FLOSSNEWS: SCO/microsoft vs UNIX e truques baixos do ms-Bing

Mais info sobre estes temas no NIXWARE.

https://i0.wp.com/www.katonda.com/sites/default/files/userfiles/image/Web/Browsers/Bing.png

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Atentados no metro, False Flag da Rússia ou dos EUA?

Entrada curta apenas deixar no ar duas questões sobre os recentes atentados no metro na Rússia.

Antes de mais a quem interessa principalmente espalhar o medo na Rússia, ao Governo de Putin e do fantoche Medvedev ou à nova trupe que está na Casa Branca, nomeadamente ao senhor que hoje tem no poder o seu fantoche Obama, Zibgniew Bzrezinski?

A verdade é que interessará a ambos, mas qual dos dois terá mais benefícios com todo este terror?

Bzrezinski que desde sempre pugna pelo controlo total por parte dos EUA da grande zona de todas as riquezas do planeta que é a Euroasia ou Putin por forma a controlar os seus cidadãos?

https://i1.wp.com/www.takeoverworld.info/images/Tonkin-blame++email.gif
https://i0.wp.com/i.d.com.com/i/dl/media/dlimage/20/57/55/205755_large.jpeg


A War In The Planning for Four Years – How Stupid Do They Think We Are?

Brzezinski sets the tone for his strategy by describing Russia and China as the two most important countries – almost but not quite superpowers – whose interests that might threaten the U.S. in Central Asia. Of the two, Brzezinski considers Russia to be the more serious threat. Both nations border Central Asia. In a lesser context he describes the Ukraine, Azerbaijan, Iran and Kazakhstan as essential “lesser” nations that must be managed by the U.S. as buffers or counterweights to Russian and Chinese moves to control the oil, gas and minerals of the Central Asian Republics (Turkmenistan, Uzbekistan, Tajikistan, and Kyrgyzstan).

He also notes, quite clearly (p. 53) that any nation that might become predominant in Central Asia would directly threaten the current U.S. control of oil resources in the Persian Gulf. In reading the book it becomes clear why the U.S. had a direct motive for the looting of some $300 billion in Russian assets during the 1990s, destabilizing Russia’s currency (1998) and ensuring that a weakened Russia would have to look westward to Europe for economic and political survival, rather than southward to Central Asia. A dependent Russia would lack the military, economic and political clout to exert influence in the region and this weakening of Russia would explain why Russian President Vladimir Putin has been such a willing ally of U.S. efforts to date. (See FTW Vol. IV, No. 1 – March 31, 2001)


Não deixa de ser interessante e até irónico como já por aqui escrevi que hoje em dia e apesar de tudo, a Rússia tem provavelmente uma das mais interessantes, livres (do ponto de vista de pensamento) e críticas imprensas/media do mundo, só assim se explicam as questões que não tiveram medo de colocar sobre uma eventual False Flag do seu próprio Governo, aliás um dos exemplos dessa liberdade e desse gosto de questionar as coisas é a Russia Today.

O que me leva a colocar a questão, mas então porque raio é que os nossos media, nomeadamente a SIC do Bilderberger português Balsemão que de maneira tão célere dá a notícia de uma possível False Flag (exemplos históricos e concretos de terrorismo de Estado não faltam) do Governo Russo, não faz o mesmo relativamente aos atentados de Londres, Espanha, India e especialmente do 11Set2001, porquê?

Imprensa russa questiona acção das autoridades nos ataques no metro | SIC Online

O diário russo Kommersant sugere, hoje, que as forças de segurança poderiam dispor de informação sobre os atentados se segunda feira no metro de Moscovo, que provocaram 39 mortos e 64 feridos. Outro jornal, o Moskovski Komsomolets, diz que o Partido Comunista suspeita de uma acção dos serviços secretos para reforçar a necessidade de manter a guerra no Cáucaso.

Ainda por cima relativamente ao 11Set2001 não faltam dados muito concretos sobre essa mesma False Flag.

Nafeez Ahmed – “Ties With Terror: The Continuity of Western-Al-Qaeda Relations in the Post-Cold War Period” | 911Blogger.com

An accurate understanding of the history of US relations with the Afghan mujahideen who went on to join al-Qaeda’s international terrorist network is crucial to understanding the anatomy of international terrorism today.

I will attempt here to condense this history in order to capture some of its most striking and significant features. In doing so, I hope to demonstrate as fact a hypothesis that flies entirely in the face of the official narrative – that US relations with the mujahideen did not end with the Cold War, but on the contrary have continued to this day in the post-Cold War era; and that this subtle, hidden relationship contributes directly to the systematic undermining of national security, through the cultivation of the sources of international terrorism. Most importantly, I will show that this conclusion is based on reliable, credible sources from the public record. And further, I must emphasize, I will not delve into any form of theoretical speculation, but will concentrate solely on alerting you to verifiable information that can be subject to further investigation.

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Tracebook, Trickbook, Thiefbook ou Facebook? Nascimento de uma fraude com ligações pouco recomendáveis. (IV e última parte)

Depois das três últimas entradas sobre a rede social Facebook, nas quais descrevi o seu nascimento e as muito possíveis ligações à intelligence dos EUA, chegou agora a hora de demonstrar alguns dos perigos do uso deste tipo de redes sociais, com especial relevo para a Privacidade e até Segurança de quem as usa e quiçá mesmo de amigos que as não usam.

