Os efeitos das negociatas das Vacinas da Gripe

Ora cá está, era inevitável depois de tanta aldrabice junta e de tanta desinformação misturada com verdadeiras campanhas publicitárias/propaganda que tentaram e de certa forma conseguiram enfiar pela goela abaixo do zé povinho o medo, terror de uma catástrofe que como alguns de nós esperávamos nunca se veio a concretizar.

Segundo os números apresentados no artigo da Renascença, terão sido 18500 as vitimas a nível mundial e 124 em Portugal, ou seja muito longe do que uma normal gripe faz anualmente, por exemplo no nosso país morrem cerca de 2500 pessoas por ano vitimas de gripe.
Como é que com estes números bem abaixo dos valores normais de mortes por este tipo de doença se vendeu o pânico de uma pandemia, ou pior como é que se elevaram os alertas a um nível de pandemia?

Tal como muitos afirmaram, de médicos a enfermeiros, a verdadeira catástrofe, o real crime foram todas as mentiras e negociatas realizadas à volta das vacinas que impingiram ao público, gastando milhões do erário público e destruindo em diversos casos a saúde das pessoas.

É claro que apesar de se dizer que se irão realizar estudos sobre o assunto, ao mesmo tempo começa-se logo a sacudir a água do capote, ou seja, antes dos estudos já vão vendendo ao público as conclusões da mesma forma que o fizeram com as diversas mortes ocorridas com fetos.

“Recorde-se que em Novembro de 2009, a Agência Europeia do Medicamento encerrou o processo que analisava a relação entre a vacina Pandermrix e vários casos de mortes fetais registados na Europa. Uma ligação entre os dois fatores foi considerada “improvável”.” [via Expresso]

É um mundo de coincidências, até as dos médicos que fazendo parte da WHO/Organização Mundial de Saúde, receberam dinheiro da Big Pharma (das empresas que desenvolveram as vacinas) e que esconderam esse facto enquanto ao mesmo tempo criavam uma onda de pânico com previsões de milhões de mortes e aumentando para o nível 6 uma suposta pandemia que nunca ocorreu.

Por fim e em relação à farsa da AH1N1, recomendo este artigo da Natural News que indica que a senhora dra Julie Louise Gerberding, directora do CDC, de 2002 até ao fim deste ano de 2009, deixou de o ser, tendo trocado o CDC por um lugar numa das maiores empresas farmaceuticas do mundo, a Merck.

Por cá já alguém viu a sra Ministra da Saúde, Ana Jorge e o director-geral da Saúde, Francisco Jorge, bem como o Primeiro Ministro, José Sócrates, abrirem a boca sobre estes verdadeiros crimes?

Mais info:

Vacina da gripe A associada a doença neurológica – Expresso.pt

Agência Europeia do Medicamento investigará possível relação entre a Pandemrix, vacina da gripe A/H1N1, e vários casos de narcolepsia, doença neurológica, detetados na Europa.

Num comunicado divulgado hoje, a Agência Europeia do Medicamento (EMA) diz que vai investigar , a pedido da Comissão Europeia, uma eventual relação entre a vacina da gripe A/H1N1 – Pandemrix -, administrada durante a passada pandemia, e 21 casos de narcolepsia registados na Suécia, Finlândia e França.

Renascença – Música e Informação Dia a Dia

Até ao momento foram notificados mais de 30 casos na Europa. Os primeiros casos ocorreram na Finlândia, que decidiu suspender a vacinação de crianças e jovens por precaução.

WHO list reveals flu advisors with financial ties to pharma, vaccine manufacturers

After months of stalling, the World Health Organization (WHO) has finally revealed the names of key pandemic advisors who influenced its decision to declare a phase six pandemic last year — a decision that resulted in a financial windfall for vaccine manufacturers. As you’ll see here, that list includes at least five expert advisors received money from vaccine companies.

