Conversores para o m$-office do formato standard ISO ODF

Hoje e depois de ler no slashdot uma interessante discussão sobre ODF vs CDF vs ooxml, e com relação a algo que já tinha escrito, resolvi experimentar o conversor da SUN, o ODF Plugin.

Como em casa não uso nada da microsoft e nem sequer tenho instalado com virtualização através de QEMU, VirtualBOX ou mesmo VMware, teve de ser feita no trabalho a experiência.

Após download do plugin da SUN, instalei e apareceu logo nos diversos programas de office da m$ entradas para exportar, importar e gravar em ODF.

Lá experimentei uns textos e correu tudo muito bem, falta ainda experimentar com a folha de cálculo e com o programa de apresentações, vamos a ver o que dá, mas para já não há desculpa nenhuma para não se USAR E ABUSAR do formato ABERTO ODF, podemos criar, gravar, abrir este formato no m$-office sem problemas, assim os amigos já não têm desculpa que não conseguem abrir os ODF que lhes enviamos e escusam de nos enviar *.doc, e isto é ainda mais válido para os diversos sites da Administração Pública que muitas das vezes têm ficheiros *.doc para download, sigam as pisadas de diversos outros países como Brasil, África do Sul, Malásia, Japão, Holanda, etc; e se não legislam para o uso do ODF, pelo menos aconcelhem a sua utilização.

Um artigo interessante sobre o ODF ser ou não uma opção viável….

“However, in recent months the OpenDocument Foundation has found itself more and more isolated, outside of the mainstream debate. How far they have fallen can be seen in the fact that Microsoft has gone from ridiculing their conspiracy theories to using them to support their arguments. At the same time the Foundation’s membership has dwindled to the point where only a small number remain. Former members have disassociated themselves from the Foundation as it turned increasingly to strident rhetoric. Whereas in the early days, the Foundation had a large membership that participated fully in the OASIS TC’s, now their “contributions” are mainly that of heckling and haranguing the other members. Finally, the Foundation has recently announced its intent to abandon constructive work within OASIS, to actively lobby against adoption of ODF 1.2 in ISO and to push for an alternative format, CDF, based on XHTML, CSS 3.0 and RDF. This is an odd stance for a non-profit whose charter was:”

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Uma resposta possível às aldrabices do ooxml da micro$oft?!

Poderá a resposta possível contra o monopólio da micro$oft que tenderá a perpetuar-se e quem sabe até a crescer ainda um pouco mais passar, para além do forte uso do formato standard ISO, pelo software de colaboração/“groupware” como o Zimbra e o Alfresco em combinação com os standards do W3C – world wide web consortium – isto claro está, apenas para colmatar as faltas de interoperabilidade que quer o oxxml quer os formatos fechados anteriores da microsoft impôem ao mercado.

No entanto o ODF DEVE PREVALECER como FORMATO STANDAR ISO JÁ APROVADO, e ser usado e massificado por todos.

This following is an overview of governments and other organizations around the world that are evaluating the use of OpenDocument, an open document file format for saving and exchanging editable office documents.

http://en.wikipedia.org/wiki/OpenDocument_adoption

Lista de groupware FLOSS

“XForms, SVG, SMiL, XSLT, XQuery, RDF, SPARQL, XHTML, HTML, CSS and CDF. All of which are core W3C Open Web Technology standards.

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O verdadeiro plano da microsoft em relação ao ODF vs ooxml?!

Acabei de ler um interessantíssimo artigo de
Gary Edwards da Open Document Foundation sobre a impossibilidade de quer a microsoft implementar totalmente o ODF quer o contrário, programas como o Openoffice.org implementarem totalmente o ooxml.

Mas o que me chamou mesmo à atenção foi o que abaixo transcrevo, será que toda a fúria da m$ em aprovar o ooxml terá a ver com dominar a rede internet criando um pseudo-formato para subverter os standards W3C?
Será que o plano sempre foi o velho sonho da m$ em dominar completamente a world wide web?

“To understand why we turned to the W3C’s CDF “Compound Document Format”, and continue to fight, one has to grasp how seriously important this MSOffice bound business process issue is to the future of collaborative computing. If we can’t neutralize and re purpose MSOffice, the future will belong to MS-OOXML and the MS Stack. Note the MS Stack noticeably replaces W3C Open Web technologies with Microsoft’s own embraced “enhancements”. Starting with MS-OOXML/Smart Tags as a replacement for HTML-XHTML-RDF Metadata.

HTML and the Open Web are the targets here. ODf is being used as a diversion from the real end game – the taking of the Internet.”