Você não anda na rua a colar cartazes com fotos dos seus filhos com indicações onde vive, onde passa férias, pois não?
Então porque o faz nas redes sociais?

Começo esta entrada com um pedido a todos os pais para que não coloquem fotos de crianças online, especialmente em
redes sociais.

Caso desejem como é legitimo de sua parte, mostrar os seus petizes à família ou amigos, recorram a outros meios que não as redes sociais, nomeadamente ao e-mail ou usando software P2P específico designado por F2F (Friend to Friend) ou ainda recorrendo a meios mais tradicionais como as fotografias impressas ou mesmo nos encontros de familiares e amigos.

Alguns exemplos deste tipo de software encontram-se na Wikipedia, dois fáceis de instalar e usar são o LimeWire, RetroShare e ainda o OneSwarm.
Existe ainda a possibilidade de partilhar as fotos apenas com os familiares e amigos usando para tal o Google Docs que agora suporta todo o tipo de documentos ou ainda criando um album privado no Google Picasa.

E claro, a quando desses encontros e caso os amigos ou familiares tenham contas nestas redes sociais, há sempre a tendência para depois colocar fotos online, mais uma vez digo e repito, avisem, peçam a amigos e familiares para que não coloquem nem fotos nem informação online sobre as crianças, nem das deles nem das vossas.

Estas redes como diversos estudos o demonstram e muito concretamente o Facebook, estão cheias de predadores, de gente muito perigosa que poderá colocar os seus filhos, especialmente as crianças em perigo.
Recentemente uma notícia no site TechCrunch indicava que milhares de agressores sexuais que antes andavam pelo Myspace, após terem sido detectados por essa rede, refugiaram-se no Facebook, estes são os conhecidos, os quais as autoridades já conheciam, imaginem os que ainda não fazem parte das estatísticas.

Os pais deverão também dar atenção às páginas dos seus filhos e filhas adolescentes, uma vez que estes em virtude ou da pouca atenção que lhes é dada pelos pais ou de uma mistura desta com as verdadeiras lavagens ao cérebro que a nossa sociedade doente lhes faz, colocam online muita informação que deveriam manter na sua esfera privada e que pode conduzir a verdadeiras tragédias, como o caso de raptos e violações.

Eu não pretendo com estas afirmações colocar em causa a Liberdade na Rede, ou mesmo esta, apenas peço bom senso e sobretudo que se informem antes de cometerem erros que dificilmente poderão corrigir, é que uma vez na rede, para sempre na rede.

Uma rede livre e aberta tal como no mundo ‘real’, coloco com aspas, porque na minha opinião a rede não é um mundo virtual mas sim apenas e só a continuação do chamado mundo real, pesados os prós e os contras, tem mais coisas positivas que negativas e no actual mundo onde vivemos uma rede aberta e livre permite mesmo combater os ataques à nossa Liberdade, à nossa Privacidade, no fundo aos nossos mais elementares Direitos, como se preparam para fazer os poderes que nos querem controlar, criando leis e Tratados como o ACTA.

Aliás sem essa abertura da rede eu não poderia estar a escrever esta entrada ou pelo menos a difundi-la sem medo de represálias.

https://i1.wp.com/sdow.semanticweb.org/2008/pub/slides/SDoW2008-slides-Beyond-Walled-Gardens-Open-Standards-for-the-Social-Web/facebook-privacy.jpg

Posto isto vamos então deixar aqui algumas pistas do que se sabe sobre a quase total ausência de (políticas de) Privacidade no Facebook, acrescida com a mais recente informação que consta no próprio blog do Facebook, onde é dito que dentro de pouco tempo haverá mais uma vez mudanças no que ao funcionamento desta rede concerne.

As mudanças como sempre visam apenas uma coisa, gerar biliões para os seus criadores e investidores à custa de toda a informação que os seus utilizadores lá colocam, quanto menos restrições ao uso e tratamento de todos os dados que recolhem, mais dinheiro geram à custa da BURRICE dos seus utilizadores e ao facto destes irem na onda das mentiras que lhes vendem, como é o caso do criador do Facebook, Mark Zuckerberg quando afirma que a ‘época da privacidade chegou ao fim’ e que esta deixou de ser uma ‘norma social’ do nosso tempo.

A verdade é que a Privacidade e a Liberdade, no fundo os Direitos mais básicos do Homem não têm limites temporais, como estes senhores se arrogam definir.

Segundo noticia o TechCrunch fazendo referência ao blog do Facebook, os senhores do Facebook preparam-se para partilhar com todos os seus parceiros de crime (contra a vossa Privacidade), todos os vossos dados usando para tal os cookies que os vossos browsers recebem a quando da vossa inscrição no Facebook e posteriores logins no mesmo.

Para além disso o Facebook prepara-se ainda para juntar a tudo isto, uma componente de localização geográfica, permitindo assim cruzar dados entre os diversos serviços, as vossas informações e páginas de amigos, sabendo assim onde estão ou onde estiveram, num determinado momento.

E mais um pequeno mas muito relevante pormenor, o Facebook não vos vai perguntar se querem usufruir destes novos serviços, uma vez que eles serão empurrados pelas vossas goelas abaixo, sem terem qualquer direito a contestar as decisões do Facebook.

https://i1.wp.com/www.kpao.org/blog/2009/12/09/facebook-privacy.jpg

Facebook’s Plan To Automatically Share Your Data With Sites You Never Signed Up For

So what does that mean? We’ve heard that select Facebook partners will now be able to look for your existing Facebook cookie to identify you, even if you never opted into Facebook Connect on the site you’re visiting.
Using that, the third party site will be able to display your friends and other key information. It’s possible that these sites will also be able to display any data you’ve shared with ‘everyone‘, which is of course now the default option on Facebook.


