Portugal deveria sair imediatamente da NATO

Esta tem sido sempre uma batalha da esquerda portuguesa, embora hipócrita, uma vez que durante a guerra fria nunca se queixaram do Pacto de Varsóvia.

Sendo um social democrata independente, que gosta muito de pensar pela sua própria cabeça, ou seja não gosto de joguinhos de bastidores, corruptos e aldrabões, e que sou profundamente alérgico a injustiças, após ler o artigo War in the Caucasus: Towards a Broader Russia-US Military Confrontation? de Michel Chossudovsky, e o artigo da wired, Russia Claims Georgia in Arms Build Up, só vejo uma saída para Portugal.

SAIR IMEDIATAMENTE DA NATO.

Esta organização se alguma vez teve como objectivo defender as nações ocidentais da Europa do papão da ex-União Soviética, hoje já não tem qualquer razão de ser, principalmente porque como se pode ler no artigo do economista Chossudovsky, a NATO é uma entidade que fomenta a guerrilha, a discórdia, a guerra, ou seja é efectivamente o oposto daquilo que sempre pensámos que fosse.

Mas esta ideia não é própriamente nova, desde há muito que existem provas de que a NATO é apenas e só um bando de terroristas a soldo de governos que se dizem democráticos, como EUA e Reino Unido, especialmente estes dois.

Durante a guerra fria os senhores da NATO não se coibiram de levar a cabo atentados terroristas que mataram cidadãos dos próprios países, apenas e só para fomentar o medo do papão Comunismo e levar os cidadãos a viverem num clima de medo, deixando assim caminho livre para gastos completamente idiotas em armamento.

Toda esta história está no livro do historiador Suiço, Daniel Ganser, trata-se da Operação Gladio, e o nosso país não fica de fora.

Todas estas movimentações da NATO, EUA, Georgia e Israel, não são novas já têm anos, mas nos últimos meses acentuaram-se.

O contingente de tropas da Georgia no Iraque é o 3º maior, logo atrás dos EUA e Reino Unido, essas mesmas tropas estão agora a ser transportadas por aviões dos EUA para a frente da guerra que o seu presidente declarou à Ossétia do Sul, presidente esse que é um fantoche nas mãos dos EUA.

Existe forte evidência que toda esta operação foi coordenada por militares dos EUA da NATO e especialistas Israelitas, toda esta agressão começou a ser preparada em Maio deste ano, tendo logo nessa altura o ministro da defesa russo acusado os EUA, indicando que os EUA a NATO e Israel estavam a conceder assistência militar à Georgia com vista a destabilizar a região.

War in the Caucasus: Towards a Broader Russia-US Military Confrontation?

Barely a few months ago, in early May, the Russian Ministry of Defense accused Washington, “claiming that [US as well as NATO and Israeli] military assistance to Georgia is destabilizing the region.” (Russia Claims Georgia in Arms Buildup, Wired News, May 19, 2008). According to the Russian Defense Ministry

“Georgia has received 206 tanks, of which 175 units were supplied by NATO states, 186 armored vehicles (126 – from NATO) , 79 guns (67 – from NATO) , 25 helicopters (12 – from NATO) , 70 mortars, ten surface-to-air missile systems, eight Israeli-made unmanned aircraft, and other weapons. In addition, NATO countries have supplied four combat aircraft to Georgia. The Russian Defense Ministry said there were plans to deliver to Georgia 145 armored vehicles, 262 guns and mortars, 14 combat aircraft including four Mirazh-2000 destroyers, 25 combat helicopters, 15 American Black Hawk aircraft, six surface-to-air missile systems and other arms.” (Interfax News Agency, Moscow, in Russian, Aug 7, 2008)

Desde 1999 que a Georgia tem recebido enormes ajudas militares dos EUA e em Julho deste ano levaram a cabo exercícios militares conjuntos, que se chamaram “Resposta Imediata”, envolvendo cerca de 1200 tropas dos EUA e 800 da Georgia.

