Mais vigilância: Computação TRAIÇOEIRA… ‘Intel Spy Inside’

TeK > Notícias > Computadores > Novos processadores Intel “filtram” acesso a filmes HD

A Intel vai apresentar esta semana uma nova funcionalidade, a incluir na sua mais recente geração de processadores, que vai permitir aos estúdios venderem filmes em alta-definição através da Internet, para serem vistos no computador. 

A tecnologia – denominada Intel Insider – oferece protecção contra a cópia ilegal integrada no próprio hardware, dando aos produtores dos conteúdos a segurança necessária para disponibilizarem mais filmes através do canal online, defendeu o responsável de vendas da Intel, Tom Kilroy, citado pela Bloomberg

 

https://hritcu.files.wordpress.com/2007/09/trustedcomputing.jpg?w=450
(clicar na imagem para ver o vídeo) via Smiling

Parece que a intel está a acompanhar a apple no ataque as seus utilizadores/clientes.

Tal como a apple e seguindo a linha do software proprietário, do qual a microsoft, oracle, SAP entre outras são excelentes exemplos, parece que agora é a vez do hardware se tornar em algo que nunca é nosso, apenas o alugamos, uma vez que nunca temos total controlo sobre o que adquirimos, estando sempre dependentes de terceiros, tipo DRM.

Mas toda esta Computação Traiçoeira não fica por aqui, o passo seguinte é controlarem tudo o que fazemos com o hardware e software proprietário que no fundo não adquirimos mas alugamos (ver EULAs), para isso a Intel e não só, tem mais algumas cartas na manga desde o TPM «que falei aqui» (que pode ser positivo caso o utilizador seja o detentor da Endorsement crypto key), passando pelo ‘kill switch’ também da Intel até à possibilidade de desligar o sistema remotamente via mais uma vez tecnologia Intel, a vPro, que por certo dará imenso jeito aos planos de Obama para ‘desligar’ a rede.

Sinceramente necessitamos de um CPU open source, quem sabe a partir do SPARC da ex-SUN.

P.S. não esquecer que o sistema operativo da google, o ChromeOS que começará a aparecer dentro de pouco tempo em Netbooks fará uso de TPM, resta saber quem controla a Endorsement crypto key; se for o utilizador tudo bem, se for a google, não obrigado!

Cloud computing is a trap, warns GNU founder | Technology | guardian.co.uk

Web-based programs like Google’s Gmail will force people to buy into locked, proprietary systems that will cost more and more over time, according to the free software campaigner 

Trust or treachery? – CNET News (2002)

Richard Stallman, founder of the Free Software Foundation and of the GNU project for creating free versions of key Unix programs, lampooned the technology in a recent column as “treacherous computing.” 

“Large media corporations, together with computer companies such as Microsoft and Intel, are planning to make your computer obey them instead of you,” he wrote. “Proprietary programs have included malicious features before, but this plan would make it universal.”

He and others, such as Cambridge University professor Ross Anderson, argue that the intention of so-called trusted computing is to block data from consumers and other PC users, not from attackers. The main goal of such technology, they say, is “digital-rights management,” or the control of copyrighted content. Under today’s laws, copyright owners maintain control over content even when it resides on someone else’s PC–but many activists are challenging that authority.

Words to Avoid (or Use with Care) Because They Are Loaded or Confusing – GNU Project – Free Software Foundation (FSF)

There are a number of words and phrases that we recommend avoiding, or avoiding in certain contexts and usages. Some are ambiguous or misleading; others presuppose a viewpoint that we hope you disagree with. 

IT Business – Business Advantage through Technology – Channel Recent News

“This is our first microprocessor where we have one billion transistors on a single CPU like this,” Allen said. “Now we’ve built in more thermal capabilities and performance enhancements. With Sandy Bridge, we’ll still have the naming conventions for Core i3, Corei5 and Core i7.” 

Among the new performance capabilities are improved integrated graphics, faster processing and better security and trust features designed to keep the computing environment more secure.

With Intel anti-theft technology built into Sandy Bridge, Allen said users can set it up so that if their laptop gets lost or stolen, it can be shut down remotely. The microprocessor also comes with enhanced recovery and patching capabilities.

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Como controlar por completo a Rede Internet: DRM, DMCA/EUCD, TPM e ACTA

O título desta entrada pode parecer exagerado, mas se lerem o que a seguir irei expor perceberão e provavelmente até concordarão com ele.

Infelizmente até provavelmente pecará por defeito, uma vez que não será apenas a Rede a estar sob vigilância e controlo mas todos os dispositivos electrónicos que dispomos.

Escusado será dizer que o total controlo, a censura e até a possibilidade de não permitir que indesejáveis e críticos dos diversos governos espalhados por esse planeta acedam às Interwebs e até façam uso de sistemas operativos Livres (GNU/Linux, BSDs, OpenSolaris, Haiku entre outros), são sem dúvida objectivos há muito perseguidos pela escumalha da Nova (Des)Ordem Mundial que como num jogo de xadrez vêm mexendo as suas peças, preparando pacientemente o ataque final às nossas Liberdades, Privacidade, bem como ao direito de expressão e partilha.

Como em muitos outros projectos da NOM/NWO, as peças são movidas em diversos palcos, por vezes sem sequer parecer que tenham algo a ver umas com as outras.

Tem sido assim com a destruição da Constituição dos EUA, pequenos passos, como a criação da FEMA (que apesar de parecer o contrário é na realidade esta que controla o DHS) (criada por Jimmy Carter a 30 Março de 1979), após esta a criação do COG, após os atentados False Flag do 11set2001 e com a criação do Patriot Act, assistimos ao fim do Habeas Corpus, com a negligência criminosa do Katrina [en] vimos o Posse Comitatus não ser respeitado, mais recentemente temos assistido à tentativa de criminalizar a posse e uso de armas (até simples canivetes) bem como muitos outros projectos da NWO.

No que à tecnologia concerne existem cinco grandes projectos para nos retirarem os nossos Direitos e usando-os, controlarem-nos.

