Após o Big Brother dos EUA, através da FISA chega-nos agora o da UE

O blog do Marcos Marado, menciona a directiva da UE que hoje foi transposta para Portugal, tornando-nos no segundo estado a fazer uso dela, contrariando quer as opiniões da indústria (ISP’s nomeadamente), e especialmente as opiniões extremamente críticas, como se compreenderá, por parte da sociedade civil.

A The Foundation for a Free Information Infrastructure (FFII), indica na sua página que “O parlamento europeu aprovou hoje uma directiva que criará a maior base de dados de vigilância a nível mundial, monitorizando todas as comunicações dentro da UE “

DataRetPr051214En – FFII

The Data Retention Directive was passed by 378 votes to 197, following deals between the Council and the leaders of the two largest parties in Parliament, the EPP-ED (Conservatives) and the PSE (Socialists). The Rapporteur for the directive, Alexander Alvaro (Liberals) had his name removed from the report in protest.

Jonas Maebe of the FFII says: “Among other harsh measures, the directive mandates recording of the source and destination of all emails you send and every call you make, and your location and movement during mobile phone calls. Additionally, the directive says nothing about who has to pay for all this logging, which will significantly distort the internal telecommunications market.”

A directiva obriga que sejam guardados todos os dados relativos à origem e destino de todos os e-mails e chamadas telefónicas, bem como a localização e movimentação durante essas mesmas chamadas.

Diário da República, 1.ª série — N.º 137 — 17  de  Julho  de  2008
Lei n.º 32/2008 de 17 de Julho

Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2006/24/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de Março, relativa à conservação de dados gerados ou tratados no contexto da oferta de serviços de comunicações electrónicas publicamente disponíveis ou de redes públicas de comunicações.

Tal como já havia referido numa entrada à dias sobre o Big Brother dos EUA através da recentemente aprovada FISA, com a introdução desta directiva europeia, estamos a caminhar a passos largos para a tal Nova (Des)Ordem Mundial, o tal Governo Único Mundial, que muitos mencionam e que a cada dia se torna mais presente e mais sufocante.

Committee of 300 Quotes – Quotes About Committee of 300

Committee of 300 Quotes

“The sheer magnitude and complex web of deceit surrounding the individuals and organizations involved in this conspiracy is mind boggling, even for the most astute among us. Most people react with disbelief and skepticism towards the topic, unaware that they have been conditioned (brainwashed) to react with skepticism by institutional and media influences that were created by the mother of all mind control organizations: The Tavistock Institute of Human Relations in London. Author and
de-programmer Fritz Springmeier (The Top 13 Illuminati Bloodlines) says that most people have built in ‘slides’ that short-circuit the mind’s critical examination process when it comes to certain sensitive topics. ‘Slides’, Springmeier reports, is a CIA term for a conditioned type of response which dead-ends a person’s thinking and terminates debate or examination of the topic at hand’…”
– The New World Order (NWO): An Overview

Committee of 300 Quotes

“To bring about the end to all industrialization and the production of nuclear generated electric power in what they call ‘the post-industrial zero-growth society’. Excepted are the computer- and service industries. U.S. industries that remain will be exported to countries such as Mexico where abundant slave labor is available. As we saw in 1993, this has become a fact through the passage of the North American Free Trade Agreement, known as NAFTA. Unemployables in the U.S., in the wake of industrial destruction, will either become opium-, heroin-, and/or cocaine addicts, or become statistics in the elimination of the ‘excess population’ process we know of today as Global 2000.”
– Targets of the Illuminati and Committee of 300

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Porquê votaria eu contra o Tratado de Lisboa?

Já é conhecido o resultado final ao referendo sobre o Tratado de Lisboa levado a cabo na Irlanda, tal como se esperava prácticamente desde ontem, o NÃO ganhou.

Felicito os Irlandeses por tal decisão.

Mas quais as razões que me levariam a não votar neste tratado caso tivesse sido cumprido o que haviam prometido os maiores partidos portugueses, PS e PSD, de levar a cabo um referendo em Portugal?