Apesar de ainda não serem um país da NATO, as bases que têm sido construidas na Georgia, estão de acordo com os padrões da NATO, ou seja cumprem com todos os regulamentos da NATO para este tipo de instalações, até porque mais de 100 especialistas da NATO estão lá, de acordo com fontes dos militares dos EUA, embora se pense que são em bem maior escala.

O mais grave é que esta operação/AGRESSÃO visou inteiramente alvos civis, tendo morrido logo cerca de 1500 pessoas na Ossetia do Sul.

Tudo isto mais uma vez devido aos interesses do petróleo e gás natural que os Israelitas possuem nessa área, especialmente o Trans-Israel Eilat-Ashkelon pipeline.

Como é óbvio a Rússia exerceu o seu poder para se defender destes jogos do grupinho do costume, não que os russos sejam anjinhos ou inocentes, mas a verdade é que desta vez parecem ter alguma razão no que afirmam e mais uma vez os papagaios dos media estão a ser apenas e só os habituais veículos da propaganda norte-americana e seus aliados.

Como é óbvio, tal como a crise dos mísseis de Cuba, também agora os Russos não podem aceitar bases da NATO nas suas fronteiras, especialmente a chamada “guerra das estrelas” que é sem dúvida uma arma de ataque e não de defesa.

Será ainda importante frisar que um dos argumentos mais importantes para o estabelecimento de bases norte-americanas na Georgia, foi como desde 11 de Setembro é costume, o papão da Al-Qaeda, que na verdade não passa disso mesmo, um papão criado pelos media a soldo dos EUA e Reino Unido, o tal inimigo invisível que nunca será apanhado e que servirá para estas e muito mais guerras.

There is, however, one small kernel of truth in what is otherwise a rather self-serving argument: In 2002, when the U.S. began providing military assistance and training to Georgia, both the Washington and Tblisi claimed there was evidence of Al Qaeda hiding out in Georgia’s Pankisi region (similarly, there were articles, like this one in Time, titled “Inside Al-Qaeda’s Georgia Refuge“). Those early claims appear to have evaporated, however. In 2006, the Dallas Morning News ran an article repeating what many have come to believe in the years since: there never really was credible evidence of Al Qaeda in Georgia. The article quote a Tbilisi-based analyst saying: “I personally would not link al-Qaeda with Pankisi in any way whatsoever.”

in Wired

War in the Caucasus: Towards a Broader Russia-US Military Confrontation?

The Western media has portrayed the Russian as solely responsible for the deaths of civilians, yet at the same time the Western media has acknowledged (confirmed by the BBC) that most of the civilian casualties at the outset were the result of the Georgian ground and air attacks.

Based on Russian and Western sources, the initial death toll in South Ossetia was at least 1,400 (BBC) mostly civilians. “Georgian casualty figures ranged from 82 dead, including 37 civilians, to a figure of around 130 dead…. A Russian air strike on Gori, a Georgian town near South Ossetia, left 60 people dead, many of them civilians, Georgia says.” (BBC, August 9, 2008). Russian sources place the number of civilian deaths on South Ossetia at 2000.

A process of escalation and confrontation between Russia and America is unfolding, reminiscent of the Cold War era.

Versionista, um _diff_ web-based – Ou a ferramenta que McCain usa contra Obama

O site da campanha do Republicano McCain na sua “guerra” contra Obama, apresentou à dias uma comparação lado a lado das alterações sofridas pelo site de Obama, relativamente às suas posições sobre a guerra do Iraque.

É uma espécie de _diff_ mas web-based, o Versionista.

Segundo a entrevista da wired ao criador do Versionista, este teve a ideia de desenvolver o software devido às suas experiências com a Wikipedia.

Mais informação no blog da wired.

What’s the diff? McCain attacks Obama with Versionista

The old version:

Obama will immediately begin to remove our troops from Iraq. He will remove one to two combat brigades each month, and have all of our combat brigades out of Iraq within 16 months.

The new version:

Immediately upon taking office, Obama will give his Secretary of Defense and military commanders a new mission in Iraq: ending the war. The removal of our troops will be responsible and phased, directed by military commanders on the ground and done in consultation with the Iraqi government. Military experts believe we can safely redeploy combat brigades from Iraq at a pace of 1 to 2 brigades a month that would remove them in 16 months.