Here’s who received money from Big Pharma and then influenced the WHO decision to declare a pandemic:

WHO and the pandemic flu “conspiracies” — Cohen and Carter 340 — bmj.com

Key scientists advising the World Health Organization on planning for an influenza pandemic had done paid work for pharmaceutical firms that stood to gain from the guidance they were preparing. These conflicts of interest have never been publicly disclosed by WHO, and WHO has dismissed inquiries into its handling of the A/H1N1 pandemic as “conspiracy theories.”
(…)
A joint investigation by the BMJ and the Bureau of Investigative Journalism has uncovered evidence that raises troubling questions about how WHO managed conflicts of interest among the scientists who advised its pandemic planning, and about the transparency of the science underlying its advice to governments. Was it appropriate for WHO to take advice from experts who had declarable financial and research ties with  pharmaceutical companies producing antivirals and influenza vaccines? Why was key WHO guidance authored by an influenza expert who had received  payment for other work from Roche, manufacturers of oseltamivir, and GlaxoSmithKline, manufacturers
of zanamivir?
And why does the composition of the emergency committee from which Chan sought guidance remain a secret known only to those within WHO? We are left wondering whether major public health organisations are able to effectively manage the
conflicts of interest that are inherent in medical science.

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Iraque: O mito da retirada das tropas dos EUA

Como hoje se vai assistir a muita desinformação, aqui ficam alguns dados relativos à suposta retirada do Iraque das tropas dos EUA.

Yes we can….

Sim nós podemos continuar a mentir com a maior das facilidades porque os cidadãos estão completamente adormecidos e enganados pelos nossos papagaios amestrados, os media mainstream!

Este é apenas mais um dos muitos exemplos da mudança que nunca foi nem nunca o será!

Pensemos no seguinte, algum país que gasta biliões a criar uma embaixada gigantesca e inúmeras bases num país que para além da riqueza petrolífera que detém é ainda estrategicamente central para o seu domínio imperial, alguma vez pensará em abandonar tudo isso?

Nada mais digo, creio que os dados a seguir falam por si!


via Spiegel

https://i0.wp.com/media.mcclatchydc.com/smedia/2007/10/18/19/886-20071018-USIRAQ-EMBASSY.small.prod_affiliate.91.jpg

O novo Saddam de Baghdad – A política Imperialista dos EUA

The US isn’t leaving Iraq, it’s rebranding the occupation | Seumas Milne | Comment is free | The Guardian

Nothing
could be further from the truth. The US isn’t withdrawing from Iraq at
all – it’s rebranding the occupation.
Just as George Bush’s war on
terror was retitled “overseas contingency operations” when Obama became
president, US “combat operations” will be rebadged from next month as
“stability operations”.


But as Major General Stephen Lanza, the
US military spokesman in Iraq, told the New York Times: “In practical
terms, nothing will change”
. After this month’s withdrawal, there will
still be 50,000 US troops in 94 military bases,
“advising” and training
the Iraqi army, “providing security” and carrying out
“counter-terrorism” missions
. In US military speak, that covers pretty
well everything they might want to do.

(…)
The US now wants to expand their numbers sharply in what Jeremy Scahill,
who helped expose the role of the notorious US security firm
Blackwater, calls the
“coming surge” of contractors in Iraq. Hillary Clinton wants to increase the number of military contractors working for the state department alone from 2,700 to 7,000, to be based in five “enduring presence posts” across Iraq.

List of United States Army installations in Iraq

The US Armed Forces has many military bases in Iraq:

U.S. Embassy, Baghdad – Wikipedia, the free encyclopedia

A new embassy, which has been referred to as Fortress America[8], opened in January 2009 in the Green Zone in Baghdad.[2] The embassy complex comprises 21 buildings on a 104 acre (42 ha) site, making it the largest and most expensive U.S. embassy in the world.[9]

It is located along the Tigris river, west of the Arbataash Tamuz bridge, and facing Al Kindi street to the north. The embassy is a permanent structure which has provided a new base for the 5,500 Americans currently living and working in Baghdad. During construction, the US government kept many aspects of the project under wraps, with many details released only in a U.S. Senate Foreign Relations Committee report.[9] Apart from the 1,000 regular employees, up to 3,000 additional staff members have been hired, including security personnel.

United States military in Iraq – Wikipedia, the free encyclopedia

The United States military has played a major role in the 2003 invasion of Iraq and the subsequent Iraq War. Its missions and activities there have brought a range of new challenges, and various impacts on military personnel, equipment and procedures. United States land forces in Iraq are represented by all service branches, and also include Joint command organisations.

