Obama é um Falcão, que não restem dúvidas disso.

Na melhor tradição, Obama é um falcão

(…)Edward Dowling escreveu: “Os dois maiores obstáculos para a democracia nos Estados Unidos são: primeiro, a ilusão generalizada entre os pobres de que temos uma democracia, e segundo, o terror crónico entre os ricos de que tenhamos uma”.

Mais uma vez o jornalista John Pilger através de um artigo claro e curto, chama-nos para a realidade crua.

Obama é um Falcão.

Provavelmente até pior que Bush Jr, infelizmente mais uma vez os media estão a construir uma imagem virtual do candidato à presidência dos EUA, e que, como sabemos, tem repercussões por todo o mundo.

Na pele de pomba que nos é apresentado, tal como foi Harry Truman, o liberal democrata dito ser um humilde homem do povo, que avançou para mostrar quão duro era arrasando duas cidades com a bomba atómica.“, estará um futuro, senão, já presente, FALCÃO.

Mas vamos ao concreto, porque afirma John Pilger que Obama é um Falcão?
A resposta encontra-se no artigo “Na melhor tradição, Obama é um falcão”, deixo pois aqui algumas citações do artigo que explicam a tese de Pilger.

Na melhor tradição, Obama é um falcão

Por exemplo, desde que comparei Obama com Robert Kennedy nestas páginas, ele fez duas importantes declarações, mas não deixaram que as suas implicações atrapalhassem as celebrações. A primeira foi na conferência do American Israel Public Affairs Committee (Aipac), o lobby sionista, o qual, como destacou Ian Williams, “conseguirá que você seja acusado de anti-semitismo mesmo que tenha citado o sítio web da mesma para mostrar do seu poder”. Obama já efectuou a sua genuflexão, mas dia 4 de Junho foi mais além. Ele prometeu apoiar uma “Jerusalém não dividida” como capital de Israel. Nem um único governo sobre a terra apoia a anexação israelense de toda a Jerusalém, incluindo o regime Bush, o qual reconhece a resolução da ONU que designa Jerusalém como cidade internacional.

Na melhor tradição, Obama é um falcão

A sua segunda declaração, amplamente ignorada, foi feita em Miami a 23 de Maio. Ao falar à comunidade cubana expatriada – a qual ao longo de anos produziu dedicadamente terroristas, assassinos e traficantes de drogas para administrações estado-unidenses – Obama prometeu continuar o feroz embargo a Cuba que ano após ano tem sido declarado ilegal pelas Nações Unidas.

Mais uma vez, Obama foi além de Bush. Ele disse que os Estados Unidos haviam “perdido a América Latina”. Descreveu os governos democraticamente eleitos na Venezuela, Bolívia e Nicarágua como “vácuos” a serem preenchidos. Levantou a insensatez de uma influência iraniana na América Latina e apoiou “o direito da Colômbia de atacar terroristas que procuram lugares seguros além das suas fronteiras”. Traduzido, isto significa o “direito” de um regime, cujo presidente e políticos principais estão ligados a esquadrões da morte, invadir seus vizinhos no interesse de Washington. Ele também apoiou a chamada Iniciativa Merida, a qual a Amnistia Internacional e outros condenaram como sendo os EUA a levar a “solução colombiana” para o México. E não parou aqui. “Devemos pressionar mais o Sul também”, disse ele. Nem mesmo Bush disse isso.

John Pilger termina o artigo, frisando que “Por muito que a cor da sua pele influencie tanto racistas como
apoiantes, isso de qualquer forma é irrelevante para o jogo da grande
potência. O “momento verdadeiramente excitante e histórico na história
do EUA” só ocorrerá quando o próprio jogo for contestado.”

Não estando no artigo mas também por diversas vezes afirmado pelo próprio durante a campanha, Obama pretende manter as tropas no Iraque e no Afeganistão e não lhe repugna própriamente uma intervenção militar no Irão.
Mais palavras para quê, quem mais uma vez espera que algo de importante saia das próximas eleições norte-americanas, está a enganar-se e a construir mais uma vez uma realidade virtual que nada tem a ver com os factos e com a realidade efectiva em que vivemos, infelizmente os maiores criadores dessa pseudo-realidade são os senhores e senhoras da suposta esquerda e centro direita que pululam pelos media portugueses e na AR.