Os dois ÚNICOS candidatos de MUDANÇA às presidenciais dos EUA

Não. Não são nem Mcain nem Obama, mas sim a congressista Democrata, Cynthia McKinney e o congressista Republicano, Ron Paul.

Como escreveu Edward Dowling, Os dois maiores obstáculos para a democracia nos Estados Unidos são: primeiro, a ilusão generalizada entre os pobres de que temos uma democracia, e segundo, o terror crónico entre os ricos de que tenhamos uma”.

Infelizmente as hipóteses de chegarem à presidência são baixíssimas, muito por causa não das ideias que defendem, mas por elas não chegarem aos votantes, como Michael Parenti afirma In a capitalist “democracy” like the United States, the corporate news media faithfully reflect the dominant class ideology both in their reportage and commentary. At the same time, these media leave the impression that they are free and independent,
capable of balanced coverage and objective commentary. How they achieve these seemingly contradictory but legitimating goals is a matter worthy of study.

(…)Some critics complain that the press is sensationalistic and invasive. In fact, it is more often muted and evasive. More insidious than the sensationalistic hype is the artful avoidance. Truly sensational stories (as opposed to sensationalistic) are downplayed or avoided outright. Sometimes the suppression includes not just vital details but the entire story itself, even ones of major import.

Algumas informações sobre os candidatos:

Cynthia McKinney

Cynthia McKinney – Wikipedia, the free encyclopedia

Cynthia Ann McKinney (born March 17, 1955) is a former United States Congresswoman and the 2008 Green Party nominee for President of the United States. McKinney served as a Democrat in the U.S. House of Representatives from 1993 to 2003, and from 2005 to 2007, representing Georgia’s 4th Congressional District.

Um documentário sobre a candidata Cynthia McKinney, bem como o seu site de campanha:

American Blackout – Wikipedia, the free encyclopedia

American Blackout (2006) is a documentary film directed by Ian Inaba. It premiered at the 2006 Sundance Film Festival. The film chronicles the 2002 defeat, and 2004 reelection, of Congresswoman Cynthia McKinney to the U.S. House of Representatives; it also discusses issues surrounding alleged voter disenfranchisement and the use of voting machines in both the 2000 and 2004 presidential elections.

The Green Party’s McKinney on the ‘Spoiler’ Question | Newsweek Project Green | Newsweek.com

If you were to be elected, what would be item number one on the McKinney agenda?
Is it OK if I do several things simultaneously [laughs]? First of all, we have to instruct the Joint Chiefs of Staff to draw up an orderly withdrawal process for our troops in Iraq and Afghanistan. We would also begin work immediately on a budget to submit to Congress that satisfies human needs and doesn’t reflect corporate greed as the current budget does. I would also remind the members of Congress swept into office with me as the New Broom Coalition that we could initiate impeachment proceedings. Also, I would make public the papers pertaining to certain tragedies in the life of our country, like the JKF assassination, Martin Luther King Jr., and the 9/11 Truth Movement-I would release everything the Bush administration knew about September 11. One more thing I would do is begin the process of putting into place a Department of Peace. It would be wonderful to rename the Department of State as the Department of Peace and have our ambassadors go around the world with a mission…to begin their engagement in the world based on human rights and peace.

Ron Paul

Site da campanha

Ron Paul – Wikipedia, the free encyclopedia

Ronald Ernest Paul (born August 20, 1935) is a Republican United States Congressman from Lake Jackson, Texas, a physician, a bestselling author, and a former 2008 U.S. presidential candidate.