Tratam-se da DMCA que na Europa se designa de EUCD, da DRM, do TPM e mais recentemente do ACTA.

É claro que para além dos acima referidos, existem muitos outros projectos de vigilância que atacam a nossa Privacidade como escrevi na entrada anterior.

https://i2.wp.com/upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0b/TPM_english.svg/580px-TPM_english.svg.png
Trusted Platform Module (TPM)

Antes de mais, convém afirmar que Nunca nenhum malfeitor se preocupou muito com as Leis, nem mesmo com a Pena de Morte, como tal nada do que a seguir irei descrever serve para impedir estas pessoas de cometerem os crimes que quiserem, para além disso não precisamos de mais leis uma vez que os crimes mesmo os cometidos online já estão consagrados no direito.

Não sei se leram mas no início deste ano, num encontro do Forum Económico Mundial em Davos na Suíça, Craig Mundie, um dos manda chuva da microsoft (chief research and strategy officer) desde o primeiro minuto um grande defensor da implementação do DRM e do TPM, resolveu dar a dica que se deveria implementar uma Carta de ‘Condução’ da Internet, ou seja uma permissão outorgada pelo poder instituído, que foi logo apoiada pelas Nações Unidas (o Governo Mundial já em actividade ainda que na sombra), nomeadamente por Hamadoun Toure, Secretário Geral da International Telcommunications Union num discurso no World Economic Forum e teve ainda o total apoio dos papagaios da Time magazine e NYTimes.

Creio que já esta semana, Obama deu mais um passo, EUA propõem novo sistema de identificação para transacções na Net

Há que relembrar que nunca ninguém se lembrou de pensar neste tipo de invasão da privacidade para as linhas de telefone normais, apesar destas serem usadas por aldrabões, ladrões, marketing não desejado, criminosos etc….. e até pedófilos [Think of the Childrem!!!]

Reparem nos nomes que foram escolhidos para apresentarem tais medidas, Carta de Condução da Internet, National Strategy for Trusted Identities in Cyberspace

No primeiro caso foi escolhido algo que as pessoas conhecem, já estão familiarizadas e como tal aceitam mais facilmente sem se questionarem muito sobre as reais consequências e objectivos.
No segundo, a palavra chave é Trusted, confiável. O problema é que este confiável/confiança está subvertido como abaixo será explicado.

Quando estes senhores estão todos de acordo é porque as coisas para o lado dos cidadãos vão ficar negras, como se costuma dizer.

Vou agora tentar explicar ainda que brevemente o que são estas cinco peças no jogo da implementação de censura por esta ditadura a nível mundial.
É óbvio que elas nunca serão apresentadas como censura, mas SEMPRE como algo de positivo para os cidadãos, como uma medida de protecção, como se os cidadãos estivessem a ganhar algo em vez de na realidade estarem a perder e muito, os seus mais básicos direitos como seres humanos que somos.

É o NEWSPEAK, a linguagem de ‘1984’ de Orwell, que há muito deixou de ser ficção para passar a ser realidade nos dias que vivemos, onde Guerra é Paz, Segurança é Opressão, invasão da nossa Privacidade etc.

E neste quadro de mentira e inversão de termos não faltará o já famoso apelo que tudo justifica, Think of the Children…. Pensem nas crianças, tão inocentes e desprotegidas, para combater o papão da pedofilia que diversas notícias e livros nos levam a crer que é controlada por altas esferas do poder em diversos países incluindo o nosso, da política ao Vaticano.

DMCA e EUCD
(via wikipedia)

A 12 de Outubro de 1988 foi votada por unanimidade no Senado dos EUA e a 28 do mesmo mês tornou-se lei pela mão do fantoche Bill Clinton, implementando assim dois tratados de 1996 da World Intellectual Property Organization (WIPO).

Surgia para alargar o alcance do direito de autor, embora limitando a responsabilidade dos prestadores de serviços on-line para a violação de direitos de autor pelos seus utilizadores.

Permite assim criminalizar a produção e disseminação de tecnologias, dispositivos e serviços que permitam contornar a DRM por forma a dar acesso a conteúdos sob copyright.

Além disso, criminaliza o acto de contornar um controlo de acesso, quer exista ou não violação dos direitos de autor.

A directiva InfoSoc da EUCD proíbe também a evasão de medidas de protecção contra cópias, tornando-a ainda mais restritiva que a DMCA.

A EUCD implementa também ela o Tratado de Copyright do WIPO e foi decretada ao abrigo das disposições do mercado interno do Tratado de Roma.
Dois exemplo de como isto nos afecta mesmo que não estejamos a quebrar qualquer lei ou a infringir qualquer copyright, aliás um dos exemplos estamos mesmo a actuar de acordo com o que a lei nos permite.

  • A DMCA/EUCD apesar da legislação portuguesa permitir a cópia para fins de backup ou uso em outros dispositivos (ex: leitores de ogg vobis e mp3), proíbe-nos de efectuar-mos uma cópia de um DVD ou CD originais que tenhamos adquirido legitimamente caso estes tenham DRM, isto porque estas pseudo-leis não permitem contornar essa medida de protecção (dos interesses alheios, não do consumidor).
  • Imaginemos que temos uma garagem com uma porta automática e que por alguma razão perdemos ou danificámos o controlo remoto, segundo a DMCA podemos ficar proibidos de usar a garagem caso pretendamos adquirir um controlo remoto que não seja da marca que fabricou o dispositivo que a porta tem, uma vez que a empresa que os fabrica, uma espécie de controlos universais poderá não poder fazê-lo porque estaria a contornar tecnologia de outra empresa. (em Tribunal este caso foi perdido pelos defensores da DMCA/DRM, mas é uma maneira de combater potenciais concorrentes, usando pseudo-leis em vez de produtos inovadores e de qualidade)

O DRM é uma tecnologia, Digital Rights Managment, ou como a FSF lhe chama, Digital Restriction Managment, cujo objectivo é o de proteger não o consumidor, mas sim todos os produtores de hardware, editores e detentores de direitos de autor, impondo limitações no uso de dispositivos e conteudos digitais.