Data Minning Governamental e não só.

Com tantos dados (mesmo a nível mundial) reunidos por uma única entidade e ainda por cima com a relevância de terem contidos neles fotografias das pessoas que os fornecem, permitindo assim a sua fácil identificação e cruzamento, não é de estranhar que mesmo que no seu início o Facebook bem como outras redes sociais não tenham tido a mãozinha da Intelligence (algo que já demonstrei que tem) e dos seus vastos recursos quer técnicos quer de fundos, a verdade é que já veio a público trazido pela EFF «Electronic Frontier Foundation» um documento do Departamento da Justiça (que ironia) «Obtaining and Using Evidence from Social Networking Sites» bem como um do IRS «2009 IRS training course» que demonstra o interesse por parte dos Governos e da Intelligence de toda essa quantidade de informação que as redes como o Facebook têm nos seus servidores, sendo que esta é mesmo a maior de todas com mais de 400Milhões de utilizadores um pouco por todo o planeta.

Fazendo um pequeno apanhado do que ambos os documentos descrevem, a EFF chegou às seguintes conclusões:

* O Facebook é muito mais cooperante com as autoridades governamentais do que o Twitter ou o Myspace.

* Como é explicado aos agentes as vantagens de manterem um low profile, funcionando, usando as redes sociais na clandestinidade.
Porque:
1º comunicar com os suspeitos
2º ganhar acesso a informação não pública
3º mapear relações sociais e redes

* Os documentos do IRS, descrevem como os seus agentes foram treinados para usar ferramentas online como por exemplo o Google Street View (claro que com a entrada em produção do localização geográfica no Facebook, mais dados terão disponíveis)

* Descreve como os diversos agentes podem obter informações a partir dos dados recolhidos pelo Facebook e outras redes, fazendo uso das fotos, contactos grupos e log’s dos IP’s que essas redes possuem e que estão disponíveis para as entidades Governamentais

* O Facebook dispõe de mais dados sobre os seus utilizadores e é mais cooperante na partilha dessas informações do que redes concorrentes

* Myspace e Twitter são descritos como pouco cooperantes, sendo que o Myspace (a par da Google) requer um mandato de busca

* O Twitter não preserva dados sem que haja um processo legal e só os apresenta em caso deste estar a decorrer

* O Linkedin segundo o documento é usado ou pode ser usado para encontrar testemunhas

* Os documentos no entanto não explicam se caso os agentes não cumpram os termos do serviço isso seja uma actividade ilegal

* Muitas testemunhas possuem páginas em redes sociais, essas páginas podem ser uma valiosa fonte de informações sobre testemunhas de defesa e potenciais armadilhas para testemunhas governamentais

* Aos advogados de acusação do DOJ «Departamento de Justiça» é recomendado que não tenham como amigos nessas páginas, quer advogados de defesa quer juízes

No entanto e como afirma a representante da EFF, Marcia Hoffman, o mais relevante nestes documentos não é o que dizem mas o que não dizem, ou seja, “Realmente não discutem os mecanismos de responsabilização e não asseguram que os agentes do governo usam essas ferramentas de forma responsável.”

E que faz o Facebook para contrariar todas estas informações e criticas que demonstram como essa rede e os seus criadores e investidores têm um completo desrespeito pelos seus utilizadores?

Em vez de mudar as suas politicas de Privacidade e os seus Termos de Serviço, prefere antes contratar um exército de lobistas (ou corruptores activos como prefiro lhes chamar) para tentar influenciar os governos.

Terminando que isto já vai longo, deixo apenas um exemplo práctico para quem ainda ache que não está a perder a sua Privacidade ao usar estas redes e muito concretamente o Facebook, exemplo esse explicado pelo especialista inglês em segurança informática Ross Anderson, que numa entrevista para um documentário afirmou que investigadores do MIT para provarem que era possível obter informação supostamente privada usando apenas a rede de amigos do Facebook, resolveu determinar quem no MIT era gay ou não.
Para tal rastrearam as páginas de pessoas do MIT no Facebook e marcaram aquelas nas quais os seus autores explicitamente se declaravam como sendo gays, depois e a partir das ligações entre diversas páginas de amigos que se cruzavam conseguiram determinar que outras pessoas que não haviam declarado nas suas páginas as suas preferências sexuais, eram gays, simplesmente por causa de seu padrão de conhecidos .
É claro que estas técnicas de Data Minning e estudo de padrões, permitem outras conclusões que podem ser a diferença entre a vida e a morte, como por exemplo verificar que é de um país islamico, se tem ligações a grupos supostamente dissidentes etc etc.

BBC – The Virtual Revolution Blog: Rushes Sequences – Ross Anderson interview – USA (Video)

But
nowadays, information on who is whose friend is available on sites like
Facebook and the 40 other sites that there are worldwide.
For example,
there are some researchers at MIT, tried to figure out if they could
use Facebook to find out who was gay and who wasn’t, so you they
crawled the MIT part of the Facebook web and then they marked as gay,
those people who declared themselves to be such on their Facebook web
pages, and then looked at the clusters of friends and marked as
tentatively gay, those people who are friends of a whole lot of gay men
and worked outwards from that and by means of this, they managed to
identify ten of their friends whom they knew were gay, but not out
about it.
Simply because of their pattern of acquaintanceships.