Ron Paul – Presidential Election of 2008 – Elections – Candidates – Republicans – New York Times

The Antiwar, Anti-Abortion, Anti-Drug-Enforcement-Administration, Anti-Medicare Candidacy of Dr. Ron Paul

Ron Paul – Presidential Election of 2008 – Elections – Candidates – Republicans – New York Times

Alone among Republican candidates for the presidency, Paul has always opposed the Iraq war. He blames “a dozen or two neocons who got control of our foreign policy,” chief among them Vice President Dick Cheney and the former Bush advisers Paul Wolfowitz and Richard Perle, for the debacle. On the assumption that a bad situation could get worse if the war spreads into Iran, he has a simple plan. It is: “Just leave.” During a May debate in South Carolina, he suggested the 9/11 attacks could be attributed to United States policy. “Have you ever read about the reasons they attacked us?” he asked, referring to one of Osama bin Laden’s communiqués. “They attack us because we’ve been over there. We’ve been bombing Iraq for 10 years.” Rudolph Giuliani reacted by demanding a retraction, drawing gales of applause from the audience. But the incident helped Paul too. Overnight, he became the country’s most conspicuous antiwar Republican.

Ron Paul – Presidential Election of 2008 – Elections – Candidates – Republicans – New York Times

Paul’s opposition to the war in Iraq did not come out of nowhere. He was against the first gulf war, the war in Kosovo and the Iraq Liberation Act of 1998, which he called a “declaration of virtual war.” Although he voted after Sept. 11 to approve the use of force in Afghanistan and spend $40 billion in emergency appropriations, he has sounded less thrilled with those votes as time has passed. “I voted for the authority and the money,” he now says. “I thought it was misused.”

Ron Paul – Presidential Election of 2008 – Elections – Candidates – Republicans – New York Times

“I was annoyed by the evangelicals’ being so supportive of pre-emptive war, which seems to contradict everything that I was taught as a Christian,” he recalls. “The religion is based on somebody who’s referred to as the Prince of Peace.”

Ron Paul – Presidential Election of 2008 – Elections – Candidates – Republicans – New York Times

For Paul, everything comes back to money, including Iraq. “No matter how much you love the empire,” he says, “it’s unaffordable.” Wars are expensive, and there has been a tendency throughout history to pay for them by borrowing. A day of reckoning always comes, says Paul, and one will come for us. Speaking this spring before the libertarian Future of Freedom Foundation in Reston, Va., he warned of a dollar crisis. “That’s usually the way empires end,” he said. “It wasn’t us forcing the Soviets to build missiles that brought them down. It was the fact that socialism doesn’t work. Our system doesn’t work much better.”


Imagens que nos fazem pensar: “A ida à lua através do espaço ou através de Hollywood?”

Existem n sites na web que exploram o filão de um eventual embuste/hoax, que terá sido perpetrado pela NASA em 20 de Julho de 1969 a quando da suposta aterragem na Lua da Apollo 11.

A NASA terá criado na terra aquilo que não era possível fazer nem naquela altura, nem provavelmente agora, especialmente devido ao Van Allen Radiation Belt, ou seja, nunca o homem teria pisado a superfície lunar, nunca teria havido a famosa ida à lua por parte dos EUA, pelo menos a ida com tripulação.

É claro que existe quem discorde, afirmando que “An object satellite shielded by 3 mm of aluminium in an elliptic orbit passing through the radiation belt will receive about 2,500 rem (25 Sv) per year.[5]

Ainda assim uma das situações que mais me intrigam são as imagens das quedas dos astronautas na Lua, mesmo com uma gravidade reduzida, não deixa de ser estranho a maneira, e a relativa facilidade com que se levantam.

Aconselho a visualização atenta das imagens a quando das quedas, existem outros temas que se podem debater, tais como se haveria câmaras fotográficas que aguentassem as extremas condições do espaço e da Lua, segundo o documentário a própria Kodak indica que o filme usado não suportaria essas condições.

Have fun!!!

Moon Landing Hoax – Wires Footage – InfoDebug.com

Obama é um Falcão, que não restem dúvidas disso.

Na melhor tradição, Obama é um falcão

(…)Edward Dowling escreveu: “Os dois maiores obstáculos para a democracia nos Estados Unidos são: primeiro, a ilusão generalizada entre os pobres de que temos uma democracia, e segundo, o terror crónico entre os ricos de que tenhamos uma”.

Mais uma vez o jornalista John Pilger através de um artigo claro e curto, chama-nos para a realidade crua.