Como afirma a Free Software Foundation na sua página contra o DRM, Defective By Design, o DRM serve apenas para nos retirar, restringir os nossos Direitos e por isso mesmo deve ser designada de Gestão Digital de Restrições.

  • O uso de DRM em CDs e DVDs do primeiro exemplo acima, o da cópia, restringe assim o NOSSO Direito a efectuar-mos uma simples cópia de segurança de uma obra que tenhamos legalmente adquirido.

O Tratado ACTA que tem vindo a ser criado à porta fechada, nas costas dos cidadãos e que o Presidente fantoche Obama bem como a UE têm escondido (só recentemente divulgaram o rascunho do mesmo) dos seus cidadãos com a desculpa de se tratar de algo perigoso para a ‘Segurança Nacional’, o que até é simpático da parte deles, uma vez que demonstra aquilo que venho repetindo aqui amiúde, que quem eles temem são os cidadãos (os nossos direitos é que são um perigo, não para a Segurança Nacional mas para a Oligarquia Cleptocrática que nos domina), trata-se de um acordo internacional que visa forçar o cumprimento dos direitos da Propriedade Intelectual dos grandes interesses (o termo Propriedade Intelectual é em si uma aldrabice).

Pretende-se ainda com o ACTA criar um novo quadro legal internacional fora do ambito do WIPO, do WTO e UN, com o seu próprio corpo governativo e ao qual os diversos países se poderão juntar, ou melhor, serão forçados a isso.

Reparem bem no esquema, com o “seu próprio corpo governativo”, ou seja não estando dependentes de ninguém, na realidade serão mesmo os países que se terão de vergar perante essa nova entidade e seguir os ditames de quem a criou e gere, no fundo a Banca através dos seus multiplos interesses e conglomerados.


TRUSTED COMPUTING “computação (des)confiável”

Trusted Platform Module (TPM) / Trusted Computing Group (TCG)

A quem o seu computador deve obedecer? A maioria das pessoas pensa que seus computadores devem obedecer-lhes, e não a outras pessoas. Com um plano chamado “computação confiável (trusted computing)”, grandes empresas de media (incluindo as empresas de cinema e gravadoras), associadas a empresas de computação, tais como Microsoft e Intel, estão planejando fazer o seu computador obedecer a elas e não a você. (A
versão da Microsoft para este esquema chama-se “Palladium”.). Programas proprietários já fizeram a inclusão de características maliciosas antes,mas este plano irá torná-las universais.

by Richard Stallman

Esta introdução de Richard Stallman explica bem o grave problema que é o TPM e tecnologias associadas.

O problema com o TPM/’trusted’ computing (mais uma vez a palavra ‘confiável’) é que nós, os detentores, donos do equipamento Não somos confiáveis para os fabricantes do hardware, software e detentores de media.

O TPM é um processador criptográfico, um chip de cifra, que em muitos casos já vem hoje embutido nas motherboards especialmente nas de portáteis (uma lista das empresas que o estão a patrocinar e implementar), mas cujo objectivo será introduzi-lo em tudo quanto é dispositivo electrónico, discos rígidos, leitores de audio e vídeo, telemóveis etc

Este chip contém uma chave criptográfica privada, Endorsement key, que nunca é controlada por nós, quem a lá coloca e quem a controla são apenas os produtores do hardware em conjunto com os seus associados, empresas de media, de software (a microsoft já hoje faz uso dele em conjunto com o bitlocker) etc.

Tal como nós podemos criar uma hash de todo os ficheiros que dispomos no disco rigido por forma a saber-mos se eles foram alterados sem o saber-mos (usando por exemplo o AIDE), também o chip TPM dispõe dessa possibilidade, chama-se remote attestation[1], que para além do software cria também uma hash do hardware.

Só que ao contrário do Software Livre AIDE que somos nós que instalamos e corremos e apenas depende da nossa vontade, como o nome indica, na comprovação remota[1], essa verificação é feita por quem controla a chave privada do chip, ou seja, eles sabem que software estamos a usar mas mais importante, podem impedir-nos de instalar software que desejemos ou ainda proibir-nos de contornar esse software. O mesmo se passa com o hardware, é criada uma hash que informará os detentores da chave de todo o hardware que possuímos e de como este deve de interagir com o software.
Hardware que não respeite as obrigações impostas através do chip TPM pelos reais donos dos dispositivos, as empresas que os produzem, ou não funcionam ou caso sejam tão ‘perigosos’ para os detentores da chave privada (ou outros interesses, leia-se o Big Brother da NOM), o computador por e simplesmente se recusará a funcionar.

O que nos espera

Não sei se repararam mas a cada medida tecnológica corresponde uma medida legislativa e criminalizadora por forma a implementar à força essas medidaas tecnológicas que nos restrigem os mais básicos Direitos, o que para o realizador e escritor Gonzalo Lira é a definição de uma Ditadura, um Estado Policial. [ele chama-lhe fascista, mas eu prefiro não usar essa palavra, prefiro chamar-lhe de Socialismo Corporativista à la Duce (de Corporação empresarial)]

Gonzalo Lira: Is the U.S. a Fascist Police-State?

First of all, what is a “fascist police-state”?

A police-state uses the law as a mechanism to control any challenges to  its power by the citizenry, rather than as a mechanism to insure a civil society among the individuals. The state decides the laws, is the sole arbiter of the law, and can selectively (and capriciously) decide to  enforce the law to the benefit or detriment of one individual or group or another.

In a police-state, the citizens are “free” only so long as their actions remain within the confines of the law as dictated by the state. If the individual’s claims of rights or freedoms conflict with the state, or if the individual acts in ways deemed detrimental to the state, then the state will repress the citizenry, by force if necessary. (And in the end, it’s always necessary.)