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Como treinar esquadrões da morte e esmagar revoluções empregando terroristas e ainda fazendo com que a polulação aprecie

Foi colocado no site Wikileaks, dia 15 de Junho 2008, o manual “Foreign Internal Defense Tactics Techniques and Procedures for Special Forces (1994, 2004)”, que é o manual oficial da doctrina das forças especiais dos EUA, para a “Foreign Internal Defense”.

Para quem continua a achar que elementos da administração dos EUA seriam incapazes de levar a cabo ataques terroristas no seu próprio país, como a história mal contada dos atentados de 11 Setembro de 2001, tem pois aqui, mais um excelente motivo para começar a duvidar do que os media lhe impingem a toda a hora.

É só mais uma achega aos já conhecidos ataques e às operações “false flag” usadas ou planeadas por elementos de anteriores administrações, ou ainda pelos atentados terroristas que varreram a Europa, através da Operação Gladio da NATO.

Foreign internal defense – Wikipedia, the free encyclopedia

Foreign internal defense (FID) is used by a number of Western militaries, explicitly by the United States but sharing ideas with countries including France and the United Kingdom, to describe an approach to combating actual or threatened insurgency in a foreign state called the Host Nation (HN). The term counter-insurgency is more commonly used worldwide than FID. The United States, and even NATO, cannot control all insurgencies. Fortunately, regional powers such as Nigeria and Brazil, as well as organizations such as the African Union (AU) and the Association of Southeast Asian Nations (ASEAN), have shown an increased willingness to take some responsibility for containing turmoil in their regions. Consider, for example, the deployment of AU troops in the Darfur region of Sudan and ECOMOG in Sierra Leone. But as Darfur has also demonstrated, regional troops can mobilize only if they have adequate logistical and transport capabilities”, provided by US airlift to Darfur[1] and UK in Sierra Leone (i.e., Operation Barras).

How to train death squads and quash revolutions from San Salvador to Iraq – Wikileaks

The manual directly advocates training paramilitaries, pervasive surveillance, censorship, press control and restrictions on labor unions & political parties. It directly advocates warrantless searches, detainment without charge and (under varying circumstances) the suspension of habeas corpus. It directly advocates employing terrorists or prosecuting individuals for terrorism who are not terrorists, running false flag operations and concealing human rights abuses from journalists. And it repeatedly advocates the use of subterfuge and “psychological operations” (propaganda) to make these and other “population & resource control” measures more palatable.

The content has been particularly informed by the long United States involvement in El Salvador

Porquê votaria eu contra o Tratado de Lisboa?

Já é conhecido o resultado final ao referendo sobre o Tratado de Lisboa levado a cabo na Irlanda, tal como se esperava prácticamente desde ontem, o NÃO ganhou.

Felicito os Irlandeses por tal decisão.

Mas quais as razões que me levariam a não votar neste tratado caso tivesse sido cumprido o que haviam prometido os maiores partidos portugueses, PS e PSD, de levar a cabo um referendo em Portugal?

1º O habitual incumprimento de promessas a que estes dois partidos já nos habituaram.
Prometeram um referendo, depois não o fizeram.
Quanto ao CDS/PP, apesar de nos dizer que queria um referendo, quando este foi a votos na Assembleia, abstiveram-se, porque não votaram contra?

2º A completa opacidade deste tratado, já olhei para ele, tendo-o puxado em formato PDF, não sendo eu da área jurídica, confesso que não percebo prácticamente nada do que este diz.
Não deveria um tratado ser explicito, tal como uma Constituição, um tratado ou constituição feito pelas pessoas e para as pessoas?

3º Este tratado nada mais é que a criação do primeiro Super-Estado a nível mundial, com uma constituição, um governo, um banco central (uma moeda), uma estrutura jurídica, um exército.
Parece que para estes senhores, estas elites, a Democracia é um conceito demasiado perigoso, colocar decisões nas mãos dos povos, nem pensar.

4º Porque razão não houve debates, explicações, sobre o que consistia o tratado, para que serve, o que ganhamos com ele, o que perdemos, a nossa Constituição estaria em causa, etc?

5º Este artigo, de Nile Gardiner, Ph.D. and Sally McNamara, “The EU Lisbon Treaty: Gordon Brown Surrenders Britain’s Sovereignty”, creio que apesar de ser escrito para o povo inglês, explica bem o porquê de se recusar este tratado ou tratados similares.

