Assalto a Portugal – microsoft e sus muchachos

Não vou tecer grandes comentários, apenas deixar aqui alguns links com notícias e comentários noutros blogs sobre o verdadeiro Assalto a Portugal e ao Software Livre/Open Source pela microsoft e seus amigos, que tem ocorrido nas últimas semanas aqui pelo burgo.

Para melhor entenderem como a propaganda desta empresa funciona nada melhor que recorrer a um artigo do excelente site Groklaw que nos descreve como um ex-funcionário da microsoft da área do Trollismo, sorry, ‘evangelismo’, James Plamondon, farto da microsoft acabou por sair da empresa e veio a público explicar como funciona a propaganda da dita, it’s not a pretty picture, como seria de supor.

Groklaw – How to Get Your Platform Accepted as a Standard – Microsoft Style

Our mission is to establish Microsoft’s platforms as the de facto standards throughout the computer industry…. Working behind the scenes to orchestrate “independent” praise of our technology, and damnation of the enemy’s, is a key evangelism function during the Slog.
“Independent” analyst’s report should be issued, praising your technology and damning the competitors (or ignoring them).
“Independent” consultants should write columns and articles, give conference presentations and moderate stacked panels
, all on our behalf (and setting them up as experts in the new technology, available for just $200/hour). “Independent” academic sources should be cultivated and quoted (and research money granted). “Independent” courseware providers should start profiting from their early involvement in our technology. Every possible source of leverage should be sought and turned to our advantage.
I have mentioned before the “stacked panel”. Panel discussions naturally favor alliances of relatively weak partners – our usual opposition. For example, an “unbiased” panel on OLE vs. OpenDoc would contain representatives of the backers of OLE (Microsoft) and the backers of OpenDoc (Apple, IBM, Novell, WordPerfect, OMG, etc.). Thus we find ourselves outnumbered in almost every “naturally occurring” panel debate.

Ou seja, a principal arma da microsoft é usar testas de ferro, trabalhar nos bastidores com analistas e consultores supostamente independentes, pelo menos será essa a percepção do público em geral, por forma a passar uma mensagem que de independente nada tem.

E a microsoft usa a técnica em toda a linha, desde sites de informação, blogs, twitter, forum, grupos de discussão e claro até nos supostamente testes e análises que apresentam, não nos esquecendo da compra de professores.

Neste momento estamos a assistir ao vivo aqui no burgo a estas diversas técnicas de propaganda que a microsoft foi refinando ao longo dos seus muitos anos de truques baixos e jogadas pouco claras.

***

Começando por alguns números que deveriam fazer pensar a todos nós e mais concretamente aos funcionários públicos que acabam de assistir na primeira fila a mais um ataque ao seu bolso por parte do (des)Governo do putativo engenheiro.

Docinhos Micro$oft | Aventar

Quando uma empresa que vende 35 milhões de euros por ajuste directo ao Estado português fala em oferecer software de “transparência”, só pode estar a referir-se ao celofane que envolve as caixas dos DVD do Office e do Windows. 

Para mais dados sobre estes gastos nada melhor que consultar o site criado pela ANSOL, o Transparência-pt.org, uma vez que o site Base – Contratos Públicos Online que os nossos impostos pagaram e bem, por e simplesmente não funciona.
Já agora o site criado pela ANSOL, descrito aqui o seu funcionamento, teve um Custo total: 18€ + 12h15 min por parte da ANSOL.

Nove em cada dez contratos públicos foram ajustes directos

Ajuste directo não deve ser usado em contratos acima dos 150 mil euros, mas a lei prevê muitas excepções. Em 2010 representaram 3875 milhões
(…)
Segundo a pesquisa do i feita ontem no site http://www.base.gov.pt, desde Julho de 2009 foram feitos quase 4 mil contratos por ajuste directo acima de 150 mil euros. Este alerta foi feito na altura em que se discutia o novo código pelo líder do Tribunal de Contas. O órgão liderado por Oliveira Martins, nas auditorias, tem apontado o dedo ao recurso generalizado a adjudicações sem concurso. 

Twitter / Paulo Vilela: Cada funcionário público p …

Cada funcionário público paga usualmente cerca de 220 € / ano em licenças Microsoft. Que tal usar outro sw e ter menos cortes no ordenado? 

Do departamento…Uma MENTIRA contada muitas vezes não se torna numa verdade… nem mesmo com a complacência dos media! (lembrar que acima foi afirmado pelo ex-funcionário da microsoft)

TeK > Opinião > “A Microsoft mudou como empresa e tornou-se mais aberta”

A Microsoft apresentou esta semana ao Governo português a iniciativa Open Government Data, lançada em Janeiro, que pretende ajudar entidades governamentais a disponibilizar, de forma aberta, o acesso a bases de dados de informação pública, que possam servir de base ao desenvolvimento de serviços de valor acrescentado para os cidadãos. 

Twitter / Paulo Vilela: LOL! O site da Microsoft s …

LOL! O site da Microsoft sobre Normas Abertas e Interoperabilidade exige instalação de um plugin proprietário ! http://bit.ly/h0Ehqf 

TeK > Notícias > Computadores > Centro Tecnológico de Educação inaugurado hoje

O edifício do Centro Tecnológico é inaugurado esta tarde pela Ministra da Educação, Isabel Alçada, numa cerimónia marcada para as 16:30, em que serão assinados protocolos de cooperação com a PT Inovação, Microsoft, Universidade de Beira Interior ou Joalpe International, entre outras entidades. 

Fantástico! A aldrabice anterior esquecemos e é substituida por uma nova, um suposto concurso desenhado de propósito para….beneficiar os mesmos de sempre… Brilhante!!!
A esperteza saloia dos amigalhaços a funcionar em pleno.

Ao mesmo tempo a empresa que deveria estar a ser julgada por fraude ao fisco e como tal proibida de participar em qualquer concurso público (levado a cabo pelo Estado) continua alegremente a usar directa ou indirectamente dinheiro de todos nós para investir no exterior, claro está, sempre com Estados muito democráticos.

Escusado será dizer que tudo isto deturpa por completo a livre concorrência.

Magalhães: Bruxelas desiste de processo contra Portugal- Empresas – Jornal de negócios online

A Comissão encerra o processo aberto em Junho de 2010 por desconfiar que Portugal não tinha cumprido “as suas obrigações” ao não abrir à concorrência os contratos para o fornecimento dos computadores portáteis.
(…)
Bruxelas explica que, “como resultado da intervenção da Comissão Europeia, as autoridades portuguesas irão agora realizar um concurso público e tomar medidas para assegurar que os contratos de fornecimento são abertos a todas as empresas da União Europeia interessadas”.  

Software Livre no SAPO » Blog Archive » Análise ao concurso do Magalhães 2

Enquanto que se deve apoiar a decisão de ter lançado um concurso público, o que é uma evolução muito positiva em relação ao primeiro Magalhães, este não é um concurso público que deva ser apoiado. 

Várias vezes solicitamos ao Ministério da Educação uma reunião para discutir as aparentes ilegalidades encontradas, mas nem sequer uma rejeição explícita obtivemos. Sim, nem sequer a resposta “obrigatória em X dias úteis” foi obtida.