Obama é um Falcão.

Provavelmente até pior que Bush Jr, infelizmente mais uma vez os media estão a construir uma imagem virtual do candidato à presidência dos EUA, e que, como sabemos, tem repercussões por todo o mundo.

Na pele de pomba que nos é apresentado, tal como foi Harry Truman, o liberal democrata dito ser um humilde homem do povo, que avançou para mostrar quão duro era arrasando duas cidades com a bomba atómica.“, estará um futuro, senão, já presente, FALCÃO.

Mas vamos ao concreto, porque afirma John Pilger que Obama é um Falcão?
A resposta encontra-se no artigo “Na melhor tradição, Obama é um falcão”, deixo pois aqui algumas citações do artigo que explicam a tese de Pilger.

Na melhor tradição, Obama é um falcão

Por exemplo, desde que comparei Obama com Robert Kennedy nestas páginas, ele fez duas importantes declarações, mas não deixaram que as suas implicações atrapalhassem as celebrações. A primeira foi na conferência do American Israel Public Affairs Committee (Aipac), o lobby sionista, o qual, como destacou Ian Williams, “conseguirá que você seja acusado de anti-semitismo mesmo que tenha citado o sítio web da mesma para mostrar do seu poder”. Obama já efectuou a sua genuflexão, mas dia 4 de Junho foi mais além. Ele prometeu apoiar uma “Jerusalém não dividida” como capital de Israel. Nem um único governo sobre a terra apoia a anexação israelense de toda a Jerusalém, incluindo o regime Bush, o qual reconhece a resolução da ONU que designa Jerusalém como cidade internacional.

Na melhor tradição, Obama é um falcão

A sua segunda declaração, amplamente ignorada, foi feita em Miami a 23 de Maio. Ao falar à comunidade cubana expatriada – a qual ao longo de anos produziu dedicadamente terroristas, assassinos e traficantes de drogas para administrações estado-unidenses – Obama prometeu continuar o feroz embargo a Cuba que ano após ano tem sido declarado ilegal pelas Nações Unidas.

Mais uma vez, Obama foi além de Bush. Ele disse que os Estados Unidos haviam “perdido a América Latina”. Descreveu os governos democraticamente eleitos na Venezuela, Bolívia e Nicarágua como “vácuos” a serem preenchidos. Levantou a insensatez de uma influência iraniana na América Latina e apoiou “o direito da Colômbia de atacar terroristas que procuram lugares seguros além das suas fronteiras”. Traduzido, isto significa o “direito” de um regime, cujo presidente e políticos principais estão ligados a esquadrões da morte, invadir seus vizinhos no interesse de Washington. Ele também apoiou a chamada Iniciativa Merida, a qual a Amnistia Internacional e outros condenaram como sendo os EUA a levar a “solução colombiana” para o México. E não parou aqui. “Devemos pressionar mais o Sul também”, disse ele. Nem mesmo Bush disse isso.

John Pilger termina o artigo, frisando que “Por muito que a cor da sua pele influencie tanto racistas como
apoiantes, isso de qualquer forma é irrelevante para o jogo da grande
potência. O “momento verdadeiramente excitante e histórico na história
do EUA” só ocorrerá quando o próprio jogo for contestado.”

Não estando no artigo mas também por diversas vezes afirmado pelo próprio durante a campanha, Obama pretende manter as tropas no Iraque e no Afeganistão e não lhe repugna própriamente uma intervenção militar no Irão.
Mais palavras para quê, quem mais uma vez espera que algo de importante saia das próximas eleições norte-americanas, está a enganar-se e a construir mais uma vez uma realidade virtual que nada tem a ver com os factos e com a realidade efectiva em que vivemos, infelizmente os maiores criadores dessa pseudo-realidade são os senhores e senhoras da suposta esquerda e centro direita que pululam pelos media portugueses e na AR.

Como treinar esquadrões da morte e esmagar revoluções empregando terroristas e ainda fazendo com que a polulação aprecie

Foi colocado no site Wikileaks, dia 15 de Junho 2008, o manual “Foreign Internal Defense Tactics Techniques and Procedures for Special Forces (1994, 2004)”, que é o manual oficial da doctrina das forças especiais dos EUA, para a “Foreign Internal Defense”.