A DRM tinha e tem o suporte da DMCA/EUCD, o passo seguinte para uma DRM global e eficaz é o TPM proposto pelos mesmos de sempre, as empresas que fazem parte da TPA e que por sua vez estão nas mãos da Oligarquia, o suporte para a sua aplicação chega-nos através do Tratado ACTA.

Algumas consequências de todas estas peças de xadrez meticulosamente planeadas e implementadas nas costas dos cidadãos distraídos com futilidades, programas de entretenimento estupidificantes, pseudo-notícias, novelas, futebol e propaganda:

  • Ao contrário do que se passa hoje em dia em que apesar de já ser-mos controlados, uma vez que para aceder-mos à rede em nossas casas precisamos de um contracto com um ISP que guarda todas as nossas ligações devido à transposição da directiva europeia de retenção de dados, ainda assim podemos fugir a essa vigilância recorrendo à alteração/spoof do MAC address e usando uma ligação wireless longe de nossa casa e o TOR, poderemos estar relativamente anónimos; No entanto com o acima exposto, num futuro próximo estaremos completamente na mão das mutinacionais elas as donas dos Estados e Governos fantoches e corruptos que os (des)governam uma vez que elas detém as chaves privadas e secretas do TPM que todos os dispositivos irão ter.
  • Uma vez que não detemos as chaves privadas do TPM na realidade o equipamento tal como acontece hoje com as músicas, os CDs e DVDs, não nos pertence, nós apenas pagamos um aluguer para usufruirmos dele, ou melhor, para a Oligarquia nos espiar, vigiar, controlando cada passo que damos, cada forum que acedemos, cada opinião que lá deixamos, é que para além da chave criptográfica não estar na nossa posse ao contrário do que até hoje se passa, em que nos é atribuido um IP a cada autenticação no nosso ISP, no caso dos dispositivos, computadores, telemóveis etc com TPM, cada um destes equipamentos é único.
  • Como é único permite mais umas quantas invasões da nossa esfera privada, por certo chegará o dia onde deixará de existir dinheiro físico, tudo será movido a cartões, bits e bytes como tal certamente a Oligarquia obrigará ao registo de quem adquire o quê; ou seja, ao adquirir-mos um computador ficará registado na gigantesca base de dados da NOM que a pessoa X adquiriu o PC Y cujo TPM é Z.
  • Com essa pequena operação os senhores do mundo poderão saber tudo sobre si, quando liga o computador, que programas tem instalados, se tentou ou não instalar outros que o TPM, vulgo as grandes corporações, não permitem (Sistemas Operativos Livres e outras aplicações), se tentou ouvir, ver algo que a NOM considera ‘pirataria’, etc.
  • Mas ao utilizar um dispositivo com uma identificação única e cuja identidade do seu comprador está guardada na Base de Dados associada ao hash criptográfico do TPM, a Oligarquia poderá deter ainda um poder maior, poderá simplesmente recusar-lhe o acesso à rede. Você é vista(o) como alguém que tem opiniões criticas (liberdade de expressão e de oposição) contra os grandes timoneiros, sabem disso porque têm acesso a tudo quanto faz na Rede, logo estando em Rede o seu chip TPM, identificador único é colocado numa lista de indesejáveis e é-lhe barrado o acesso, terá sorte se não for considerado terrorista e feito desaparecer da face do planeta (tipo enemy combatant)
  • Outro direito que lhe é negado usando um conjunto de DRM+TPM é por exemplo manipular um ficheiro, seja para o ouvir, ver, modificar etc, isto é possível através da Sealed storage. Os ficheiros estão encriptados com a Endorsement key, só conseguirá aceder a eles desde que o software que os permita abrir esteja a respeitar a ligação que tem com a chave do TPM. Por aqui perceberão que enviar um ficheiro com determinada informação para o Wikileaks se torna impossível, é que eles não terão acesso à chave TPM que o encriptou logo não podem ver o conteúdo do ficheiro. Isto tanto é válido para um ficheiro ‘secreto’ enviado para o Wikileaks como para um simples ficheiro de música que gostaria de partilhar com alguém.
  • Ou ainda um exemplo de um disco que não aceite gravação de dados que não sejam assinados por uma chave validada pela Endorsement Key que está fora do controlo do dono do computador.

Com tudo isto resta-nos esperar pelos próximos ataques False Flag, até porque o iPatriot já está pronto para entrar em vigor.



FACEBOOK TRUSTED COMPUTING AND GOOGLE

Para saber mais:

Schneier on Security: Trusted Computing Best Practices

That sounds good, but what does “security” mean in that context? Security of the user against malicious code? Security of big media against people copying music and videos? Security of software vendors against competition? The big problem with TCG technology is that it can be used to further all three of these “security” goals, and this document is where “security” should be better defined.


Trusted Computing – Wikipedia, the free encyclopedia

TC is controversial because it is technically possible not just to secure the hardware for its owner, but also to secure against its owner as well. Such controversy has led opponents of trusted computing, such as Richard Stallman, to refer to it instead as treacherous computing, even to the point where some scholarly articles have begun to place scare quotes around “trusted computing”.

Trusted Platform Module – Wikipedia, the free encyclopedia

In computing, Trusted Platform Module (TPM) is both the name of a published specification detailing a secure cryptoprocessor that can store cryptographic keys that protect information, as well as the general name of implementations of that specification, often called the “TPM chip” or “TPM Security Device”

Você pode confiar em seu computador? – FÓRUM PCs

No passado, estes eram incidentes isolados. “Computação Confiável” irá torná-los amplamente disseminados. “Computação traiçoeira (Treacherous computing)” é um nome mais apropriado, porque o plano é feito de forma a garantir que o seu computador irá desobedecê-lo sistematicamente. De fato, foi projetado de modo a impedir o seu computador de funcionar como um computador de uso geral. Cada operação irá requerar permissão explícita.