TeK > Notícias > Negócios > Justiça arquiva processo contra JP Sá Couto

O processo de fraude e fuga ao IVA em que é arguida a empresa responsável pela produção do Magalhães será arquivado por não ser possível, em tempo útil, apurar a situação tributária dos implicados, o que impede a produção de prova. 

TeK > Notícias > Negócios > Magalhães na Líbia com investimento de 5 milhões

A JP Sá Couto vai exportar o Magalhães também para a Líbia. A informação foi confirmada por um dos administradores da empresa que fabrica os portáteis destinados às crianças em idade escolar. 

Relativamente às citações abaixo tive a oportunidade de escrever o seguinte num comentário à peça de propaganda contra o Software Livre no Jornal de Negócios:

Só para relembrar ou chamar à atenção a quem desconhece.

A verdade é que sem Software Livre a Rede que hoje conhecemos NÃO existia, sem algo tão fundamental como o padrão TCP/IP, que é livre, aberto sem problemas de patentes e sem royalties por e simplesmente não existiam os serviços que hoje temos e que correm TODOS sobre software livre, tais como, Google, Yahoo, Amazon, Twitter, Facebook, Wikipedia, Archive.org etc etc, e eles só existem porque as empresas/criadores deles tiveram à sua disposição tecnologia de elevada qualidade, e sem os problemas que acima mencionei, que lhes permitiu construir novos serviços e software exactamente como vemos na ciência em que há uma evolução sempre ‘aos ombros de gigantes’ (como Newton um dia afirmou).

Por isso mesmo hoje temos o Software Livre em todo o lado, desde o telemóvel (android, maemo, meego, etc), passando pelo router que temos em casa ou pela máquina fotográfica, tv, automóvel que usamos, até à maioria das grandes bolsas de valores mundiais, aos submarinos nucleares dos EUA, aos UCAV e claro em mais de 91% de todos os supercomputadores do mundo (criei uma lista com links para tudo isto aqui “Casos de Sucesso na utilização de Software Livre” http://www.nixware.net/?p=45 ) ; mas melhor que a minha resposta, recomendo a leitura dos artigos de Glynn Moody que desmontam algumas das supostas ‘verdades’ apresentadas neste artigo/livro; There’s No FUD Like an Old FUD (computer world) – http://ur1.ca/2ynkk ; Open Source and Open Research Computation http://ur1.ca/30c48

RT @mvalente: Mais um artigo http://goo.gl/ksYt0… – Marcos Marado – FriendFeed

RT @mvalente: Mais um artigo [“The Comingled Code” ] encomendado pelos filhos da mãe do costume @OpenAtMicrosoft contra DL normas abertas http://goo.gl/yXaTj 

RT @mvalente: Três artigos encomendados (DN, 2x… – paula simoes ☃ – FriendFeed

RT @mvalente: Três artigos encomendados (DN, 2x JNegocios ontem e hoje) em 3 dias. Coincidencia? Não, é só a Microsoft com as suas campanhas desonestas. 

Twitter / Mario Valente: No jornal onde está o anun …

No jornal onde está o anuncio http://negocios.pt/ um artigo “à medida” por Henrique O’Neill http://goo.gl/CWJBx conhecido por preferir M$ 

Twitter / Mario Valente: Os merdosos do costume @Op …

Os merdosos do costume @OpenAtMicrosoft lançam em força campanha *aberturamicrosoft.com anti-decreto lei normas abertas http://goo.gl/yXaTj 

Quanto a toda esta suposta interoperabilidade e supostas normas abertas via microsoft, recomendo a leitura do artigo do

Que Treta! Interoperabilidade metafórica

Acerca do uso de normas abertas na Administração Pública (AP), o Luís Amaral alega haver uma «confusão entre conceitos, como o do “software livre” (vulgo, open source) e o das “normas abertas”. De facto, são conceitos que estão relacionados, mas um não implica necessariamente o outro.»(1) Não é bem assim. É que, na verdade, o código aberto implica necessariamente normas abertas. Porque se  disponibilizam o código fica automaticamente  acessível qualquer norma que lá esteja implementada.
(…)

É claro que o software proprietário pode usar normas abertas e ser interoperável com o software livre. O  problema é que também pode não ser. Basta gravar uma macro num documento Excel ou Word para se perder a interoperabilidade. As normas abertas em software proprietário são uma treta porque, na prática, não dão garantias nenhumas. A empresa faz a norma, diz que é aberta, e depois acrescenta funcionalidades, em formatos proprietários, que continuam a prender os utilizadores ao seu esquema de licenciamento. Em contraste, com o software de código aberto isto não pode acontecer. Quem usar o LibreOffice, OpenOffice, KOffice ou qualquer programa de código aberto nunca terá este problema porque, mesmo que esse programa  implemente funcionalidades únicas, essa implementação está acessível no código fonte e pode ser incorporada noutras aplicações se for necessário.
 

Por fim termino com as palavras do Juiz Jackson que esteve à frente do julgamento que opôs o DOJ à microsoft que afirmou com todas as letras que esta mais parecia um grupo de malfeitores.

Ken Auletta :: Articles – Final Offer

In some ways, Jackson told me, the Microsoft case reminded him of the Nixon era. “I’m not so much in awe of people and power,” he said. “I think I’m a lot more cynical about motivation.” Jackson believed that the power held by Bill Gates and his company should not bring Gates any special consideration, and during the trial, which started on October 19, 1998, and lasted for more than eighteen months, Jackson became irritated at what he privately called Microsoft’s “obstinacy”—in particular, Gates’s twenty-hour videotaped deposition, which struck Jackson as arrogant, and Microsoft E-mails that seemed to contradict the testimony of its witnesses—and he went as far as to compare the company’s declaration of innocence to the protestations of gangland killers. He was referring to five gang members in a racketeering, drug-dealing, and murder trial that he had presided over four years earlier. In that case, the three victims had had their heads bound with duct tape before they were riddled with bullets from semi-automatic weapons. “On the day of the sentencing, the gang members maintained that they had done nothing wrong, saying that the whole case was a conspiracy by the white power structure to destroy them,” Jackson recalled. “I am now under no illusions that miscreants will realize that other parts of society view them that way.” 


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Mais vigilância: Computação TRAIÇOEIRA… ‘Intel Spy Inside’

TeK > Notícias > Computadores > Novos processadores Intel “filtram” acesso a filmes HD

A Intel vai apresentar esta semana uma nova funcionalidade, a incluir na sua mais recente geração de processadores, que vai permitir aos estúdios venderem filmes em alta-definição através da Internet, para serem vistos no computador. 

A tecnologia – denominada Intel Insider – oferece protecção contra a cópia ilegal integrada no próprio hardware, dando aos produtores dos conteúdos a segurança necessária para disponibilizarem mais filmes através do canal online, defendeu o responsável de vendas da Intel, Tom Kilroy, citado pela Bloomberg

 

https://hritcu.files.wordpress.com/2007/09/trustedcomputing.jpg?w=450
(clicar na imagem para ver o vídeo) via Smiling

Parece que a intel está a acompanhar a apple no ataque as seus utilizadores/clientes.

Tal como a apple e seguindo a linha do software proprietário, do qual a microsoft, oracle, SAP entre outras são excelentes exemplos, parece que agora é a vez do hardware se tornar em algo que nunca é nosso, apenas o alugamos, uma vez que nunca temos total controlo sobre o que adquirimos, estando sempre dependentes de terceiros, tipo DRM.

