«AppChecker» a Killer tool lançada pela Fundação Linux…compatibilidade e portabilidade aqui e agora!

A Fundação Linux acaba de lançar a aplicação AppChecker – The Linux Application Checker –, que irá fazer a felicidade de programadores de aplicações e especialmente dos ISV’s (Vendedores independentes de software) para GNU/Linux.

Mas para que serve a AppChecker?
Em poucas palavras, serve para tornar mais fácil a portabilidade.

Ou seja, serve para que se possa aferir se o que um programador acaba de desenvolver ou se software que um ISV se prepara para colocar no mercado cumpre com as regras estabelecidas pelo LSB.

Ela vai verificar numa base de dados diferentes versões de LSB e diversas distros na base de dados de LSB, após isso, apresenta um relatório sobre as compatibilidades do software em relação à LSB e às distros.

All About the Linux Application Checker | Linux Developer Network

Specifically, AppChecker performs these functions:

* Checks for cross-distro portability and gives a good indication of how well the app may perform on various distributions of Linux

* Gives guidance for application developers on how to enhance the portability of their applications

* Gives a good indication of how close the app is to LSB certification

All About the Linux Application Checker | Linux Developer Network

The Linux Application Checker (also referred to as “AppChecker”) is a powerful new tool designed to help software developers target Linux. It draws on the extensive testing framework developed by the Russian Academy of Sciences and the Linux Foundation and leverages the work of the Linux Standard Base (LSB) workgroup.

Linux.com :: Linux Foundation launches killer development tool

Ask any independent software vendor what he hates most about developing for Linux and he’ll tell you that it’s having to develop for SUSE and for Red Hat and for Ubuntu and … you get the idea. The Linux Foundation has just released a beta of a new program, Linux Application Checker (AppChecker), that’s going to make ISVs and other programmers start to love developing for Linux.

X window managers para GNU/Linux, leves, rápidos, funcionais e muito atractivos…

Um grande artigo no Tech Source from Bohol, 20 Most Nimble and Simple X Window Managers for Linux.

Já usei alguns deles, como o Windowmaker, fluxbox, openbox e icewm.

O Openbox artilhado fica fabuloso….

Mendax-desktop.jpg

via [Screenshot of my Ubuntu Hardy running on AMD64 3000+ with Openbox, Trayer, Conky, Audacious and Simdock. by Mendax]

Arch-openbox-rss.jpg

via [Openbox on Arch Linux using the Onyx Citrus theme, showing off the RSS pipe menu. By Borromini]

Utilitários KDE, novo site…

Com o recentemente lançado,  KDE4.1, chega-nos também um novo site, o KDE Utilities.

Tenho quatro grandes amores no que a window manager e Desktop manager concerne, o primeiro de todos foi o simples e rápido WindowMaker, que parece que a esta altura está novamente a evoluir.

Depois surgiu o E16 e o fabuloso, bonito, rápido E17, um dos melhores e com ideias novas.
Para máquinas mais fraquinhas o E17 consegue aliar a beleza à velocidade, mas nestes casos também não me posso esquecer da família “box“, Openbox, Fluxbox etc.

Alguns exemplos mais podem ser consultados no site window managers for X.

Mas no que a DM concerne, sempre fui um grande adepto do KDE, permitiu-me fazer tudo o que queria e de maneira simples, rápida, eficiente e até ao contrário do que muitas vezes é afirmado, sem grande gasto de recursos.

Alguns dos projectos do KDE Utilities:

Neste momento e por falta de tempo ainda só me foi possível brincar um pouco com o já antigo 😉 KDE4.0, os novos updates ainda não os usei, mas parece que a evolução está aí e não pára.

Uso quase todos estes utilitários, só ainda não experimentei o Ktimer e o Okteta, o Kfloppy já está um bocado fora de moda, aliás no meu actual PC nem me dei ao trabalho de colocar lá uma floppy.

O projecto KDE está de boa SAÚDE E RECOMENDA-SE.

Agora só para chatear um bocadito, não tendo nada contra o GNOME, que até é interessante, quando é que deixam de fazer asneiras como seja ouvir o que o m$-fan Miguel Icaza diz e faz, relativamente aos seus filhos, mono, moonlights, m$-ooxml, C# e companhia?

Diria mais, espero que a minha querida Debian GNU/Linux veja a luz e caso o projecto GNOME continúe a ir pelo caminho da asneira, adopte o KDE e o E17.