Para quem continua a achar que elementos da administração dos EUA seriam incapazes de levar a cabo ataques terroristas no seu próprio país, como a história mal contada dos atentados de 11 Setembro de 2001, tem pois aqui, mais um excelente motivo para começar a duvidar do que os media lhe impingem a toda a hora.

É só mais uma achega aos já conhecidos ataques e às operações “false flag” usadas ou planeadas por elementos de anteriores administrações, ou ainda pelos atentados terroristas que varreram a Europa, através da Operação Gladio da NATO.

Foreign internal defense – Wikipedia, the free encyclopedia

Foreign internal defense (FID) is used by a number of Western militaries, explicitly by the United States but sharing ideas with countries including France and the United Kingdom, to describe an approach to combating actual or threatened insurgency in a foreign state called the Host Nation (HN). The term counter-insurgency is more commonly used worldwide than FID. The United States, and even NATO, cannot control all insurgencies. Fortunately, regional powers such as Nigeria and Brazil, as well as organizations such as the African Union (AU) and the Association of Southeast Asian Nations (ASEAN), have shown an increased willingness to take some responsibility for containing turmoil in their regions. Consider, for example, the deployment of AU troops in the Darfur region of Sudan and ECOMOG in Sierra Leone. But as Darfur has also demonstrated, regional troops can mobilize only if they have adequate logistical and transport capabilities”, provided by US airlift to Darfur[1] and UK in Sierra Leone (i.e., Operation Barras).

How to train death squads and quash revolutions from San Salvador to Iraq – Wikileaks

The manual directly advocates training paramilitaries, pervasive surveillance, censorship, press control and restrictions on labor unions & political parties. It directly advocates warrantless searches, detainment without charge and (under varying circumstances) the suspension of habeas corpus. It directly advocates employing terrorists or prosecuting individuals for terrorism who are not terrorists, running false flag operations and concealing human rights abuses from journalists. And it repeatedly advocates the use of subterfuge and “psychological operations” (propaganda) to make these and other “population & resource control” measures more palatable.

The content has been particularly informed by the long United States involvement in El Salvador

Reino Unido com mais uma lei castradora dos direitos, liberdades e garantias

Como já vem sendo habitual, quer o Reino Unido, quer os EUA, estão numa corrida a ver quem consegue criar leis mais idiotas e castradoras dos direitos humanos, sim porque a liberdade é um direito alienável do ser humano.

Hoje surge a notícia que o Reino Unido aprova lei que aumenta de 28 dias para 42 sem que a pessoa detida seja acusada de crime, supostamente será aplicada só em casos de “suspeita” de terrorismo.

BBC NEWS | UK | UK Politics | David Davis resigns from Commons

Mr Davis said he would fight the by-election campaigning against the
government’s plans to extend pre-charge detentions for terror suspects
to a maximum of 42 days.

BBC NEWS | UK | UK Politics | David Davis resigns from Commons

He has led the opposition to Labour’s plans to extend the maximum limit
terror suspects can be held beyond the current 28-day maximum.

É só mais uma lei que se vem somar a muitas outras, especialmente o Terrorism Act.

O problema está mesmo na palavra, SUSPEITA, é que aqui dá para colocar qualquer situação, afinal de contas foi no Reino Unido que um cidadão brasileiro foi morto com mais de um tiro, quando estava a correr no metro e apenas por SUSPEITA de ser terrorista porque levava uma mochila às costas e um casaco mais grosso.

Mesmo tendo sido provado que o cidadão brasileiro não era terrorista, nada aconteceu aos policias que o assassinaram.
O mais grave é que testemunhas no local indicam que o cidadão terá sido executado, uma vez que já o tinham detido quando o balearam na cabeça.

BBC NEWS | UK | ‘No charges’ for Menezes police

But the Guardian says no individual police officers involved will face
prosecution and the CPS has ruled out murder or manslaughter charges
after a review of the circumstances surrounding the shooting on 22
July.