“Like the rejected constitution, the new Reform Treaty is also a blueprint for a European superstate dreamt up by unelected bureaucrats in Brussels. This time around, however, most of Europe doesn’t get to vote, as democracy is too dangerous a concept for the architects of this grand vision of an EU superpower.”Originally envisioned as a single market within Europe, the EU (formerly European Economic Community) is morphing into a gigantic political entity with ambitions of becoming the world’s first supranational superstate. Already, major strides have been made in the development of a unified European foreign and security policy as well as a supranational legal structure. With the introduction of the euro in 1999, the European single currency and European Central Bank became a reality.

Drafted in 2004, the European Constitution was a huge step forward in the evolution of what is commonly known as the “European Project,” or the drive toward “ever closer union.” With its 448 articles, the constitution was a vast vanity project, conceived in Paris, Berlin, and Brussels, that dramatically crashed to Earth three years ago. Since then, European Union apparatchiks have worked feverishly to resurrect the constitution, coming up with a cosmetic makeover that would make a plastic surgeon proud.

The new treaty contains all the main elements of the constitution, repackaged in flowery language. According to the European Scrutiny Committee, a British parliamentary body, only two of the treaty’s 440 provisions were not contained in the original constitution.[2]

The Reform Treaty paves the way for the creation of a European Union foreign minister (high representative) at the head of an EU foreign service (with its own diplomatic corps) as well as a long-term EU president; both positions are trappings of a fledgling superstate. As European Parliament member Daniel Hannan has pointed out, the treaty will further erode the legal sovereignty of European nation-states, entrenching a pan-European magistracy (“Eurojust”), a European Public Prosecutor, a federal EU police force (“Europol”), and an EU criminal code (“corpus juris”).[3] In addition, countries such as Britain will sacrifice their veto right over EU decision-making in 40 policy areas.”

6º Por causa da maneira como estas elites burocráticas olham para a Democracia, ou melhor desrespeitam a Democracia e os cidadãos que oe elegem.

“A ratificação deverá seguir adiante até alcançar rapidamente a soma dos quatro quintos, para que o Conselho europeu possa logo depois, segundo o artigo 48 do novo Tratado, tomar sua decisão – prosseguiu o
presidente.”

Esta afirmação é do presidente da Itália, Giorgio Napolitano, este senhor quer portanto fazer valer uma regra de um tratado que ainda nem sequer está em vigor, brilhante!!!

“Democracy means having the choice. Dictatorship means being given the choice.” (Jeannine Luczak)

Reino Unido com mais uma lei castradora dos direitos, liberdades e garantias

Como já vem sendo habitual, quer o Reino Unido, quer os EUA, estão numa corrida a ver quem consegue criar leis mais idiotas e castradoras dos direitos humanos, sim porque a liberdade é um direito alienável do ser humano.

Hoje surge a notícia que o Reino Unido aprova lei que aumenta de 28 dias para 42 sem que a pessoa detida seja acusada de crime, supostamente será aplicada só em casos de “suspeita” de terrorismo.

BBC NEWS | UK | UK Politics | David Davis resigns from Commons

Mr Davis said he would fight the by-election campaigning against the
government’s plans to extend pre-charge detentions for terror suspects
to a maximum of 42 days.

BBC NEWS | UK | UK Politics | David Davis resigns from Commons

He has led the opposition to Labour’s plans to extend the maximum limit
terror suspects can be held beyond the current 28-day maximum.

É só mais uma lei que se vem somar a muitas outras, especialmente o Terrorism Act.

O problema está mesmo na palavra, SUSPEITA, é que aqui dá para colocar qualquer situação, afinal de contas foi no Reino Unido que um cidadão brasileiro foi morto com mais de um tiro, quando estava a correr no metro e apenas por SUSPEITA de ser terrorista porque levava uma mochila às costas e um casaco mais grosso.

Mesmo tendo sido provado que o cidadão brasileiro não era terrorista, nada aconteceu aos policias que o assassinaram.
O mais grave é que testemunhas no local indicam que o cidadão terá sido executado, uma vez que já o tinham detido quando o balearam na cabeça.

BBC NEWS | UK | ‘No charges’ for Menezes police

But the Guardian says no individual police officers involved will face
prosecution and the CPS has ruled out murder or manslaughter charges
after a review of the circumstances surrounding the shooting on 22
July.

Nos EUA, leis como o Patriot Act ou o fim do Habeas Corpus, estão a tornar o país num autêntico estado policial, havendo já a conversão de enormes espaços em campos de detenção, onde antes havia arame farpado que apontava para o exterior, agora existe arame farpado virado para o interior, ou seja para não deixar sair.


