Os números da insanidade – m$-ooxml 7228 páginas

Pois é, segundo o site noooxml, estes são os números da insanidade do pseudo formato da micro$oft.

formato fechado, proprietário, cheio de patentes, não livre e ainda sem ser considerado standard ISO, o m$-ooxml – 7228 páginas

o formato aberto e livre e já standard ISO, o ODF v1.2 – cerca de 700 páginas.


Front-page: 7228 pages of ISO ooxml

Opendocument Format saves our trees. ISO Open XML has been getting more and more fat.

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Fresquinhas: “Ubuntu cada vez mais sinónimo de Linux?” e ainda “PDF passa a ISO 32000-1”

Acabo de ler neste artigo, Which Linux Distributions Are Dying?, que cada vez mais o Ubuntu é sinónimo de Linux, isto com base nas estatísticas geradas nas buscas do Google.

Escusado será dizer que isto não é nada bom, não que eu tenha medo que o Ubuntu se transforme um ano destes numa nova micro$oft, mas sim porque com isso uma das vantagens do GNU/Linux, que é a enorme variedade, a enorme escolha, começar a deixar de fazer sentido para os grandes decisores, será algo como se passa agora com a m$, afinal sempre ouvimos a velha lenga lenga, que se toda a gente usa m$, não podem estar enganados!.

Felizmente ou infelizmente estão redondamente enganados, standards sim, só uma opção de OS, ou de qualquer tipo de software, NÃO, isso é péssimo para os utilizadores e para o mercado e ainda para a prórpia empresa, neste caso a Canonical e o Ubuntu, é que isso torna-os arrogantes, e pior que isso, a qualidade e inovação diminui.

Apesar de concordar com alguns pontos do artigo que menciono, acho que apesar das tendências de buscas estarem a baixar em algumas distros, isso também se deve ao cada vez maior uso de GNU/Linux e BSD‘s e como tal haver cada vez maior ajuda fora da Web, cada vez mais as distribuições estão mais fáceis de usar e instalar, a velha pescadinha com rabo na boca.
A verdade é que hoje qualquer distro das mais usadas, Ubuntu, Fedora, Mint, Mandriva, PClinuxOS, estão mais fáceis de instalar e até de usar que o m$-vi$ta e XP, pelo menos para quem tente instalar um ou outro OS, até a mãe de algumas destas distros, a Debian GNU/Linux está muito mais fácil de instalar, podendo logo de raíz encriptar-mos as partições e tudo.

Segundo a Distrowatch as posições das distros mais usadas no momento são as seguintes:

Rank Distribution
1 Ubuntu
2 openSUSE
3 Fedora
4 Mint
5 PCLinuxOS
6 Mandriva
7 Debian
8 Dreamlinux
9 Sabayon
10 Damn Small
11 FreeBSD
12 CentOS
13 Slackware
14 Kubuntu
15 MEPIS

Por exemplo nos 10 primeiros lugares estão para além da Debian, mais 4 distros baseadas nela, por isso creio que a bela Debian se mantém em óptima forma, apesar das estatisticas de buscas, até porque existem N excelentes sites e forum de ajuda desta dsitro, já para não dizer que Debian e Ubuntu se complementam, uma vez que sendo esta última baseada na Debian, muitas das dicas de uma funcionam na outra, o mesmo é verdade para o NOSSO ALINEX. :):):)

Infelizmente mesmo é o opensuse estar em 2º lugar na Distrowatch, aquela coisa da novell, é preocupante, uma vez que não faltará muito a ser propriedade da m$, se é que já não o é.

A segunda notícia é a aprovação por parte da ISO, que infelizmente está um bocado em baixo devido às jogadas escuras da m$, do formato da Adobe, o PDF, que até tem uma implementação da GNU.

A ISO está agora encarregue de todas as alterações à especificação PDF, sendo que o formato é aberto e acessível a todos, como ISO 32000-1, o standard é baseado na versão 1.7 do PDF.


LinuxWorld

The International Organization for Standardization has approved Adobe Systems’ widely used PDF (Portable Document Format) as an international standard, and is now in charge of any changes made to the specification.

The format is open and accessible to anyone as ISO 32000-1, the standards body said Wednesday. The standard is based Adobe’s version 1.7 of PDF.