US Military Bases in Iraq

zFact:$1 Billion for military construction For 2005 and 2006, Washington has authorized or proposed almost $1 billion for US military construction in Iraq, as American forces consolidate at Balad, known as Anaconda, and a handful of other installations, big bases under the old regime.

zFact:Asad Base is 19 square miles, has two bus routes, a car dealership, a Burger King, a Pizza Hut, traffic rules and stop signs. The proposed 2006 supplemental budget for Iraq operations would provide $7.4 million to extend the no man’s land and build new security fencing. 3/26/06 Boston Globe

zFact:The U.S. has 14 “enduring bases” in Iraq
“As it is now called, Camp Maerz is one of fourteen “enduring bases” in Iraq, and includes “satellite television and Internet cafes. The facility’s dining hall is the size of an airport hangar.” from The Army Lawyer (PDF), August 2005.

zFact:The U.S. military has more than $1.2 billion in projects either underway or planned in the Central Command region — an expansion plan that U.S. commanders say is necessary both to sustain operations in Iraq and Afghanistan and to provide for a long-term presence in the area. Washington Post

zFact:And then there is the new embassy A new U.S. embassy will cost between $600 million and $1 billion. It is to arise in Baghdad’s Green Zone on a plot of land along the Tigris River that is reportedly two-thirds the area of the National Mall in Washington, DC. The plans for this “embassy” are almost mythic in nature. A high-tech complex, it is to have “15ft blast walls and ground-to-air missiles” for protection as well as bunkers to guard against air attacks. 

Iraq Facilities

In January 2005 it was reported that the Pentagon was building a permanent military communications system in Iraq. The new Central Iraq Microwave System, is to consist of up to 12 communications towers throughout Iraq, along with fiber-optic cables connecting Camp Victory to other coalition bases in the country.

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‘A Al-Qaeda não existe’

Excelente documentário do também magnífico The Corbett Report sobre a criação do mito Al-Qaeda, a base de dados dos guerrelheiros mujahideen (quando isso interessava aos EUA), agora terroristas (quando agora dá jeito para mais altos voos dos mesmos de sempre).

Tem imagens muito interessantes que eu ainda não havia visto, como por exemplo o mentor de Obama e criador dessa base de dados bem como controlador do operacional Bin Laden, alias, Tim Osman, Zbigniew Brzezinski a apelar ao fundamentalismo religioso por forma a controlar os seus ‘guerrelheiros’, hoje terroristas, e levá-los a atacar as tropas invasoras da ex-URSS.

Al Qaeda Doesn’t Exist – about

Al
Qaeda Doesn’t Exist is the forthcoming documentary by The Corbett
Report
. It interrogates the theory that Al Qaeda is a centrally-operated
terrorist organization run by Osama Bin Laden that perpetrated the
attacks of 9/11. The documentary looks at Al Qaeda’s roots, its ties to
western intelligence agencies and the fictions that have been created to
enhance its myth in the corporate-controlled media.

Podem assistir no Dailymotion ou no youtube e fazer download por exemplo usando a extensão Flash Video Downloader ou como prefiro usando o CCLIVE/ABBY.

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Muitos PARABÉNS à nossa Linda Menina

A fabulosa distribuição de GNU/Linux, GNU/KFreeBSD e GNU/HURD completa hoje mais um aniversário cheio de energia e com cada vez mais descendentes 🙂

Muitos parabéns a todo o projecto 🙂

Uma Breve História do Debian – Versões do Debian

Debian 0.01 até 0.90 (Agosto-Dezembro de 1993)

Debian 0.91 (Janeiro de 1994): Esta versão teve um sistema de pacotes simples que podia instalar e desinstalar pacotes. O projeto cresceu para uma dúzia de pessoas nesse ponto.

Debian 0.93R5 (Março de 1995): A responsabilidade sob cada pacote foi designada a um desenvolvedor e o gerenciador de pacotes (dpkg) foi usado para instalar pacotes depois da instalação do sistema base.

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Afeganistão quando em vez de Rockets tinha Rock ‘n’ Roll

“In the councils of government, we must guard against the acquisition of unwarranted influence, whether sought or unsought, by the military industrial complex. The potential for the disastrous rise of misplaced power exists and will persist. We must never let the weight of this combination endanger our liberties or democratic processes. We should take nothing for granted. Only an alert and knowledgeable citizenry can compel the proper meshing of the huge industrial and military machinery of defense with our peaceful methods and goals, so that security and liberty may prosper together.”