Façam um favor a vós mesmos e não usem este tipo de serviços, já nos chega sermos todos os dias vigiados por câmaras em cada loja, centro comercial e até nas ruas onde andamos, redes móveis bem como através dos chips das matrículas dos automóveis, bases de dados de ADN, projectos europeus de vigilância e dentro em pouco por
drones para uso civil.

Artigos usados nesta entrada:

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Tracebook, Trickbook, Thiefbook ou Facebook? Nascimento de uma fraude com ligações pouco recomendáveis. (III)

Depois das duas primeiras entradas sobre este tema, hoje nesta terceira, irei tentar descrever um pouco do que se sabe sobre as ligações do Facebook à intelligence dos EUA, para fins de DATA MINNING, permitindo assim a criação de perfis e consequente controlo e invasão da privacidade dos seus utilizadores.

http://marcos61.files.wordpress.com/2009/06/facebbok-cia5.jpg
surripiado daqui

Não nos podemos ainda esquecer de como esses serviços e empresas encaixam rios de dinheiro ao venderem e usarem todos esses dados que quem usa esses serviços lhes oferece de ‘mão beijada’.

E os compradores ou investidores que depois os usam são bem conhecidos, desde os Estados Securitários nos quais cada vez mais espalhados pelo globo, bem como das mega empresas que por todo o mundo a eles recorrem para conseguirem vender um sem número de produtos que não necessitamos mas cuja necessidade quase viciante nos é incutida através de estímulos bem estudados como a enorme quantidade de propaganda que todos os dias nos entra pelos olhos e ouvidos dentro.

Ora vamos lá, nada melhor do que dar início com um vídeo que explica algumas coisas.

The Truth about Facebook!

De onde veio o dinheiro para a criação e desenvolvimento do Facebook?

As suas ligações à intelligence.

Como já havia escrito na segunda entrada, segundo se sabe o primeiro investimento terá sido do brasileiro Eduardo Saverin, entre 15000 a 20000 dólares que lhe deu o controlo de cerca de 30% do Facebook, sendo que os restantes 70% seriam propriedade de Mark Zuckerberg, isto em 2004.

Depois da saída de Eduardo Saverin, aqui a história é algo confusa e mal explicada, segundo algumas vozes Saverin terá sido preterido por Mark uma vez que não teria querido seguir com ele para Sillicon Valey, mas como o dinheiro não tem fronteiras, pelo que consegui saber, Saverin tem um processo em tribunal, mais um contra Mark Zuckerberg, o qual já parece estar habituado, tamanha a confusão que levou à criação do antro de vigilância, Facebook.

Após a saída de Saverin é a vez de chegarem apoios de peso, neste caso foi o de um dos criadores do PayPal e seu ex CEO, Peter Thiel, mais uma empresa com funcionamento meio estranho, que quem sabe um dia escreverei algo sobre ela.

Thiel investiu $US500.000 no Facebook de Mark, para além do Paypal e do Facebook, Thiel está ou esteve também na direcção do grupo conservador radical, VanguardPAC.

Talvez adivinhando o potencial para diversos fins, quer para vigilância quer para fazer dinheiro, o terceiro investimento, já mais chorudo, cerca de $US12.7Milhões, chega pelas mãos da empresa de capital de risco, Accel Partners.
Por certo não sendo coincidência, um dos seus manda-chuva era James Breyer, antigo presidente da National Venture Capital Association, onde tinha como colega, Gilman Louie que era o CEO do braço monetário da CIA para as novas tecnologias, a In-Q-Tel.

Uma das principais áreas de interesse e investimento da In-Q-Tel é exactamente o das tecnologias de DATA MINNING.

History – In-Q-Tel

In 1998, the Director of Central Intelligence (DCI) identified technology as a top strategic priority, directly connecting the Agency’s future technology advances to improvements in its core collection and analysis
missions
.
The leadership of the Directorate of Science and Technology set out a radical plan to create a new venture that would help increase the Agency’s access to private sector innovation.

Bryer também esteve no conselho de administração da empresa de Pesquisa&Desenvolvimento BBN Technologies, uma empresa com responsabilidades pelo crescimento da grande Rede.
Outra das pessoas que mais tarde se veio a juntar a esta empresa foi Anita Jones, que já havia sido directora da DARPA, a criadora da primeira fase da grande Rede, a Arpanet.
Anita Jones fazia também parte do conselho de administração da In-Q-Tel, tal qual Gilman Louie e era ainda assessora do Secretário da Defesa para a DARPA.

É também na DARPA que é fundado outro projecto de vigilância dos cidadãos dos EUA e que a todos coloca os cabelos em pé, a quando da sua divulgação, o Information Awareness Office, mais tarde conhecido pela TIA.

Em virtude de diversas criticas sobre os objectivos do projecto bem como a sua implementação levam o Congresso a cancelar os fundos para tal, diversos criticos indicam que é aí que entra o projecto de Mark Zuckerberg, Facebook.