Mas toda esta Computação Traiçoeira não fica por aqui, o passo seguinte é controlarem tudo o que fazemos com o hardware e software proprietário que no fundo não adquirimos mas alugamos (ver EULAs), para isso a Intel e não só, tem mais algumas cartas na manga desde o TPM «que falei aqui» (que pode ser positivo caso o utilizador seja o detentor da Endorsement crypto key), passando pelo ‘kill switch’ também da Intel até à possibilidade de desligar o sistema remotamente via mais uma vez tecnologia Intel, a vPro, que por certo dará imenso jeito aos planos de Obama para ‘desligar’ a rede.

Sinceramente necessitamos de um CPU open source, quem sabe a partir do SPARC da ex-SUN.

P.S. não esquecer que o sistema operativo da google, o ChromeOS que começará a aparecer dentro de pouco tempo em Netbooks fará uso de TPM, resta saber quem controla a Endorsement crypto key; se for o utilizador tudo bem, se for a google, não obrigado!

Cloud computing is a trap, warns GNU founder | Technology | guardian.co.uk

Web-based programs like Google’s Gmail will force people to buy into locked, proprietary systems that will cost more and more over time, according to the free software campaigner 

Trust or treachery? – CNET News (2002)

Richard Stallman, founder of the Free Software Foundation and of the GNU project for creating free versions of key Unix programs, lampooned the technology in a recent column as “treacherous computing.” 

“Large media corporations, together with computer companies such as Microsoft and Intel, are planning to make your computer obey them instead of you,” he wrote. “Proprietary programs have included malicious features before, but this plan would make it universal.”

He and others, such as Cambridge University professor Ross Anderson, argue that the intention of so-called trusted computing is to block data from consumers and other PC users, not from attackers. The main goal of such technology, they say, is “digital-rights management,” or the control of copyrighted content. Under today’s laws, copyright owners maintain control over content even when it resides on someone else’s PC–but many activists are challenging that authority.

Words to Avoid (or Use with Care) Because They Are Loaded or Confusing – GNU Project – Free Software Foundation (FSF)

There are a number of words and phrases that we recommend avoiding, or avoiding in certain contexts and usages. Some are ambiguous or misleading; others presuppose a viewpoint that we hope you disagree with. 

IT Business – Business Advantage through Technology – Channel Recent News

“This is our first microprocessor where we have one billion transistors on a single CPU like this,” Allen said. “Now we’ve built in more thermal capabilities and performance enhancements. With Sandy Bridge, we’ll still have the naming conventions for Core i3, Corei5 and Core i7.” 

Among the new performance capabilities are improved integrated graphics, faster processing and better security and trust features designed to keep the computing environment more secure.

With Intel anti-theft technology built into Sandy Bridge, Allen said users can set it up so that if their laptop gets lost or stolen, it can be shut down remotely. The microprocessor also comes with enhanced recovery and patching capabilities.

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Vergonha na cara e ética é coisa que por cá já não existe

Hoje no jornal Público podemos ler esta notícia Duas escolas portuguesas seleccionadas para programa mundial da Microsoft que premeia inovação”, o que a mim me faz disparar todos os alarmes e mais alguns, mas no interior está lá algo ainda mais arrepiante.

Duas escolas portuguesas seleccionadas para programa mundial da Microsoft que premeia inovação – Educação – PUBLICO.PT

“Esta é sem dúvida mais uma notícia positiva para o país, fruto da aposta que tem vindo a ser feita pelas escolas, quer pelo Ministério, quer por professores e alunos – e do empenho da Microsoft na promoção do uso das novas tecnologias”, afirma Rui Grilo, director da Microsoft para a Educação em Portugal, citado no comunicado da empresa. Recorde-se que Rui Grilo, no anterior Governo, foi coordenador adjunto do Plano Tecnológico.

Será possível que ninguém se questiona sobre os enormes conflitos de interesse? Como é possível assistir-mos a isto?

Como é possível os senhores jornalistas não questionarem este senhor sobre este facto?

A falta de vergonha e ética destes senhores já não tem limites, se é que alguma vez os teve.

Como português agradecia que as senhoras e senhores jornalistas fizessem o trabalho que lhes compete e que quem vai para cargos políticos o fizesse com ética e em defesa dos interesses de Portugal, infelizmente cada dia que passa assistimos cada vez menos ao cumprimento destes objectivos.

Em relação à notícia propriamente dita, como venho escrevendo por aqui amiúde, estarmos dependentes de uma empresa monopolista ainda para mais a nível do ensino só pode conduzir a gravíssimos problemas no futuro.
Devem-se ensinar CONCEITOS e não produtos ou marcas, quando é que começamos a olhar para o que os países ricos vêm fazendo com a utilização de Software Livre a nível da Administração Pública, casos da França, Alemanha e até a nossa vizinha Espanha.

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Como controlar por completo a Rede Internet: DRM, DMCA/EUCD, TPM e ACTA

O título desta entrada pode parecer exagerado, mas se lerem o que a seguir irei expor perceberão e provavelmente até concordarão com ele.

Infelizmente até provavelmente pecará por defeito, uma vez que não será apenas a Rede a estar sob vigilância e controlo mas todos os dispositivos electrónicos que dispomos.

Escusado será dizer que o total controlo, a censura e até a possibilidade de não permitir que indesejáveis e críticos dos diversos governos espalhados por esse planeta acedam às Interwebs e até façam uso de sistemas operativos Livres (GNU/Linux, BSDs, OpenSolaris, Haiku entre outros), são sem dúvida objectivos há muito perseguidos pela escumalha da Nova (Des)Ordem Mundial que como num jogo de xadrez vêm mexendo as suas peças, preparando pacientemente o ataque final às nossas Liberdades, Privacidade, bem como ao direito de expressão e partilha.

Como em muitos outros projectos da NOM/NWO, as peças são movidas em diversos palcos, por vezes sem sequer parecer que tenham algo a ver umas com as outras.

Tem sido assim com a destruição da Constituição dos EUA, pequenos passos, como a criação da FEMA (que apesar de parecer o contrário é na realidade esta que controla o DHS) (criada por Jimmy Carter a 30 Março de 1979), após esta a criação do COG, após os atentados False Flag do 11set2001 e com a criação do Patriot Act, assistimos ao fim do Habeas Corpus, com a negligência criminosa do Katrina [en] vimos o Posse Comitatus não ser respeitado, mais recentemente temos assistido à tentativa de criminalizar a posse e uso de armas (até simples canivetes) bem como muitos outros projectos da NWO.

No que à tecnologia concerne existem cinco grandes projectos para nos retirarem os nossos Direitos e usando-os, controlarem-nos.

Tratam-se da DMCA que na Europa se designa de EUCD, da DRM, do TPM e mais recentemente do ACTA.

É claro que para além dos acima referidos, existem muitos outros projectos de vigilância que atacam a nossa Privacidade como escrevi na entrada anterior.

https://i2.wp.com/upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0b/TPM_english.svg/580px-TPM_english.svg.png
Trusted Platform Module (TPM)

Antes de mais, convém afirmar que Nunca nenhum malfeitor se preocupou muito com as Leis, nem mesmo com a Pena de Morte, como tal nada do que a seguir irei descrever serve para impedir estas pessoas de cometerem os crimes que quiserem, para além disso não precisamos de mais leis uma vez que os crimes mesmo os cometidos online já estão consagrados no direito.