A idéia técnica subjacente à computação traiçoeira é que o computador incluirá um dispositivo de criptografia e assinatura digital, e as chaves são mantidas em segredo. Programas proprietários irão usar este dispositivo para controlar quais outros programas você pode rodar, quais documentos ou dados você pode acessar, e para quais programas você pode passá-los. Estes programas irão baixar continuamente da internet novas regras de autorização, e impor estas regras automaticamente a você. Se você não permitir que seu computador obtenha estas novas regras periodicamente a partir da Internet, alguns recursos irão automaticamente deixar de funcionar.

Can You Trust Your Computer? – GNU Project – Free Software Foundation (FSF)

Making sharing impossible is bad enough, but it gets worse. There are plans to use the same facility for email and documents—resulting in email that disappears in two weeks, or documents that can only be read on the computers in one company.

Imagine if you get an email from your boss telling you to do something that you think is risky; a month later, when it backfires, you can’t use the email to show that the decision was not yours. “Getting it in writing” doesn’t protect you when the order is written in disappearing ink.

The Stealth Anti-Piracy Chip That Is Neither Stealth Nor Anti-Piracy | Techdirt

It’s not clear why this is getting much buzz, because as others have pointed out it’s not new or even noteworthy. It’s the same silly scheme that Microsoft, Intel and AMD have been working on for more than half a decade, though it’s gone through some name changes in an attempt to make it less controversial.

Confiança computadores – Trusted Computing – Seu computador confia em você?

O grupo de Trusted Computing (TCG) é uma aliança entre Microsoft, Intel, IBM, HP e AMD que tenta promover um padrão para um PC ‘mais seguro’. Mas a definição deles de ‘segurança’ é controversa, computadores construídos de acordo com sua especificação serão mais seguros do ponto de vista dos criadores de software e a indústria de conteúdo, mas serão menos seguros do ponto de vista dos donos. Na verdade, a especificação TCG irá transferir o controle total de seu PC para quem tenha escrito o software que ele estaria executando. (Sim, muito mais do que já acontece no presente).

Trusted Computing FAQ TC / TCG / LaGrande / NGSCB / Longhorn / Palladium

TC provides a computing platform on which you can’t tamper with the application software, and where these applications can communicate securely with their authors and with each other. The original motivation was digital rights management (DRM): Disney will be able to sell you DVDs that will decrypt and run on a TC platform, but which you won’t be able to copy. The music industry will be able to sell you music downloads that you won’t be able to swap. They will be able to sell you CDs that you’ll only be able to play three times, or only on your birthday. All sorts of new marketing possibilities will open up.

Software Livre no SAPO » Blog Archive » DRM: Confia no seu computador?

Aqueles que são contra o Software Livre chamam a esta tecnologia “Trusted” Computing, mas quem recebe confiança não é o dono do computador, a realidade é bem mais negra: quem recebe confiança é uma terceira parte que pode ter interesses diametralmente opostos ao do dono do computador.

Security Chip That Does Encryption in PCs Hacked – ABC News

The new attack discovered by Christopher Tarnovsky is difficult to pull off, partly because it requires physical access to a computer. But laptops and smart phones get lost and stolen all the time. And the data that the most dangerous computer criminals would seek likely would be worth the expense of an elaborate espionage operation.

DefectiveByDesign.org | The Campaign to Eliminate DRM

What is DRM? Digital Restrictions Management. DefectiveByDesign.org is a broad-based anti-DRM campaign that is targeting Big Media, unhelpful manufacturers and DRM distributors.

Onda crescente de censura na Internet

Os êxitos recentes nos combates contra o controle da Internet serão suficientes para impedir a tirania?

O foco das atenções voltou-se para a censura da Internet esta semana, quando artigos foram publicados simultaneamente no Time Magazine e no The New York Times, defendendo a obrigatoriedade de licença para operar sítios na Internet. Esses artigos foram devidamente criticados por Paul Joseph Watson como uma tentativa coxa de apoiar o monopólio da mídia hoje em desintegração em face de uma blogosfera que está rapidamente a substituí-lo.

OLS: Linux and trusted computing [LWN.net]

The term “trusted computing” tends to elicit a suspicious response in the free software community. It has come to be associated with digital restrictions management schemes, locked-down systems, and similar, untrustworthy mechanisms. At the 2005 Ottawa Linux Symposium, Emily Ratliff and Tom Lendacky discussed the state of trusted computing support for Linux and tried to show how this technology can be a good thing to have. Trusted computing does not have to be evil.

At the lowest level, trusted computing is implemented by a small chip called the “trusted platform module” or TPM. The Linux kernel has had driver support for TPM chips since 2.6.12; a couple of chips are supported now, with drivers for others in the works. Many systems – laptops in particular – are currently equipped with TPM chips, so this is a technology which Linux users can play with today.

Preliminary Analysis of the Officially Released ACTA Text | Electronic Frontier Foundation

As we have previously noted ACTA would make the US DMCA TPM legal framework the de facto global norm, effectively displacing the more open-ended language finally adopted in the 1996 WIPO Copyright Treaty and Performances and Phonograms Treaty. The US TPM regime contains at least three characteristics that are broader than what is required to implement the WIPO Treaty obligations. First, it creates an absolute ban on TPM circumvention, even where done for lawful non-copyright infringing purposes. Second, it requires legal protection for TPMs that control access (and not just use) of technologically protected copyrighted works. (To which Japan strenuously objected in the leaked 18 January 2010 text.) Third, it includes a broad prohibition on the manufacture and distribution of circumvention devices. Fourth, it requires criminal penalties for flouting the TPM circumvention bans,while the WIPO treaties are silent on this point.

D.R.M. – Informação e Sensibilização sobre os ditos Digital Rights Management

Para quem não sabe, DRM (acrónimo para “Digital Rights Management”, Gestor Digital de Direitos) é um conjunto de várias tecnologias que limitam o uso de certos produtos digitais.

Schneier on Security: Anonymity and the Internet

Implementing an Internet without anonymity is very difficult, and causes its own problems. In order to have perfect attribution, we’d need agencies — real-world organizations — to provide Internet identity credentials based on other identification systems: passports, national identity cards, driver’s licenses, whatever. Sloppier identification systems, based on things such as credit cards, are simply too easy to subvert. We have nothing that comes close to this global identification infrastructure. Moreover, centralizing information like this actually hurts security because it makes identity theft that much more profitable a crime.