Enforcement on Steroids: Homeland Security’s Emerging Immigration Police State

Forced drugging. Abuse. Death. That’s what workplace-based mmigration enforcement without deeper reform looks like.Last week, hundreds of Immigration and Customs Enforcement (ICE) agents, flanked by helicopters, a trail of SUVs and a convoy of buses, descended on the tiny town of Postville, Iowa. They set up a perimeter around the 60-acre kosher meat-processing plant operated by the global giant Agriprocessors, Inc. and conducted the largest workplace raid in
U.S. history. Around 400 people were arrested — most from Mexico,
Eastern Europe and Guatemala — representing 40 percent of the plant’s
workers and 17 percent of the town’s population. Warrants for another
300 were issued.

Elaine Cassel: Bush’s Police State and Independence Day

Pre-emptive War; Pre-emptive Arrests Bush’s Police State and Independence DayBy ELAINE CASSELAs a criminal defense attorney, I am often in the unenviable position of telling a first-time offender that the rights they thought they had under the Constitution don’t mean what they think they do. Recently, a well-educated, professional woman engaged me to defend her in charges of obstruction of justice. Her crime? She had tried to talk to a police officer (big mistake, there) about the circumstances that led to her friend, about to be arrested, walking on highway (absolutely nothing wrong with that, but that is beside the point).

She was arrested for obstruction of justice, but not until backup officers and dogs had been called. Her companion, who had exited her car over an argument they were having, was “arrested” for jaywalking. He was not “jaywalking,” and, if he were, he would have been issued a “summons,” not arrested and cuffed and taken to jail.

Se é verdade que estas leis poderão não nos afectar directamente, a realidade é que quer a Alemanha, quer a Suécia e Rússia também andam a implementar leis completamente idiotas, tudo por causa da mentira criada a partir do 11 Setembro 2001, a famosa “guerra ao terror”, não tardará muito que a própria UE comece a legislar de forma absurda e atentatória dos direitos dos seus cidadãos.

Ainda por cima a tal autêntica mentira da “guerra ao terror”, foi criada a partir de um acontecimento que ainda hoje está muito mal explicado e onde quer Tony Blair quer a Administração Bush mentiu com quantos dentes tem, quer nos atentados quer depois nas razões pelas quais invadiram ilegalmente quer o Afeganistão quer o Iraque.

New light on the putative value of intelligence dossiers issued by Tony Blair’s office in Number 10 Downing Street was not long in coming. In September 2002, Blair published amid great fanfare his dossier purporting to demonstrate that Saddam Hussein’s Iraq currently possessed weapons of mass destruction. This was entitled “Iraq: Its Infrastructure of Concealment, Deception, and Intimidation,” and it was clearly crafted to provide a pretext for waging unprovoked and aggressive war against Iraq. This dossier was exposed as a fraud in two distinct waves of demystification. The first exposure took
place in February 2003, when it emerged that entire sections of this report, which had been billed as the most up-to-date evaluation that could be offered by the very formidable capabilities of MI-6 and the rest of the British intelligence machine, had simply been
lifted, plagiarized without attribution, from older documents in the public domain. The Iraq dossier had been concocted by Blair and his media guru Alistair Campbell, a figure
who combined the worst of image-mongers like Michael Deaver and Karl Rove, using materials provided by British intelligence. Parts of Blair’s dossier had been stolen from articles written by Sean Boyne of Jane’s Intelligence Review, who was horrified by the
nefarious use to which his work had been put. “I don’t like to think that anything I wrote has been used as an argument for war. I am concerned because I am against the war,” complained Boyne. Another source from which Blair had lifted material verbatim was a thesis entitled “Iraq’s Security and Intelligence Network,” published in September 2002 by a graduate student, Ibrahim al-Marashi, a California resident. Al-Marashi was equally
indignant, commenting that “this is wholesale deception. How can the British public trust the government if it is up to this sort of tricks? People will treat any other information they publish now with a lot of skepticism from now on.” And not just from now on; it is our contention here that this disbelief in regard to Tony Blair’s work product should also be applied retrospectively.
in 9/11 Synthetic Terror: Made in USA, Fourth Edition by Webster Griffin Tarpley

Relativamente aos atentados, ainda hoje o FBI não reconhce que tenha sido Bin Laden e a Al-Qaeda a ter levado a cabo os atentados.