Não sei se leram mas no início deste ano, num encontro do Forum Económico Mundial em Davos na Suíça, Craig Mundie, um dos manda chuva da microsoft (chief research and strategy officer) desde o primeiro minuto um grande defensor da implementação do DRM e do TPM, resolveu dar a dica que se deveria implementar uma Carta de ‘Condução’ da Internet, ou seja uma permissão outorgada pelo poder instituído, que foi logo apoiada pelas Nações Unidas (o Governo Mundial já em actividade ainda que na sombra), nomeadamente por Hamadoun Toure, Secretário Geral da International Telcommunications Union num discurso no World Economic Forum e teve ainda o total apoio dos papagaios da Time magazine e NYTimes.

Creio que já esta semana, Obama deu mais um passo, EUA propõem novo sistema de identificação para transacções na Net

Há que relembrar que nunca ninguém se lembrou de pensar neste tipo de invasão da privacidade para as linhas de telefone normais, apesar destas serem usadas por aldrabões, ladrões, marketing não desejado, criminosos etc….. e até pedófilos [Think of the Childrem!!!]

Reparem nos nomes que foram escolhidos para apresentarem tais medidas, Carta de Condução da Internet, National Strategy for Trusted Identities in Cyberspace

No primeiro caso foi escolhido algo que as pessoas conhecem, já estão familiarizadas e como tal aceitam mais facilmente sem se questionarem muito sobre as reais consequências e objectivos.
No segundo, a palavra chave é Trusted, confiável. O problema é que este confiável/confiança está subvertido como abaixo será explicado.

Quando estes senhores estão todos de acordo é porque as coisas para o lado dos cidadãos vão ficar negras, como se costuma dizer.

Vou agora tentar explicar ainda que brevemente o que são estas cinco peças no jogo da implementação de censura por esta ditadura a nível mundial.
É óbvio que elas nunca serão apresentadas como censura, mas SEMPRE como algo de positivo para os cidadãos, como uma medida de protecção, como se os cidadãos estivessem a ganhar algo em vez de na realidade estarem a perder e muito, os seus mais básicos direitos como seres humanos que somos.

É o NEWSPEAK, a linguagem de ‘1984’ de Orwell, que há muito deixou de ser ficção para passar a ser realidade nos dias que vivemos, onde Guerra é Paz, Segurança é Opressão, invasão da nossa Privacidade etc.

E neste quadro de mentira e inversão de termos não faltará o já famoso apelo que tudo justifica, Think of the Children…. Pensem nas crianças, tão inocentes e desprotegidas, para combater o papão da pedofilia que diversas notícias e livros nos levam a crer que é controlada por altas esferas do poder em diversos países incluindo o nosso, da política ao Vaticano.

DMCA e EUCD
(via wikipedia)

A 12 de Outubro de 1988 foi votada por unanimidade no Senado dos EUA e a 28 do mesmo mês tornou-se lei pela mão do fantoche Bill Clinton, implementando assim dois tratados de 1996 da World Intellectual Property Organization (WIPO).

Surgia para alargar o alcance do direito de autor, embora limitando a responsabilidade dos prestadores de serviços on-line para a violação de direitos de autor pelos seus utilizadores.

Permite assim criminalizar a produção e disseminação de tecnologias, dispositivos e serviços que permitam contornar a DRM por forma a dar acesso a conteúdos sob copyright.

Além disso, criminaliza o acto de contornar um controlo de acesso, quer exista ou não violação dos direitos de autor.

A directiva InfoSoc da EUCD proíbe também a evasão de medidas de protecção contra cópias, tornando-a ainda mais restritiva que a DMCA.

A EUCD implementa também ela o Tratado de Copyright do WIPO e foi decretada ao abrigo das disposições do mercado interno do Tratado de Roma.
Dois exemplo de como isto nos afecta mesmo que não estejamos a quebrar qualquer lei ou a infringir qualquer copyright, aliás um dos exemplos estamos mesmo a actuar de acordo com o que a lei nos permite.

  • A DMCA/EUCD apesar da legislação portuguesa permitir a cópia para fins de backup ou uso em outros dispositivos (ex: leitores de ogg vobis e mp3), proíbe-nos de efectuar-mos uma cópia de um DVD ou CD originais que tenhamos adquirido legitimamente caso estes tenham DRM, isto porque estas pseudo-leis não permitem contornar essa medida de protecção (dos interesses alheios, não do consumidor).
  • Imaginemos que temos uma garagem com uma porta automática e que por alguma razão perdemos ou danificámos o controlo remoto, segundo a DMCA podemos ficar proibidos de usar a garagem caso pretendamos adquirir um controlo remoto que não seja da marca que fabricou o dispositivo que a porta tem, uma vez que a empresa que os fabrica, uma espécie de controlos universais poderá não poder fazê-lo porque estaria a contornar tecnologia de outra empresa. (em Tribunal este caso foi perdido pelos defensores da DMCA/DRM, mas é uma maneira de combater potenciais concorrentes, usando pseudo-leis em vez de produtos inovadores e de qualidade)

O DRM é uma tecnologia, Digital Rights Managment, ou como a FSF lhe chama, Digital Restriction Managment, cujo objectivo é o de proteger não o consumidor, mas sim todos os produtores de hardware, editores e detentores de direitos de autor, impondo limitações no uso de dispositivos e conteudos digitais.

Como afirma a Free Software Foundation na sua página contra o DRM, Defective By Design, o DRM serve apenas para nos retirar, restringir os nossos Direitos e por isso mesmo deve ser designada de Gestão Digital de Restrições.

  • O uso de DRM em CDs e DVDs do primeiro exemplo acima, o da cópia, restringe assim o NOSSO Direito a efectuar-mos uma simples cópia de segurança de uma obra que tenhamos legalmente adquirido.

O Tratado ACTA que tem vindo a ser criado à porta fechada, nas costas dos cidadãos e que o Presidente fantoche Obama bem como a UE têm escondido (só recentemente divulgaram o rascunho do mesmo) dos seus cidadãos com a desculpa de se tratar de algo perigoso para a ‘Segurança Nacional’, o que até é simpático da parte deles, uma vez que demonstra aquilo que venho repetindo aqui amiúde, que quem eles temem são os cidadãos (os nossos direitos é que são um perigo, não para a Segurança Nacional mas para a Oligarquia Cleptocrática que nos domina), trata-se de um acordo internacional que visa forçar o cumprimento dos direitos da Propriedade Intelectual dos grandes interesses (o termo Propriedade Intelectual é em si uma aldrabice).

Pretende-se ainda com o ACTA criar um novo quadro legal internacional fora do ambito do WIPO, do WTO e UN, com o seu próprio corpo governativo e ao qual os diversos países se poderão juntar, ou melhor, serão forçados a isso.

Reparem bem no esquema, com o “seu próprio corpo governativo”, ou seja não estando dependentes de ninguém, na realidade serão mesmo os países que se terão de vergar perante essa nova entidade e seguir os ditames de quem a criou e gere, no fundo a Banca através dos seus multiplos interesses e conglomerados.