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Impostos dos Europeus usados para VIGIAREM E CONTROLAREM os cidadãos

[update: Esqueci-me de mencionar que em relação ao Tratado ACTA, Portugal é um dos países que se têm batido por manter secretas as negociações, não dando assim liberdade aos seus cidadãos de poder conhecer e debater na sociedade as medidas
que se pretendem implementar com ele. Segundo a última “fuga” de informação sobre o ACTA, Portugal faz parte de um grupo de quatro dos 27 Estados-membros que continua a opôr-se à divulgação destes documentos http://www.bigwobber.nl/2010/02/25/dutch-internal-acta-documents/ @contrACTA]

Já nesta entrada,Indect e Adabts: Conselho da Europa aprova projecto de vigilância dos cidadãos da UE, falei sobre os muitos milhões, quiçá biliões de euros que estão a ser gastos pelo Conselho da Europa e suas agências em diversos projectos cuja única finalidade é a VIGILÂNCIA E CONTROLO TOTAL dos cidadãos da Europa.

Ontem li um interessante artigo de José Esteves, um membro da LED «Associação Liberdade na Era Digital» no TEK.sapo que chama a atenção para isso mesmo deixando lá um link para um documento do Conselho da União Europeia que “terá sido redigido por uma equipa dirigida por José Magalhães. Os metadados indicam como autora Rita Faden, directora-geral da Administração Interna do MAI entre 2006 e 2009 e recentemente nomeada directora-geral da Política de Justiça.” [via tek.sapo] que deixa tudo muito claro.

TeK > Opinião > Opinião: O tsunami somos nós

“Cada objecto que o indivíduo usa, cada transacção que faz e quase qualquerdestino a que se desloque criarão um registo digital pormenorizado. Istogerará um manancial de informação para as organizações de segurançapública, criando enormes oportunidades para esforços de segurança pública mais produtivos e eficazes.”[“Public security, privacy and technology in Europe: moving forward”]

(…)

Face a documentos posteriores da UE, este tem talvez a virtude de particular clareza na exposição de oportunidades e intenções de transformação da União Europeia numa região sob vigilância total.

https://i2.wp.com/3.bp.blogspot.com/_mXOJsfJyd74/SVzrsI9MyCI/AAAAAAAABiQ/BlfBsHPE0zM/s320/EUNAZI.jpg

O membro da direcção da LED apenas mencionou o SWIFT, mas como já por diversas vezes chamei à atenção, existem diversos projectos na UE pagos com os nossos impostos cujo único objectivo é criar um Estado policial, um Estado de vigilância total 24x7x365 por forma a controlar tudo e todos, ou melhor, controlar os cidadãos, porque as elites dirigentes essas estarão acima de
tudo isto.

Um cada vez maior papel do SitCen na UE, deverá ser olhado com preocupação e desconfiança, uma vez que este centro de informações desde o seu inicio que está envolto num enorme secretismo e será ele a controlar toda a informação reunida por estes projectos. Vivemos verdadeiramente numa época, num mundo que Orwell previu, escreveu sobre.

Recomendo que se informem sobre estes projectos.

https://i1.wp.com/lh4.ggpht.com/_NEo-Aa1DLMc/ShPE3EKsDXI/AAAAAAAADIE/vyprbbZ3Hls/eu_nazi_soviet_%5B5%5D.jpg

Mas o esbanjar de dinheiros públicos não se fica pelos projectos como o Tratado ACTA, SWIFT, ADABTS, INDECT, SAMURAI, CITYWARE entre outros, a Comissão Europeia acaba de atribuir à BAE systems [1][quem lê coisas sobre os atentados de 11Set2001 já conhece estes senhores] um contrato de 2,3Milhões euros para esta desenvolver “a Strategic crime and immigration information management system”,projecto que se enquadra nos €1.4 mil milhões euros do programa “Security Research Programme (ESRP)”, o Homeland Security cá do burgo.

Infelizmente ainda há mais, parece que se preparam também para a implementação de drones/UAVS de vigilância, tipo os usados nas guerras do Afeganistão / Paquistão, para isso a European Defence Agency (EDA) acaba de atribuir a uma subsidiária da gigante EADS, a Astrium, um contracto por forma esta demonstrar que os drones podem ser usados em ambiente civil,uma vez que por enquanto estão proíbidos.

Nada que atemorize o Complexo Industrial Militar, que está de boa saúde na UE como se pode verificar….para mal de todos nós.

Alguns sites a seguir sobre estes assuntos:

ACTA
* Partido Pirata Português

* O Jurista canadiano Michael Geist
* Facbook/Remixtures do Miguel Caetano

Assuntos relativos à UE e à vigilância

* Neoconopticon
* Statewatch
* Is the European police state going global?
* Forrester’s new interactive heat map on global privacy laws
* Vigilância massiva na wikipedia

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ACTA news: O cerco a uma rede livre, e não só, vai-se apertando

Eis alguns links para notícias importantes sobre o tratado ACTA «Anti-Counterfeiting Trade Agreement» que vem sido cozinhado à porta fechada pelos senhores deste mundo, muito especialmente pelos vastos interesses de meia dúzia, sempre com a desculpa da ‘Segurança Nacional’.

“We are rapidly entering the age of no privacy, where everyone is open to surveillance at all times; where there are no secrets from government.”
William Orville Douglas

Um dos sites internacionais com mais interesse sobre este tema, o blog de Michael Geist, indica que para além do cozinhado ACTA, o Canadá está a negociar com a UE, também à porta fechada e no meio de imenso secretismo, um tratado de comércio que contempla num dos seus capítulos os direitos de autor.

Os canadianos são uma das vozes que mais se ouvem relativamente a estas questões, uma vez que os vizinhos EUA passam a vida a intrometerem-se nas suas políticas tentando sempre contaminar a legislação canadiana com o que de pior legislam nos EUA, como que se de um virús se tratasse.