Nos EUA, leis como o Patriot Act ou o fim do Habeas Corpus, estão a tornar o país num autêntico estado policial, havendo já a conversão de enormes espaços em campos de detenção, onde antes havia arame farpado que apontava para o exterior, agora existe arame farpado virado para o interior, ou seja para não deixar sair.


Enforcement on Steroids: Homeland Security’s Emerging Immigration Police State

Forced drugging. Abuse. Death. That’s what workplace-based mmigration enforcement without deeper reform looks like.Last week, hundreds of Immigration and Customs Enforcement (ICE) agents, flanked by helicopters, a trail of SUVs and a convoy of buses, descended on the tiny town of Postville, Iowa. They set up a perimeter around the 60-acre kosher meat-processing plant operated by the global giant Agriprocessors, Inc. and conducted the largest workplace raid in
U.S. history. Around 400 people were arrested — most from Mexico,
Eastern Europe and Guatemala — representing 40 percent of the plant’s
workers and 17 percent of the town’s population. Warrants for another
300 were issued.

Elaine Cassel: Bush’s Police State and Independence Day

Pre-emptive War; Pre-emptive Arrests Bush’s Police State and Independence DayBy ELAINE CASSELAs a criminal defense attorney, I am often in the unenviable position of telling a first-time offender that the rights they thought they had under the Constitution don’t mean what they think they do. Recently, a well-educated, professional woman engaged me to defend her in charges of obstruction of justice. Her crime? She had tried to talk to a police officer (big mistake, there) about the circumstances that led to her friend, about to be arrested, walking on highway (absolutely nothing wrong with that, but that is beside the point).

She was arrested for obstruction of justice, but not until backup officers and dogs had been called. Her companion, who had exited her car over an argument they were having, was “arrested” for jaywalking. He was not “jaywalking,” and, if he were, he would have been issued a “summons,” not arrested and cuffed and taken to jail.

Se é verdade que estas leis poderão não nos afectar directamente, a realidade é que quer a Alemanha, quer a Suécia e Rússia também andam a implementar leis completamente idiotas, tudo por causa da mentira criada a partir do 11 Setembro 2001, a famosa “guerra ao terror”, não tardará muito que a própria UE comece a legislar de forma absurda e atentatória dos direitos dos seus cidadãos.

Ainda por cima a tal autêntica mentira da “guerra ao terror”, foi criada a partir de um acontecimento que ainda hoje está muito mal explicado e onde quer Tony Blair quer a Administração Bush mentiu com quantos dentes tem, quer nos atentados quer depois nas razões pelas quais invadiram ilegalmente quer o Afeganistão quer o Iraque.

New light on the putative value of intelligence dossiers issued by Tony Blair’s office in Number 10 Downing Street was not long in coming. In September 2002, Blair published amid great fanfare his dossier purporting to demonstrate that Saddam Hussein’s Iraq currently possessed weapons of mass destruction. This was entitled “Iraq: Its Infrastructure of Concealment, Deception, and Intimidation,” and it was clearly crafted to provide a pretext for waging unprovoked and aggressive war against Iraq. This dossier was exposed as a fraud in two distinct waves of demystification. The first exposure took
place in February 2003, when it emerged that entire sections of this report, which had been billed as the most up-to-date evaluation that could be offered by the very formidable capabilities of MI-6 and the rest of the British intelligence machine, had simply been
lifted, plagiarized without attribution, from older documents in the public domain. The Iraq dossier had been concocted by Blair and his media guru Alistair Campbell, a figure
who combined the worst of image-mongers like Michael Deaver and Karl Rove, using materials provided by British intelligence. Parts of Blair’s dossier had been stolen from articles written by Sean Boyne of Jane’s Intelligence Review, who was horrified by the
nefarious use to which his work had been put. “I don’t like to think that anything I wrote has been used as an argument for war. I am concerned because I am against the war,” complained Boyne. Another source from which Blair had lifted material verbatim was a thesis entitled “Iraq’s Security and Intelligence Network,” published in September 2002 by a graduate student, Ibrahim al-Marashi, a California resident. Al-Marashi was equally
indignant, commenting that “this is wholesale deception. How can the British public trust the government if it is up to this sort of tricks? People will treat any other information they publish now with a lot of skepticism from now on.” And not just from now on; it is our contention here that this disbelief in regard to Tony Blair’s work product should also be applied retrospectively.
in 9/11 Synthetic Terror: Made in USA, Fourth Edition by Webster Griffin Tarpley

Relativamente aos atentados, ainda hoje o FBI não reconhce que tenha sido Bin Laden e a Al-Qaeda a ter levado a cabo os atentados.