Se não podem usar fundos governamentais por forma a fugirem ao controlo do Congresso, recorrem aos fundos para black projects da CIA através da In-Q-Tel, escondendo assim a continuação do projecto TIA, mas usando como máscara o Facebook, com a vantagem de conseguirem obter para além de informações dos cidadãos dos EUA, ainda as do resto do planeta.
Talvez por isso mesmo e a pensar nos países em desenvolvimento onde o acesso à Rede Internet é ainda problemático em virtude das fracas infraestruturas, o Facebook tenha criado o Facebook Lite, uma versão pensada para locais sem banda larga facilmente disponível.

http://yahyasheikho786.files.wordpress.com/2009/12/27xi5ck.jpg

Tenhamos atenção às seguintes afirmações contidas no TOS «Terms of service» bem como nas políticas de privacidade do Facebook:
Declaração de Direitos e Responsabilidades | Facebook

1.(…) you grant us a non-exclusive, transferable, sub-licensable, royalty-free, worldwide license to use any IP content that you post on or in connection with Facebook (“IP License”). This IP License ends when you delete your IP content or your account unless your content has been shared with others, and they have not deleted it.
2. When you delete IP content, it is deleted in a manner similar to emptying the recycle bin on a computer. However, you understand that removed content may persist in backup copies for a reasonable period of time (but will not be available to others).

Política de Privacidade | Facebook

When you sign up for Facebook you provide us with your name, email, gender, and birth date. During the registration process we give you the opportunity to provide additional profile information, such as where you went to school and where you work, and to add a picture of yourself, to help your friends connect with you. In some cases we may ask for additional information for security reasons or to provide specific services to you. Once you register you can visit your profile at any time to add or remove personal information about yourself. You can add basic information about yourself, such as information about your hometown, family, relationships, and your political and religious views. You can also add other information about yourself including your activities, interests, contact information, as well as more information about your education and job history.
(…)
Information from other websites. We may institute programs with advertising partners and other websites in which they share information with us:

We may ask advertisers to tell us how our users responded to the ads we showed them (and for comparison purposes, how other users who didn’t see the ads acted on their site). This data sharing, commonly known as “conversion tracking,” helps us measure our advertising effectiveness and improve the quality of the advertisements you see.
(…)
Information from other users. We may collect information about you from other Facebook users, such as when a friend tags you in a photo or video, provides friend details, or indicates a relationship with you.
(…)
Limitations on removal. Even after you remove information from your profile or delete your account, copies of that information may remain viewable elsewhere to the extent it has been shared with others, it was otherwise distributed pursuant to your privacy settings, or it was copied or stored by other users. However, your name will no longer be associated with that information on Facebook. (For example, if you post something to another user’s profile, and then you delete your account, that post may remain, but be attributed to an “Anonymous Facebook User.”) [os outros podem não ter acesso a quem escreveu mas no caso das fotos elas ficam lá e o mais importante é que o Facebook sabe quem é o ‘anónimo’] Additionally, we may retain certain information to prevent identity theft and other misconduct even if deletion has been requested.

Backup copies. Removed and deleted information may persist in backup copies for up to 90 days, but will not be available to others.

Outros investimentos foram feitos no Facebook, nomeadamente na quarta aposta no projecto, ou por outros investidores, neste caso a Greylock Partners ou então aumentos de capital por parte de Peter Thiel e da Accel Partners, que totalizaram algo como $US25Milhões.

https://i1.wp.com/regmedia.co.uk/2007/10/25/gates_zuckerburg.jpg

As injecções de milhões não se ficaram por aqui, até a empresa monopolista do sr. Bill Gates resolveu lá investir cerca de $US240Milhões, a mesma empresa que não tem quaisquer problemas em continuar a censurar as buscas dos cidadãos chineses ou que pede ‘ajuda’ à NSA para os seus sistemas, infelizmente a Google vai pelo mesmo caminho apesar de estar a tentar circundar  a Grande Firewall da China, mas creio que mais uma vez tem as costas quentes e tudo não passará de mais uma manobra da Intelligence do Governo Sombra dos EUA para atacar a China como bem descreve o caro Zibgniew Brzezinski.

E afinal de contas a microsoft tal como o Facebook não têm quaisquer problemas em ir para a cama com a Intelligence, têm mesmo manuais para tal. [yahoo, paypal, google, AOL, Skype, Cisco, Myspace(de Rupert Murdoch )]
É a CALEA em acção.

The Battle For Facebook : Rolling Stone

Beacon’s glory was fleeting, however. Users revolted, protesting the invasion of privacy, and Zuckerberg apologized. Still, his bold plans persuaded Microsoft to invest $240 million in Facebook, valuing the company at $15 billion — a staggering figure, considering that the site’s total revenues last year were only $150 million. “On the surface, it seems insane,” says Charlene Li, a technology analyst who has co-authored a book on social networking. “Why would Microsoft pay so much for such a small piece of a company? But whether it was $1 billion or $15 billion, it doesn’t matter. By making it $15 billion, it assures that no one would come near it. The only one who could now buy it is Microsoft.”

O descaramento é tanto que a CIA já nem têm qualquer pejo em recrutar directamente na sua página do Facebook, mas claro para tal há que ter conta no serviço.

Se ainda duvidam das mais que prováveis ligações do Facebook à Intelligence, recomendo a leitura deste artigo do NYTimes, que descreve como um dos pioneiros das aplicações para Computadores Pessoais, Mitchell Kapor, o criador do Lotus 123 e co-fundador da EFF «Electronic Frontier Foundation», um verdadeiro activista das liberdades civis, ao tomar conhecimento que o software da empresa, Groove Networks, na qual detinha um cargo importante estava a ser usado pelo Pentágono com fins de vigilância sobre os cidadãos, imediatamente se demitiu desta.