Dwight David Eisenhower, “Military-Industrial Complex Speech” 1961

Recomendo que leiam e vejam algumas fotos do que era o Afeganistão antes da invasão da ex-URSS, provocada pela da entrada da CIA do mentor de Obama, Zbigniew Brzezinski, seis meses antes, que criou a Al-Qaeda (base de dados dos mujahedeen) de Bin Laden (Tim Osman), ele próprio um elemento da CIA.

Imaginem, se conseguirem, como estaria hoje este país caso duas potências não o tivessem invadido e destruído a sua estabilidade de forma completamente ilegal e criminosa, ainda por cima com a quantidade de riquezas que possuem no seu subsolo.

Se estes acontecimentos não tivessem ocorrido, com grande probabilidade ainda hoje teríamos mulheres a serem respeitadas e a poderem usufruir de uma vida de estilo ocidental.

E por certo não teríamos assassinos idiotas como o ex-CEO da Blackwater/XE a dizer estas barbaridades e Liam Fox (‘British Defense Secretary’):

“On a recent trip to Afghanistan, British Defense Secretary Liam Fox drew fire for calling it “a broken 13th-century country.” The most common objection was not that he was wrong, but that he was overly blunt. He’s hardly the first Westerner to label Afghanistan as medieval. Former Blackwater CEO Erik Prince recently described the country as inhabited by “barbarians” with “a 1200 A.D. mentality.” Many assume that’s all Afghanistan has ever been — an ungovernable land where chaos is carved into the hills. Given the images people see on TV and the headlines written about Afghanistan over the past three decades of war, many conclude the country never made it out of the Middle Ages.”
— via Once Upon a Time in Afghanistan…

E a propósito da nova invasão, a mais recente, desta vez levada a cabo pelos EUA e forças da NATO nas quais se encontra o nosso triste país, não era a captura de Bin Laden o grande objectivo?

Ou talvez o combate ao ‘terrorismo’?

Parece que não, como se pode depreender deste tipo de desinformação dos media papagaios.

Saving Women and Preventing Genocide: The Real Reasons We’re in Afghanistan Now : ICH – Information Clearing House

So now the cheerleaders for war would have us believe that they are more concerned for the welfare of Afghan civilians than are those who wish to end the US occupation.

Once Upon a Time in Afghanistan… | Foreign Policy

A half-century ago, Afghan women pursued careers in medicine; men and women mingled casually at movie theaters and university campuses in Kabul; factories in the suburbs churned out textiles and other goods. There was a tradition of law and order, and a government capable of undertaking large national infrastructure projects, like building hydropower stations and roads, albeit with outside help. Ordinary people had a sense of hope, a belief that education could open opportunities for all, a conviction that a bright future lay ahead. All that has been destroyed by three decades of war, but it was real.

Mais info:

CRG — The CIA’s Intervention in Afghanistan

Brzezinski: Yes. According to the official version of history, CIA aid to the Mujahadeen began during 1980, that is to say, after the Soviet army invaded Afghanistan, 24 Dec 1979. But the reality, secretly guarded until now, is completely otherwise Indeed, it was July 3, 1979 that President Carter signed the first directive for secret aid to the opponents of the pro-Soviet regime in Kabul. And that very day, I wrote a note to the president in which I explained to him that in my opinion this aid was going to induce a Soviet military intervention.

Al Qaeda — the Database

Shortly before his untimely death, former British Foreign Secretary Robin Cook told the House of Commons that “Al Qaeda” is not really a terrorist group but a database of international mujaheddin and arms smugglers used by the CIA and Saudis to funnel guerrillas, arms, and money into Soviet-occupied Afghanistan. Courtesy of World Affairs, a journal based in New Delhi, WMR can bring you an important excerpt from an Apr.-Jun. 2004 article by Pierre-Henry Bunel, a former agent for French military intelligence.

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Os ‘falcões galinhas’ à portuguesa

Entrada curta apenas para chamar à atenção sobre um artigo de um dos mais conhecidos e fervorosos adeptos dos crimes de guerra ‘made in USA’ que o nosso país tem a infelicidade de ter, José Manuel Fernandes, que no jornal Público e posteriormente no blog Blasfémias escreveu sobre os tristes acontecimentos que ocorreram a 6 de Agosto de 1945, a detonação de duas armas nucleares por parte dos EUA nas cidades japonesas de Nagasaki e Hiroshima.

