoft could help generate fear, uncertainty, and doubt about Linux, without needing to attack the Linux community directly in their own name.” He goes on to write, “It’s time for Microsoft to stop secretly attacking Linux while publicly claiming to want interoperability.”

Google arranja ms-IExplorer

Para terminar aqui fica uma notícia que deve ter provocado mais uns quantos lançamentos de cadeiras pelo campeão deste tipo de desporto, o senhor Steve Ballmer.

Parece que o google em vez de estar a bater sempre na mesma tecla de ter de desenvolver código para os browsers como devem de ser e que seguem os padrões como o seu Chrome, o Firefox, Opera e Safari, resolveu arranjar o ms-IExplorer com vista a este passar a ter uma máquina de javascript a sério e cumprir com alguns dos critérios das tags HTML5.

É claro que isto não é inocente mas de qualquer forma a todos nós beneficia, incluindo as pessoas que já viram a luz e que há muito que não usam a trampa do browser da microsoft ou nem sequer qualquer coisa que de lá venha como os sistemas operativos, preferindo usar Software Livre e formatos e protocolos livre e abertos.

Como dizia, esta atitude da google não é inocente, mas como a google quer fazer evoluir a rede usando padrões livres e abertos que tanto têm dado à google (google funciona sobre gnu/linux entre outro software livre), precisa que todos nós tenhamos à disposição ferramentas que possam cumprir com esses requisitos, como tal e em virtude do seu fabuloso projecto Google Wave, vai de arranjar o ms-IE.

Microsoft howls as Google turns IE into Chrome • The Register

Updated Google is offering a new Internet Explorer plug-in that turns Microsoft’s browser into a Google browser. And in predictable fashion, Microsoft is peeved.

As it prepares to grant widespread access to the preview version of Google Wave – its new-age communications platform
- Google has fashioned an IE plug-in that equips Microsoft’s
future-challenged browser with the rendering and JavaScript engines at
the heart of Google Chrome. Among other things, this introduces IE to
the world of HTML5
, the next generation hypertext markup language that
Microsoft is, shall we say, rather slow to adopt.

Cavalo de Tróia ms-novell-mono e agora também canonical? Que opções e decisões tomar?

[update: em relação à distro gNewSense e directamente do seu forum - "Mono will be gone from the default install in 3.x. " - http://wiki.gnewsense.org/ForumMain/WhatAboutMono ; óptimas notícias :)]

Apenas alguns links para umas tendências perigosas da empresa por trás do Ubuntu/Kubuntu/Edubuntu/Xubuntu URemix etc.

Estou com bastantes dúvidas se continuo a apoiar e a instalar distros como as da Canonical ou distros baseadas nesta.
Sim sou um bocado picuinhas quanto a estas coisas, detesto gente vendida e que não percebe ou não quer perceber que se seguirem por este caminho não muito à frente nele só existe um precipício.

Será que não conhecem o historial da microsoft? Será que não sabem que esta nunca jogou segundo as regras?

Chegado aqui questiono-me sobre o que usar, daqui a pouco ainda acabo é no FreeBSD+PC-BSD, tenho de ver como andam por lá as histórias do cavalo de Tróia ms-novell-mono.
Parece que também existe um porte do cavalo de Tróia para FreeBSD, mas não creio que esteja a contaminar os BSD’s.

Tendo em conta que a Debian é a distro do coração, é muito provável que volte a ela, desta vez usando uma Netinstall com testing/sid formando assim uma rolling distro sempre actualizada e sem esperar pela versão seguinte.

http://www.debian.org/Pics/lennybanner_indexed.png

Juntando à Netinstall o script smxi e mais algumas coisas como KDE/Xfce/E17/lxde/openbox/fluxbox, esta é sem dúvida a escolha que mais me atrai, embora dê mais trabalho.

Posso no entanto optar por uma das distros aconselhadas pela FSF, a Gnewsense tem o pequeno/grande problema de ser baseada em Ubuntu (embora tenha a vantagem de ser totalmente livre uma vez que retiram tudo o que não o seja, incluindo do kernel linux), mas creio que a Dynebolic, não oferece grandes problemas, existe ainda a hipótese do 64Studio.
Com alguns inconvenientes, serem baseadas em Ubuntu, a #Crunchbang a Debris ou a WattOS também são distros a ter em conta para hardware mais antigo e com menos power.
Há ainda a hipótese da Mepis e a AntiX que são totalmente baseadas em Debian e claro a sidux e a lindissima Dreamlinux totalmente Debian+Xfce+Awn+Compiz, bela leve e rápida.

meptools_0.jpg
http://crunchbanglinux.org/wiki/_media/screenshots/9.04-terminator-terminal-transparency.png?cache=cachehttp://www.planetwatt.com/pics/d/161-2/conky.jpg

Gostei desta frase aqui numa discussão da 64Studio “I’m thinking you’ll be removing “all” mono code before the 3.0 final release. There seems to be traps laid and waiting
to spring at a future date, users can install mono if they want to.”

Outra possibilidade que se me afigura muito interessante é a versão do Elive, Debian+E17, que dentro de pouco tempo passará a sua versão de desenvolvimento a ser baseada na unstable, aka sid, da Debian, sendo assim uma rolling distro interessante.

Bom a ver vamos o que vai ser?!!!

Para já ando em experiências com a Debian testing e a #crunchbang, são as duas muito rápidas e fáceis de instalar, a #crunchbang usa Rhythmbox :) acho que tb fogem ao cavalo de Tróia, mas claro nasce da Ubuntu e como tal não posso usar os pacotes unstable da Debian.

P.S. já agora e tendo em conta as posições da FSF em relação ao cavalo de Tróia ms-novell-mono porque raio a GnewSense não é totalmente Debian?
Até tinha vantagens com o script smxi, uma vez que este só suporta distros totalmente compatíveis com a Debian.

Ubuntu Free Speech Zones « mono-nono

Eventually, the Ubuntu Forums set up a “Free Speech Zone” of a thread called “Monolith” in a sub-forum of a sub-forum of a sub-forum. There’s a pathetic attempt at pretense: “We do not want to silence them and in fact encourage Civil debate.”

Uh no. Just say you don’t want anymore mono criticism and be done with it. I despise people that feign neutrality. If you have a position, announce it and defend it. Don’t dance around like you have no bias and then pull some BS like the Free Speech Zone. It’s dishonest and transparently so.

Why Novell and Ubuntu Suppress Opposition of Mono | Boycott Novell

Ubuntu does not even deny suppressing opposition to Mono anymore. What a spit in the face of the FSF and the large majority of the GNU/Linux users out there, who agree with the FSF. Ubuntu suppressed Mono opposition before and even eliminated it (it disappeared, according to Jason), which is what led to the creation of the Mono-Nono Web site on the face of it.

At Novell, Polluting GNU/Linux with Microsoft Technologies is “Taking Over the World” | Boycott Novell

Fedora has already forbidden Moonlight. We also happen to know that some unnamed Red Hat seniors are unhappy with Mono. BLAG, a derivative of Fedora is already in the process of removing Mono indefinitely.

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