Sempre que me pediram ou que instalei o GNOME, a primeira coisa a fazer é remover tudo o que tenha a ver com o *mono*, claro está que lá se vai a coisa, tomboy. que comparada com o basKet do KDE, é como comparar um 2 cavalos com um Ferrari, e creio que uma coisa que serve para ouvir música, que também comparada com o Amarok…. ok, não é comparável ;), até o coisaTunes gostava de ser como o AMAROK 😉 eheheh!!!

ForbiddenItems – FedoraProject

Moonlight

There are serious concerns about Moonlight, due to Microsoft and Novell’s public statements around its inclusion in their “covenant”. In addition to that Groklaw has [posted] a FAQ from Software Freedom Law Center (SFLC) on the issues with this patent “covenant”. Accordingly, this technology (with, or without codecs), is considered too risky, and is not acceptable for inclusion in Fedora.

Also refer:
http://www.microsoft.com/interop/msnovellcollab/moonlight.mspx
http://blogs.cnet.com/5530-13505_1-0-10.html?forumID=166&messageID=2490312&threadID=228078

Transformar routers baratinhos em super routers – Firmwares livres

Numa anterior entrada já havia mencionado alguns firmwares livres baseados no kernel Linux, hoje creio que os menciono todos.

Eis pois a lista e algumas das marcas de routers que os suportam, através de diversos modelos.

Firmwares alternativos via wikipedia:

Algumas das características deles:

OpenWRTControls are provided for Data logging, Booting, cron, NVRAM, file editing, Linux package management, SNMP, backup and restore, Firmware upgrade, WAN, VLAN, Wi-Fi, WEP, WPA, WDS, MAC filtering, Firewall, Port forwarding, DHCP, Dnsmasq, Hostnames, IP control, Routing, UPNP, QoS, DynDNS, WoL, OpenVPN, PPTP, and Hotspots.

DD-WRT
– Many of DD-WRT’s features are not included in typical router firmware. These features include support for the Kai network, daemon-based services, IPv6, Wireless Distribution System, RADIUS, advanced quality of service, radio output power control, overclocking capability, and software support for a Secure Digital Card hardware modification.

A lista completa deste poderoso firmware na wikipedia.

FreeWRT – FreeWRT uses either JFFS (writeable root-filesystem) or SquashFS as read-only root-filesystem in combination with a writable overlay filesystem. A large amount of additional software packages can be installed via ipkg, a package management system similar to the Debian-style dpkg. As a lot of peripheral hardware is supported (like webcams, USB soundcards, printers, USB harddisks) there is a vast amount of possible usage scenarios in combination with the available software (NAS, Print server, media player etc.)

Tomato firmware algumas características tais como: Interactive Ajax based GUI using SVGGUI look and feel changes). CLI access (BusyBox) via TELNET or SSH (using Dropbear). DNS forwarder (using Dnsmasq).Netfilter/iptables with customizable settings, IPP2P and l7-filter. Advanced QoS: 10 unique QoS classes defined, real-time graphs display prioritized traffic with traffic class details.Wireless LAN Radio power of adjustement , antenna selection, and 14 wireless channels.

SveasoftSveasoft firmware is typically advertised as being able to increase the router’s radiotransmission power from 28 milliwatts to 251 milliwatts, as well as being able to use 14 channels for 802.11b transmissions instead of the 11 normally permitted in the U.S. or 13 permitted elsewhere.Other features include QoS support, Wireless Distribution System support, wireless bridging, client mode support (CPE), a PPTP VPN server and client, downloadable packages and IPv6support.The latest version of the Talisman firmware supports up to 16 Ethernet VLANs, up to 15 virtual wireless VLANs each with their own WEP, WPA, or WPA2 encryption and SSID, and bandwidth management and firewall features.

[Via Wikipedia]

Segundo a mesma wikipedia as marcas que geralmente os suportam são:

Relativamente aos modelos, o que deu inicio a tudo é o Linksys WRT54G series.

A Netgear tem neste momento o seu NETGEAR WGR614L, o qual é de raiz um router para os amantes do Software Livre e das experiências ;), tendo criado a própria Netgear, um site de apoio à comunidade.

A Asus é outra das marcas conhecidas que têm hardware compatível com estes firmwares, trata-se do Asus WL-500g, o qual é talvez o maior concorrente neste momento à Linksys.

A lista completa de routers suportados pelo OpenWRT.

A lista suportada pelo DD-WRT.

A lista suportada pelo FreeWRT.

Para finalizar deixo alguns valores de mercado para alguns destes routers, o interessante é que routers de preço relativamente baixo,, com estes firmwares tornam-se em routers que poderiam custar muito mais, tendo mesmo preços proibitivos.

Mais uma vez o Software Livre pode ser e é o grande amigo dos estudantes e profissionais de redes, estes firmwares são bem interessantes para testar o que se lê e estuda para as certifcações.