JMF continua a achar que houve justificação para semelhante acto, cobarde e criminoso.

E se nos colocássemos no lugar de Truman?* « BLASFÉMIAS

Para avaliar a decisão de Harry Truman de bombardear Hiroshima (há exactamente 65 anos) não basta tomarmos como referência o que hoje sabemos sobre a bomba atómica e os seus efeitos: temos de procurar perceber o que foi a II Guerra Mundial, o seu caracter único de “guerra total e absoluta” e o que se julgava estar em jogo se o Japão não capitulasse rapidamente e sem condições

*texto editado a 6 de Agosto de 2005 no Público. Um texto que o dr. Jaime Gama me aconselhou a não escrever…

Aqui fica o que escrevi na entrada do Blasfémias:

Para não ser acusado de anti-americanismo deixo por conta de cidadãos tão ilustres quanto Dwight Eisenhower e William Leahy , a demonstração de como aqueles dois actos não foram mais que crimes contra a humanidade e que quem os cometeu deveria ter sido julgado da mesma forma que os NAZIS o foram.

Convém ainda questionar porque razão foram escolhidas as duas cidades que não tinham até aquela altura sofrido qualquer bombardeamento e a razão é muito simples, ou melhor as razões:

1º havia que mostrar aos soviéticos que os EUA tinham no seu arsenal uma poderosíssima arma capaz de fazer desaparecer por completo uma cidade e isso só seria possível de demonstrar atacando uma que estivesse de pé;

2º nada se sabia das consequências de uma arma destas, nomeadamente para o meio ambiente, para as pessoas e até do seu poder destrutivo apesar do teste levado a cabo no Projeto Manhattan com a trinity, logo havia que testar.

“…the Japanese were ready to surrender and it wasn’t necessary to hit them with that awful thing.”Dwight Eisenhower – Ike on Ike, Newsweek, 11/11/63

“…in [July] 1945… Secretary of War Stimson, visiting my headquarters in Germany, informed me that our government was preparing to drop an atomic bomb on Japan. I was one of those who felt that there were a number of cogent reasons to question the wisdom of such an act. …the Secretary, upon giving me the news of the successful bomb test in New Mexico, and of the plan for using it, asked for my reaction, apparently expecting a vigorous assent.

“During his recitation of the relevant facts, I had been conscious of a feeling of depression and so I voiced to him my grave misgivings, first on the basis of my belief that Japan was already defeated and that dropping the bomb was completely unnecessary, and secondly because I thought that our country should avoid shocking world opinion by the use of a weapon whose employment was, I thought, no longer mandatory as a measure to save American lives. It was my belief that Japan was, at that very moment, seeking some way to surrender with a minimum loss of ‘face’. The Secretary was deeply perturbed by my attitude…” Dwight Eisenhower, Mandate For Change, pg. 380

“It is my opinion that the use of this barbarous weapon at Hiroshima and Nagasaki was of no material assistance in our war against Japan. ” – “The lethal possibilities of atomic warfare in the future are frightening. My own feeling was that in being the first to use it, we had adopted an ethical standard common to the barbarians of the Dark Ages.” William Leahy, Chief of Staff to Presidents Franklin Roosevelt and Harry Truman – I Was There, pg. 441.

E para terminar deixo este interessante artigo do jornalista John Pielger.

“The National Archives in Washington contain US government documents that chart Japanese peace overtures as early as 1943. None was pursued. A cable sent on May 5, 1945 by the German ambassador in Tokyo and intercepted by the US dispels any doubt that the Japanese were desperate to sue for peace, including “capitulation even if the terms were hard”. Instead, the US secretary of war, Henry Stimson, told President Truman he was “fearful” that the US air force would have Japan so “bombed out” that the new weapon would not be able “to show its strength”. He later admitted that “no effort was made, and none was seriously considered, to achieve surrender merely in order not to have to use the bomb”. His foreign policy colleagues were eager “to browbeat the Russians with the bomb held rather ostentatiously on our hip”. General Leslie Groves, director of the Manhattan Project that made the bomb, testified: “There was never any illusion on my part that Russia was our enemy, and that the project was conducted on that basis.” The day after Hiroshima was obliterated, President Truman voiced his satisfaction with the “overwhelming success” of “the experiment”.”