TECHNOLOGY – TECHNOLOGY – Software Pioneer Quits Board of Groove – NYTimes.com

Mitchell D. Kapor, a personal computer industry software pioneer and a civil liberties activist, has resigned from the board of Groove Networks after learning that the company’s software was being used by the
Pentagon as part of its development of a domestic surveillance system.

Mr. Kapor would say publicly only that it was a ”delicate subject” and that he had resigned to pursue his interests in open source software.

Pode-se argumentar que as informações, as suspeitas são apenas circunstanciais, talvez, mas como sempre digo nestas coisas não há coincidências e onde há fumo geralmente há fogo.
Que melhor ferramenta de vigilância poderia a Intelligence controlada pela elite Illuminati desejar?
Afinal de contas, eles não precisam sequer de se esforçarem para a carneirada lhes contar tudo sobre as suas tristes vidas, basta recorrerem à vaidade das alminhas cegas que fazem tudo o que lhes mandam, continuando assim alegremente a viverem as suas vidas vazias de conhecimento e objectivos, mas cheias de ilusões criadas de propósito para alimentarem todo este circo.

Artigos usados para esta entrada:

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Paulo Rangel convidado de Balsemão para o Bilderberg

Ainda antes de por aqui colocar a terceira parte sobre o nascimento do Facebook, acabo de ler esta espantosa e nada promissora notícia sobre o convite de Balsemão a Paulo Rangel, para o próximo encontro Bilderberg em Junho deste ano.

Meu caro, não estamos a ir nada bem, ainda não é líder e já está a desiludir.

Já no ano passado eu havia aqui escrito sobre a presença de Manuel Ferreira Leite no seio desse grupinho de malfeitores.

IOL Diário – Rangel convidado por Balsemão para encontro do grupo Bilderberg

O candidato à liderança social-democrata Paulo Rangel foi convidado pelo fundador do PSD Francisco Pinto Balsemão para participar no encontro anual do grupo Bilderberg, marcado para Junho, disse à Lusa fonte próxima do eurodeputado, noticia a Lusa.

P.S. até prova em contrário vamos acreditar que isto seja verdade, embora vindo da LUSA do putativo engº Sócrates, pode-se tratar de uma manobra.

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Tracebook, Trickbook, Thiefbook ou Facebook? Nascimento de uma fraude com ligações pouco recomendáveis. (II)

Trickbook, Thiefbook ou Facebook?

O início….

Nestes últimos dias tive a oportunidade de ler uns quantos artigos que vieram fazer alguma luz relativamente ao nascimento da rede social Facebook, apos a primeira parte que se encontra aqui, eis a segunda entrada sobre este tema.

Em poucas palavras, o Facebook nasceu torto, se for-mos rigorosos podemos mesmo afirmar que nasceu de uma fraude, de uma enorme deslealdade de Mark Zuckerberg para com três pessoas que na realidade tiveram a ideia da qual Mark se apossou, roubou, para implementar ele próprio na forma inicial o que designou por thefacebook.com.


via wikipedia (Mark Zuckerberg)

Explicando um pouco melhor.

Tudo terá começado no Outono de 2003 quando três amigos da Universidade de Harvard, os gémeos Cameron e Tyler Winklevoss bem como o seu amigo Divya Narendra (parece que a ideia terá mesmo sido deste último) tiveram a ideia de criar um site, uma rede social para os estudantes da universidade e que mais tarde se alargaria a outras universidades e escolas dos EUA, tratava-se do HarvardConnections.com.


via Gawker (os irmãos Winklevoss e o amigo Divya Narendra)

Apesar de terem a ideia, eles não possuiam os conhecimentos tecnicos para a concretizarem, como tal começaram por pagar a outro aluno de Harvard para que este desenvolvesse a ideia, o site, tratava-se de Victor Gao, no entanto no fim do semestre este pediu para abandonar o projecto sugerindo no entanto um nome, o de Mark Zuckerberg, para levar a cabo essa tarefa.

Mark Zuckerberg era já uma pequena celebridade no mundo de Harvard, em virtude de ter construído um site polémico, Facemash.com, o qual funcionava do seguinte modo, puxava fotos de estudantes directamente dos sites oficiais da Universidade e a seguir colocava lado a lado fotos de dois/duas estudantes pedindo que a seguir os visitantes votassem naquela(e) que achavam mais atraente constituindo depois um ranking da(o)s estudantes mais sexys lá do sitio.

Claro que isso causou problemas e Mark foi chamado ao Conselho Disciplinar dos estudantes de Harvard, mas ao mesmo tempo que criava problemas também aumentava a sua popularidade.

É devido a essa mesma popularidade de criar sites com impacto que levou Victor Gao a mencionar o seu nome aos três estudantes do HarvardConnections.

O primeiro encontro entre os quatro, decorreu a 30 de Novembro de 2003, os dois gémeos e o amigo descreveram a Mark a sua ideia tendo frisado dois pontos:

1. o site seria apenas para estudantes de Harvard e para tal só quem tivesse um endereço de mail válido da Universidade de Harvard é que se poderia inscrever.

2. Harvard seria apenas o início, uma vez que a ideia era expandir o projecto às restantes escolas dos EUA.

Pelo que se sabe, Mark terá abraçado com entusiasmo a ideia dos três amigos, tendo mesmo nessa noite enviado um mail aos três indicando que os dados que lhe tinham fornecido seriam fáceis de implementar e que no dia a seguir teria um protótipo já implementado por forma a debaterem novas ideias sobre o mesmo.