Por isso mesmo sempre que se discute tratados deste tipo, vem sempre à baila uma das piores leis que os EUA possuem, trata-se da DMCA, que criminaliza a produção e dissiminação de tecnologia que permita contornar outro aborto que atenta contra as nossas liberdades, o DRM «Digital rights management», que na realidade deveria ser designado por Digital RESTRICTIONS management exactamente como a FSF «Free Software Foundation» lhe chama.

“Ninguém é mais escravizado do que aqueles que erroneamente acreditam ser LIVRES”
Johann Wolfgang von Goethe

“They who would give up an essential liberty for temporary security, deserve neither liberty or security.”
Benjamin Franklin

“If one would give me six lines written by the hand of the most honest man, I would find something in them to have him hanged.”
Cardinal Richelieu

Para perceberem como é uma lei construída em circulo, ou seja tipo pescadinha com o rabo na boca, tenham em conta o seguinte, na lei portuguesa é contemplada a possibilidade legal de qualquer um de nós após adquirir um CD, DVD, Blu-Ray poder fazer um backup desse mesmo produto, podendo assim ouvi-lo em qualquer outro dispositivo, como um leitor portátil, rádio do carro, HI-FI etc, o problema surge quando essa vossa aquisição, por exemplo de um DVD, está protegido por DRM, apesar de ser legal qualquer um de nós fazer um backup desse mesmo DVD, caso esteja em vigor uma lei tipo a DMCA, não podemos contornar o DRM por forma a exercer-mos o nosso direito de efectuar um backup.

E como hoje um artigo da ars technica indica, a DMCA nos EUA contempla tudo e mais alguma coisa, até uma porta eléctrica de garagem foi abrangida por ela.

Esta lei é tão absurda que no fundo acaba com o conceito de propriedade, uma vez que a quando da aquisição de um determinado produto, incluindo uma porta de garagem, no fundo apenas estamos a adquirir uma licença para a usar, nunca na realidade a possuindo.

E é esse aborto que os EUA querem espalhar pelo mundo fora através do ACTA e do WIPO, mais uma vez uma agência das Nações Unidas.

When combined with ACTA, the two agreements would render Canadian copyright law virtually unrecognizable as Canada would be required to undertake a significant rewrite of its law. The notion of a “made-in-Canada” approach – already under threat from ACTA – would be lost entirely, replaced by a made-in-Washington-and-Brussels law.

What are some of the EU’s demands?

  • Copyright term extension. The current term of copyright law in Canada is life of the author plus 50 years.  This is consistent with the term requirements under the Berne Convention.  The EU is demanding that Canada add an additional 20 years by making the term life plus 70 years.
  • WIPO ratification. The EU is demanding that Canada respect the rights and obligations under the WIPO Internet treaties.  The EU only formally ratified those treaties this week.
  • Anti-circumvention provisions. The EU is demanding that Canada implement anti-circumvention provisions that include a ban on the distribution of circumvention devices.  There is no such requirement in the WIPO Internet treaties.
  • ISP Liability provisions. The EU is demanding statutory provisions on ISP liability where they act as mere conduits, cache content, or host content.  ISPs would qualify for a statutory safe harbour in appropriate circumstances.  There is no three-strikes and you’re out language (which presumably originates with the U.S.).
  • Enforcement provisions. The EU is demanding that Canada establish a host of new enforcement provisions including measures to preserve evidence, ordering alleged infringers to disclose information on a wide range of issue, mandate disclosure of banking information in commercial infringement cases, allow for injunctive relief, and destruction of goods.  There is also a full section on new border measures requirements.
  • Resale rights. The EU is demanding that Canada implement a new resale right that would provide artists with a royalty based on any resales of their works (subsequent to the first sale).
  • Making available or distribution rights. The EU is demanding that Canada implement a distribution or making available right to copyright owners.

[via Michael Geist]

Sobre o tema ler e ver este vídeo de Michael Geist.

The Ministry of Economic Development still refuses to reveal the draft text of the Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ACTA) or fully define the position that New Zealand is taking in the negotiations.

Ministry of Economic Development (MED) spokesperson George Wardle, at a briefing in Wellington today, said government could not release the draft text of the treaty as all parties to the negotiation had agreed to keep it confidential. Computerworld sought access to the briefing, but media were excluded.

[via computerworld.nz]

Na Nova Zelândia parece que também se preparam para implementar o atentado à liberdade e privacidade que o senhor Sarkozy cozinhou, a HADOPI.

The Government favours a three-notice procedure to deal with illegal copying of material over computer networks, Commerce Minister Simon Power said today.Mr Power announced the release of a Cabinet Paper that outlines the basis of new legislation, which will be introduced to Parliament early next year. This follows a review of section 92A of the Copyright Act 1994.

[via scoop.nz]

E na Australia prepara-se uma nova blacklist que os ISP’s serão obrigados a implementar, não permitindo que os seus clientes/utilizadores possam aceder a sites como o Wikileaks que denuncia quer estas aldrabices todas que se vêm perpretando nas nossas costas, quer outras como os projectos de vigilância Indect, Adabts e claro a corrupção e a falta de espinha dos media tradicionais para nos informar de tudo isto.

Wikileaks… could become as important a journalistic tool as the Freedom of Information Act.

— Time Magazine

The Australian Government today announced further details of its approach to improve safety on the internet for Australian families.

The Government’s approach to cyber-safety has been informed by the Government’s trial of internet filtering and extensive industry feedback about the most appropriate way to improve safety online.

(…)

As you will notice, the Australian government justifies the moves by employing that tired old fallback of “protecting families” online. This is a kind of corollary to Godwin’s law: as soon as “the children” are invoked by politicians in the context of the Internet, you know that they don’t have any substantive arguments to support their arguments.

Wikileaks has shown itself a fearless opponent of censorship, and it will probably be one of the first casualties of Australia’s censorship system. Moreover, Australia is certainly not alone is wishing to gag that awkward site with its highly embarrassing revelations: there have been requests in the US to “probe” Wikileaks, and I’m sure that quite a few nominally “liberal” Western governments would love to do something rather more permanent than just probing it.