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África do Sul escolhe o ODF como formato standard

A Àfrica do Sul escolheu o formato Livre ODF como standard para ser usado pelo governo sul africano, outros países neste caso europeus também estão a desenvolver políticas para a sua implementação e utilização.

Several of Europe’s governments are developing policies on electronic document formats. France, Poland, Lithuania, Denmark, Belgium and the Netherlands are among countries that have decided to make ODF one of the options.

Com um pouco de sorte e como temos a mania de ir atrás dos outros, talvez assim sejamos obrigados a usá-lo, já que por cá só se vê microsoft à frente, INFELIZMENTE…

“EU: South Africa makes ODF government standard
Open Source News – 25 October 2007 – Rest of the World – Policies and Announcements

European governments developing policies on electronic document formats, can now also take South Africa as an example. The country this week included Open Document Format (ODF) in its Minimum Information Interoperability Standards (MIOS).”

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Ministério da Educação, ANSOL e Sun Microsystems distribuem Software Livre nas escolas

O Ministério da Educação em conjunto com a ANSOL e com a colaboração da Sun Microsystems, criaram um cd de distribuição livre, o “Software Livre na Escola”, o qual obedeceu a critérios de utilidade e qualidade.

“O CD pode ser copiado, distribuído e instalado livremente em qualquer computador com Windows. O equivalente software comercial equivalente custaria aos 1.666.173 alunos dos Ensinos Básico e Secundário mais de 300 milhões de Euros. Esta acção contribuirá deste modo para combater a info-exclusão e o software ilegal em Portugal.”

Mais uma excelente iniciativa para o desenvolvimento de mentes criticas e com gosto pela área informática e quem sabe futuros programadores de Software Livre.

Excelente iniciativa que mostra que existe vida para além da microsoft.

“Software incluído no CD poderá poupar 300 milhões de Euros às famílias portuguesas

Lisboa, 31 de Julho de 2007 – O Ministério da Educação, através da Equipa Multidisciplinar CRIE da Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, está a distribuir a todas as Escolas do Ensino Básico e Secundário do país o CD “Software Livre na Escola” (Referência 1). Este CD foi produzido com a colaboração da Sun Microsystems e da ANSOL – Associação Nacional para o Software Livre, e inclui um conjunto de software didáctico que é disponibilizado gratuitamente para toda a população. O CD pode ser copiado, distribuído e instalado livremente em qualquer computador com Windows. O equivalente software comercial equivalente custaria aos 1.666.173 alunos dos Ensinos Básico e Secundário mais de 300 milhões de Euros. Esta acção contribuirá deste modo para combater a info-exclusão e o software ilegal em Portugal.”

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Sun Microsystems, BANIF e BCA

A Sun MicroSystems foi a empresa escolhida pelo BANIF e BCA para implementar a sua nova estrutura de TI em Portugal, o interessante é que parece que os thin clients começam a ter força no mercado a Sun à muito que os defende.
Outra situação é o provável uso também de Linux e ainda do StarOffice.

Principais Desafios

  • Integrar e simplificar a administração de ambientes de desktop complexos
  • Reduzir o consumo de energia e aumentar a segurança da arquitectura de TI
  • Aumentar os índices de produtividade através da disponibilização de tecnologia fiável e inovadora

(in Sun Microsystems Renova Desktops do BANIF e BCA)

“Os terminais Sun Ray assentam numa plataforma de computação em rede, designada thin client, sem qualquer tipo de informação armazenada ao nível do posto de trabalho, com ligação a servidores centrais e que suportam os sistemas operativos Solaris, Windows ou Linux. O Grupo BANIF aumenta desta forma a segurança da sua arquitectura de TI e reduz o custo total de propriedade através de uma infra-estrutura simplificada para acesso à informação da organização e com a disponibilização da suite de produtividade pessoal StarOffice 8.”

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Censura na rede internet… com a ajuda dos EUA

Para não variar e já acostumados a cada vez mais se meterem onde não devem e a censurarem tudo e todos os srs todo poderosos dos EUA resolvem agora darem uma ajudinha à censura na rede internet a países já de si muito pouco democráticos e pouco dados a modernices e respeito pela dignidade humana….

Do dicionário online Priberam:

censura

do Lat. censura

s. f.,

cargo ou dignidade de censor;

poder do Estado de interditar ou restringir a livre manifestação de pensamento, oral ou escrito, quando se considera que tal pode ameaçar a ordem pública vigente;

corporação encarregada de examinar as obras submetidas à sua aprovação;

os todo poderosos dos EUA cumprem bem todas as definições do dicionário, como sempre quem não está connosco é contra nós 😉 ….

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