USAMA BIN LADEN IS WANTED IN CONNECTION WITH THE AUGUST 7, 1998, BOMBINGS OF THE UNITED STATES EMBASSIES IN DAR ES SALAAM, TANZANIA, AND NAIROBI, KENYA. THESE ATTACKS KILLED OVER 200 PEOPLE.
IN ADDITION, BIN LADEN IS A SUSPECT IN OTHER TERRORIST ATTACKS THROUGHOUT THE WORLD.

Bem como no relatório apresentado por Tony Blair e o MI6, o que é afirmado relativamente aos ataques logo no início do relatório, faz-nos pensar, ainda para mais quando o relatório seguinte como mostro acima, é uma teia de mentiras.

With the US regime struggling, into the breach rushed Tony Blair, a glib and slippery apologist for war. On October 2, Blair’s office in Number 10 Downing Street released the first of his celebrated dossiers. It was entitled “Responsibility for the Terrorist Atrocities in the United States.” Unfortunately, Blair’s dossier was obliged to begin on an uncertain note: “This document does not purport to provide a prosecutable case against Osama Bin Laden in a court of law.” Why not, given what is at stake? Answer: “Intelligence often
cannot be used evidentially, due both to the strict rules of admissibility and to the need to protect the safety of sources. But on the basis of all the information available HMG [Her Majesty’s Government] is confident of its conclusions as expressed in this document.” Of course, this means that since the proof may be insufficient, we are expected to believe
Blair & Co. on the basis of their general integrity and credibility. This is a controversial point, to which we will soon return.

Some indication of the problems being encountered by the US bureaucracy in trying to pin 9/11 on Bin Laden were reflected in a Wall Street Journal article entitled “Faint Trail: It’s Surprisingly Tough To Pin Terror Attacks on the ‘Prime Suspect.’” Here the paucity
of evidence was the dominant note. Such evidence as did exist was largely circumstantial, the Journal noted, such as ties of suspected hijacker Mohammed Atta to Egyptian Islamic
Jihad, which allegedly was part of bin Laden’s Al Qaeda; the presence of one hijacker in Malaysia in January 2000, meeting with someone linked to the bombing of the USS Cole,
which was in turn allegedly linked to bin Laden; communications intercepts showing Al-Qaeda operatives had some advanced knowledge of the strikes; or that two of the suspected hijackers were perhaps linked to a suspected bin Laden operative in Boston.
The Journal conceded that the issue of proof was a key component of the U.S.’s ability to enlist support of Islamic countries such as Pakistan, Saudi Arabia, Egypt, Jordan, and
perhaps Syria. “The issue of proof is no small matter,” one Administration official was cited as observing. But the US case was plainly a lame one, with an unidentified intelligence official concluding weakly that “no information has come up that suggests that bin Laden wasn’t involved.” in
9/11 Synthetic Terror: Made in USA, Fourth Edition by Webster Griffin Tarpley

Com tanta mentida vinculada por pessoas que se encontram nos mais altos cargos das nações, como pode alguém esperar ou acreditar na bondade de semelhantes medidas?
Como pode alguém acreditar que estas medidas serão para nos proteger e não para nos destruir, nos retirar as liberdades e garantias que todo o ser humano tem pelo simples facto de ter nascido.

P.S. Também penso duas vezes agora quando uso o GOOGLE, é que o senhor “USA Schmidt, Eric Chairman of the Executive Committee and CEO, Google”, também esteve na reunião do grupinho fascista, Bilderberg.

Bilderberg procura harmonização dos bancos centrais a nível global – a Nova (Des)Ordem Mundial cada vez mais perto

Há dias neste mesmo blog, abordei a reunião anual do grupo Bilderberg, do qual “Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa, é o único português na direcção do grupo Bilderberg.”

Hoje resolvi verificar se desta vez havia informações nos diversos media, quer portugueses quer estrangeiros, sobre esta reunião, uma vez que, e apesar, de diversos magnatas dos media estarem sempre presentes, como o caso acima, estes nunca divulgam notícias sobre a reunião e muito menos sobre quem esteve presente.

Nos jornais portugueses houve uma excepção, o SOL, mas não deixou de apresentar o grupinho como apenas personalidades influentes do mundo político e empresarial”, nos media norte-americanos mais conhecidos, não encontrei nenhum que mencionasse esta reunião, ainda para mais tendo ocorrido esta nos EUA e com o interessante pormenor de ter sido lá que Obama e Hillary se encontraram para discutir os diversos apoios desta à campanha de Obama contra Mcain, não deixa de ser extraordinário.