TRUSTED COMPUTING “computação (des)confiável”

Trusted Platform Module (TPM) / Trusted Computing Group (TCG)

A quem o seu computador deve obedecer? A maioria das pessoas pensa que seus computadores devem obedecer-lhes, e não a outras pessoas. Com um plano chamado “computação confiável (trusted computing)”, grandes empresas de media (incluindo as empresas de cinema e gravadoras), associadas a empresas de computação, tais como Microsoft e Intel, estão planejando fazer o seu computador obedecer a elas e não a você. (A
versão da Microsoft para este esquema chama-se “Palladium”.). Programas proprietários já fizeram a inclusão de características maliciosas antes,mas este plano irá torná-las universais.

by Richard Stallman

Esta introdução de Richard Stallman explica bem o grave problema que é o TPM e tecnologias associadas.

O problema com o TPM/’trusted’ computing (mais uma vez a palavra ‘confiável’) é que nós, os detentores, donos do equipamento Não somos confiáveis para os fabricantes do hardware, software e detentores de media.

O TPM é um processador criptográfico, um chip de cifra, que em muitos casos já vem hoje embutido nas motherboards especialmente nas de portáteis (uma lista das empresas que o estão a patrocinar e implementar), mas cujo objectivo será introduzi-lo em tudo quanto é dispositivo electrónico, discos rígidos, leitores de audio e vídeo, telemóveis etc

Este chip contém uma chave criptográfica privada, Endorsement key, que nunca é controlada por nós, quem a lá coloca e quem a controla são apenas os produtores do hardware em conjunto com os seus associados, empresas de media, de software (a microsoft já hoje faz uso dele em conjunto com o bitlocker) etc.

Tal como nós podemos criar uma hash de todo os ficheiros que dispomos no disco rigido por forma a saber-mos se eles foram alterados sem o saber-mos (usando por exemplo o AIDE), também o chip TPM dispõe dessa possibilidade, chama-se remote attestation[1], que para além do software cria também uma hash do hardware.

Só que ao contrário do Software Livre AIDE que somos nós que instalamos e corremos e apenas depende da nossa vontade, como o nome indica, na comprovação remota[1], essa verificação é feita por quem controla a chave privada do chip, ou seja, eles sabem que software estamos a usar mas mais importante, podem impedir-nos de instalar software que desejemos ou ainda proibir-nos de contornar esse software. O mesmo se passa com o hardware, é criada uma hash que informará os detentores da chave de todo o hardware que possuímos e de como este deve de interagir com o software.
Hardware que não respeite as obrigações impostas através do chip TPM pelos reais donos dos dispositivos, as empresas que os produzem, ou não funcionam ou caso sejam tão ‘perigosos’ para os detentores da chave privada (ou outros interesses, leia-se o Big Brother da NOM), o computador por e simplesmente se recusará a funcionar.

O que nos espera

Não sei se repararam mas a cada medida tecnológica corresponde uma medida legislativa e criminalizadora por forma a implementar à força essas medidaas tecnológicas que nos restrigem os mais básicos Direitos, o que para o realizador e escritor Gonzalo Lira é a definição de uma Ditadura, um Estado Policial. [ele chama-lhe fascista, mas eu prefiro não usar essa palavra, prefiro chamar-lhe de Socialismo Corporativista à la Duce (de Corporação empresarial)]

Gonzalo Lira: Is the U.S. a Fascist Police-State?

First of all, what is a “fascist police-state”?

A police-state uses the law as a mechanism to control any challenges to  its power by the citizenry, rather than as a mechanism to insure a civil society among the individuals. The state decides the laws, is the sole arbiter of the law, and can selectively (and capriciously) decide to  enforce the law to the benefit or detriment of one individual or group or another.

In a police-state, the citizens are “free” only so long as their actions remain within the confines of the law as dictated by the state. If the individual’s claims of rights or freedoms conflict with the state, or if the individual acts in ways deemed detrimental to the state, then the state will repress the citizenry, by force if necessary. (And in the end, it’s always necessary.)


A DRM tinha e tem o suporte da DMCA/EUCD, o passo seguinte para uma DRM global e eficaz é o TPM proposto pelos mesmos de sempre, as empresas que fazem parte da TPA e que por sua vez estão nas mãos da Oligarquia, o suporte para a sua aplicação chega-nos através do Tratado ACTA.

Algumas consequências de todas estas peças de xadrez meticulosamente planeadas e implementadas nas costas dos cidadãos distraídos com futilidades, programas de entretenimento estupidificantes, pseudo-notícias, novelas, futebol e propaganda:

  • Ao contrário do que se passa hoje em dia em que apesar de já ser-mos controlados, uma vez que para aceder-mos à rede em nossas casas precisamos de um contracto com um ISP que guarda todas as nossas ligações devido à transposição da directiva europeia de retenção de dados, ainda assim podemos fugir a essa vigilância recorrendo à alteração/spoof do MAC address e usando uma ligação wireless longe de nossa casa e o TOR, poderemos estar relativamente anónimos; No entanto com o acima exposto, num futuro próximo estaremos completamente na mão das mutinacionais elas as donas dos Estados e Governos fantoches e corruptos que os (des)governam uma vez que elas detém as chaves privadas e secretas do TPM que todos os dispositivos irão ter.
  • Uma vez que não detemos as chaves privadas do TPM na realidade o equipamento tal como acontece hoje com as músicas, os CDs e DVDs, não nos pertence, nós apenas pagamos um aluguer para usufruirmos dele, ou melhor, para a Oligarquia nos espiar, vigiar, controlando cada passo que damos, cada forum que acedemos, cada opinião que lá deixamos, é que para além da chave criptográfica não estar na nossa posse ao contrário do que até hoje se passa, em que nos é atribuido um IP a cada autenticação no nosso ISP, no caso dos dispositivos, computadores, telemóveis etc com TPM, cada um destes equipamentos é único.
  • Como é único permite mais umas quantas invasões da nossa esfera privada, por certo chegará o dia onde deixará de existir dinheiro físico, tudo será movido a cartões, bits e bytes como tal certamente a Oligarquia obrigará ao registo de quem adquire o quê; ou seja, ao adquirir-mos um computador ficará registado na gigantesca base de dados da NOM que a pessoa X adquiriu o PC Y cujo TPM é Z.
  • Com essa pequena operação os senhores do mundo poderão saber tudo sobre si, quando liga o computador, que programas tem instalados, se tentou ou não instalar outros que o TPM, vulgo as grandes corporações, não permitem (Sistemas Operativos Livres e outras aplicações), se tentou ouvir, ver algo que a NOM considera ‘pirataria’, etc.
  • Mas ao utilizar um dispositivo com uma identificação única e cuja identidade do seu comprador está guardada na Base de Dados associada ao hash criptográfico do TPM, a Oligarquia poderá deter ainda um poder maior, poderá simplesmente recusar-lhe o acesso à rede. Você é vista(o) como alguém que tem opiniões criticas (liberdade de expressão e de oposição) contra os grandes timoneiros, sabem disso porque têm acesso a tudo quanto faz na Rede, logo estando em Rede o seu chip TPM, identificador único é colocado numa lista de indesejáveis e é-lhe barrado o acesso, terá sorte se não for considerado terrorista e feito desaparecer da face do planeta (tipo enemy combatant)
  • Outro direito que lhe é negado usando um conjunto de DRM+TPM é por exemplo manipular um ficheiro, seja para o ouvir, ver, modificar etc, isto é possível através da Sealed storage. Os ficheiros estão encriptados com a Endorsement key, só conseguirá aceder a eles desde que o software que os permita abrir esteja a respeitar a ligação que tem com a chave do TPM. Por aqui perceberão que enviar um ficheiro com determinada informação para o Wikileaks se torna impossível, é que eles não terão acesso à chave TPM que o encriptou logo não podem ver o conteúdo do ficheiro. Isto tanto é válido para um ficheiro ‘secreto’ enviado para o Wikileaks como para um simples ficheiro de música que gostaria de partilhar com alguém.
  • Ou ainda um exemplo de um disco que não aceite gravação de dados que não sejam assinados por uma chave validada pela Endorsement Key que está fora do controlo do dono do computador.