[via Glyn Moody]

Claro que todas estas medidas são sempre a pensar no ‘bem’ de todos nós, exactamente como descreve George Orwell na sua distopia “1984”, ou indo directamente à realidade histórica, como diriam os dirigentes da Alemanha Nazi.

All propaganda has to be popular and has to accommodate itself to the comprehension of the least intelligent of those whom it seeks to reach.
Adolf Hitler

Com tudo isto que os supostos governos democráticos vão fazendo, que legitimidade lhes assiste para criticarem países como a China e a sua ‘chinese firewall’ ou o Irão que faz o mesmo usando tecnologia europeia?

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Acabar com a guerra à PARTILHA!

[update: o Miguel Caetano do excelente blog Remixtures resolveu traduzir este artigo de RMS, para quem tem dificuldades com o inglês tem agora disponível uma versão em Português]

Eis um artigo do criador da licença GNU e do movimento do Software Livre, Richard Stallman, que deve ser lido e relido,especialmente pelos senhores da MAFiAA, que todos os dias nos chamam a todos de criminosos.


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Ending the War on Sharing

When record companies make a fuss about the danger of “piracy”, they’re not talking about violent attacks on shipping. What they complain about is the sharing of copies of music, an activity in which millions of people participate in a spirit of cooperation. The term “piracy” is used by record companies to demonize sharing and cooperation by equating them to kidnaping, murder and theft.

Ending the War on Sharing

To stop people from sharing goes against human nature, and the Orwellian propaganda that “sharing is theft” usually falls on deaf ears. It appears the only way to stop people from sharing is with a harsh War on Sharing. Thus the record companies, through their legal arms such as the RIAA, sue teenagers for hundreds of thousands of dollars for sharing. Meanwhile, corporate conspiracies to restrict public access to technology have developed systems of Digital Restrictions Management, designed to handcuff users and make copying impossible. Examples include iTunes as well as DVDs and Blueray disks. (See DefectiveByDesign.org for more information.) Although these conspiracies operate in restraint of trade, governments systematically fail to prosecute them.

Ending the War on Sharing

At a recent film conference I heard a proposal to require people to prove their identity to gain access to the Internet; such monitoring would also help crush dissent and democracy. China has announced such a policy for Internet cafes; will the EU be next? An MP in the UK proposed to imprison people for ten years for sharing. This has not been adopted — yet. Meanwhile, in Mexico, children are being invited to report their own parents, Soviet style, for unauthorized copying. It seems there is no limit to the cruelty that the copyright industry will propose for its War on Sharing.

Ending the War on Sharing

The record companies’ main argument for forbidding sharing is that it causes the “loss” of jobs. This claim turns out to be pure guesswork (1). But even if they were true, they would not justify the War on Sharing. Should we forbid people to clean their own homes to avoid “loss” of janitorial jobs? Forbid people to cook for themselves, or forbid sharing of recipes, to avoid the “loss” of restaurant jobs? Such arguments are absurd because the “cure” is more profoundly harmful than the “disease”.

Ending the War on Sharing

Besides, even if the record companies never succeed in crushing human cooperation, they cause much misery just by trying, and intend to cause more. Rather than allow them to pursue the War on Sharing until they admit it is futile, we must stop them as soon as possible. We must legalize sharing.

Some say the networked society has no more use for record companies. I do not support that position. I will never pay for a music download until the day I can do that anonymously, so I want to be able to buy CDs anonymously in a record store. I do not wish for the elimination of record companies in general, but I will not give up my freedom to keep them going.

Vasculharem os nossos acessos à Internet é o mesmo que os CTT nos abrirem as cartas

A propósito do que já escrevi por aqui em relação à Emenda 138, deixo aqui o link para mais um interessante artigo do Marcos Marado no Programas Livres sobre toda esta questão.

“Resposta Gradual” torna-se tema quente

Relembro ainda que o blog Remixtures, um dos melhores da nossa praça, vai seguindo o tema.

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Podemos ser processados por apenas aceder-mos aos conteúdos do youtube?

No dia 1 de Julho de 2008 a Viacom ganhou em tribunal um processo de $1US “Billion” que a opunha ao Google, por este infringir copyright da Viacom.

A decisão dos tribunais, deu razão à Viacom e obrigou o Google/youtube a ceder os registos dos utilizadores e ao que estes acediam no Youtube.

Diversos grupos de consumidores colocaram em questão a decisão do tribunal, uma vez que esta coloca em causa o direito à privacidade dos utilizadores, particularmente se a Viacom usar essa informação para perseguir e processar utilizadores que visualizem conteúdo do Youtube.

Este parece ser cada vez mais o caminho traçado pelos tribunais, também já o ebay foi processado em França por diversas marcas de luxo.
Será que sites deste género, de conteúdo “criado” pelos utilizadores, vão ter futuro?

Existem no entanto algumas questões que não consigo perceber.

1º como pode o google ser obrigado a ceder registos dos utilizadores que apenas acedem ao seu conteúdo?

2º como podem os utilizadores vir a ser processados se o youtube é “vendido”/tido como um site legítimo, e no qual não são informados se estão a aceder a conteúdos que possam colocar em causa a sua “integridade” legal?

3º como posso eu saber que conteúdos são ou não legais, quando vejo por lá, por exemplo, video clips, imagens da televisão como notícias, se estas estão disponíveis em canal aberto, não será também “legal” aceder a estas no youtube ou em outros sites semelhantes?

4º presumo que esta victória da Viacom não tenha, pelo menos para já, consequências a nível Europeu.

Viacom vs. YouTube: Beyond Privacy

The July 1 ruling gave Viacom access to records of what people watch on YouTube, which is owned by Google (GOOG) and is the most popular video site on the Web. Bloggers and consumer advocates warned of the potential privacy violations, particularly if Viacom uses the information to track down and sue people who watch copyrighted video clips on the site.