Por cá os media, não li nem ouvi todos, mas um dos que ouvi, a TSF, apesar de mencionar uma reunião entre eles, não mencionou o local, nem sequer que estava a decorrer uma reunião do Bilderberg.

A TSF, tal como a maior parte dos media em todo o mundo, pertence a um grande grupo,neste caso a ControlInveste, que controla DEMASIADOS meios de informação.
Devido à quantidade de orgãos de comunicação debaixo da sua alçada, estes são fácilmente transformados em meios de desinformação.
Quanto menos meios de informação independentes existirem e mais aglomerados se criarem, menos liberdade de imprensa existe, mais fácilmente se controla o que se diz, o que se escreve, o que se mostra.

A Controlinveste Media foi criada nos anos 90 como Lusomundo Serviços, parte da holding Lusomundo da PT Multimédia.
Esta era proprietária da Lusomundo Media (dona dos jornais
Diário de Notícias, Jornal de Notícias, 24 Horas, Ocasião, Tal & Qual e Volta ao Mundo) e a TSF Rádio Notícias (dona do canal de rádio TSF).

A Lusomundo Serviços foi comprada pela Controlinveste em 2005, mudando os nomes da Lusomundo Serviços para Controlinveste Media e da Lusomundo Media para Global Notícias Publicações, mantendo-se o nome da proprietária do
canal de rádio.

Numa pesquisa efectuada directamente no site da SIC, não existe um único comentário sobre o grupo Bilderberg ou a reunião que decorreu, não deixa de ser interessante, uma vez que Pinto Balsemão é presidente da Impresa, detentora da SIC, e que é tal como afirmado por diversas vezes em inúmeros locais, o mais importante Bilderberg em Portugal.

Existe algo habitual nestas reuniões do Bilderberg, é uma espécie de “standard procedure”, são convidados potenciais detentores de importantes cargos politicos, Bill Clinton foi convidado imediatamente antes de chegar à presidência dos EUA, assim como Tony Blair, Durão Barroso, Santana Lopes e Socrates antes de atingirem os altos cargos que têm ou que tiveram.

Não deixa pois de ser curioso que este ano os convidados do Bilderberg, pela interposta pessoa de Pinto Balsemão, sejam, Rui Rio e António Costa.
Adivinham-se pois mudanças em ambos os partidos, o mais provável é Socrates e Manuel Ferreira Leite cairem dos locais que ocupam.
O apoio de Balsemão a Ferreira Leite não passou de mais uma manobra de diversão.

Mas indo agora ao título deste post, parece que uma das medidas defendidas no último encontro, que não sendo nova, parece que a querem implementar o mais rápido possível, é a Harmonização dos Bancos Centrais de todo o mundo, sob a batuta do pior deles todos, a Pseudo Reserva Federal Norte-Americana.
Sobre esta aconselho vivamente o documentário, “America Freedom to Fascism” de Aaron Russo, que infelizmente já não se encontra entre nós.

Estamos pois cada vez mais perto de uma sociedade de cartões de crédito, sem dinheiro vivo, de um única moeda a nível global, no caminho para a opressão total.

Primeiro criam o CAOS, depois dão a receita da cura, só que a cura é bem pior que a doença.

Bem Vindos pois à Nova (Des)Ordem Mundial.

BELLACIAO – Bilderberg Seeks Bank Centralization Agenda – Lee Rogers

Bilderberg Seeks Bank Centralization Agenda

Lee Rogers

Rogue Government

June 9, 2008

Fresh off of the 2008 Bilderberg Meeting, it looks as if New York Federal Reserve president Timothy Geithner is set to push a new agenda in the world of central banking that was likely decided upon at Bilderberg.

Geithner yesterday, wrote an article in the Financial Times calling for a global regulatory banking framework. In addition, Geithner called for the Federal Reserve to have an instrumental role in this new framework. Geithner cites all of the problems that were actually created by the central bankers in the first place as the rationale for having greater centralized power. It is interesting Geithner decides to write this piece right after the Bilderberg Meeting where some of the most powerful figures in the world of central banking attended.

Not only did Geithner attend, but the attendee list included Ben Bernanke the Federal Reserve Chairman, Henry Paulson the U.S. Treasury Secretary, Jean-Claude Trichet the president of the European Central Bank, Robert Zoellick the president of the World Bank and other high profile bankers. With the who’s who of central banking attending the Bilderberg Meeting, it is highly unlikely that what Geithner is proposing in his Financial Times article was not discussed at the Bilderberg Meeting.