Linksys WRT54G series

Asus WL-500

Netgear WR614L

Pode-se ter por exemplo o Netgear por cerca de 55€ na pixmania.

Conversas no Skype podem ser interceptadas

Segundo o artigo “Austrian official fuels Skype backdoor rumours” do The Register, fontes oficiais não divulgadas do governo da Austria, afirmaram que interceptar conversas do skype não constituia qualquer problema.

Essa opinião no entanto contrasta com a de Joerg Ziercke, presidente do departamento da polícia federal o qual afirmou que a inabilidade de ultrapassar a encriptação usada no skype, estaria a dificultar as investigações de contra-terrorismo.

No entanto as autoridades alemãs já estão a desenvolver software que permite ultrapassar essa encriptação bem como comunicações SSL, e assim poderem vigiar os cidadãos, tal como é referido nos documentos que foram publicados no site Wikileaks.

O Skype usa um protocolo fechado e proprietário ao contrário de Software Livre, como o Openwengo, Ekiga e outros, tal como o Zfone de Phil Zimmermann, o criador do PGP, que usam protocolos abertos, dando assim uma maior segurança e privacidade aos seus utilizadores.

O Zfone não se tratando de software de VoIP, é um software que usado conjuntamente com software de VoIP protege as comunicações, encriptando-as.
Com a enorme vantagem de ser Software Livre, não tendo as chamadas backdoors, que são usadas para decifrar as comunicações, supostamente seguras.

Por exemplo, os especialistas em segurança, Philippe Biondi e Fabrice Desclaux, na BlackHat, mostraram-se preocupados com a possibilidade do Skype possuir Chaves que desencriptem as sessões e que estas possam ser usadas para violar a privacidade das comunicações.

Outro software Livre que se pode usar para proteger-mos a nossa privacidade e segurança é o GnuPG, uma versão livre do PGP.

Uma imagem do Openwengo para abrir o apetite por Software Livre 🙂

WengoPhone 2.1 - Contact-List Screenshot
retirada daqui

The Zfone Project – Getting Started with Zfone

Zfone has been tested with these VoIP clients: X-Lite, Gizmo, XMeeting, Google Talk VoIP client (but only when Google Talk is using RTP), Yahoo Messenger’s VoIP client (for audio), and SJphone. Zfone will encrypt audio and video for Apple iChat calls on Mac OS X (Tiger and Leopard). Zfone has been tested with these VoIP service providers: Free World Dialup, iptel.org, and SIPphone. It does not work with Skype.

Austrian official fuels Skype backdoor rumours | The Register

Access to such keys would provide backdoor access to conversations but it’s worth remembering, as is the case with warrants for regular phone conversations, that law enforcement agencies are more often interested in knowing who an investigative target is talking to than what they are saying. Skype offers confidentiality, but it makes no claims of offering anonymity.

Recuperando ficheiros EXT3 apagados – ext3undel

Não fazia ideia que era possível, mas segundo o artigo Recover Deleted Files in EXT3: ext3undel, do OSnews, parece que é possível usando a ferramenta ext3undel que é um wrapper para outros programas de recuperação como o Photorec, Foremost e SleuthKit.

Mais info aqui.

Recover Deleted Files in EXT3: ext3undel

The ext3undel utility can recover accidently removed data on ext3 filesystems. Users can recover a specific file by name, or they can restore all files marked as deleted. ext3undel is a wrapper for other recovery programs such as Photorec, Foremost and SleuthKit.

AMD/ATI faz o salto final para o suporte ao GNU/Linux

Segundo o artigo “AMD Makes An Evolutionary Leap In Linux Support”, do site phoronix, a AMD está prácticamente a par com a nvidia no que à qualidade do driver concerne, mas a AMD foi mais longe, uma vez que cada vez mais disponibiliza aos programadores de FLOSS os seus programming guides and register information, tendo dado origem a dois drivers open source.

A AMD prepara-se agora para introduzir no driver GNU/Linux a sua tecnologia “Multi-GPU CrossFire”.

Interessante também é o facto da AMD com a introdução da sua HD 4850, para além dos cd’s de drivers que a acompanham trazerem de origem o driver para GNU/Linux, a própria caixa tem o TUX.

Será que a minha próxima placa já pode ser uma AMD/ATI all in wonder?!!!


foto copyright da phoronix

[Phoronix] AMD Makes An Evolutionary Leap In Linux Support

We suspect the xf86-video-ati and xf86-video-radeonhd developers will have the documentation even sooner under NDA. In addition, the open-sourcing of KGrids and TCore will be relevant and helpful for the 2D and 3D RV770 open-source support.