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Wikileaks: Informação e Desinformação

Sem dúvida que o site Wikileaks tem prestado um serviço muito interessante e importante a todos nós, especialmente às ditas democracias, com especial relevo para as ocidentais, quanto mais não seja porque coloca em causa os meios de informação tradicionais.

No entanto não há bela sem senão!

Depois de muito ler, ver e ouvir diversas opiniões (incluindo a do Diogo, um habitual amigo deste blog), artigos, etc, creio que é ponto assente que no que toca ao tipo de informação que o Wikileaks trata e posterior aproveitamento dela pelos chamados media tradicionais convém partirmos sempre de uma premissa base para que mais tarde não haja arrependimentos!

Se partirmos deste pressuposto olhamos para qualquer informação de um modo mais critico, não depositando nela a confiança que na verdade nunca podemos colocar uma vez que não temos acesso a meios que nos permitam descodificar grande parte dela e muito menos separar o trigo do joio.

A única coisa que podemos fazer é observar os comportamentos dos diversos peões neste jogo de xadrez, dos poderes instituídos aos papagaios dos media tradicionais.

No que toca aos comportamentos dos media tradicionais, podemos por exemplo olhar para o que o jornal dos EUA escolhido pelo Wikileaks para transmitir por lá mais esta ‘leak’, o NYTimes, fez.

E o que fez foi ir pedir directamente à Casa Branca/Administração Obama o consentimento para poder colocar cá fora informação que para alguns nada traz de novo, nada acrescenta ao que já se sabia sobre os crimes cometidos pela NATO no Afeganistão.

Isto não é jornalismo em lado nenhum!
O que diriam estes pseudo jornalistas se uma história destas tivesse ocorrido por exemplo no Kremlin do sr Putin!?
É mais ou menos como ir perguntar à máfia que tipo de artigos e que informação sobre ela podem noticiar.

Quanto ao comportamento dos senhores do mundo, há-o para todos os gostos.

Há aqueles que actuam de forma hipócrita afirmando que o Wikileaks tem as mão sujas de sangue, uma vez que os documentos poderiam eventualmente colocar em perigo tropas da NATO ou eventuais colaboradores, esquecendo-se esses senhores que foram eles que lançaram mais uma guerra injusta e ainda hoje sem terem apresentado qualquer prova para ela.

De facto nem a podem tratar como guerra mas sim como Operação (que até estava já em marcha meses antes dos atentados), uma vez que para os EUA, segundo a sua Constituição, declararem uma guerra estes teriam de ter sofrido um ataque de um outro país e para a declararem teriam de ter a aprovação do Congresso o que desde a WWII nunca aconteceu, ainda que os EUA estejam envolvidos em conflitos contínuos desde essa altura.
Mais, no site do FBI ainda hoje, nove anos passados, Bin Laden não é procurado pelos atentados do 11set2001, já para não falar que os supostos 19 terroristas não eram de nacionalidade afegã mas sim maioritariamente da Arábia Saudita.

E existem aqueles que dizem que os documentos nada trazem de novo que quem estivesse atento ao que se passa no mundo já sabia que as coisas mencionadas nos documentos agora libertados ocorriam, o que entra em directa contradição com o que afirmam os anteriores.

https://i0.wp.com/upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/33/Julian_Assange_full.jpg/794px-Julian_Assange_full.jpg

via wikipedia

Regressando agora ao Wikileaks, apesar de eu continuar a querer acreditar que os seus objectivos e a sua integridade são os melhores, existem no entanto algumas coisas que me deixam antes de mais triste e depois me fazem disparar os alarmes!