What Geithner is proposing is entirely insane but this is the same tactic that the financial elites used to establish the Federal Reserve back in 1913. They created a crisis and said that the crisis happened because they didn’t have enough power to prevent it. The Panic of 1907 which was used to justify the passage of the Federal Reserve Act was actually caused by JP Morgan and assorted elite financial interests.

Ainda existem Republicanos no Congresso dos EUA que pensam pela própria cabeça

A senadora Karen S. Johnson, do congresso dos EUA, neste dia 10 de Junho de 2008, Dia de Portugal e das Comunidades, prepara-se para fazer um discurso que será de alguma forma histórico, uma vez que irá fazer afirmações que muito poucos ousam sequer pensar, especialmente os políticos e agentes dos media.

A Senadora Johnson, irá discursar sobre o falhanço da administração norte-americana, na averiguação dos atentados do 11 de Setembro de 2001 e sobre o total falhanço da defesa naquele dia.

Segundo ela, já passaram mais de 7 anos sem que uma investigação digna desse nome tivesse sido levada a cabo, num momento que cada vez mais FACTOS contradizem a “verdade oficial”, destruindo por completo o estudo da Comissão criada para o efeito, Johnson acha que chegou o momento de se exigir da administração uma investigação credível dos factos ocorridos naquele fatídico dia.

Mais de $340M são gastos por dia a alimentar guerras, como as do Afeganistão e Iraque, tendo por base uma história que de verdade apenas tem a demolição das torres, de uma fachada do Pentágono e da queda de 4 aviões, bem como milhares de vítimas inocentes.

Ambas as guerras têm a sua génese nos atentados, ou melhor, na versão dos acontecimentos que nos foram inculcados pelos media, fantoches da administração norte-americana e não só.

Ambas as guerras são ilegais, na do Afeganistão começaram os seus preparativos meses antes dos ataques, o que nos leva a supôr duas coisas, ou a administração sabia que iam ocorrer (o que lhes daria a desculpa mais credível), ou de qualquer forma iriam invadir o Afeganistão, sendo que a razão seria a defesa do famoso pipeline da UNOCAL.

A invasão do Afeganistão foi levada a cabo pela NATO, e aí se levanta mais uma dúvida, que provas foram apresentadas aos diversos países que compôem a NATO?
Esta questão é extremamente pertinente, uma vez que a NATO só pode intervir se um estado tiver sido atacado do exterior, cada vez mais se vai concluindo com base nas diversas investigações que o 11Set2001 teve a sua génese no interior dos EUA, ou pelo menos com a cumplicidade de altos cargos das Forças Armadas, Indústria do Armamento e de responsáveis da Administração.

“The European NATO partners were confronted with the need to evaluate the US version
of 9/11 in a very direct way: immediately after 9/11, the Bush regime demanded the
activation of Article Five of the North Atlantic Pact
, calling upon member states to assist
the United States in warding off an attack from abroad. The US, however, had never
offered any proof that the 9/11 attacks had indeed come from outside of its own borders.

Under the shock of the 9/11 events, and fearing the retribution of a crazed regime that
was announcing its determination to “end states,” the European allies approved the
resolution unanimously, even though no proof had been provided. One who objected to
this procedure was Helmut Schmidt, the former Chancellor and Defense Minister of
Germany for the Social Democratic Party, Several months after the vote, Schmidt
reiterated that the European acquiescence had been a mistake. “For that article to be put
into action, proof had to be delivered that the Sept. 11 terror attacks came from abroad.
That proof has still not been provided,”
Schmidt. (N-TV, December 10, 2001; EIR,
December 13, 2001)”

FONTE: 9/11 SYNTHETIC TERRORISM MADE IN USA, By Webster Griffin Tarpley

No caso da invasão do Iraque, mais uma vez a mentira foi rainha, a desculpa desta vez para além da mentira de que o ditador do Iraque teria ligações com a Al-Qaeda, foi também a da existência de WMD -armas de detruição massiva-, que mais uma vez se veio a provar totalmente falsa, o General Collin Powell mentiu descaradamente e sem qualquer pudor perante as Nações Unidas.
Mais uma vez não ouve uma única prova concreta que justificasse a invasão de um país soberano, aliás como um dos senhores da Cimeira das Lajes afirma.