1º O habitual incumprimento de promessas a que estes dois partidos já nos habituaram.
Prometeram um referendo, depois não o fizeram.
Quanto ao CDS/PP, apesar de nos dizer que queria um referendo, quando este foi a votos na Assembleia, abstiveram-se, porque não votaram contra?

2º A completa opacidade deste tratado, já olhei para ele, tendo-o puxado em formato PDF, não sendo eu da área jurídica, confesso que não percebo prácticamente nada do que este diz.
Não deveria um tratado ser explicito, tal como uma Constituição, um tratado ou constituição feito pelas pessoas e para as pessoas?

3º Este tratado nada mais é que a criação do primeiro Super-Estado a nível mundial, com uma constituição, um governo, um banco central (uma moeda), uma estrutura jurídica, um exército.
Parece que para estes senhores, estas elites, a Democracia é um conceito demasiado perigoso, colocar decisões nas mãos dos povos, nem pensar.

4º Porque razão não houve debates, explicações, sobre o que consistia o tratado, para que serve, o que ganhamos com ele, o que perdemos, a nossa Constituição estaria em causa, etc?

5º Este artigo, de Nile Gardiner, Ph.D. and Sally McNamara, “The EU Lisbon Treaty: Gordon Brown Surrenders Britain’s Sovereignty”, creio que apesar de ser escrito para o povo inglês, explica bem o porquê de se recusar este tratado ou tratados similares.

“Like the rejected constitution, the new Reform Treaty is also a blueprint for a European superstate dreamt up by unelected bureaucrats in Brussels. This time around, however, most of Europe doesn’t get to vote, as democracy is too dangerous a concept for the architects of this grand vision of an EU superpower.”Originally envisioned as a single market within Europe, the EU (formerly European Economic Community) is morphing into a gigantic political entity with ambitions of becoming the world’s first supranational superstate. Already, major strides have been made in the development of a unified European foreign and security policy as well as a supranational legal structure. With the introduction of the euro in 1999, the European single currency and European Central Bank became a reality.

Drafted in 2004, the European Constitution was a huge step forward in the evolution of what is commonly known as the “European Project,” or the drive toward “ever closer union.” With its 448 articles, the constitution was a vast vanity project, conceived in Paris, Berlin, and Brussels, that dramatically crashed to Earth three years ago. Since then, European Union apparatchiks have worked feverishly to resurrect the constitution, coming up with a cosmetic makeover that would make a plastic surgeon proud.

The new treaty contains all the main elements of the constitution, repackaged in flowery language. According to the European Scrutiny Committee, a British parliamentary body, only two of the treaty’s 440 provisions were not contained in the original constitution.[2]

The Reform Treaty paves the way for the creation of a European Union foreign minister (high representative) at the head of an EU foreign service (with its own diplomatic corps) as well as a long-term EU president; both positions are trappings of a fledgling superstate. As European Parliament member Daniel Hannan has pointed out, the treaty will further erode the legal sovereignty of European nation-states, entrenching a pan-European magistracy (“Eurojust”), a European Public Prosecutor, a federal EU police force (“Europol”), and an EU criminal code (“corpus juris”).[3] In addition, countries such as Britain will sacrifice their veto right over EU decision-making in 40 policy areas.”

6º Por causa da maneira como estas elites burocráticas olham para a Democracia, ou melhor desrespeitam a Democracia e os cidadãos que oe elegem.

“A ratificação deverá seguir adiante até alcançar rapidamente a soma dos quatro quintos, para que o Conselho europeu possa logo depois, segundo o artigo 48 do novo Tratado, tomar sua decisão – prosseguiu o
presidente.”

Esta afirmação é do presidente da Itália, Giorgio Napolitano, este senhor quer portanto fazer valer uma regra de um tratado que ainda nem sequer está em vigor, brilhante!!!

“Democracy means having the choice. Dictatorship means being given the choice.” (Jeannine Luczak)