USAMA BIN LADEN IS WANTED IN CONNECTION WITH THE AUGUST 7, 1998, BOMBINGS OF THE UNITED STATES EMBASSIES IN DAR ES SALAAM, TANZANIA, AND NAIROBI, KENYA. THESE ATTACKS KILLED OVER 200 PEOPLE.
IN ADDITION, BIN LADEN IS A SUSPECT IN OTHER TERRORIST ATTACKS THROUGHOUT THE WORLD.

Bem como no relatório apresentado por Tony Blair e o MI6, o que é afirmado relativamente aos ataques logo no início do relatório, faz-nos pensar, ainda para mais quando o relatório seguinte como mostro acima, é uma teia de mentiras.

With the US regime struggling, into the breach rushed Tony Blair, a glib and slippery apologist for war. On October 2, Blair’s office in Number 10 Downing Street released the first of his celebrated dossiers. It was entitled “Responsibility for the Terrorist Atrocities in the United States.” Unfortunately, Blair’s dossier was obliged to begin on an uncertain note: “This document does not purport to provide a prosecutable case against Osama Bin Laden in a court of law.” Why not, given what is at stake? Answer: “Intelligence often
cannot be used evidentially, due both to the strict rules of admissibility and to the need to protect the safety of sources. But on the basis of all the information available HMG [Her Majesty’s Government] is confident of its conclusions as expressed in this document.” Of course, this means that since the proof may be insufficient, we are expected to believe
Blair & Co. on the basis of their general integrity and credibility. This is a controversial point, to which we will soon return.

Some indication of the problems being encountered by the US bureaucracy in trying to pin 9/11 on Bin Laden were reflected in a Wall Street Journal article entitled “Faint Trail: It’s Surprisingly Tough To Pin Terror Attacks on the ‘Prime Suspect.’” Here the paucity
of evidence was the dominant note. Such evidence as did exist was largely circumstantial, the Journal noted, such as ties of suspected hijacker Mohammed Atta to Egyptian Islamic
Jihad, which allegedly was part of bin Laden’s Al Qaeda; the presence of one hijacker in Malaysia in January 2000, meeting with someone linked to the bombing of the USS Cole,
which was in turn allegedly linked to bin Laden; communications intercepts showing Al-Qaeda operatives had some advanced knowledge of the strikes; or that two of the suspected hijackers were perhaps linked to a suspected bin Laden operative in Boston.
The Journal conceded that the issue of proof was a key component of the U.S.’s ability to enlist support of Islamic countries such as Pakistan, Saudi Arabia, Egypt, Jordan, and
perhaps Syria. “The issue of proof is no small matter,” one Administration official was cited as observing. But the US case was plainly a lame one, with an unidentified intelligence official concluding weakly that “no information has come up that suggests that bin Laden wasn’t involved.” in
9/11 Synthetic Terror: Made in USA, Fourth Edition by Webster Griffin Tarpley

Com tanta mentida vinculada por pessoas que se encontram nos mais altos cargos das nações, como pode alguém esperar ou acreditar na bondade de semelhantes medidas?
Como pode alguém acreditar que estas medidas serão para nos proteger e não para nos destruir, nos retirar as liberdades e garantias que todo o ser humano tem pelo simples facto de ter nascido.

P.S. Também penso duas vezes agora quando uso o GOOGLE, é que o senhor “USA Schmidt, Eric Chairman of the Executive Committee and CEO, Google”, também esteve na reunião do grupinho fascista, Bilderberg.