Com tudo isto resta-nos esperar pelos próximos ataques False Flag, até porque o iPatriot já está pronto para entrar em vigor.



FACEBOOK TRUSTED COMPUTING AND GOOGLE

Para saber mais:

Schneier on Security: Trusted Computing Best Practices

That sounds good, but what does “security” mean in that context? Security of the user against malicious code? Security of big media against people copying music and videos? Security of software vendors against competition? The big problem with TCG technology is that it can be used to further all three of these “security” goals, and this document is where “security” should be better defined.


Trusted Computing – Wikipedia, the free encyclopedia

TC is controversial because it is technically possible not just to secure the hardware for its owner, but also to secure against its owner as well. Such controversy has led opponents of trusted computing, such as Richard Stallman, to refer to it instead as treacherous computing, even to the point where some scholarly articles have begun to place scare quotes around “trusted computing”.

Trusted Platform Module – Wikipedia, the free encyclopedia

In computing, Trusted Platform Module (TPM) is both the name of a published specification detailing a secure cryptoprocessor that can store cryptographic keys that protect information, as well as the general name of implementations of that specification, often called the “TPM chip” or “TPM Security Device”

Você pode confiar em seu computador? – FÓRUM PCs

No passado, estes eram incidentes isolados. “Computação Confiável” irá torná-los amplamente disseminados. “Computação traiçoeira (Treacherous computing)” é um nome mais apropriado, porque o plano é feito de forma a garantir que o seu computador irá desobedecê-lo sistematicamente. De fato, foi projetado de modo a impedir o seu computador de funcionar como um computador de uso geral. Cada operação irá requerar permissão explícita.

A idéia técnica subjacente à computação traiçoeira é que o computador incluirá um dispositivo de criptografia e assinatura digital, e as chaves são mantidas em segredo. Programas proprietários irão usar este dispositivo para controlar quais outros programas você pode rodar, quais documentos ou dados você pode acessar, e para quais programas você pode passá-los. Estes programas irão baixar continuamente da internet novas regras de autorização, e impor estas regras automaticamente a você. Se você não permitir que seu computador obtenha estas novas regras periodicamente a partir da Internet, alguns recursos irão automaticamente deixar de funcionar.

Can You Trust Your Computer? – GNU Project – Free Software Foundation (FSF)

Making sharing impossible is bad enough, but it gets worse. There are plans to use the same facility for email and documents—resulting in email that disappears in two weeks, or documents that can only be read on the computers in one company.

Imagine if you get an email from your boss telling you to do something that you think is risky; a month later, when it backfires, you can’t use the email to show that the decision was not yours. “Getting it in writing” doesn’t protect you when the order is written in disappearing ink.

The Stealth Anti-Piracy Chip That Is Neither Stealth Nor Anti-Piracy | Techdirt

It’s not clear why this is getting much buzz, because as others have pointed out it’s not new or even noteworthy. It’s the same silly scheme that Microsoft, Intel and AMD have been working on for more than half a decade, though it’s gone through some name changes in an attempt to make it less controversial.

Confiança computadores – Trusted Computing – Seu computador confia em você?

O grupo de Trusted Computing (TCG) é uma aliança entre Microsoft, Intel, IBM, HP e AMD que tenta promover um padrão para um PC ‘mais seguro’. Mas a definição deles de ‘segurança’ é controversa, computadores construídos de acordo com sua especificação serão mais seguros do ponto de vista dos criadores de software e a indústria de conteúdo, mas serão menos seguros do ponto de vista dos donos. Na verdade, a especificação TCG irá transferir o controle total de seu PC para quem tenha escrito o software que ele estaria executando. (Sim, muito mais do que já acontece no presente).

Trusted Computing FAQ TC / TCG / LaGrande / NGSCB / Longhorn / Palladium

TC provides a computing platform on which you can’t tamper with the application software, and where these applications can communicate securely with their authors and with each other. The original motivation was digital rights management (DRM): Disney will be able to sell you DVDs that will decrypt and run on a TC platform, but which you won’t be able to copy. The music industry will be able to sell you music downloads that you won’t be able to swap. They will be able to sell you CDs that you’ll only be able to play three times, or only on your birthday. All sorts of new marketing possibilities will open up.

Software Livre no SAPO » Blog Archive » DRM: Confia no seu computador?

Aqueles que são contra o Software Livre chamam a esta tecnologia “Trusted” Computing, mas quem recebe confiança não é o dono do computador, a realidade é bem mais negra: quem recebe confiança é uma terceira parte que pode ter interesses diametralmente opostos ao do dono do computador.

Security Chip That Does Encryption in PCs Hacked – ABC News

The new attack discovered by Christopher Tarnovsky is difficult to pull off, partly because it requires physical access to a computer. But laptops and smart phones get lost and stolen all the time. And the data that the most dangerous computer criminals would seek likely would be worth the expense of an elaborate espionage operation.

DefectiveByDesign.org | The Campaign to Eliminate DRM

What is DRM? Digital Restrictions Management. DefectiveByDesign.org is a broad-based anti-DRM campaign that is targeting Big Media, unhelpful manufacturers and DRM distributors.

Onda crescente de censura na Internet

Os êxitos recentes nos combates contra o controle da Internet serão suficientes para impedir a tirania?

O foco das atenções voltou-se para a censura da Internet esta semana, quando artigos foram publicados simultaneamente no Time Magazine e no The New York Times, defendendo a obrigatoriedade de licença para operar sítios na Internet. Esses artigos foram devidamente criticados por Paul Joseph Watson como uma tentativa coxa de apoiar o monopólio da mídia hoje em desintegração em face de uma blogosfera que está rapidamente a substituí-lo.

OLS: Linux and trusted computing [LWN.net]

The term “trusted computing” tends to elicit a suspicious response in the free software community. It has come to be associated with digital restrictions management schemes, locked-down systems, and similar, untrustworthy mechanisms. At the 2005 Ottawa Linux Symposium, Emily Ratliff and Tom Lendacky discussed the state of trusted computing support for Linux and tried to show how this technology can be a good thing to have. Trusted computing does not have to be evil.

At the lowest level, trusted computing is implemented by a small chip called the “trusted platform module” or TPM. The Linux kernel has had driver support for TPM chips since 2.6.12; a couple of chips are supported now, with drivers for others in the works. Many systems – laptops in particular – are currently equipped with TPM chips, so this is a technology which Linux users can play with today.