  • A mais importante e que me levanta mais suspeitas é o facto de Julian Assange numa entrevista ao jornal Belfast Telegraph, ter afirmado que as pessoas não se devem deixar distrair por conspirações falsas como a do 11Set2001. Ora esta afirmação é no mínimo estranha tendo em conta que o pretexto para a guerra/operação cujos documentos secretos Assange acaba de disponibilizar foi exactamente os atentados do 11set2001. (a não ser claro, que ele entenda e bem, como conspiração falsa a oficial, algo que não é perceptível no que está escrito no artigo do Belfast Telegraph)
  • Por último não gostei nada do que observei na linguagem corporal de Julian Assange quando na entrevista ao TED (cerca do minuto 13:25) este fala sobre as modificações na infraestrutura dos sites do Wikileaks. Qualquer pessoa que conheça um mínimo de linguagem corporal, apercebe-se que ele com quase 100% de certeza não estava a falar toda a verdade. Juntando esse pormenor ao que vem sendo publicado por John Young no Cryptome, deixa-me desconfiado. Mas como já aqui afirmei, por duas vezes contribui para o Wikileaks, espero não me vir a arrepender de tal facto.

O que se retira de tudo isto é que não existem vacas sagradas, há que desconfiar de tudo e de todos, inclusive do que por aqui escrevo.

Cada um deve de usar o seu discernimento e tentar sempre obter o máximo de informação, de todos os lados, por forma a criar a sua própria opinião.

Como nota final deixo ainda a info que o Partido Pirata Sueco, que neste momento tem um ISP no qual está o ThePiratebay, ofereceu ‘guarida’ aos servidores do Wikileaks em caso de necessidade.


TED: Julian Assange: Why the world needs WikiLeaks

Wikileaks founder Julian Assange is ‘annoyed’ by 9/11 truth | 911Blogger.com

His obsession with secrecy, both in others and maintaining his own, lends him the air of a conspiracy theorist. Is he one? “I believe in facts about conspiracies,” he says, choosing his words slowly. “Any time people with power plan in secret, they are conducting a conspiracy. So there are conspiracies everywhere. There are also crazed conspiracy theories. It’s important not to confuse these two. Generally, when there’s enough facts about a conspiracy we simply call this news.” What about 9/11? “I’m constantly annoyed that people are distracted by false conspiracies such as 9/11, when all around we provide evidence of real conspiracies, for war or mass financial fraud.” What about the Bilderberg conference? “That is vaguely conspiratorial, in a networking sense. We have published their meeting notes.” “Wanted by the CIA: Wikileaks founder Julian Assange”Belfast Telegraph, July 19, 2010

Mr. Assange seems to have conveniently forgotten that 9/11 may be, in a very concrete sense, a ‘conspiracy for war’, leading directly to the wars in Afghanistan, Iraq and the permanent “War on Terror”.

New York Times reporters met with White House before publishing WikiLeaks story – War Room – Salon.com

The White House was very upset with WikiLeaks for its decision to publish thousands of pages of classified reports and documents describing our mission in Afghanistan. But according to Yahoo’s Michael Calderone, it was very pleased with how the New York Times dealt with its semi-exclusive access to the documents.

Times Washington bureau chief Dean Baquet took reporters Mark Mazzetti and Eric Schmitt to the White House last week to brief the administration on what they planned on publishing. And they all got gold stars.

WikiLeaks Release of Classified War Documents – C-SPAN Video Library

Defense Secretary Robert Gates and Joint Chiefs of Staff Chairman Mike Mullen spoke to reporters and answered questions about the release of classified war documents by the website WikiLeaks. The documents contain raw intelligence reports from the field, which among other things include the identity of informants. Secretary Gates in his remarks said the consequences for troops and Afghan allies could be severe and dangerous.

Adriam Lamo Los Alamos Tsutomu Shimomura

Adrian Lamo hangs out all the time on a server called cesium.clock.org, with IP address [192.5.16.65]. This IP space is registered with ARIN to a network called “LANLLAND” belonging to the Los Alamos National Laboratory. Strangely, and unlike all other LANL networks, reverse DNS mapping for this network is provided by ARPA.NET — an official-sounding network which is really the private domain of Tsutomu Shimomura. You’ll remember Shimomura as the dork who “took down” hacker Kevin Mitnick, leading to an extensive campaign by 2600 Magazine for his release, and a later campaign to halt production of the “Takedown” movie aggrandizing Shimomura. Lamo works for 2600 and maintains their Facebook group.

Why is Adrian Lamo hanging out on the network of the Los Alamos National Laboratory if he has no affiliation with the government?

Is Lamo accessing 2600 servers from a computer or network controlled by Tsutomu Shimomura? Good question for 2600’s Emmanuel Goldstein.