No dia a seguir Mark envia novo mail indicando que tudo está a decorrer pelo melhor, tendo mesmo já efectuado alguns registos, presume-se que do site, indicando ainda que os continuaria a informar dos progressos, dando assim a entender que estava de alma e coração no projecto.

Cerca de três a quatro dias depois destes primeiros mails, a conversa de Mark começa a mudar de tom, numa primeira fase mostrou-se super atarefado a construir o site, mas agora dava sinais que tinha deixado o projecto de lado para se dedicar ao trabalho escolar.

Mais de um mês depois, a 8 de Janeiro de 2004, Mark comunica através de mail que na sua opinião o site tem poucas funcionalidades para atrair atenções e se tornar num grande sucesso.

Na verdade tal como os três amigos mais tarde alegam, o que se passava é que Mark Zuckerberg lhes havia roubado a ideia e estava  na realidade a implementar o seu próprio projecto, Facebook, para o apresentar antes do HarvardConnections.

As investigações levadas a cabo pelo site Business Insider, revelam isso mesmo tendo por base diversas conversas entre Mark e
alguns amigos seus, os pais e confidentes, usando Instant Messaging.

No dia 7 de Dezembro uma dessas conversas entre Mark e uma das pessoas que viria a ser co-fundadora do Facebook (terá sido mesmo o primeiro patrocinador), o brasileiro Eduardo Saverin, seu colega de Universidade, demonstra os planos de Mark.


via Gawker (Eduardo Saverin)

Ainda sobre Saverin e o nascimento do FaceBook, dar olhada a estes artigos:

Saverin passava a ideia de ser alguém sem escrupulos, uma espécie de yuppie mafioso, tendo mesmo Mark numa das mensagens a um dos seus amigos afirmado que Saverin tinha dinheiro porque aparentemente o insider trading seria legal no Brasil.

Pelo que é afirmado por Mark em diversas mensagens é Saverin quem paga os servidores e quem numa primeira fase faz o primeiro investimento de cerca de 15000 dólares na companhia Facebook LLC, por esse investimento, Saverin fica detentor de 30% da empresa.

Nesses primeiros momentos, Saverin assume também o papel de confidente de Mark Zuckerberg, como o demonstra as mensagens trocadas entre ambos quando Mark resolve roubar a ideia dos três estudantes que o contrataram.

How Facebook Was Founded

Check this site out: http://www.harvardconnection.com and then go to harvardconnection.com/datehome.php. Someone is already trying to make a dating site. But they made a mistake haha.
They asked me to make it for them. So I’m like delaying it so it won’t be ready until after the facebook thing comes out.

Outras mensagens trocadas entre Mark e amigos que parecem comprometê-lo, são por exemplo esta com um amigo e antigo colega da Phillips Exeter Academy, Adam D’Angelo.
Mark manteve sempre informado dos seus planos, Adam.

How Facebook Was Founded

Zuck: So you know how I’m making that dating site

Zuck: I wonder how similar that is to the Facebook thing

Zuck: Because they’re probably going to be released around the same time

Zuck: Unless I fuck the dating site people over and quit on them right before I told them I’d have it done.

D’Angelo: haha

Zuck: Like I don’t think people would sign up for the facebook thing if they knew it was for dating

Zuck: and I think people are skeptical about joining dating things too.

Zuck: But the guy doing the dating thing is going to promote it pretty well.

Zuck: I wonder what the ideal solution is.

(…)

Zuck: I also hate the fact that I’m doing it for other people haha. Like I hate working under other people. I feel like the right thing to do is finish the facebook and wait until the last day before I’m supposed to have
their thing ready and then be like
“look yours isn’t as good as this so if you want to join mine you  can…otherwise I can help you with yours later.” Or do you think that’s too dick?

D’Angelo: I think you should just ditch them

Zuck: The thing is they have a programmer who could finish their thing and they have money to pour into advertising and stuff. Oh wait I have money too. My friend who wants to sponsor this is head of the investment society. Apparently insider trading isn’t illegal in Brazil so he’s rich lol.

D’Angelo: lol

Pelo que se pode depreender destas mensagens, Mark talvez com medo de que os três amigos pudessem apresentar ao mundo primeiro que ele o seu projecto, logo retirando todo o impacto e mostrando abertamente que o seu era uma cópia, que havia  roubado a ideia deles, Mark terá equacionado convidá-los a fazer parte do Facebook, ao que Adam responde que ele deveria por e simplesmente abandoná-los.

A quando do último encontro com os três amigos, em Janeiro de 2004, já Mark havia decidido o que fazer e havia-o dito a uma sua amiga e confidente de Harvard, apesar de ainda não estar pronto, o site thefacebook.com já tinha o dominio registado, Mark estava a trabalhar intensamente nele e Saverin pagava os custos dos servidores.

How Facebook Was Founded

Friend: So have you decided what you’re going to do about the websites?

Zuck: Yeah, I’m going to fuck them

Zuck: Probably in the year

Zuck: *ear

A falta de qualquer ética que Mark tão eloquentemente coloca na afirmação que os ‘irá foder’, mostra também o quanto cobarde é, uma vez que no último encontro de Janeiro de 2004, Mark para além de esconder que está a desenvolver um
site em tudo semelhante ao que os três amigos o haviam contratado para desenvolver, ainda lhes esconde que não iria terminar o Harvardconnections que se havia comprometido com eles.