Iraque/5 anos depois: Durão Barroso, o anfitrião da Cimeira das Lajes – RTP Notícias

Três anos depois, Durão Barroso declarou ter agido com base em informações que “não foram confirmadas: que havia armas de destruição maciça” no Iraque.

Iraque/5 anos depois: Durão Barroso, o anfitrião da Cimeira das Lajes – RTP Notícias

De acordo com o New York Times, Bush informou Blair em Janeiro de 2003 que estava decidido a invadir o Iraque mesmo sem uma resolução da ONU e sem que alguma arma de destruição maciça tivesse sido encontrada.

O jornal cita um memorando secreto britânico sobre um encontro dos dois políticos a 31 de Janeiro na Casa Branca, revelando que Bush e Blair constataram que nenhuma arma de destruição maciça tinha sido encontrada no Iraque pelos inspectores da ONU e que o presidente norte-americano referiu a possibilidade de provocar um confronto sacrificando, por exemplo, um avião de vigilância norte-americano pintado com as cores da ONU.

Como se tanta destruição não bastasse, e continuando a fantasia da “guerra contra o terror”, que não passa de mais uma mentira, o mundo dos media começa a lavar a cabeça ao povinho para a próxima guerra, a destruição de mais um estado soberano, desta vez possívelmente com o recurso a armas nucleares tácticas.

Planned US Israeli Attack on Iran: Will there be a War against Iran?

The media has failed to cover the history of US war preparations directed against Iran. News coverage of US sponsored war preparations in relation to Iran started to surface in early 2007 in scanty press reports.

Although confirmed by official military documents and reports, public opinion has largely been kept in the dark and misinformed on these war preparations.

A war on Iran has been envisaged since the mid-1990s as part of a strategic “sequencing” of theater operations. During the Clinton administration, US Central Command (USCENTCOM) had formulated “in war theater plans” to invade first Iraq and then Iran:

“The broad national security interests and objectives expressed in the President’s National Security Strategy (NSS) and the Chairman’s National Military Strategy (NMS) form the foundation of the United States Central Command’s theater strategy. The NSS directs implementation of a strategy of dual containment of the rogue states of Iraq and Iran as long as those states pose a threat to U.S. interests, to other states in the region, and to their own citizens. Dual containment is designed to maintain the balance of power in the region without depending on either Iraq or Iran. USCENTCOM’s theater strategy is interest-based and threat-focused. The purpose of U.S. engagement, as espoused in the NSS, is to protect the United States’ vital interest in the region – uninterrupted, secure U.S./Allied access to Gulf oil.”

(USCENTCOM, http://www.milnet.com/milnet/pentagon/centcom/chap1/stratgic.htm#USPolicy , emphasis added)

Porque não atacam os supostos terroristas quem exerce as políticas que eles dizem abominar?

Depois de muito ler sobre os diversos atentados que ocorreram e ocorrem um pouco por todo o mundo, entre os quais os mais visíveis, 11 Setembro 2001 nos EUA, 11 Março 2004 em Espanha e ainda os de 7 Julho 2005 em Londres, nos quais as vítimas são inocentes e vítimas das mesmas políticas e acções que próprios terroristas se queixam, porque razão não atacam eles quem decide essas políticas e quem na realidade as implementa?

Por diversas vezes e com dias e horas marcadas, os poderosos de todo o mundo se juntam para decidir sobre as vidas de todo um planeta, como é o caso do encontro do grupo Bilderberg, que ocorre durante este fim de semana, porque razão nunca existem atentados ou tentativas nestes encontros?

De tudo o que li e o que a história nos ensina com o terrorismo de estado (Operação Gladio da Nato, Operação Northwoods, etc), existe uma única razão, os grupos de terrorismo como a Al-Qaeda, não passam de operacionais da Nova (Des)Ordem Mundial, criados e patrocinados para levarem a cabo campanhas de terror (“False Flag Operations”) contra inocentes.

Se assim não fosse porque razão não são efectuados atentados nesses encontros, onde se reúne a elite mundial?

Alex Jones’ Infowars: There’s a war on for your mind!

U.S. Corporate Media Blackout On Bilderberg Meeting

Paul Joseph Watson
Prison Planet
Saturday, June 7, 2008

Ben Bernanke, Condoleezza Rice, Barack Obama and Hillary Clinton amongst a host of other global power brokers have all convened in Chantilly Virginia to secretly discuss the future of the world – yet not one mainstream U.S. corporate media outlet has uttered a single word about the 2008 Bilderberg conference.