Preliminary Analysis of the Officially Released ACTA Text | Electronic Frontier Foundation

As we have previously noted ACTA would make the US DMCA TPM legal framework the de facto global norm, effectively displacing the more open-ended language finally adopted in the 1996 WIPO Copyright Treaty and Performances and Phonograms Treaty. The US TPM regime contains at least three characteristics that are broader than what is required to implement the WIPO Treaty obligations. First, it creates an absolute ban on TPM circumvention, even where done for lawful non-copyright infringing purposes. Second, it requires legal protection for TPMs that control access (and not just use) of technologically protected copyrighted works. (To which Japan strenuously objected in the leaked 18 January 2010 text.) Third, it includes a broad prohibition on the manufacture and distribution of circumvention devices. Fourth, it requires criminal penalties for flouting the TPM circumvention bans,while the WIPO treaties are silent on this point.

D.R.M. – Informação e Sensibilização sobre os ditos Digital Rights Management

Para quem não sabe, DRM (acrónimo para “Digital Rights Management”, Gestor Digital de Direitos) é um conjunto de várias tecnologias que limitam o uso de certos produtos digitais.

Schneier on Security: Anonymity and the Internet

Implementing an Internet without anonymity is very difficult, and causes its own problems. In order to have perfect attribution, we’d need agencies — real-world organizations — to provide Internet identity credentials based on other identification systems: passports, national identity cards, driver’s licenses, whatever. Sloppier identification systems, based on things such as credit cards, are simply too easy to subvert. We have nothing that comes close to this global identification infrastructure. Moreover, centralizing information like this actually hurts security because it makes identity theft that much more profitable a crime.

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‘Império Invisível’ – o mais recente documentário sobre a Nova (Des)Ordem Mundial

Palavras para quê, dêem olhada ao trailer e leiam o artigo sobre o mesmo no Infowars.


Invisible Empire Official Trailer


Invisible Empire Sneak Peek #1 – The Council on Foreign Relations

Powerful New Documentary Invisible Empire Arrives Today

The anticipation can finally be realized as today sees the launch of Invisible Empire: A New World Order Defined, the powerful new documentary which will put the final nail in the coffin of any doubts that a dictatorial elite is openly setting up an authoritarian system of world government designed to concentrate power and crush the freedom and living standards of the middle class.
(…)
The impact the film will achieve is solely in the hands of you, the audience, in making the movie go viral in the same way as Loose Change, the Obama Deception and Endgame achieved viral success, and in turn waking up millions more people to the New World Order system and enabling them to take the first steps in resisting their tyranny.

Powerful New Documentary Invisible Empire Arrives Today

Invisible Empire is all conspiracy and no theory – proving beyond doubt how the elite have openly conspired to insidiously rule the globe via the engines of the CFR, the United Nations, the Trilateral Commission, and the Bilderberg group, which were born out of the historical Round Table groups first set up by Cecil Rhodes.

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FLOSSNEWS: SCO/microsoft vs UNIX e truques baixos do ms-Bing

Mais info sobre estes temas no NIXWARE.

https://i0.wp.com/www.katonda.com/sites/default/files/userfiles/image/Web/Browsers/Bing.png

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Tracebook, Trickbook, Thiefbook ou Facebook? Nascimento de uma fraude com ligações pouco recomendáveis. (III)

Depois das duas primeiras entradas sobre este tema, hoje nesta terceira, irei tentar descrever um pouco do que se sabe sobre as ligações do Facebook à intelligence dos EUA, para fins de DATA MINNING, permitindo assim a criação de perfis e consequente controlo e invasão da privacidade dos seus utilizadores.

http://marcos61.files.wordpress.com/2009/06/facebbok-cia5.jpg
surripiado daqui

Não nos podemos ainda esquecer de como esses serviços e empresas encaixam rios de dinheiro ao venderem e usarem todos esses dados que quem usa esses serviços lhes oferece de ‘mão beijada’.

E os compradores ou investidores que depois os usam são bem conhecidos, desde os Estados Securitários nos quais cada vez mais espalhados pelo globo, bem como das mega empresas que por todo o mundo a eles recorrem para conseguirem vender um sem número de produtos que não necessitamos mas cuja necessidade quase viciante nos é incutida através de estímulos bem estudados como a enorme quantidade de propaganda que todos os dias nos entra pelos olhos e ouvidos dentro.

Ora vamos lá, nada melhor do que dar início com um vídeo que explica algumas coisas.

The Truth about Facebook!

De onde veio o dinheiro para a criação e desenvolvimento do Facebook?

As suas ligações à intelligence.

Como já havia escrito na segunda entrada, segundo se sabe o primeiro investimento terá sido do brasileiro Eduardo Saverin, entre 15000 a 20000 dólares que lhe deu o controlo de cerca de 30% do Facebook, sendo que os restantes 70% seriam propriedade de Mark Zuckerberg, isto em 2004.

Depois da saída de Eduardo Saverin, aqui a história é algo confusa e mal explicada, segundo algumas vozes Saverin terá sido preterido por Mark uma vez que não teria querido seguir com ele para Sillicon Valey, mas como o dinheiro não tem fronteiras, pelo que consegui saber, Saverin tem um processo em tribunal, mais um contra Mark Zuckerberg, o qual já parece estar habituado, tamanha a confusão que levou à criação do antro de vigilância, Facebook.

Após a saída de Saverin é a vez de chegarem apoios de peso, neste caso foi o de um dos criadores do PayPal e seu ex CEO, Peter Thiel, mais uma empresa com funcionamento meio estranho, que quem sabe um dia escreverei algo sobre ela.

Thiel investiu $US500.000 no Facebook de Mark, para além do Paypal e do Facebook, Thiel está ou esteve também na direcção do grupo conservador radical, VanguardPAC.

Talvez adivinhando o potencial para diversos fins, quer para vigilância quer para fazer dinheiro, o terceiro investimento, já mais chorudo, cerca de $US12.7Milhões, chega pelas mãos da empresa de capital de risco, Accel Partners.
Por certo não sendo coincidência, um dos seus manda-chuva era James Breyer, antigo presidente da National Venture Capital Association, onde tinha como colega, Gilman Louie que era o CEO do braço monetário da CIA para as novas tecnologias, a In-Q-Tel.

Uma das principais áreas de interesse e investimento da In-Q-Tel é exactamente o das tecnologias de DATA MINNING.

History – In-Q-Tel

In 1998, the Director of Central Intelligence (DCI) identified technology as a top strategic priority, directly connecting the Agency’s future technology advances to improvements in its core collection and analysis
missions
.
The leadership of the Directorate of Science and Technology set out a radical plan to create a new venture that would help increase the Agency’s access to private sector innovation.

Bryer também esteve no conselho de administração da empresa de Pesquisa&Desenvolvimento BBN Technologies, uma empresa com responsabilidades pelo crescimento da grande Rede.
Outra das pessoas que mais tarde se veio a juntar a esta empresa foi Anita Jones, que já havia sido directora da DARPA, a criadora da primeira fase da grande Rede, a Arpanet.
Anita Jones fazia também parte do conselho de administração da In-Q-Tel, tal qual Gilman Louie e era ainda assessora do Secretário da Defesa para a DARPA.