Mark confessa mesmo à amiga que se intimidou com eles e que por isso nada lhes disse, chamando-os mesmo de ‘pobres coitados’.

Cronológicamente o que se passou segundo o Business Insider foi o seguinte:

* a 11 Janeiro de 2004,Mark regista o dominio thefacebook.com

* a 4 de Fevereiro de 2004 abre o site aos estudantes de Harvard

* a 10 Fevereiro 2004, Cameron Winklevoss envia uma carta a Mark acusando-o de ter infringido o acordo que tinha com os três e que lhes havia roubado a ideia

* em Maio do mesmo ano, Cameron, Tyler e Divya lançam o HarvardConnections como ConnectU, uma rede social para 15 escolas

* no verão de 2004, Mark muda-se para Palo Alto para trabalhar a tempo inteiro no Facebook e recebe pouco depois  um investimento de $500,000 dólares por parte de Peter Thiel, um dos fundadores do Pay Pal.

* em Setembro de 2004 Harvardconnections agora conhecido como ConnectU, processa Mark Zuckerberg e a empresa Facebook por este alegadamente ter desrespeitado o acordo e roubado a ideia.

* Fevereiro de 2008, Facebook e Connectu concordam em resolver o processo, tendo sido atribuídos cerca de US$65 Milhões de dólares aos três amigos

* Em Junho de 2008, o ConnectU recorreu da liquidação no 9º distrito da Califórnia, acusando o Facebook de negociação das suas acções sem a divulgação de informações materiais. Este apelo está em curso.

Quando os jornalistas da Business Insider descreveram o artigo que estavam a desenvolver à empresa Facebook relatando estes factos, a resposta foi que

How Facebook Was Founded

“We’re not going to debate the disgruntled litigants and anonymous sources who seek to rewrite Facebook’s early history or embarrass Mark Zuckerberg with dated allegations. The unquestioned fact is that since leaving
Harvard for Silicon Valley nearly six years ago, Mark has led Facebook’s growth from a college website to a global service playing an important role in the lives of over 400 million people.”

“Nós não iremos debater com litigantes descontentes e fontes anónimas que tentam reescrever os primórdios do Facebook ou embaraçar Mark Zuckerberg com alegações antigas.”

Apesar de segundo a Business Insider não haver conhecimento de um contracto formal entre Mark Zuckerberg e os três amigos do Harvardconnections, agora ConnectU, e de tentar passar a ideia de que um qualquer papel é mais importante que a palavra e a lealdade dadas, ainda assim os jornalistas da Business Insider indicam que existem razões para crer que Mark não foi honesto.

A verdade é que uma semana após Mark ter sido contactado para desenvolver a ideia de Cameron, Tyler e Divya ele se lançou na construção de um projecto muito semelhante tendo colocado de parte o projecto para o qual havia sido chamado a realizar e do qual
tinha total conhecimento.
Para além disso e como as mensagens o comprovam, terá escondido esse facto aos três amigos, bem como o facto que não estaria na realidade a desenvolver o projecto que estes lhe haviam confiado.

No decorrer desta investigação a Business Insider descobriu ainda dois casos que demonstram bem a falta de escrúpulos e ética, por parte de Mark Zuckerberg, demonstrando bem que ele não é uma pessoa em quem se pode confiar a nossa  Privacidade, uma vez que não tem qualquer pejo em recorrer a todos os meios para atingir os seus fins.

Os casos são os seguintes:

Ou seja, como Mark Zuckerber para proteger os seus interesses, acedeu ilegalmente ao site The Harvard Crimson usando para tal dados a que tinha acesso via o seu projecto thefacebook.com, uma vez que era o seu administrador e como tal tinha acesso aos logs do sistema.

Bem como mais uma vez ilegalmente acedeu ao site ConnectU uma vez que estava obcecado com a possibilidade deste site poder fazer frente ao seu thefacebook, o qual havia roubado aos criadores do ConnectU.
Nesta invasão ilegal, Mark terá apagado diversas contas bem como terá alterado outras incluindo a de um dos criadores do site, Cameron Winklevoss.

Termino esta segunda parte com a questão, comprariam um carro em segunda mão a este senhor?
Então porque lhe confiam ou confiariam, a vossa privacidade, dados pessoais, fotos etc?

A seguir….

Ligações pouco recomendáveis!

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Deputados, Assembleia da Republica, Fotos, Zooms e Privacidade

A propósito deste artigo no Expresso, “Um deputado é um bandalho e um bandalho não tem direitos”, do Bloquista Daniel Oliveira, com o qual concordo na íntegra, mas gostaria que o senhor jornalista complementasse o seu artigo.


Talvez como uma adenda, poderia escrever sobre os projectos que estes senhores deputados bem como alguns dos europeus
e governos por essa Europa fora, bem como a Comissão Europeia têm vindo a aprovar e a levar a cabo gastando milhões exactamente a controlar, espiar e destruir a privacidade dos cidadãos desses mesmos países.

Alguns exemplos, Adabts, cityware, samurai,Indect, ACTA, bases de dados de ADN, hadopi, blacklists de sites, drones para uso civil, chips nas matriculas, cctv’s por tudo quanto é lado, etc etc…

Ou será que existem dois tipos de privacidade?
A dos que os poderosos e influentes têm direito e depois a de todos os outros, cidadãos cada vez com mais deveres e menos direitos.

Conhecimento do artigo via FriendFeed da Carla Graça

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