É também na DARPA que é fundado outro projecto de vigilância dos cidadãos dos EUA e que a todos coloca os cabelos em pé, a quando da sua divulgação, o Information Awareness Office, mais tarde conhecido pela TIA.

Em virtude de diversas criticas sobre os objectivos do projecto bem como a sua implementação levam o Congresso a cancelar os fundos para tal, diversos criticos indicam que é aí que entra o projecto de Mark Zuckerberg, Facebook.

Se não podem usar fundos governamentais por forma a fugirem ao controlo do Congresso, recorrem aos fundos para black projects da CIA através da In-Q-Tel, escondendo assim a continuação do projecto TIA, mas usando como máscara o Facebook, com a vantagem de conseguirem obter para além de informações dos cidadãos dos EUA, ainda as do resto do planeta.
Talvez por isso mesmo e a pensar nos países em desenvolvimento onde o acesso à Rede Internet é ainda problemático em virtude das fracas infraestruturas, o Facebook tenha criado o Facebook Lite, uma versão pensada para locais sem banda larga facilmente disponível.

http://yahyasheikho786.files.wordpress.com/2009/12/27xi5ck.jpg

Tenhamos atenção às seguintes afirmações contidas no TOS «Terms of service» bem como nas políticas de privacidade do Facebook:
Declaração de Direitos e Responsabilidades | Facebook

1.(…) you grant us a non-exclusive, transferable, sub-licensable, royalty-free, worldwide license to use any IP content that you post on or in connection with Facebook (“IP License”). This IP License ends when you delete your IP content or your account unless your content has been shared with others, and they have not deleted it.
2. When you delete IP content, it is deleted in a manner similar to emptying the recycle bin on a computer. However, you understand that removed content may persist in backup copies for a reasonable period of time (but will not be available to others).

Política de Privacidade | Facebook

When you sign up for Facebook you provide us with your name, email, gender, and birth date. During the registration process we give you the opportunity to provide additional profile information, such as where you went to school and where you work, and to add a picture of yourself, to help your friends connect with you. In some cases we may ask for additional information for security reasons or to provide specific services to you. Once you register you can visit your profile at any time to add or remove personal information about yourself. You can add basic information about yourself, such as information about your hometown, family, relationships, and your political and religious views. You can also add other information about yourself including your activities, interests, contact information, as well as more information about your education and job history.
(…)
Information from other websites. We may institute programs with advertising partners and other websites in which they share information with us:

We may ask advertisers to tell us how our users responded to the ads we showed them (and for comparison purposes, how other users who didn’t see the ads acted on their site). This data sharing, commonly known as “conversion tracking,” helps us measure our advertising effectiveness and improve the quality of the advertisements you see.
(…)
Information from other users. We may collect information about you from other Facebook users, such as when a friend tags you in a photo or video, provides friend details, or indicates a relationship with you.
(…)
Limitations on removal. Even after you remove information from your profile or delete your account, copies of that information may remain viewable elsewhere to the extent it has been shared with others, it was otherwise distributed pursuant to your privacy settings, or it was copied or stored by other users. However, your name will no longer be associated with that information on Facebook. (For example, if you post something to another user’s profile, and then you delete your account, that post may remain, but be attributed to an “Anonymous Facebook User.”) [os outros podem não ter acesso a quem escreveu mas no caso das fotos elas ficam lá e o mais importante é que o Facebook sabe quem é o ‘anónimo’] Additionally, we may retain certain information to prevent identity theft and other misconduct even if deletion has been requested.

Backup copies. Removed and deleted information may persist in backup copies for up to 90 days, but will not be available to others.

Outros investimentos foram feitos no Facebook, nomeadamente na quarta aposta no projecto, ou por outros investidores, neste caso a Greylock Partners ou então aumentos de capital por parte de Peter Thiel e da Accel Partners, que totalizaram algo como $US25Milhões.

https://i1.wp.com/regmedia.co.uk/2007/10/25/gates_zuckerburg.jpg

As injecções de milhões não se ficaram por aqui, até a empresa monopolista do sr. Bill Gates resolveu lá investir cerca de $US240Milhões, a mesma empresa que não tem quaisquer problemas em continuar a censurar as buscas dos cidadãos chineses ou que pede ‘ajuda’ à NSA para os seus sistemas, infelizmente a Google vai pelo mesmo caminho apesar de estar a tentar circundar  a Grande Firewall da China, mas creio que mais uma vez tem as costas quentes e tudo não passará de mais uma manobra da Intelligence do Governo Sombra dos EUA para atacar a China como bem descreve o caro Zibgniew Brzezinski.

E afinal de contas a microsoft tal como o Facebook não têm quaisquer problemas em ir para a cama com a Intelligence, têm mesmo manuais para tal. [yahoo, paypal, google, AOL, Skype, Cisco, Myspace(de Rupert Murdoch )]
É a CALEA em acção.

The Battle For Facebook : Rolling Stone

Beacon’s glory was fleeting, however. Users revolted, protesting the invasion of privacy, and Zuckerberg apologized. Still, his bold plans persuaded Microsoft to invest $240 million in Facebook, valuing the company at $15 billion — a staggering figure, considering that the site’s total revenues last year were only $150 million. “On the surface, it seems insane,” says Charlene Li, a technology analyst who has co-authored a book on social networking. “Why would Microsoft pay so much for such a small piece of a company? But whether it was $1 billion or $15 billion, it doesn’t matter. By making it $15 billion, it assures that no one would come near it. The only one who could now buy it is Microsoft.”

O descaramento é tanto que a CIA já nem têm qualquer pejo em recrutar directamente na sua página do Facebook, mas claro para tal há que ter conta no serviço.

Se ainda duvidam das mais que prováveis ligações do Facebook à Intelligence, recomendo a leitura deste artigo do NYTimes, que descreve como um dos pioneiros das aplicações para Computadores Pessoais, Mitchell Kapor, o criador do Lotus 123 e co-fundador da EFF «Electronic Frontier Foundation», um verdadeiro activista das liberdades civis, ao tomar conhecimento que o software da empresa, Groove Networks, na qual detinha um cargo importante estava a ser usado pelo Pentágono com fins de vigilância sobre os cidadãos, imediatamente se demitiu desta.

TECHNOLOGY – TECHNOLOGY – Software Pioneer Quits Board of Groove – NYTimes.com

Mitchell D. Kapor, a personal computer industry software pioneer and a civil liberties activist, has resigned from the board of Groove Networks after learning that the company’s software was being used by the
Pentagon as part of its development of a domestic surveillance system.

Mr. Kapor would say publicly only that it was a ”delicate subject” and that he had resigned to pursue his interests in open source software.

Pode-se argumentar que as informações, as suspeitas são apenas circunstanciais, talvez, mas como sempre digo nestas coisas não há coincidências e onde há fumo geralmente há fogo.
Que melhor ferramenta de vigilância poderia a Intelligence controlada pela elite Illuminati desejar?
Afinal de contas, eles não precisam sequer de se esforçarem para a carneirada lhes contar tudo sobre as suas tristes vidas, basta recorrerem à vaidade das alminhas cegas que fazem tudo o que lhes mandam, continuando assim alegremente a viverem as suas vidas vazias de conhecimento e objectivos, mas cheias de ilusões criadas de propósito para alimentarem todo este circo.

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